Posts encontrados com a Tag: "EUGÊNIO LEFEVRE"

FAGUNDES

DATA DA EXPEDIÇÃO: 25.08.2012
DESTINO: Estação Fagundes
LOCALIZAÇÃO: Município Cravinhos – SP
COORDENADAS:  21°16’54.60″S 47°44’0.51″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1910
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, servindo de depósito particular
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Claudinéia de Marchi, Dog e Junior

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Fagundes está localizada praticamente atrás de uma grande empresa de agronegócio na região de Cravinhos. Está conservada, cercada e é hoje uma propriedade particular. Encontrá-la foi difícil, pois nunca consegui referências confiáveis sobre a sua localização, até que um dia resolvi ir até as redondezas de onde ela teoricamente estaria, e utilizando a minha técnica infalível (tentativa e erro), consegui achá-la. É um prédio bonito, no padrão Mogiana, de tijolos aparentes, já um pouco alterado, mas ainda bem mantido. As alterações ao que me pareceu, se resumiram a duas coberturas laterais, que trouxeram os dois lados do telhado quase até o chão, lembrando um chalé. Acho, que para conseguir mais espaço interno para armazenagem. Fagundes está no meio de um grande canavial, e é como uma ilha, ficando bem visível quando a cana está baixa. Como não entrei, não consegui ver as placas e lousas, mas não duvido se ainda estiverem lá, e olha que Fagundes foi desativada em meados da década de 50 hein! Com uma terra vermelha de doer, a cada rajada de vento eu era “tingido” enquanto andava por lá. Completavam o cenário, a Néia na caminhonete, o Dog e o Junior, meu dois Schnauzers latindo que nem loucos…. Fagundes estava no antigo Ramal de Jandaia entre as estações de Bifurcação e Arantes (também visitadas por nós) e sua principal função era o escoamento da produção cafeeira, muito forte na região de Cravinhos e Ribeirão Preto naquele tempo. Dela seguimos para a “Figueira do Arantes”, aonde se encontram os restos da estação Arantes, já demolida… >>

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

ILUSTRAÇÃO DO LOCAL:
Tendo como base as imagens reais de cada local colhidas pelo Projeto Estações Brasileiras, eu desenvolvo uma ilustração que retrate emocionalmente o espírito de cada estação/parada, ou mesmo do seu entorno, no caso de já não existirem mais. A intenção é que sirva de estímulo para a interpretação crítica de cada um, seja de forma positiva, negativa, carregada de saudosismo, ou mesmo de forma contemplativa apenas. Espero que curtam.
FAGUNDES_01

POSTERS VINTAGE:
São ilustrações com base fotográfica, que faço sobre algumas estações que representaram algo para mim. Também tenho feito sob encomenda para pessoas que querem presentear alguém ou mesmo simplesmente tê-las para recordação de algum momento marcante, ou apenas como decoração. Todo o valor obtido com a venda destas telas, é revertido integralmente para custear novas expedições do Projeto. Nada é destinado a mim ou ao meu sustento, para isso: eu trabalho.
COLLECTION_02

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

SANTOS (VALONGO)

DATA DA EXPEDIÇÃO: 09.11.2012
DESTINO: Estação Santos (Valongo)
LOCALIZAÇÃO: Município Santos – SP
COORDENADAS: 23°55’51.97″S 46°20’0.35″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim (ainda circulam bondes por ali)
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1867
CONSTRUÇÃO: São Paulo Railway
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, conservado e em pleno uso pela secretaria de turismo
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Claudinéia de Marchi

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estive na antiga estação do Valongo, como era conhecida a estação Santos, da antiga São Paulo Railway, hoje desativada, e pude ver de perto como andam as coisas por lá. Era um dia chuvoso e isso dificultou um pouco a nossa exploração, mas nada que comprometesse a jornada. Hoje a estação, tombada desde 2010 é da prefeitura local, e nela funcionam a secretaria municipal de turismo, e pelo que vi, também um restaurante-escola chamado Estação Bistrô fruto de uma parceria com uma universidade local. Ao lado, ficam as garagens dos bondes turísticos, e praticamente em toda a sua volta, enormes galpões portuários. Andar por aquela área é uma visita ao passado, quase tudo é histórico e de alguma forma desperta nostalgia, e comigo não foi diferente. Foi dela que partiu o primeiro trem do estado de São Paulo, portanto imaginem a quantidade de história acumulada que aquele prédio não possui? É um prédio bonito, imponente, todo pintado de amarelo, com uma grande cobertura frontal, por onde hoje passam (ou passavam) os bondes turísticos, enfim, é um local que merece ser visitado não só por quem se interessa pelo tema ferroviário, mas por todos que nutrem o mínimo de sentimento pela história brasileira. Não consegui ir até os fundos da estação e ver o imenso pátio, nem as plataformas de onde partiam os trens de carga e passageiros, mas um dia certamente volto lá. De lá seguimos para Alemoa… >>

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER SANTOS VALONGO

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ESTAÇÃO 28

DATA DA EXPEDIÇÃO: 29.09.2012
DESTINO: Estação 28
LOCALIZAÇÃO: Município Ribeirão Preto – SP
COORDENADAS: 21°10’33.65″S 47°41’52.24″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim (ainda em uso)
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1963
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro São Paulo e Minas
STATUS DO PRÉDIO: Demolido, apenas a plataforma ainda existe
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Claudinéia de Marchi

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estação 28, mas pode me chamar de Quilômetro 3… Foi bem isso que percebi quando cheguei ao local da antiga estação da E.F.S.P.M. em Ribeirão Preto. Hoje, encontra-se localizada atrás de vários condomínios na zona leste da cidade, está dentro de uma fazenda e acessá-la não foi, digamos, confortável. Eu e a Néia estávamos indo ao Shopping quando decidi alongar um pouco o caminho e passar pelas redondezas da Estação 28, e a partir daí, a mudança de destino foi automática. Depois de alguns caminhos frustrados, conseguimos chegar até ela por um trajeto bem mais longo, mas que deu certo e resolveu a questão. A Estação 28, com o fechamento do trecho entre Bento Quirino e Ipaúna (Serrinha), passou a se chamar Quilômetro 3, pois a contagem passou a ser realizada a partir de Evangelina, daí a razão do conflito de nomes. Hoje o local está há poucos metros da linha tronco que segue rumo a Cravinhos, num trecho onde só circulam trens vindos de Biagípolis, carregados de açúcar e álcool. Estação 28 é apenas uma plataforma (até que grande), no meio do mato, sem paredes, sem armazém, sem caixa-d’água, sem desvios, enfim, sem nada. Uma cerca de arame farpado percorre toda a lateral da linha naquele local, e para entrar lá, a Néia teve que esticar o arame e eu tive que passar pelo vão… Programão para quem ia pro Shopping nénão? Brincadeiras a parte, foi mais uma estação catalogada que valeu muito a pena, e de lá enfim, fomos para o Shopping…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER ESTAÇÃO 28

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A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

QUILÔMETRO 19

DATA DA EXPEDIÇÃO: 18.01.2012
DESTINO: Estação Quilômetro 19 (Parada)
LOCALIZAÇÃO: Município Pindamonhangaba – SP
COORDENADAS: 22°51’56.45″S 45°35’4.22″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim (em uso pela E.F.C.J.)
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1960
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro Campos do Jordão
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, e ainda em uso
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Claudinéia de Marchi

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
A Parada do Quilômetro 19 fica ao lado do Rio Piracuama, bem próxima da Parada Vovó Laurinda, na estrada de ferro que liga Pindamonhangaba a Campos do Jordão. É uma parada simples, feita de ferro e coberta por telhas (vide fotos abaixo), sobre uma pequena plataforma de cimento e tijolos. Ao seu redor podemos ver o Rio Piracuama e suas águas cristalinas (pelo menos quando estive lá, estavam bem limpas), que dão um toque de beleza ao lugar. O barulho das águas, o ar nostálgico e a estrada de ferro cortando o asfalto fazem do Quilômetro 19 um lugar aprazível ainda hoje. A Parada serviu como ponto de chegada para banhistas que vinham ao Rio Piracuama e pelo que li, também servia para escoamento de leite de uma fazenda próxima. Eu estive lá e pude obter boas imagens da paradinha para vocês, espero que gostem. De lá seguimos para Vovó Laurinda… >>

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER QUILÔMETRO 19

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AMÁLIA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 07.09.2012
DESTINO: Estação Amália
LOCALIZAÇÃO: Município Santa Rosa de Viterbo – SP
COORDENADAS: 21°26’30.06″S 47°20’31.09″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1908
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro Santos Dumont
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, cercado e servindo como depósito de uma usina
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e José Antonio Thomaz

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Primeiramente o meu muito obrigado aos responsáveis pela Usina Amália, por compartilhar com a comunidade a riqueza histórica que possuem por lá. Isso posto, vamos ao que vimos no local. A estação Amália é hoje “apenas” um velho depósito e está sendo utilizado possivelmente para guardar algo relacionado a papel, embalagens ou afins (pelo menos foi isso que vimos ao seu redor). É um prédiozinho tímido, acanhado e espremido ao lado de enormes galpões, maiores e mais modernos, o que não tira, nem diminui a sua personalidade. Ainda pintado na cor amarela, que imagino ter sido o seu padrão original, o prédio está protegido por uma grande cerca de arame farpado, que nos impediu de entrar e captar imagens mais detalhadas e próximas. Mesmo assim, andamos por lá e vimos o que um dia foi uma vila (ou colônia), pujante, forte e com muita alma (bem caracterizada até hoje pela sua arquitetura e estilo). Amália tem ainda um monumento um pouco à frente da estação, que imagino ser uma homenagem aos áureos tempos do café, que são duas locomotivas “Maria-Fumaça” expostas sob uma cobertura já bastante deteriorada, que em nada mais as protege da ação do tempo e do clima. Lá, a impressão que tive, foi a de abandono, mas percebi o valor inestimável de cada um dos locais visitados, porém ao que parece, existe cada vez menos força (financeira?) para mantê-los vivos. Amália foi uma grata experiência e, certamente um dos pontos altos deste projeto, pelo qual me apaixono mais e mais a cada dia, e para concluí-lo dignamente, conto com a ajuda de vocês, ok? De lá seguimos para Nhumirim…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

ILUSTRAÇÃO DO LOCAL:
Tendo como base as imagens reais de cada local colhidas pelo Projeto Estações Brasileiras, eu desenvolvo uma ilustração que retrate emocionalmente o espírito de cada estação/parada, ou mesmo do seu entorno, no caso de já não existirem mais. A intenção é que sirva de estímulo para a interpretação crítica de cada um, seja de forma positiva, negativa, carregada de saudosismo, ou mesmo de forma contemplativa apenas. Espero que curtam.
AMALIA 01

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EXPEDICIONÁRIA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 18.01.2012
DESTINO: Estação Expedicionária
LOCALIZAÇÃO: Município Pindamonhangaba – SP
COORDENADAS:  22°53’13.60″S 45°32’52.54″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1916
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro Campos do Jordão
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, bem conservado, porém fechado e possivelmente servindo de moradia
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Claudinéia de Marchi

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estive na estação Expedicionária vindo de Campos do Jordão sentido Pindamonhangaba, cheguei até ela a pé, após uma pequena caminhada, já que tinha deixado a “Pretona” estacionada numa P.N. uns 300 metros à frente. É uma estação bonita, está bem cuidada, deve estar servindo de moradia para alguém, pois estava limpa, pintada e com uma cortina florida cobrindo a porta que dá saída para a plataforma. Andei pela região e vi muitas pessoas passando por ali a pé, provavelmente indo e vindo do trabalho pelo leito da linha. Os dísticos estão lá, firmes, fortes e legíveis, as marcações de quilometragem e altitude também, há um estribo entre a linha e o desvio bem em frente da estação, há um banco de madeira bem conservado na plataforma que ainda serve aos trens suburbanos da E.F.C.J. enfim, há vida no local. Gostei de passar alguns minutos ali observando a rotina das pessoas que vem e vão pela linha, mesmo que sem o trem… Expedicionária é um prato cheio para quem gosta do assunto e, claro, estiver lá por perto. Vale uma parada, uma sentada naquele banco e uma refletida nas “coisas da vida”… ah, se vale. De lá, seguimos para Agente Hely…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

ILUSTRAÇÃO DO LOCAL:
Tendo como base as imagens reais de cada local colhidas pelo Projeto Estações Brasileiras, eu desenvolvo uma ilustração que retrate emocionalmente o espírito de cada estação/parada, ou mesmo do seu entorno, no caso de já não existirem mais. A intenção é que sirva de estímulo para a interpretação crítica de cada um, seja de forma positiva, negativa, carregada de saudosismo, ou mesmo de forma contemplativa apenas. Espero que curtam.
EXPEDICIONÁRIA 01

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

DAMAS

DATA DA EXPEDIÇÃO: 16.01.2012
DESTINO: Estação Damas (Parada)
LOCALIZAÇÃO: Município Campos do Jordão – SP
COORDENADAS:  22°43’15.29″S 45°34’22.45″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1939
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro Campos do Jordão
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, bem cuidada, é somente uma cobertura em alvenaria
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Claudinéia de Marchi

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Damas é uma simpática parada bem próxima das estações Emílio Ribas e Capivari em Campos do Jordão. Seu nome é uma homenagem ao empreiteiro que se desdobrou para concluir a obra da Estrada de Ferro Campos do Jordão, Sr. Sebastião de Oliveira Damas. É uma plataforma simples de alvenaria, coberta por telhas e com os dísticos em bom estado de conservação. Estive nela por várias vezes, e me recordo que numa delas, bem antes de iniciar este projeto, fotografei meu amigo Edson parado bem embaixo da palavra “Damas”, dando a entender que ali era um lugar de mulheres… demos boas risadas naquela dia. Hoje os trens nem param mais lá, mas ela continua firme e forte, apesar de alguns pichadores de plantão.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

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MORRO DO FERRO

DATA DA EXPEDIÇÃO: 06.07.2012
DESTINO: Estação Morro do Ferro
LOCALIZAÇÃO: Município Pratápolis – MG
COORDENADAS:  20°48’23.22″S 46°53’34.42″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1915 (Data aproximada)
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Demolido, restam apenas vestígios da base da plaraforma
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Vinicius Costa, José Antonio Thomaz, Pedro Gandra de Carvalho, Giuliano Martins Thomaz, Rodrigo Faustino e Alexandre Neves

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Localizar a estação Morro do Ferro foi uma tarefa bem difícil. A equipe que me acompanhou desta vez, foi grande e já vínhamos bem cansados desde Itamogi, percorrendo todas as estações do Ramal de Passos  da Companhia Mogiana. As informações disponíveis não eram suficientes para encontrarmos o local exato, portanto tivemos que seguir até os arredores e ir “garimpando” informações e indícios de onde poderia ser a real localização da antiga estação. O Morro que batizava a estação (provavelmente uma parada) fica ali nas redondezas, onde também encontramos uma ponte de ferro sobre um pequeno riacho, e seguindo o leito da linha por uma estrada de terra paralela, chegamos a uma casa, onde o morador nos mostrou o local exato onde ainda existem os restos do prédio e plataforma. ” – É bem ali embaixo daquela palmeira!” falou o morador, apontando para a árvore logo atrás da gente. Agradecemos, pulamos cerca, atravessamos o riacho, subimos o morro tomado por cupinzeiros, passamos por bambuzais até que finalmente achamos o que procurávamos, os restos da estação Morro do Ferro. Mesmo que somente pedaços de concreto e tijolos no chão e no meio do mato, ainda assim, a emoção da turma foi grande, afinal acabávamos de conseguir o nosso objetivo maior naquele dia. Fotografamos o local, filmamos, andamos ao redor para ver se existiam mais resquícios, mas nada. Então, seguimos o leito real da linha até a ponte de ferro, mas não sentimos segurança para atravessá-la, então voltamos ao local da estação cavamos em alguns lugares, mas o que existia era aquilo mesmo, apenas uma base de concreto (um tipo de contra-piso), e alguns tijolos. Certos de termos encontrado o local, seguimos viagem rumo a Pratápolis, por um caminho lindo, com direito a uma enorme plantação de Girassóis que, naquele dia, diante de um céu azul incrível, nos brindou com uma das cenas mais lindas que vi na vida. Que dia.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

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CANAÃ NOVA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 14.04.2012
DESTINO: Estação Canaã Nova
LOCALIZAÇÃO: Município Sao Simão – SP
COORDENADAS:  21°24’10.40″S 47°37’12.76″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em pleno uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1964
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, porém abandonado
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Jeferson Tomaz Querino

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Canaã Nova está isolada no meio de uma região tomada por eucaliptos e, mais recentemente, cana-de-açucar. Chegar até ela foi difícil, pois os caminhos por ali não nos levaram sempre aonde desejávamos, mas enfim, deu certo e pudemos documentar mais esta estação para compartilhar com vocês. Nessa expedição fui acompanhado pelo meu sobrinho Jeferson e a aventura foi das boas. Pelo caminho, encontramos uma imagem de Jesus de braços abertos abandonada no meio do mato (vide fotos abaixo), atravessamos uma ponte de madeira de estrutura bem duvidosa, desbravamos matagais, picadas estreitas, trilhas esburacadas até enfim, chegarmos a Canaã Nova. A estação apesar de isolada, está em pé, com seus dísticos legíveis, a sinalização de altitude e quilometragem, estava anotada no concreto frontal da plataforma, rente aos trilhos, e não nas placas características vistas até então, a caixa-d’água, vimos logo a frente, localizada entre a vila ferroviária demolida e a estação. Também achei curiosa a padronagem dos pisos (2 tipos) que ainda resistem no interior do prédio, enfim, lá tinha muita coisa para se ver e um calor de matar. Que sede sentimos ali! Andamos por lá, fomos até as casas da antiga vila, que estavam completamente destruídas, restando apenas algumas ruínas de sua paredes, entramos, mas nada encontramos. Na estação, logo na porta de acesso à plataforma, nos chamou a atenção uma ossada (provavelmente de algum animal morto… espero) já seca, bem juntada num canto, que não era uma visão muito amistosa não, rerere… De Canaã Nova, seguimos para Canaã Velha, que foi uma decepção, mas isso já é outra história… >>

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

 

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RAIZ DA SERRA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 12.02.2012
DESTINO: Estação Raiz da Serra
LOCALIZAÇÃO: Município Cubatão – SP
COORDENADAS:  23°49’36.86″S 46°21’40.95″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1867
CONSTRUÇÃO: São Paulo Railway
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, porém fechado e abandonado
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Claudinéia de Marchi

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Era um dia cinza, chuvoso, daqueles feios mesmo, ou seja, nada de praia. Então fomos atrás de algumas estações ali pela baixada santista, serra do mar e adjacências. A Néia, companheira como sempre, foi comigo até Raiz da Serra, um lugar triste, afastado e com um tráfego intenso por causa da proximidade com o porto de Santos. Primeiro chegamos a Piaçagüera, depois de lá, seguimos para Raiz da Serra guiados por dois funcionários da concessionária que prestavam serviços no local, e graças a eles conseguimos nnao só chegar até lá, como entrar na área e ir até o antigo prédio, que fica nos fundos de um depósito de locomotivas, bem ao lado da cremalheira. Andamos por lá sempre acompanhados pelo segurança, que foi bastante gentil e prestativo, apesar de um pouco desconfiado no início. Vimos o estado atual do prédio, que por dentro é deplorável, e todo seu entorno, sempre aguardando a subida ou descida de algum trem, o que não ocorreu naquele momento para o nosso azar. O prédio está abandonado, com o telhado quebrado, sem dísticos e sem função alguma. O curioso é que está pintado de vermelho vivo por fora e no frontão, a data de 1891 está em em azul e amarelo, “coincidentemente” as cores da concessionária. Esta combinação cromática se destaca muito diante o verde da serra do mar e o cinza da poluição, que não sei se é bom ou ruim… feio não ficou não. Bem, conhecemos o depósito/oficina das locomotivas Hitachi da cremalheira, andamos pela ampla plataforma, colhemos imagens e seguimos viagem. Naquele dia escuro e chuvoso, Raiz da Serra foi a nossa diversão, e eu recomendo.

FOTOS DO LOCAL:


MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

ILUSTRAÇÃO DO LOCAL:
Tendo como base as imagens reais de cada local colhidas pelo Projeto Estações Brasileiras, eu desenvolvo uma ilustração que retrate emocionalmente o espírito de cada estação/parada, ou mesmo do seu entorno, no caso de já não existirem mais. A intenção é que sirva de estímulo para a interpretação crítica de cada um, seja de forma positiva, negativa, carregada de saudosismo, ou mesmo de forma contemplativa apenas. Espero que curtam.

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