Posts encontrados com a Tag: "FERROVIA"

BARRACÃO

DATA DA EXPEDIÇÃO: 09.04.2011
DESTINO: Estação Barracão
LOCALIZAÇÃO: Município Ribeirão Preto – SP
COORDENADAS: 21°9’33″S 47°48’50″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, seccionados, mas ainda lá
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1900
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Fechado, porém relativamente conservado e sem função
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz

O FILME:
“Aguardem!”

VEJAM MINHA ENTREVISTA NA ESTAÇÃO BARRACÃO PARA O PORTAL G1 EM 19/07/2012:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Barracão fez parte da minha infância, pois estava no meio do caminho entre o centro de Ribeirão Preto e o bairro onde morava, na zona norte da cidade. Passava por ali muitas vezes por dia e em nenhuma delas ousava não admirar a beleza e imponência daquele prédio. Barracão recebeu este nome devido a sua proximidade com um grande galpão, um tipo de hospedaria que abrigava imigrantes que chegavam a Ribeirão. Dali saia o Ramal de Sertãozinho, que durante anos ligou a linha da Mogiana a da Paulista, tendo na estação de Passagem o seu elo de união. Andei por ali muitas e muitas vezes, sempre tendo o ponto-de-vista único dela, a partir da Avenida Dom Pedro I, um acesso natural ao prédio da estação. Certa vez, resolvi subverter a ordem natural das coisas e olhá-la por outro ângulo, andei até o ponto aonde a linha faz uma grande curva e voltei, apenas para vê-la por outra posição, me permitir um novo prisma sobre algo já há muito conhecido. E não é que deu certo? A partir daquela experiência, pude entender que as nossas avaliações sempre estão vinculadas aos nossos pontos-de-vista, e foi o velho “Barracão” que me mostrou isso, com as suas diversas nuances, histórias e charme. Ali ainda estão os trilhos, descontinuados, mas lá, também o prédio, plataforma coberta, dísticos legíveis, casas da antiga vila, desvio, enfim, ainda muito se vê do que um dia foi um ponto ativo e altivo da história ferroviária da Mogiana. Pela sua facilidade de acesso e localização urbana, é um ponto onde se vê pessoas dedicarem alguns minutos das suas vidas andando e refletindo acerca do que um dia foi aquilo e se, um dia voltará a ser. Já vi gente jovem, velhos, crianças, todos por ali, ao redor da estação, brincando, contando “causos” e por vezes em silêncio, este sim, pertubador. Barracão é um pedacinho ainda conservado do que um dia Ribeirão Preto teve de história colonial, ferroviária e migratória. Barracão vive dentro de mim, e espero que isso dure muito ainda…

FOTOS DO LOCAL:



MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER BARRACAO

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

ELIHU ROOT

DATA DA EXPEDIÇÃO: 30.03.2013
DESTINO: Estação Elihu Root
LOCALIZAÇÃO: Município Araras – SP
COORDENADAS: 22°18’19″S 47°19’51″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1877
CONSTRUÇÃO: Companhia Paulista de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé e completamente abandonado
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Fabiano Pessôa e Priscila Savoia

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Elihu Root convenhamos não é um nome comum, pelo menos não aqui no interior de São Paulo, então, partindo desta enorme curiosidade, fui em busca da velha estação, para saber um pouco mais a seu respeito e também trazer boas histórias para dividir com vocês. Elihu Root era o nome de um advogado, secretário de estado norte-americano e vencedor do prêmio Nobel da Paz, o que não é pouco, mas daí a tornar-se nome de estação ferroviária no Brasil, existe um longa distância não é mesmo? Bem, Elihu Root esteve no Brasil em meados de 1906 para presidir uma conferência no Rio de Janeiro e nesta mesma viagem veio até Araras-SP de trem, para visitar uma fazenda produtora de café, desembarcando na estação, até então conhecida como Guabiroba. Após conhecer a produção cafeeira, também foi recepcionado por imigrantes do sul dos Estados Unidos que residiam na região de Americana, o que tornou ainda mais marcante a sua estadia aqui pelos lados interioranos do estado. Sendo assim, numa época em que este tipo de visita não era um fato costumeiro, resolveu-se homenagear o ilustre visitante, convertendo o nome da estação de Guabiroba para Elihu Root. Isso posto, voltemos ao local nos dias atuais. O local está abandonado e praticamente em ruínas, os trens de passageiros cessaram suas viagens em 1977 e em 1998 os trilhos foram retirados, restando assim, apenas o complexo composto pelo prédio da estação, algumas casas de turma e um grande armazém às margens da rodovia. Andamos por lá, entramos no armazém, na estação, vimos os dísticos ainda marcantes, porém sem legibilidade, exploramos cada detalhe do local e disponibilizamos tudo nas fotos e mini-filme, na intenção de transmitir com o máximo de fidelidade os sentimentos que tivemos naquele lugar. O prédio está em pé, possui a plataforma ainda coberta parcialmente, os guichês de venda de bilhetes, os espaços das placas de quilometragem e altitude vazios, o telhado bastante comprometido, enfim, é de dar dó uma construção daquela, com a carga histórica que tem, amargurar um fim deste. Ao chegarmos, uma placa de apelo (vide mini-filme) que alguém escreveu (mal por sinal), pedia por alguma atitude da prefeitura a fim de preservar Elihu Root, o que pelo visto, foi solenemente ignorado. De Guabiroba à Elihu Root, não importa em que época ou denominação, por lá passaram desde a família real inglesa, até o elenco do filme Sinhá-Moça, além dos muitos anônimos cujas histórias certamente não são tão interessantes assim, mas que merecem a citação, pois a história não é feita somente pelo viés dos mais importantes não é mesmo? Elihu Root é um lugar forte, é uma viagem ao passado, um elo interessante, que ainda hoje une um país em formação a outro maduro, cheio de história e respeito pela história. Espero que nosso jovem país aprenda isso, e que a estação Elihu Root sirva como um sinal de despertar neste sentido. Se é que alguém está prestando atenção nela ou em mim, né? De lá, seguimos para Loreto…

PANORÂMICAS DA ESTAÇÃO:
Com o compromisso de oferecer o máximo de detalhes que puder colher em cada local visitado, agora disponibilizo também imagens panorâmicas, para que tenham a sensação não só da estação, como também do seu entorno, espero que curtam.

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Vista frontal de Elihu Root.

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Plataforma vista por trás.

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Close da estação ainda resistindo.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER ELIHU ROOT
POSTERS VINTAGE:
São ilustrações com base fotográfica, que faço sobre algumas estações que representaram algo para mim. Também tenho feito sob encomenda para pessoas que querem presentear alguém ou mesmo simplesmente tê-las para recordação de algum momento marcante, ou apenas como decoração. Todo o valor obtido com a venda destas telas, é revertido integralmente para custear novas expedições do Projeto. Nada é destinado a mim ou ao meu sustento, para isso: eu trabalho.
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POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
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ALFERES RODRIGUES

DATA DA EXPEDIÇÃO: 03.07.2015
DESTINO: Estação Alferes Rodrigues
LOCALIZAÇÃO: Município Amparo – SP
COORDENADAS: 22°39’29″S 46°46’32″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1889
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, conservado e servindo como residência particular
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Claudinéia de Marchi

O FILME:
“Aguardem!”

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Alferes Rodrigues desde o momento em que foi incluída no roteiro despertava curiosidade. Acho que pelo termo “Alferes” que sempre me chamou a atenção, pois era o posto de Tiradentes no exército brasileiro e também de Carter Hall (Katar Hol), o Gavião Negro, heroi da DC Comics, mas o que importa mesmo é que isso serviu para trazer mais luz à esta estação no momento de visitá-la e isso foi muito bom! Seguindo pela rodovia que liga Amparo a Serra Negra, a estação fica poucos quilômetros a frente, próxima da Fazenda Atalaia, a direita e num nível acima do da rodovia, tendo um recorte grande de terra (talude?) para acessá-la. Com a porteira fechada, uma placa de Jesus e outra de um Pitbull bravo fixadas nela, eu deveria decidir o quanto queria mesmo conhecê-la de perto, pois dali em diante, tudo o que acontecesse obviamente seria de minha total “irresponsabilidade”. Aguardei alguns momentos e ao ver um veículo passar, questionei-os (eram dois), sobre se poderia entrar no local e me disseram que apesar dos avisos, eu deveria tentar (hummm…), sendo assim, lá fui eu para os braços de Jesus ou para a boca do Pitbull. Pulei a porteira e segui por uns 400, 500 metros no recorte por onde a linha passava até ver de frente o prédio e seus frontões. Cheguei devagar, quieto e quando estava bem próximo, pensei: E o Pitbull? Como correr 500 metros de um animal desses? (Lembrando que peso uns 125kg) Enfim, bati palmas a fim de encontrar Jesus antes do Pitbull, pois sempre vejo pessoas batendo palmas em igrejas e templos e isso costuma dar certo, e deu. Saiu da estação depois de um tempo, um homem de aproximadamente 50 e poucos anos, muito ressabiado e, de longe, me perguntou o que eu queria lá. Eu prontamente perguntei onde estava o Pitbull e ele disse, para o meu alívio, que ele estava de folga naquele dia e tinha ido para uma fazenda. Ufa! Momentos de tensão vencidos, estabeleci uma boa conversa com o homem cujo nome me foge da memória, numa falha imperdoável, pois as histórias que ele me contou sobre a sua vida e aquele lugar, certamente valeriam um livro. Escritor de novelas de rádio durante grande parte da vida, ele mudou-se para lá há poucos anos, uns 2 ou 3, e mora ali com a sua mãe e mais uma família (de caseiros?) na casa que fica ao fundo da estação, que era do chefe na época. Andei pelo local, vi tudo em detalhes, seus dísticos apagados pelo tempo, a plataforma em bom estado, com algumas caixas-d’água em cima (itens da reforma), as lousas, enfim, o local estava bem cuidado e passaria por melhorias em breve. Conversando, o homem me disse que gostaria que ali fosse um museu dedicado ao universo ferroviário (e eu pensei: Por que não a memória escrita também, já que ele é um escritor?), o que me deixou esperançoso, mas como tudo esbarra no dinheiro e eles sozinhos não tem essa capacidade de investimento, talvez a coisa não ande. Alferes Rodrigues está lá desde 1889, no Ramal de Serra Negra, que antes chamava-se Ramal de Silveiras e sempre foi de bitola estreita (60cm), servindo para o escoamento de café e em menor escala de outros produtos. É uma região de características belíssimas pelo seu relevo e vegetação, contando com um clima agradabilíssimo. Sobre quem foi Alferes Rodrigues? Bem, fora saber que foi um componente do exército com o nome de Rodrigues, nada mais consegui a seu respeito. Aguardo ansiosamente colaborações, ok? Dali, segui para Serra Negra, para finalizar o dia com boa cerveja e boa comida, bem ali, no alto da montanha, ops, serra…

PANORÂMICAS DA ESTAÇÃO:
Com o compromisso de oferecer o máximo de detalhes que puder colher cada local visitado, agora disponibilizo também imagens panorâmicas, para que tenham a sensação não só da estação, como também do seu entorno, espero que curtam.
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FOTOS DO LOCAL:

 

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER ALFERES RODRIGUES

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MESTRE NOGUEIRA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 01.08.2015
DESTINO: Estação Mestre Nogueira
LOCALIZAÇÃO: Município Leopoldo de Bulhões – GO
COORDENADAS: 16°37’1.45″S 48°52’45.77″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1950
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro Goiaz
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, porém abandonado
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estive sozinho na estação Mestre Nogueira em Goiás, numa expedição muito produtiva, auxiliada pelo amigo e colaborador Glaucio Henrique Chaves, que me passou detalhadamente as localizações de todas as estações daquele trecho. Saí bem cedo de Goiânia e, ao raiar do sol já estava em Anápolis para visitar pelo menos 12 estações naquele dia. Chegando em Mestre Nogueira, que fica entre Leopoldo de Bulhões e Bonfinópolis, na BR457, num ponto em que a linha passa paralela a rodovia, num nível mais alto e, digamos, de acesso não muito tranquilo. Cheguei a um conjunto de casas (chácaras?) e, logo à frente, estava a estação. Parei a “Pretona” no ponto mais próximo e fui ver de perto o que restou da antiga estação de 1950. Andei por lá, me fiz de destemido frente aos cães dos vizinhos, tirei fotos, filmei com o meu celular todo o local, entrei, saí, vi tudo mesmo, e como o dia já estava terminando e eu não podia correr o risco de ficar sem luz natural, tratei de acelerar a visita. Mestre Nogueira é uma construção simples, com plataforma coberta, placas de altitude e quilometragem, guichê de bilhetes, salas vazias e o sempre presente tanque nos fundos. O que mais me causou curiosidade (vejam o mini-filme), foi a televisão solitária no chão da sala de espera, possivelmente aguardando espectadores? Rerere… Depois dessa cena digamos, “Sui generis”, fui atrás de alguém que, por ali, pudesse me dar maiores detalhes e histórias do lugar, mas fora os cães, não encontrei ninguém ali naquele momento. Mestre Nogueira está lá, ainda em pé, desprovida de função prática, mas segue forte, como um corpo doente, frágil e esquecido por todos. Triste assim, mas real. De lá segui meu caminho, sempre correndo para aproveitar a luz do Sol e documentar mais uma estação…

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Mestre Nogueira, eu estive!

PANORÂMICAS DA ESTAÇÃO:
Com o compromisso de oferecer o máximo de detalhes que puder colher cada local visitado, agora disponibilizo também imagens panorâmicas, para que tenham a sensação não só da estação, como também do seu entorno, espero que curtam.

FOTOS DO LOCAL:


 

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER MESTRE NOGUEIRA

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PRATÁPOLIS

DATA DA EXPEDIÇÃO: 31.07.2014
DESTINO: Estação Pratápolis
LOCALIZAÇÃO: Município Pratápolis – MG
COORDENADAS: 20°44’36″S  46°51’55″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, apenas alguns trechos seccionados
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1919
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, serve como centro cultural local
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, José Antonio Thomaz, Pedro Gandra e Vinicius Costa

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Passei por Pratápolis num final de semana em que ia até a represa de Furnas, para uma tradicional pescaria com os amigos e, sendo assim, aproveitei a jornada para documentar aquele trecho do Ramal de Passos. A estação, como poderão ver nas imagens e mini-filme, estava em muito bom estado, tendo sido reformada e pintada recentemente. Por ali, ainda estão todos os elementos do universo ferroviário, o que nos fez ter uma ótima ideia do que o passado nos oferecia em termos de qualidade e perenidade construtiva. Pátio, plataforma coberta, mãos-francesas, dísticos, placas de trens, de altitude, de quilometragem, trechos seccionados da velha linha, casas de turma, caixa-d’água, e, muitos, muitos pombos mesmo, tudo ali, contrastando o amarelo forte das paredes com o azul anil do céu, que insistia em nos brindar, com a sua hipnotizante beleza naquele dia de inverno. A estação não fez apenas de mim, um aficcionado pelo tema, um bobo sorridente, mas também mostrou para os outros três companheiros de expedição, o quanto a história, exposta daquela maneira, viva e ativa, pode ser uma ferramementa poderosa de mudanças. O nome Pratápolis, vem de Espírito Santo do Prata, nome do povoado existente ali desde 1860, e que dizem ter sido adotado pela Companhia Mogiana ao construir a estação, deu inegavelmente uma conotação mais pujante ao pequeno vilarejo (polis). Andamos por lá, conversamos com alguns moradores que por ali passavam, soubemos que a estação foi término de linha até 1921, quando finalmente chegou a Passos. Pratápolis me deixou com um gostinho de quero mais e certamente retornarei um dia. De lá, seguimos para Itaú de Minas, mas isso é oooooutra história…

PANORÂMICAS DA ESTAÇÃO:
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Belíssima estação, foi um prazer enorme ter estado ali.

FOTOS DO LOCAL:


 

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
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LAGOA BRANCA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 06.04.2012
DESTINO: Estação Lagoa Branca
LOCALIZAÇÃO: Município Casa Branca – SP
COORDENADAS:  21°53’32.76″S  47° 2’5.14″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em pleno uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1891
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, relativamente bem cuidado, é um espaço multiuso, serve como museu e sede de uma associação local dentre outras ocupações
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Raul Otuzi de Oliveira, Vinicius Costa e José Antonio Thomaz

O FILME:
“Aguardem!”

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Esta estação fez parte da minha infância justamente pelo inusitado do seu nome: Lagoa Branca! Mas como uma lagoa pode ser branca, perguntava eu ao meu saudoso avô Pedro, em muitas das nossas viagens entre Ribeirão Preto e Aguaí. Eu passava por Casa Branca, por Lagoa Branca e daí já imaginava qual outra “Branca” surgiria pela frente naquelas viagens maravilhosas que fazíamos mensalmente. Que tempo! Lagoa Branca é um distrito de Casa Branca, e ali nas redondezas também existe um vilarejo chamado “Venda Branca”, também componente do clã “Branca”, imagino eu. Mas de volta a estação, tudo ali está parado no tempo, o prédio relativamente bem conservado, a plataforma coberta e funcional, os dísticos, caixa-d’água, ladrilhos, frontões, placa de altitude e quilometragem, desvios, enfim, um pátio ferroviário completo. Lagoa Branca teve como uma das suas principais funções, servir de entroncamento para o Ramal de Vargem Grande, um ramal composto apenas pela estação homônima, que servia para o escoamento de produtos daquela cidade e região. O ramal foi extinto em 1961 e dali em diante, Lagoa Branca ficou apenas como mais uma estação da linha-tronco da Mogiana. Andei bastante por lá, colhi imagens e pude voltar 30 anos em 30 segundos. Hoje o prédio é uma mistura de propósitos, é sede de uma associação local, uma biblioteca, um museu, um albergue, um depósito, enfim, o que vale é que está servindo e ativo, e pasmem, por mais de 125 anos! Lagoa Branca, assim como Casa Branca e Venda Branca, jamais sairão do meu imaginário e, dela, seguimos em frente, rumo a Miragaia…

FOTOS DO LOCAL:

 

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
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SAMPAIO MOREIRA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 18.08.2012
DESTINO: Estação Sampaio Moreira
LOCALIZAÇÃO: Município Cajuru – SP
COORDENADAS: 21°21’16″S 47°16’19″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1912
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, cercado, bem conservado, porém vazio
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Miguel El Debs e Luiz André Barbosa de Melo

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estive em Sampaio Moreira acompanhado por dois amigos, o Miguel e o Luiz André, num dia lindo de inverno e o que vi naquele lugar me encheu os olhos. A estação construída em 1912 pela Companhia Mogiana no Ramal de Cajuru, servia para escoamento de produtos da região, em especial o café e era a penúltima no sentido final, o de Cajuru. Localizada dentro da Fazenda Santa Cecília, está em pé, mantendo sua arquitetura original e relativamente bem cuidada, apesar de não haver um uso específico para o prédio. Plataformas, dísticos, frontões, assoalhos, guichês, lousas e algumas construções ao fundo, compõem o cenário ferroviário do local. Da caixa-d’água, apenas a base está lá e os trilhos já se foram também. Ali, o trecho foi desativado em 1966 e de lá para cá, a sorte da estação, foi estar numa propriedade onde visivelmente se dá valor ao passado. Andei pelo lugar, vi uma espécie de museu composto por ruínas de usina, terreiros, a própria estação, enfim, tudo conservado e exposto a quem ali conseguir chegar. Muito embora haja uma cerca e um portão enorme, entrei sem problemas e pude conhecer toda aquela riqueza histórica de perto. Me encantou a igrejinha cuja estrada longa e reta acaba bem na sua frente, com postes de luz e uma linda árvore que aparentemente foi atingida por um raio a sua margem. No momento em que lá estive, jamais imaginaria que um dia voltaria para falar sobre o tema ferroviário, mas isso aconteceu. Depois de uns 3 anos, fui convidado para palestrar num evento em homenagem aos 100 anos do Ramal de Cajuru, e como já havia estado em todas as estações do ramal, pude falar com propriedade de cada uma delas, seu passado e o seu presente, visto que algumas, certamente não possuirão um futuro. Ainda sobre Sampaio Moreira, descobri mais adiante, ser de propriedade do pai de uma maiga, o que me deixou ainda mais satisfeito. Enfim, de lá, segui para Corredeira, o que já é uma outra história…

FOTOS DO LOCAL:

 

MAPA DO LOCAL:

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VISCONDE DO RIO CLARO NOVA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 24.04.2013
DESTINO: Estação Visconde do Rio Claro Nova
LOCALIZAÇÃO: Município Itirapina – SP
COORDENADAS: 22°9’4″S 47°47’46″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em pleno uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1916
CONSTRUÇÃO: Companhia Paulista de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, porém abandonada e em ruínas
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Alexandre Zeri e Amarildo Lopez

O FILME:
“Aguardem!”

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estive em Visconde do Rio Claro Nova, vindo de São Carlos e apesar de nunca ter passado por aquele trecho, sempre ouvia amigos moradores daquela região contarem sobre uma estaçãozinha simpática e abandonada as margens da Rodovia Washington Luís e, a curiosidade tornou-se um poderoso combustível para essa visita. Chegamos cedo, exploramos o lugar, o dia estava lindo e isso ajudou na coleta de generosas imagens. A estação foi construída em 1916 para substituir e suceder a versão antiga, que estava (ou ainda está) localizada do outro lado da rodovia, de onde partia o Ramal de Analândia. O prédio está abandonado, seus dísticos ainda estão lá bem visíveis, há também uma caixa-d’água, plataforma já sem cobertura e as placas de concreto com os nomes da estação também se mantém por lá no meio do mato alto. Andamos, entramos, vimos tudo depredado, vandalizado, porém resistindo a tudo isso, como que se pedisse por uma nova chance para voltar a servir a um propósito. Visconde do Rio Claro Nova deixou de funcionar antes de 1977 e hoje é apenas um prédiozinho simpático quando visto de longe, da rodovia e de maneira bem superficial. Quando nos colocamos a observá-lo de perto, a coisa toda muda bastante de figura. Sobre o seu nome, vejam um trecho da Wikipédia: “José Estanislau de Oliveira, primeiro barão de Araraquara e visconde de Rio Claro, (São Paulo, 5 de março de 1803 – Rio Claro, 4 de setembro de 1884) foi um fazendeiro e militar brasileiro, cafeicultor da região de Piracicaba, além de ter participado como coronel na Guerra do Paraguai. Foi um dos fundadores da Estrada de Ferro Rio Claro–São Carlos do Pinhal.” Enfim, ter estado ali foi uma experiência muito valiosa e nos deu motivação para continuarmos nesse caminho triste e revoltante de resgate e desgaste, mas fazemos isso por convicção e senso de valor. De lá, fomos em busca da Visconde do Rio Claro Velha, o que já é uma ooooutra história…

PANORÂMICAS DA ESTAÇÃO:
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PANORAMICA_01

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
VISC_RIO_CLARO_NOVA_POSTER_OFICIALnet

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
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ENGENHEIRO GOMIDE

DATA DA EXPEDIÇÃO: 05.10.2012
DESTINO: Estação Engenheiro Gomide
LOCALIZAÇÃO: Município São José do Rio Prado – SP
COORDENADAS: 21°32’41″S 46°53’29″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1889
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, funcionando como depósito de uma fazenda
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Pedro Gandra

O FILME:
“Aguardem!”

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estive em Engenheiro Gomide junto com meu amigo e grande colaborador do Projeto, Pedro Gandra e pudemos ver de perto a estação “Fazenda Pinheiro” ops, Engenheiro Gomide, nome este relacionado ao engenheiro Cândido Gonçalves Gomide, que contribuiu destacadamente para o nascimento daquele trecho da Companhia Mogiana entre Mococa e São José do Rio Pardo. Aberta em Agosto de 1889, foi fechada em 1957 equanto o restante do ramal se manteve ativo até 1966. Andamos por lá, vimos o seu uso atual como depósito de materiais agrícolas e implementos, e tentamos captar o máximo de material possível, visto que o prédio encontra-se numa propriedade particular e mesmo tendo procurado alguém para nos guiar e falar um pouco sobre o local, naquele dia, ninguém estava por lá. O prédio, no estilo arquitetônico da Mogiana está relativamente bem conservado, afinal para uma edificação com quase 130 anos, o que vimos ali era coisa de outro mundo. Plataforma coberta, dísticos ostentando o nome Fazenda Pinheiro ao invés de Engenheiro Gomide, frontões, telhado, um grande recuo bem aonde o leito passava, enfim, tudo ali, servindo e ainda muito sólido. Por lá não encontramos ninguém e assim não obtivemos nenhum relato ou causo sobre sua história. Dali, seguimos em frente, passando pela Fazenda Tubaca e seguindo sentido Ribeiro do Valle…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER ENGENHEIRO GOMIDE

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

ENGENHEIRO SCHMITT

DATA DA EXPEDIÇÃO: 24.05.2014
DESTINO: Estação Engenheiro Schmitt
LOCALIZAÇÃO: Município São José do Rio Preto – SP
COORDENADAS:  20°52’9.77″S  49°18’41.52″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em pleno uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1912
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro Araraquara
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, reformado, porém vazio, sem função aparente
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Marlon Queiroz e João Batista Agonia

O FILME:
“Aguardem!”

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Tive o prazer de visitar Engenheiro Schmitt na companhia de duas pessoas sensacionais, o Marlon e o seu pai, o Sr. João Batista Agonia, juntos naquele dia, fizemos um roteiro com mais de 10 estações visitadas, uma epopéia que durou o dia todo e teve em “Schmitt” o seu ponto de partida. Schmidt ou Schmitt é uma polêmica que vem da grafia do nome do engenheiro ferroviário Karl Ebenhardt Jacob Schmidt que batizou o lugar. Conhecido por “Carlos” ou ainda “Alemão das Mulas”, era uma figura bastante ativa no cenário ferroviário local, o que obviamente lhe rendeu a distinção de nomear o lugarejo. Inaugurada em 1912, deu origem a vila homônima que cresceu a sua volta e me pareceu ser um lugar bem aprazível, daqueles que as pessoas param para ver o trem passar, cortando a vilinha em duas. Andamos por lá, vimos pessoas, tomamos um ótimo café da manhã, conversamos com um andarilho que carregava um filhote de cachorro dentro de sua mochila (vide fotos) e que prometeu cuidar muito bem do “menininho”. Ainda sobre a estação, o prédio estava sendo reformado, encontrava-se aberto e seria ponto de partida/chegada para um passeio turístico entre a vila e São José do Rio Preto, logo à frente. Plataforma, dísticos, nomes das salas, guichê, banco antigo, praça ao redor, casas da vila ferroviária, tudo ali compunha magicamente um cenário gostoso e saudoso. Durante nossa estada, passou um trem vindo no sentido de São Paulo e pudemos vêr todo o movimento ao redor da estaçãozinha, o abrir e fechar (manual) das cancelas, o alvoroço na passagem de nível, o apito, os passos acelerados das pessoas tentando cruzar a linha antes do trem, enfim, tudo exatamente como pede o roteiro. Ao passar do trem, tudo volta suavemente ao seu curso natural e a vida segue. Em “Schmitt (dt)” pude contemplar não só a mágica ferroviária acontecendo em tempo real, como também pude ver e sentir a magia da relação entre pai e filho (Marlon e Sr. João) ao se depararem com situações inusitadas e novas, suas reações, descobertas, seus diálogos, a imensa sabedoria de toda uma vida, que o Sr. João gentilmente compartilhou conosco, enfim, foi uma jornada em que ganhamos todos certamente. O Sr. João, ganhou até banana e chuchus durante a expedição, mas isso fica para uma outra vez. De lá, seguimos em frente, pois o dia estava ficando curto, bem curto para tantas aventuras…

PANORÂMICAS DA ESTAÇÃO:
Com o compromisso de oferecer o máximo de detalhes que puder colher cada local visitado, agora disponibilizo também imagens panorâmicas, para que tenham a sensação não só da estação, como também do seu entorno, espero que curtam.
PANORAMICA_ENG_SCHMITT_01

PANORAMICA_ENG_SCHMITT_02

PANORAMICA_ENG_SCHMITT_03

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER ENG SCHMITT

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.