Posts encontrados com a Tag: "PINDAMONHANGABA"

SANTA OLÍVIA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 02.11.2012
DESTINO: Estação Santa Olívia
LOCALIZAÇÃO: Município Santa Rita do Passa Quatro – SP
COORDENADAS: 21°42’19″S 47°31’52″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1913
CONSTRUÇÃO: Companhia Paulista de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Demolido, porém não pudemos entrar na propriedade para conferir
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Claudinéia de Marchi, Roseléia Pereira e Thiago Samarino Lages

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Frustrante. Essa é uma das palavras que definem a nossa busca pelos resquícios da antiga estação Santa Olívia, no Ramal de Santa Rita. Santa Olívia foi a primeira estação do prolongamento do ramal em direção à Vassununga, construído pela Companhia Paulista de Estradas de Ferro, no ano de 1913. Andamos por toda a redondeza em busca de restos das fundações, plataforma, ou algo que pudesse comprovar que aqueles locais realmente foram ocupados pela estação e seu pátio, porém nada encontramos. O local marcado como tendo sido o ponto da estação, está dentro da Fazenda São José, a qual não fomos autorizados a entrar, sendo assim, tivemos que registrar apenas a entrada do local, pois foi o mais próximo que chegamos da “provável” localização do prédio. Ali, há uma construção pelo que pudemos comprovar através do Google Earth, mas somente indo até ela, é que conseguiríamos ver se tratava-se mesmo da estaçãozinha. Tudo indica que não era ali o local, pois um funcionário antigo da fazenda, nos indicou um ponto há uns 700 ou 800 metros, aonde existe uma árvore, que este sim, seria o local exato de Santa Olívia. Mas como saber? Registramos o que pudemos, a entrada antiga da fazenda, que fica exatamente em frente ao local indicado como tendo sido o da velha estação, alguns ângulos da própria fazenda e os seus arredores. Por lá não existe nada do leito ferroviário, nem trilhos, nem nada. O nome da estação tem a sua origem no nome da antiga dona das terras aonde ela estava instalada, Olívia Guedes Penteado, e o ramal permaneceu ativo até idos de 1959, graças ao cultivo da cana-de-açúcar e a produção leiteira da região, mas depois disso, perdeu a viabilidade econômica. Nossa busca por resquícios foi grande e… frustrante. De lá, seguimos para Santa Rita do Passa Quatro…

CURIOSIDADE SOBRE A LOCALIZAÇÃO:
SANTA_OLIVIA_EARTH

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER SANTA OLIVIA

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

MONTE CRISTO

DATA DA EXPEDIÇÃO: 04.07.2013
DESTINO: Estação Monte Cristo
LOCALIZAÇÃO: Município Monte Belo – MG
COORDENADAS: 21°21’18″S 46°24’01″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1914
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, cercado, servindo como residência e depósito
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Alexandre Neves, Pedro Gandra de Carvalho e Rodrigo Faustino

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estivemos em Monte Cristo vindos de Monte Belo, enquanto explorávamos o Ramal de Juréia. A estação estava fechada, servindo de moradia de um lado e aparentemente de depósito do outro. Por lá, vimos muitos sacos espalhados pelo chão, que acredito eu, continham materiais para a reforma que estava em curso naquele momento. O local está cercado e fechado por uma porteira. Depois de muito esforço, conseguimos entrar e fomos autorizados a conhecer a estação. A plataforma coberta, ainda se encontra em bom estado, as  lousas de avisos também ainda resistem, os dísticos nos frontões, os recuos por onde passava o leito da linha, enfim, é um lugar que foi minimamente preservado. Não soube o motivo da reforma, nem o grau dela, e nem o quanto desfiguraria o local, mas não me pareceu que iriam mudá-la estruturalmente, e torci para que não mudassem mesmo. A estação foi desativada pelos idos de 1966 juntamente com o restante do ramal. Ela estava dentro dos limites da Fazenda Monte Cristo, hoje não sei ao certo se ainda está, mas bem próximo da sua entrada, há uma sinalização num pneu de trator (vide fotos) indicando a entrada da fazenda. Logo após a estação, no sentido de Monte Belo, há uma curva bem acentuada do antigo leito, que passa por uma mina d’água, aonde infelizmente não conseguimos chegar, e que diziam ter servido para o abastecimento das antigas locomotivas à vapor e também para os passageiros e trabalhadores da região. De lá, seguimos para Palméia, um lugar também bastante agradável…

PANORÂMICAS DA ESTAÇÃO:
Com o compromisso de oferecer o máximo de detalhes que puder colher cada local visitado, agora disponibilizo também imagens panorâmicas, para que tenham a sensação não só da estação, como também do seu entorno, espero que curtam.
PANORAMICA_MONTE_CRISTO_01

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER MONTE CRISTO

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
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CACIQUE

DATA DA EXPEDIÇÃO: 17.01.2012
DESTINO: Estação Cacique (Parada)
LOCALIZAÇÃO: Município Campos do Jordão – SP
COORDENADAS: 22°46’32″S 45°36’06″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim (em uso)
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1930
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro Campos do Jordão
STATUS DO PRÉDIO: Não há prédio, somente uma pequena plataforma quebrada (estribo)
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Claudinéia de Marchi

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
A Estação Cacique (Parada), já não é utilizada pelos trens turísticos da E.F.C.J. há muito tempo. Hoje é apenas um estribo de cimento e tijolos (quebrados), ao lado da placa que marca o local, como o ponto ferroviário culminante do Brasil. Já se chamou Alto do Lajeado e foi ponto final da linha de trens de subúrbio de campos do Jordão, pelos idos de 1950/60. Hoje, está às margens da estrada velha que liga Campos do Jordão à estação Eugênio Lefèvre em Santo Antônio do Pinhal, bem próximo mesmo da estrada, numa passagem de nível aonde se tem uma entrada de serviço do Hotel Toriba. Andamos por lá, vimos cada detalhe, passamos frio, documentamos tudo e seguimos para Gaviã0 Gonzaga, que certamente vale o clique!

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER CACIQUE

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RESFRIADO

DATA DA EXPEDIÇÃO: 28.04.2012
DESTINO: Estação Resfriado
LOCALIZAÇÃO: Município São Simão – SP
COORDENADAS: 21°25’15″S 47°34’46″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1893
CONSTRUÇÃO: Companhia Melhoramentos de São Simão
STATUS DO PRÉDIO: Demolido, nada restou no local
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Jeferson Tomaz Querino

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
A estação Resfriado foi construída pela Companhia Melhoramentos de São Simão por volta de 1893, e estava logo após a cidade, ao norte, bem próxima do distrito de Bento Quirino, no sentido de quem segue para Serra Azul. A antiga linha fazia uma volta ao redor do Morro do Cruzeiro e seguia para a Fazenda Santa Maria, Tamanduazinho e Serra Azul posteriormente. Hoje por lá, nada mais encontramos, a não ser “posseiros” bastante desconfiados e um tanto quanto arredios, o que nos obrigou a documentar o local de forma sucinta e objetiva, o que não foi um problema, visto que o local não oferece grandes predicados a ponto de nos prender por muito ali. Uma árvore marca o local da velha estação, andei por lá, olhei cada detalhe, mas sinceramente, não vi nenhum sinal de que ali tenha existido alguma construção, porém a cana está por todo lado e o chão já foi revirado inúmeras vezes, o que dificulta bastante a localização de qualquer resquício. Pela vista aérea do local, percebe-se um corte que assemelha-se ao antigo leito passando bem próximo dali, o que pode e provavelmente indica que o local era ali mesmo, porém sem maiores provas disso. Caso alguém possua dados relevantes e complementares, podem me enviar que posto como colaboração com os devidos créditos. O nome Resfriado nunca me saiu da cabeça, teria sido ele por conta do abastecimento das Maria-Fumaça com água? Enfim…

FOTOS DO LOCAL:


MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
POSTER RESFRIADO

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NHUMIRIM

DATA DA EXPEDIÇÃO: 07.09.2012
DESTINO: Estação Nhumirim
LOCALIZAÇÃO: Município Santa Rosa de Viterbo – SP
COORDENADAS: 21°31’28″S 47°22’08″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1910
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé e abandonada
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e José Antonio Thomaz

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estive em Nhumirim juntamente com o meu Tio Zé e vimos cada detalhe do prédio e do pequeno vilarejo. A estaçãozinha que durou pouco mais de cinquenta anos, e foi fechada no final de década de 1960, ainda está em pé, firme, forte e na luta, como muitos gostam de dizer. Não sei por quanto tempo mais ela aguentará esta batalha que trava pela sua existência, pois os sinais de desgaste são bastante claros na sua estrutura. O prédio está abandonado, com as portas abertas e tudo revirado no seu interior, a plataforma ainda mantém a cobertura de telhas de cerâmica, as lousas e o guichê de venda de bilhetes também estão lá, os dísticos ilegíveis, os frontões completam o cenário. Aonde era o pátio virou uma rua e uma praça, com uma mesa e bancos de concreto, aonde imagino, seja o ponto de encontro dos carteadores de plantão. Em frente tem um bar denominado: “Bar  Estação” (nome deveras sugestivo não é mesmo?), mas estava fechado, e infelizmente não pude experimentar a temperatura da cerveja servida ali, mas quem sabe, um dia volto lá? O meu amigo Miguel El Debs, me disse ter passado bons momentos naquele lugar (casa da avó se não me engano), o que foi devidamente lembrado por mim durante a visita. Enfim, Nhumirim está lá, ainda viva, ainda parte do extinto Ramal de Cajuru e ainda esperando uma função mais nobre do que a de somente existir. Me recuso a crer que não consigam uma função para aquele prédio histórico, belo e ainda com muito a oferecer. Pensem pessoal, e o principal… ajam.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

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A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER NHUMIRIM

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CORONEL MANOEL JOAQUIM

DATA DA EXPEDIÇÃO: 05.01.2013
DESTINO: Estação Coronel Manoel Joaquim
LOCALIZAÇÃO: Município Guaxupé – MG
COORDENADAS: 21°18’35″S 46°39’48″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1913
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, cercado, particular e aparentemente servindo de depósito
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Marcelo Freitas

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estive em Coronel Manoel Joaquim em Guaxupé, em dupla com o meu amigo e xará Marcelo Freitas e de antemão já adianto, não foi nada fácil chegar até ela. Desde informações desencontradas, passando por porteiras fechadas, cercas de arame farpado por todo lado, imensidões de pés de café morro acima e abaixo dificultando a nossa navegação, até desembocarmos num lamaçal horrível (pois havia chovido torrencialmente do dia anterior por aquela região), tudo parecia jogar contra a localização da velha estação naquele dia. Mas nada disso nos deteve. Ziguezagueando no entremeio do cafezal de uma fazenda (de nome Nova Floresta se não me engano), encontramos resquícios do antigo leito, uma ponte pequena, aonde a linha passava por baixo, e que ainda guardava parte importante da sua essência, como o gradil e uma espécie de corrimão. Tudo obviamente muito desgastado pela ação do tempo, mas que, ao olharem pelas fotos e mini-filme, verão o quão charmosa é a estrutura, e de lá, conseguimos sair bem em frente ao prédio, porém ao chegarmos mais perto, percebemos que ele estava cercado e fechado. Buzinamos, batemos palmas, gritamos, os cães latiram muito, tentamos como foi possível chamar algum morador e pedir para que nos deixassem fotografar e filmar o local, mas infelizmente não tinha ninguém por lá. Como não é nosso hábito invadir propriedade de ninguém, documentamos o pouco que pudemos ver e seguimos adiante na nossa jornada. Por lá, vimos a estação ainda com o dístico, porém apagado, uma casinha menor pouco à frente, e a antiga caixa-d’água (Ransomes & Rapier, claro), mas tenho a impressão de que vimos mais a parte dos fundos do prédio do que a frente, e sendo assim, não pudemos saber como está a plataforma, ou as lousas, placas de quilometragem e altitude, enfim, quase nada de detalhes. No passado o local foi cenário de batalha da revolução de 1932, e seu nome se deve a um dos homens que ajudaram a financiar a expansão da Cia. Mogiana por aquelas terras. É um lugar belíssimo e aproveito para pedir que, se alguém possuir material da estação e quiser enviar para complementarmos este post, será muito bem vindo. Obrigado!

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER CORONEL MANOEL JOAQUIM

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TAPUIA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 19.06.2012
DESTINO: Estação Tapuia
LOCALIZAÇÃO: Município Rincão – SP
COORDENADAS: 21°37’53″S 48°04’26″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em pleno uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1910
CONSTRUÇÃO: Companhia Paulista de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Demolido, apenas restos da plataforma ainda resistem por lá
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Vinicius Costa e José Antonio Thomaz

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
A palavra Tapuia durante séculos serviu para designar os índios que não falavam a língua Tupi, e também emprestou o seu nome à esta estação da Cia.Paulista, localizada próxima da divisa dos municípios de Santa Lúcia e Rincão. Estive lá com o meu Tio Zé e com o Vinicius, atrás do que restou do velho prédio ferroviário. E não foi muito, para não dizer, quase nada. Por lá, apenas restos da plataforma cobertos pelo mato alto ainda resistem e nada mais. Andamos, cortamos o mato, subimos barrancos e entramos em alguns pontos para ver se encontrávamos algo mais do que apenas tijolos pelo chão, mas não, nada além disso foi encontrado. Um fato curioso foi que, ao chegarmos próximos do local, um homem nos abordou do nada, questionando a respeito da nossa presença por lá, no início de forma meio hostil (imagino que pelo fato dele ser um carvoeiro e temer que fôssemos denunciá-lo ou coisa parecida), mas depois acabou nos mostrando todo o lugar sem maiores problemas. Por lá, apenas a placa de ferro mostrando a quilometragem (281) e uma torre de ferro ainda insistem em marcar presença, visto que até a gente foi embora logo dali. De lá, seguimos para Santa Lúcia, o que já é uma outra e boa história, aguardem!

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER TAPUIA

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VISCONDE DE PARNAÍBA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 12.02.2013
DESTINO: Estação Visconde de Parnaíba
LOCALIZAÇÃO: Município Jardinópolis – SP
COORDENADAS: 21°01’45″S 47°42’27″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1886
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, cercado, fechado e aparentemente servindo de depósito
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Claudinéia de Marchi e Lara Caroline de Marchi de Castro Moreira

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Visconde de Parnaíba é uma estação da antiga Linha do Rio Grande localizada no município de Jardinópolis. Era a segunda no sentido de Minas Gerais e ficava logo após as de Entroncamento (tronco original) e de Jurucê, quando a linha ainda existia e era ativa. Estivemos lá e vimos de perto cada detalhe do prédio, que ainda conta com dístico legível, lousas, plataforma coberta, caixa-d’água e o recuo do leito ainda bem delineado à frente do prédio. As placas de quilometragem e de altitude não estão mais por ali e o galpão está sendo utilizado com depósito e está fechado. É uma construção típica da Cia.Mogiana, sendo um prédio de tijolos aparentes e, diferentemente de outros tantos da região, ele possui um segundo pavimento, o que lhe dá maior imponência e até, certo requinte. Andamos, fotografamos, filmamos, perguntamos, porém pouco se sabe a respeito dela por ali. Sabe-se que chamava-se Rio Pardo, que foi construída por um engenheiro polonês chamado Brodowski (Sim, provavelmente o mesmo que batizou a estação seguinte da mesma linha), que a linha foi extinta por volta de 1988 e desde então a velha estação está abandonada no meio do mato. Ao que me pareceu ela ainda deve estar envolvida em algum imbróglio judicial, pois apesar de estar junto da sede e de uma pequena colônia, os moradores não a tratam como propriedade. É um lugar bonito, no meio de vários canaviais, que preserva aquele ar de passado e que está cada vez mais raro. Para os interessados, Visconde de Parnaíba é uma boa pedida de roteiro ferroviário, pois seu acesso não é difícil, e depois de visitá-la neste clima quente típico da região de Ribeirão Preto, uma cerveja gelada e um filé no arado, do “Bar da Tigrinha” no distrito de Jurucê é uma ótima pedida. Permitam-se!

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER VISCONDE DE PARNAIBA

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PRADÓPOLIS

DATA DA EXPEDIÇÃO: 06.09.2011 e 23.11.2013
DESTINO: Estação Pradópolis
LOCALIZAÇÃO: Município Pradópolis – SP
COORDENADAS: 21°18’58.09″S  48°8’8.66″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, ainda sendo utilizado
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1901
CONSTRUÇÃO: Companhia Paulista de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, mal conservado, favelizado e servindo de moradia
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Jeferson Tomaz Querino, Edson Souza de Jesus e Vinicius Costa

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estivemos em Pradópolis em três ocasiões, sendo duas delas após o início deste Projeto. Na primeira, ainda não colhíamos vídeos dos locais, daí a necessidade de retornarmos para complementar nossa tarefa. A antiga estação da Cia. Paulista antes chamada de Martinho Prado, está há muito tempo desativada, ainda que por aquela linha trafeguem composições carregadas de açúcar da Usina São Martinho, o velho prédio não possui função nenhuma e é o fim do ramal, visto que a linha que seguia sentido Barrinha não está mais operacional há muito tempo. Os trens por ali, seguem pelo ramal da usina aonde são carregados e partem no sentido de Campinas, sem parar na estação (para evitar furtos, segundo um segurança da usina nos disse). O local, afastado uns 7km da cidade, está favelizado, tendo sido ocupado aparentemente de forma desordenada e tanto a estação, quanto as casas da vila ao seu redor estão servindo de moradia para famílias carentes. O lugar não é muito amistoso, nossa presença por lá despertou a atenção, a curiosidade e até uma certa animosidade por parte dos moradores, que provavelmente sentiram-se ameaçados, pela sua condição informal de ocupação do lugar. O prédio ainda conta com dísticos aparentes e legíveis, com plataforma coberta, sustentada pelas elegantes mãos-francesas características da Cia. Paulista, com algumas sinalizações internas, com caixa-d’água e até uma placa de ferro marcando a quilometragem bem ao lado da plataforma. Fora isso, o ar de abandono e descuido, está mesclado com elementos modernos de conforto, como ar condicionado split e mini-parabólica de tv por assinatura, que nos levam a crer que por ali, os “donos” da casa, não são tão carentes assim. Andamos pelo local, fotografamos, filmamos, conversamos com alguns moradores e as perguntas foram sempre na mesma direção: – O trem vai voltar a passar por aqui? Quando? Vai ter trens de passageiro? Vocês vão tirar a gente daqui? Percebendo que pouco a pouco, passávamos a ser vistos como possível ameaça, concluímos a documentação do local e seguimos para Córrego Rico e Guariba, estas sim, estações digamos… mais amistosas.

PANORÂMICAS DA ESTAÇÃO:
Com o compromisso de oferecer o máximo de detalhes que puder colher cada local visitado, agora disponibilizo também imagens panorâmicas, para que tenham a sensação não só da estação, como também do seu entorno, espero que curtam.

Lado oposto.

Lado oposto.

Olhem bem isso.

Olhem bem isso.

Mais de perto.

Mais de perto.

Vista frontal da estação e do seu entorno.

Vista frontal da estação e do seu entorno.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER PRADOPOLIS

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HIPÓDROMO

DATA DA EXPEDIÇÃO: 24.04.2013
DESTINO: Estação Hipódromo
LOCALIZAÇÃO: Município São Carlos – SP
COORDENADAS: 22°2’4″S 47°53’23″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em pleno uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1916
CONSTRUÇÃO: Companhia Paulista de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, servindo de moradia
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Alexandre Zeri e Amarildo Lopez

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Hipódromo é um ex-posto telegráfico e uma pequenina construção próxima à estação principal de São Carlos e que fica entre ela e Conde do Pinhal, ainda dentro dos limites urbanos da cidade. Está na Vila Prado, local aonde antigamente havia um clube social e um Hipódromo e que há muito foram demolidos, não tendo restado absolutamente nada deles no local e nem nos arredores. Andamos por lá, vimos as casas da antiga Vila Ferroviária, o leito da linha atual em pleno uso, tendo sido através dele que tivemos acesso visual à estaçãozinha de Hipódromo. É um prédio diminuto, acanhado, por vezes parecendo até uma casinha de bonecas, está cercado e servindo como moradia para alguma família. Quando estávamos lá, fomos abordados por uma senhora que nos perguntou se estávamos ali para tirá-los de lá, o que me mostrou que de fato, aquele pessoal encontra-se ali de forma irregular, bem como tantos outros que conhecemos nessas incontáveis jornadas pelas estações brasileiras. Obviamente não estávamos lá para isso e pude tranquilizá-la, tendo ela saído com um ar bem mais aliviado depois da nossa conversa. Bem, por lá vimos e documentamos a estação e seguimos para Conde do Pinhal.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER HIPODROMO

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