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GUAIUVIRA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 22.12.2012
DESTINO: Estação Guaiuvira
LOCALIZAÇÃO: Município Sales Oliveira – SP
COORDENADAS: 20°50’11″S 47°52’40″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1900
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, cercado e fechado
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e José Antonio Thomaz

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Chegamos à Guaiuvira vindos de Cresciúma e a caminho de Sales Oliveira e lá, encontramos uma das mais belas jóias do passado ferroviário da região. Com um prédio ainda imponente, típico padrão arquitetônico da Cia. Mogiana, Guaiuvira foi uma estação do Ramal de Igarapava, e nela existiram vários tipos de comércio em atividade entre sua abertura no ano de 1900 e seu fechamento em 1979. Eram hospedaria, selaria, bar, restaurante, farmácia, enfim, a estação, como tantas outras, era um ponto de conveniência para os que viajavam pelo ramal e claro, também para os moradores locais. Guaiuvira é o nome de uma árvore ornamental típica da região sudeste do Brasil e o fato de ter emprestado o seu nome à estação, sugere que no local devia existir tal árvore, ou mesmo várias delas. Andamos por lá, vimos em detalhes a plataforma, os dísticos, o antigo leito da linha, as lousas, as casas ao lado da estação, que eram provavelmente do chefe da própria e talvez do pessoal da “conserva” local, enfim. Por lá hoje existe uma espécie de vila de sítios ou fazendas, que não sei definir ao certo, mas há vida ao redor de Guaiuvira, sem dúvida. O que me disseram no local, é que o prédio encontra-se ainda sob a jurisdição do DNIT e que por isso nada podem fazer com ele, daí me veio a dúvida sobre quem o teria pintado e também quem o estaria usando como depósito? Bem, independente disso, ele está lá, relativamente conservado e melhor do que muitos outros que vimos por este mundão afora. De lá, seguimos para Sales Oliveira, o que já é uma outra história que contarei, aguardem!

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER GUAIUVIRA

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

SANTOS U.P. (CONCEIÇÃOZINHA)

DATA DA EXPEDIÇÃO: 09.11.2012
DESTINO: Estação U.P. Santos (Conceiçãozinha)
LOCALIZAÇÃO: Município Guarujá – SP
COORDENADAS: 23°57’34.32″S 46°17’0.29″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em pleno uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: Sem registro
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro Santos-Jundiaí (provável)
STATUS DO PRÉDIO: Em pé e em plena atividade
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Claudinéia de Marchi

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Sem muitas informações sobre o local, esta U.P. Santos está localizada no Sítio Conceiçãozinha, na Avenida Santos Dumont, que liga o porto das balsas no distrito de Vicente de Carvalho a Santos, do outro lado do canal. Antigamente era o leito do Tramway do Guarujá quem trilhava aquele caminho, inclusive com estações já há muito demolidas por aquela região. Andamos por lá e constatamos que assim como em Piaçagüera, Raiz da Serra e Paraitinga, por ali, apenas o pragmatismo se faz presente. Nada tem alma, tudo tem um ar de esgotamento, me pareceu que tudo tinha que ser usado à exaustão, esgotar cada mínima condição de cada equipamento, deixando assim somente o “bagaço” para ser descartado. Tudo era duro, frio e cheirava mal. Enfim, talvez eu fosse o elemento dissonante ali, talvez eu não tivesse que esperar nada além daquilo de um lugar daquele. Mas eu esperei… e me desesperei. As imagens e o mini-filme mostram com mais detalhes o que tentei dizer aqui com palavras. A U.P. de Conceiçãozinha está lá, funcionando, servindo, relativamente cuidada, mas é vazia, racional e dura. De lá, seguimos para a antiga estação do Tramway do Guarujá em busca de quem sabe, algo menos “real”…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER SANTOS UP

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FERRAZ

DATA DA EXPEDIÇÃO: 30.03.2013
DESTINO: Estação Ferraz
LOCALIZAÇÃO: Município Rio Claro – SP
COORDENADAS: 22°15’24″S 47°35’18″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1896
CONSTRUÇÃO: Companhia Paulista de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, cercado e servindo de moradia
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Fabiano Pessôa e Priscila Savoia

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estivemos no centenário distrito de Ferraz, pertencente à cidade de Rio Claro, buscando a antiga estação ferroviária da Companhia Paulista, e por lá fomos bem sucedidos. Encontramos a estação ainda em pé, cercada, servindo de moradia particular, e pelo que pudemos comprovar em conversa com a dona da casa (uma senhora bastante idosa e ressabiada), o local foi arrematado em leilão e está com a família dela há anos. Andamos por lá, vimos todo o entorno, o antigo leito, que hoje é uma estrada de terra batida, e detalhes do prédio. Não pudemos entrar, mas tivemos acesso a boa parte dos detalhes, pelo lado de fora mesmo (vide fotos e mini-filme). É um prédio com telhado “duas águas”, dísticos apagados, com a plataforma já sem a cobertura e nenhum sinal de trilhos pelo local. Nas nossas pesquisas prévias pelo Google Earth e pelo Wikimapia, a localização indicada da velha estação é outra, uns 300 metros à frente no sentido de Corumbataí, mas está equivocada, pois como comprovamos “in loco” o prédio encontra-se nas coordenadas acima descritas, sem dúvida nenhuma. Ferraz é um vilarejo aprazível e, por lá, quase tivemos que comprar melancias de um comerciante local para conseguirmos maiores informações acerca da estação, visto que esta era a condição para que ele nos desse as tão preciosas dicas. Felizmente conseguimos as informações sem termos que carregar melancias na caçamba da “Pretona” pelas estradas de terra da região. Ferraz está lá, viva e servindo, o que é mais importante e dela seguimos para Corumbataí…

CURIOSIDADE SOBRE A LOCALIZAÇÃO:
FERRAZ_EARTH

PANORÂMICAS DA ESTAÇÃO:
Com o compromisso de oferecer o máximo de detalhes que puder colher em cada local visitado, agora disponibilizo também imagens panorâmicas, para que tenham a sensação não só da estação, como também do seu entorno, espero que curtam.

PANORAMICA_FERRAZ

Ferraz vista bem de frente.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER FERRAZ

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CORDEIRÓPOLIS

DATA DA EXPEDIÇÃO: 10.02.2012
DESTINO: Estação Cordeirópolis
LOCALIZAÇÃO: Município Cordeirópolis – SP
COORDENADAS: 22°28’52.9″S 47°27’14.9″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em pleno uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1876
CONSTRUÇÃO: Companhia Paulista de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, totalmente abandonado e em ruínas
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Cordeirópolis foi uma estação marcante para mim, pois foi a primeira em que estive literalmente sozinho. Cheguei por volta das 6h da manhã estacionei a “Pretona” ao lado de um grande galpão que, depois fiquei sabendo, era um abrigo de locomotivas, e fui explorá-la. Por lá, talvez devido ao horário, não encontrei ninguém a quem pudesse perguntar detalhes e “causos” acerca do local, então fui andando pela linha, entrando no antigo prédio da centenária estação, olhando a sua plataforma ainda em pé, o enorme armazém ao seu lado, enfim, observando cada detalhe daquele lugar triste, mas que certamente um dia foi motivo de muitas histórias e memórias. As fotos e o mini-filme mostram bem o que foi visto por mim, mas a tristeza de se ver um prédio tão antigo sendo tratado com tanto descaso é tão grande, que faz com que repensemos muitas coisas. O prédio hoje está em frangalhos, nada além da sua estrutura de alvenaria sobrou por lá, é praticamente um esqueleto a céu aberto, “protegido” por uma cerca (?). O nome Cordeirópolis, muitos dizem derivar-se dos “cordeiros” que habitavam a região da estação na época de sua construção (cordeiros = fabricantes de cordas e não os animais homônimos), porém havia também uma fazenda com o mesmo nome, portanto podem escolher a origem que mais lhes agradar que não tem problema, rerere… Como um complexo férreo, a antiga estação e os seus arredores, são um lugar atraente para os que gostam do tema, mas quem não gosta verá apenas tristeza e abandono, misturados com ferrugem e mato alto. Será que eu estou fantasiando muito e a estação de Cordeirópolis é apenas isso mesmo? Infelizmente é bem provável… De lá, segui para Viracopos…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER CODEIRÓPOLIS

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RINCÃO

DATA DA EXPEDIÇÃO: 19.06.2012
DESTINO: Estação Rincão
LOCALIZAÇÃO: Município Rincão – SP
COORDENADAS: 21°35’23″S 48°4’6″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em pleno uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1892
CONSTRUÇÃO: Companhia Paulista de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, servindo como paço municipal
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Vinicius Costa e José Antonio Thomaz

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estivemos em Rincão vindos de Guatapará, e pudemos ver de perto como está a velha estação nos dias de hoje. Ela é hoje parte integrante da prefeitura municipal (sede provisória desde 2004, quando foi reformada), serve também como uma espécie de garagem, e pelo que fiquei sabendo, futuramente será destinada à cultura local. Atrás da estação, existe uma arquibancada de alvenaria, que somente depois, percebi tratar-se de um teatro de arena, e ainda mais adiante, uma praça (denominada Praça do Ferroviários), que presta justa homenagem aos que serviram à causa férrea, num passado já quase totalmente esquecido. O prédio possui uma bela e delicada fachada, ainda bem conservada com os escritos: “Comp. Paulista” abaixo da sua cobertura de vidro, que é sustentada por duas mãos-francesas bem bonitas. Andamos por lá, vimos os dísticos, o guichê de venda de bilhetes em madeira, os vidros ainda com as inscrições da Cia. Paulista, a “Gare” protegendo a plataforma do castigo dos raios do sol, a cabine de controle de tráfego, um pouco mais a frente. Para ser sincero, aquele lugar é um memorial ao universo ferroviário a céu aberto, forçadamente convertido aos fins da administração local. Sejam quais forem os motivos, justos ou não, acho que aquela cidade merece uma prefeitura melhor e mais adequada às necessidades dos seus cidadãos, num prédio construído para este fim, livrando assim a velha estação deste papel que não é e nunca foi o dela. Assim quem sabe, não ganhariam todos… a cidade, a população, os governantes, os servidores, mas também a história, a memória, a cultura… De lá, seguimos para Tapuia e seus carvoeiros, o que é uma outra história.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
RINCAO_POSTER_OFICIALnet

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PERUÍBE

DATA DA EXPEDIÇÃO: 11.02.2012
DESTINO: Estação Peruíbe
LOCALIZAÇÃO: Município Peruíbe – SP
COORDENADAS: 24°19’7.90″S 47° 0’27.95″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, porém só em alguns trechos
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1914
CONSTRUÇÃO: Southern São Paulo Railway
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, restaurado e servindo à prefeitura local
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Claudinéia de Marchi

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
A estação de Peruíbe passou por uma reforma há pouco tempo, cerca de três anos se não me engano, e hoje, serve como um departamento da prefeitura. Estivemos lá, vindos de Ana Dias, num dia de chuvoso e nublado, mas ainda assim, conseguimos colher fotos e boas imagens do local. É uma estação pequena, porém o espaço à sua frente é amplo, o que dá a impressão de que ali havia um pátio de manobras com dois ou três desvios talvez. Andamos por lá, vimos o prédio pintado de amarelo escuro, um tom meio ocre, cor diferente das originais, que eram branco e azul, também vimos a plataforma, a placa de quilometragem sem altitude, mas não me recordo de ter visto a caixa-d’água por lá. Uma pequena casinha ao lado da estação me chamou bastante a atenção, por ser simétrica, com um telhadinho de duas águas, enfim, uma charme só. Por isso utilizei-a no poster, para representar o local, ela estava trancada, mas imagino que deva ser uma espécie de depósito. Atrás da estação passa uma avenida bem movimentada e como já disse, o largo à sua frente valoriza aquele sentimento saudosista, que sempre nos traz a sensação de que uma hora o trem surgirá lá ao longe da linha (que ainda está lá em alguns trechos), apitando e trazendo gente, carga, histórias e… esperança.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER PERUIBE

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ESTUÁRIO

DATA DA EXPEDIÇÃO: 09.11.2012
DESTINO: Estação Estuário
LOCALIZAÇÃO: Município Santos – SP
COORDENADAS: 23°95’05.23″S 46°31’43.09″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em pleno uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: Pós 1915 (Provavelmente na década de 30, porém sem informação mais precisa)
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro Sorocabana
STATUS DO PRÉDIO: Provavelmente demolido, porém ainda existe um posto de controle no local
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Claudinéia de Marchi

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
A estação Estuário foi uma das mais difíceis de se obter informações até agora. Tentei por vários meios encontrar dados confiáveis a respeito de sua história e localização, cruzei os pouquíssimos dados que tinha disponíveis, e acredito que tenha chegado, se não no seu local exato, pelo menos bem próximo dele. Hoje por lá, há uma enorme avenida e um viaduto recém construídos, que modificaram bastante a cara do lugar. Seguir as linhas não foi uma saída, pois tudo por ali é muito confuso, e as linhas da estação, provavelmente já estariam desativadas ou quem sabe, até extintas. Então a técnica utilizada para chegar neste prédio novo da concessionária, foi mais uma vez a da “Tentativa e erro”, com pitadas de muita perguntação aos moradores e passantes locais. Abaixo, mostro detalhadamente aonde estivemos (posto de controle da concessionária atual) e a poucos metros dele, a localização provável do prédio original de Estuário. Espero ter contribuído para a manutenção da memória ferroviária daquela região, e já sabem, caso possuam alguma informação, imagens ou relatos referentes a estação Estuário, podem enviar, que publico aqui no post através de updates, com os créditos devidamente respeitados e divulgados. Obrigado.

DIVERGÊNCIA DE LOCALIZAÇÃO:
ESTUARIO_EARTH

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
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ITAPEMA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 09.11.2012
DESTINO: Estação Itapema
LOCALIZAÇÃO: Município Guarujá – SP
COORDENADAS: 23°56’22.81″S 46°18’28.65″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1893
CONSTRUÇÃO: Companhia Balneária da Ilha de Santo Amaro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, é hoje ponto de travessia de barcas
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Claudinéia de Marchi

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
A estação Itapema continua lá, exatamente no local em que sempre esteve, só que a diferença agora, é que não serve mais como estação de embarque das barcas por um lado, e do Tramway (bonde que circulava na via urbana) pelo outro. Tendo hoje restado apenas o lado das das balsas. Inicialmente eu havia pensado que o ponto da linha tinha o seu início no local atual de embarque das balsas entre o Guarujá e Santos, então fui até lá para documentar o local, porém, olhando um conjunto de mapas e confrontando algumas informações locais, percebi um equívoco e consegui corrigí-lo a tempo. A linha não passava no embarque de balsas atual, mas sim, na antiga “Estação das Barcas”, que fica do outro lado do Guarujá, mais precisamente em Vicente de Carvalho, e que com este nome, não deixava margens para dúvidas acerca de sua função férrea. Então, sendo assim, para lá rumamos. Chegamos até ela através da Avenida Santos Dumont, que era por onde o tramway passava até chegar ao centro do Guarujá, tendo o seu ponto final quase que em frente ao Hotel Casa Grande, que a propósito, já existia naquela época, idos de 1893. Itapema está em plena atividade e serve a muita gente, fazendo o papel de chegada e partida das muitas travessias de passageiros entre Santos e Vicente de Carvalho, distrito do Guarujá. É um prédio simples, com um telhado de “2 águas”, e três portões frontais, sendo o central maior e os outros 2 menores. Lembra um relógio “Cuco” quando visto de frente. Itapema era o nome daquela região quando a estação foi construída, e ainda hoje é o nome do bairro em que ela está, sendo um bairro bastante popular, com muitos vendedores ambulantes e trânsito confuso, pois ônibus, motos, pedestres, carros, pequenos caminhões, carroças e bicicletas circulam o tempo todo. Estacionar a “Pretona” por lá, foi uma epopéia, mas conseguimos e o local foi documentado. Hoje nada mais resta da parte ferroviária de Itapema, e é quase imperceptível o fato de um dia ter existido um trem urbano por ali. Itapema foi e ainda é um ponto importantíssimo para a história do Guarujá, de Santos e, provavelmente para boa parte da baixada santista. Ter estado lá foi muito bom e de lá, seguimos para Bento Pedro, outro mistério que teria que ser desvendado por nós…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
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POSTER ITAPEMA

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ANA COSTA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 08.11.2012
DESTINO: Estação Ana Costa
LOCALIZAÇÃO: Município Santos – SP
COORDENADAS: 23°57’31.82″S 46°19’56.03″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1913
CONSTRUÇÃO: Southern São Paulo Railway
STATUS DO PRÉDIO: Em pé e bem conservado, é hoje a “Estação da Cidadania de Santos”
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Claudinéia de Marchi

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estive na Estação Ana Costa, que encontra-se localizada num cruzamento extremamente movimentado em Santos (Av. Dona Ana Costa e General Francisco Glicério), praticamente dentro de um hipermercado. Está restaurada e servindo como Estação da Cidadania local. É um prédio amarelo bonito, com um relógio grande logo na entrada e um amplo recuo de paralelepípedos à sua frente, possibilitando uma bela vista frontal do prédio. Não vi sinais de caixa-d’água, nem trilhos próximos ao prédio. O tempo não estava muito bom naquele dia, por isso a passagem por lá foi rápida, mas não menos produtiva, pois acredito que consegui boas imagens para compartilhar com vocês. Hoje, não fosse pela construção histórica do prédio e por alguns trechos da linha, que ainda possuem trilhos ali por perto, nem daria para afirmar que lá foi uma estação ferroviária um dia. Indico a visita apenas para os muito interessados no assunto, pois para se conseguir uma vaga de estacionamento ali nas redondezas, não foi fácil não. Uma opção seria parar o carro no próprio hipermercado, mas como eu não ia comprar nada ali, preferi não ser “mais um espertalhão no mundo” e deixar a vaga para os reais clientes do local. De lá segui para o Estuário…

COMPLEMENTO:
Amigo, belo trabalho o seu , mas , apenas uma correçãozinha, se voce me permite. A estação de Santos,  na avenida Ana Costa com a avenida Francisco Glicério, entre os bairros do Gonzaga com o Campo Grande, foi construída pela Estrada de Ferro Sorocabana, e não pela Southern São Paulo Railway (a conhecida Santos a Juquiá ). Esta estação é irmã gêmea da Estação da Luz e ambas são de 1937-38 e hoje, 2014 , abriga o forum da cidadania de Santos. Observação: a cidade de Santos detesta tanto as linhas como os trens que passavam por alí, pois diziam que os maquinistas buzinavam muito, acordando-os de seus sonos, e mais, diziam “as autoridades, que a linha da Sorocabana dividia a cidade em duas partes e de forma terrível (diziam eles) desvalorizavam os imóveis localizados na parte centro das linhas da velha Estrada de Ferro Sorocabana. Estas linhas, da famosa Santos a Juquiá, eram na verdade desde de 1914, as linhas da Southern San Paulo Railway, ou Southern São Paulo Railway, que fazia parte de um grande projeto de Percival Farqhuar (investidor e especulador franco americano, nascido na Pensylvania – EUA) sim, seu projeto aceito pelos governos federais brasileiros republicanos, era de unir a região sudeste a região sul do brasil e os países limítrofes, como Argentina, Paraguai , etc…  Deste projeto inacabado, surgiu a famosa guerra do contestado. Obrigado amigo, vi suas filmagens e sou fã de todos os seus vídeos . Salve o trabalho “Estações Brasileiras Marcelo Tomaz “, pois é daqueles que você não consegue parar de assistir e até perde alguns compromissos só para ver os videos. Maravilhoso trabalho amigo. José Marques. (do canal  setevezessete49  no youtube , onde estão os vídeos chamados “poesia ferroviária”). – Enviado por José Marques em 12/02/2014

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
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POSTER ANA COSTA

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SANTOS (VALONGO)

DATA DA EXPEDIÇÃO: 09.11.2012
DESTINO: Estação Santos (Valongo)
LOCALIZAÇÃO: Município Santos – SP
COORDENADAS: 23°55’51.97″S 46°20’0.35″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim (ainda circulam bondes por ali)
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1867
CONSTRUÇÃO: São Paulo Railway
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, conservado e em pleno uso pela secretaria de turismo
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Claudinéia de Marchi

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estive na antiga estação do Valongo, como era conhecida a estação Santos, da antiga São Paulo Railway, hoje desativada, e pude ver de perto como andam as coisas por lá. Era um dia chuvoso e isso dificultou um pouco a nossa exploração, mas nada que comprometesse a jornada. Hoje a estação, tombada desde 2010 é da prefeitura local, e nela funcionam a secretaria municipal de turismo, e pelo que vi, também um restaurante-escola chamado Estação Bistrô fruto de uma parceria com uma universidade local. Ao lado, ficam as garagens dos bondes turísticos, e praticamente em toda a sua volta, enormes galpões portuários. Andar por aquela área é uma visita ao passado, quase tudo é histórico e de alguma forma desperta nostalgia, e comigo não foi diferente. Foi dela que partiu o primeiro trem do estado de São Paulo, portanto imaginem a quantidade de história acumulada que aquele prédio não possui? É um prédio bonito, imponente, todo pintado de amarelo, com uma grande cobertura frontal, por onde hoje passam (ou passavam) os bondes turísticos, enfim, é um local que merece ser visitado não só por quem se interessa pelo tema ferroviário, mas por todos que nutrem o mínimo de sentimento pela história brasileira. Não consegui ir até os fundos da estação e ver o imenso pátio, nem as plataformas de onde partiam os trens de carga e passageiros, mas um dia certamente volto lá. De lá seguimos para Alemoa… >>

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
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POSTER SANTOS VALONGO

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