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MANGUEIROS

DATA DA EXPEDIÇÃO: 03.12.2011
DESTINO: Estação Mangueiros
LOCALIZAÇÃO: Município Altinópolis – SP
COORDENADAS: 21°28’46.61″S 47°58’6.54″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim (mas apenas restos da extinta E.F.S.M.)
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1938* (data aproximada)
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro São Paulo e Minas
STATUS DO PRÉDIO: demolido
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, José Antonio Thomaz e Vinicius Costa

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Mangueiros é uma antiga estação Estrada de Ferro São Paulo e Minas localizada no município de Altinópolis a qual não se tem muita informação. Sabe-se que ficava no Km 70, e que não passava de um posto telefônico na desativação da linha. Estivemos lá, no local exato da estação, onde apenas duas jabuticabeiras resistem até hoje. Um morador do local nos levou até onde supostamente ficava a antiga plataforma, mas hoje nada existe por lá. A linha passa realmente em frente às árvores, e tudo indica ser mesmo o local exato de Mangueiros (mesmo sendo duas jabuticabeiras a marcar o local, rerere…), andamos pelos restos de linha férrea ainda existentes no local, aproveitamos para chupar algumas mangas por lá, e seguimos para Fradinhos, estação que também possui pouca informação disponível, mas como não desistimos nunca, lá fomos nós embrenharmos no mato atrás de história e histórias…

FOTOS DO LOCAL:


MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

SUINANA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 07.10.2016
DESTINO: Estação Suinana
LOCALIZAÇÃO: Município Altair – SP
COORDENADAS: 20°32’56″S 49°07’54″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1934
CONSTRUÇÃO: Companhia Ferroviária São Paulo-Goyaz
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, reformado, bem cuidado e servindo como espaço público de eventos
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz

O FILME:
“Aguardem!”

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estava voltando de uma reunião de trabalho em São José do Rio Preto sentido Ribeirão Preto, quando decidi encontrar Suinana. Suinana? Mas o que seria Suinana afinal? Não sei até agora. Mesmo depois de boas pesquisas não consegui descobrir o significado da palavra. Poderia especular que seja algum nome de origem indígena, de algum tipo de planta, árvore, cobra? Enfim, como saber? Suinana fazia parte do Ramal de Nova Granada, desativado em 1966 e desde então a pequenina sobrevive, e digo mais, de forma louvável, pois está bem conservada e ainda servindo aos moradores da pequena vilinha. Está bem ali, na margem da rodovia que segue para Altair e quando passei por lá, ela servia como uma espécie de ponto-de-ônibus escolar onde alguns estudantes aguardavam o transporte. Mesmo sabendo que o resultado poderia não ser tão positivo, perguntei acerca da estaçãozinha para eles, que, da forma prevista, nada sabiam sobre ela, sendo assim, segui adiante, explorando-a por todos os seus lados. Pequenina, é basicamente uma só sala, que após o término da reforma, seria usada como espaço de eventos do local, informação dada por um senhor que lavava a plataforma e terminava a limpeza interna do prédio. Suinana possui placa de concreto com o seu nome, plataforma coberta, as típicas mãos-francesas características das estações da Paulista, muito embora ela tenha sido construída pela Companhia Ferroviária São Paulo-Goyaz (adoro esta grafia), enfim, por lá a estaçãozinha recebe a atenção e o respeito que merece e sinceramente, pelo que pude ver pessoalmente, é a estrela principal da vilinha, tratada com carinho por todos com quem conversei. Um motorista de ônibus ao passar até me perguntou sobre os meus objetivos ao me ver fotografando-a, numa cena clara, de ciúme e zelo, eu com um sorriso, respondi e ele me acenou e seguiu adiante. Sua cor atual foi alterada, é agora um vermelho rosado de gosto particular, mas que, ao entardecer, faz da pequenina mais do que um resquício ferroviário perdido no tempo. Faz dela, a joia da tarde daquele lugar. Dali, segui embora para Ribeirão, pois o dia havia terminado em grande estilo para mim.

PANORÂMICAS DA ESTAÇÃO:
Com o compromisso de oferecer o máximo de detalhes que puder colher em cada local visitado, agora disponibilizo também imagens panorâmicas, para que tenham a sensação não só da estação, como também do seu entorno, espero que curtam.

PANORAMICA_SUINANA02

Pequenina Suinana ao entardecer. Sim, sou um privilegiado!

PANORAMICA_SUINANA01

Fim do dia.

FOTOS DO LOCAL:

 

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
SUINANA_POSTER_OFICIALnet

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

EFSPM – POSTERS 03 E 04

EFSPM  –  POSTERS TEMÁTICOS E COLECIONÁVEIS.

A partir da idéia do pesquisador ferroviário RODRIGO FLORES, especialista na história da ferrovia Simonense EFSPM (Estrada de Ferro São Paulo e Minas), está sendo desenvolvida uma coleção com 22 posters em homenagem à cada uma das estações que compunham esta lendária companhia ferroviária. Este é o primeiro projeto em parceria que realizo e espero que renda bons frutos através da geração de novos conteúdos e fomento de discussões acerca do cenário férreo da região aonde a EFSPM atuava. Mais do que uma ação específica, este é o primeiro passo em direção a um trabalho coletivo de reunião, organização e difusão da história ferroviária entre os interessados e também para o público de forma geral.

O valor da venda de cada poster, financiará a produção da edição seguinte, e assim seguiremos, de forma contínua até conseguirmos viabilizar a confecção da coleção toda, com os seus 22 números.
Para a aquisição, os interessados deverão entrar em contato com o próprio RODRIGO FLORES, através destes contatos:

www.facebook.com/rodrigoflores78
rodrigo_78@terra.com.br

Abaixo a primeira e segunda edições:

01 – BENTO QUIRINO
Formato: A3 (29,7 x 42cm)
Papel: Couché 230g (podendo variar de acordo com a disponibilidade)
Impressão: Digital

02 – SÃO SEBASTIÃO DO PARAÍSO
Formato: A3 (29,7 x 42cm)
Papel: Couché 230g (podendo variar de acordo com a disponibilidade)
Impressão: Digital

03 – ÁGUAS VIRTUOSAS
Formato: A3 (29,7 x 42cm)
Papel: Couché 230g (podendo variar de acordo com a disponibilidade)
Impressão: Digital

04 – BIAGÍPOLIS
Formato: A3 (29,7 x 42cm)
Papel: Couché 230g (podendo variar de acordo com a disponibilidade)
Impressão: Digital

EFSPM_POSTERS

PIO ALVES

DATA DA EXPEDIÇÃO: 07.01.2012
DESTINO: Estação Pio Alves
LOCALIZAÇÃO: Município Altinópolis – SP
COORDENADAS: 21°02’37.39″S 47°29’28.38″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, apenas alguns trechos
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1909
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro São Paulo e Minas
STATUS DO PRÉDIO: Demolido
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Vinicius Costa, Pedro Gandra de Carvalho e José Antonio Thomaz

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Fomos até Pio Alves num dia de sol forte, que se tornou chuva forte e logo em seguida, sol forte de novo, enfim, outra aventura pelas estradas e trilhas da linda região de Altinópolis. Para chegar a Pio Alves, atravessamos rios, pontes submersas, grutas, passamos por represas, matas de eucalipto, trilhas e atoleiros, mas o importante é que chegamos até ela. Pio Alves é hoje somente a casa da escola que existia ao lado da estação, mesmo assim, abandonada e bem danificada. No local exato da estação não existe nada, nem sinal de resquícios do prédio ou plataforma, andando por lá, nem mesmo restos de uma possível caixa-d’água a gente viu, realmente não sobrou nada. Construída pela Estrada de Ferro São Paulo e Minas, Pio Alves era chamada anteriormente de Congonhal, nome que as pessoas dali ainda se recordam, pois se não me engano, é o nome de uma fazenda próxima. Andamos bastante pelas redondezas e colhemos boas imagens para vocês, espero que gostem. Foi uma bela aventura (vide mini-filme), que nos propiciou momentos memoráveis, como conhecer a gruta e a represa do Feitosa, localizadas no meio de uma enorme mata de eucaliptos, atravessar um rio por uma ponte submersa, sem saber sequer se ela estava realmente lá, ver fazenda ser oferecida como negócio de oportunidade ao meu Tio Zé (pessoa de fortuna), ter uma gruta batizada com o seu nome, cair dentro d’água numa gruta cheia de abelhas, que acabaram por perseguir o Vinicius… enfim, coisas da vida né? Assim é o Projeto Estações Brasileiras…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER PIO ALVES

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
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ÁGUAS VIRTUOSAS

DATA DA EXPEDIÇÃO: 03.12.2011
DESTINO: Estação Águas Virtuosas
LOCALIZAÇÃO: Município Altinópolis – SP
COORDENADAS:  21° 9’13.83″S  47°29’29.14″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim (sem uso)
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1910
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro São Paulo e Minas
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, abandonado, mas em bom estado
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, José Antonio Thomaz e Vinicius Costa

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Águas Virtuosas, que nome imponente não é mesmo? Chegar até lá não foi fácil, tivemos que conhecer a trilha das águas meio que à força, mas valeu muito a pena, pois o lugar é maravilhoso. Fui até lá três vezes, sendo que a primeira com o “Pretinho” meu antigo Fox 1.0, e as outras duas já com a “Pretona” uma pick-up 4×4 que comprei para poder chegar sem tantos problemas aos destinos ferroviários que tenho que visitar para o projeto. Águas Virtuosas é um local abandonado, mas o tempo parece conspirar em favor dele. A vila ferroviária da E.F.S.P.M. ainda se mantém ao lado da estação, e em algumas casas, moram famílias que como nos disseram “tomam conta do local” para que outros não destruam. Conversamos com a Dona Dircinéia, que nos contou bastante coisa, e nos apresentou o “Duly”, um ganso enorme que havia corrido atrás da gente logo que chegamos. Por lá conseguimos um belo material, boas fotos e um bom mini-filme. A curiosidade fica por conta do famigerado “Auá” que enquanto tirávamos fotos da estação e seus arredores, nos perseguiu, sempre escondido e gritando alto para que ouvíssemos: Auá, auá! Achamos aquilo estranhíssimo, pensamos ser algum animal, ave, enfim… mas seguimos documentando o que restou de um tempo que passou, como a caixa d’água, os dísticos, a lousa com a quilometragem, o poste com os ganchos para a troca de staff, a plataforma e as inscrições da antiga E.F.S.P.M. Por lá, nos esbaldamos com o clima fresco em um dia maravilhoso, embora até hoje vivemos nos perguntamos: Que diabo de Auá era aquele? Rerere…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

ILUSTRAÇÃO DO LOCAL:
Tendo como base as imagens reais de cada local colhidas pelo Projeto Estações Brasileiras, eu desenvolvo uma ilustração que retrate emocionalmente o espírito de cada estação/parada, ou mesmo do seu entorno, no caso de já não existirem mais. A intenção é que sirva de estímulo para a interpretação crítica de cada um, seja de forma positiva, negativa, carregada de saudosismo, ou mesmo de forma contemplativa apenas. Espero que curtam.

POSTERS VINTAGE:
São ilustrações com base fotográfica, que faço sobre algumas estações que representaram algo para mim. Também tenho feito sob encomenda para pessoas que querem presentear alguém ou mesmo simplesmente tê-las para recordação de algum momento marcante, ou apenas como decoração. Todo o valor obtido com a venda destas telas, é revertido integralmente para custear novas expedições do Projeto. Nada é destinado a mim ou ao meu sustento, para isso: eu trabalho.
COLLECTION_01

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

CAPEVA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 22.10.2011
DESTINO: Estação Capeva
LOCALIZAÇÃO: Município Serrana – SP
COORDENADAS:  21°11’16.06″S 47°35’28.69″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim (sem uso, apenas restos da extinta E.F.S.P.M.)
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1928
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro São Paulo e Minas
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, mal conservado e atualmente servindo de moradia
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e  Jorge Luís Caleffi

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Capeva está localizada na saída da cidade de Serrana sentido Altinópolis, o prédio é bem visível da estrada, fica ao lado direito de quem segue para Altinópolis há uns 200 metros do asfalto. Famílias ocupam a velha estação e também algumas casas da vila ferroviária que ainda resistem. Eu e o Caleffi estivemos por lá e pudemos ver e sentir o cheiro do abandono, de coisas que antes serviam, e hoje não mais. Capeva é basicamente o que as fotos mostram, um prédio velho, habitado por gente humilde, que ali se acomodou do jeito que deu. Em Capeva tem a estação, a caixa d’água, a plataforma, os dísticos, placas com o seu nome, sendo uma completamente enferrujada e outra pintada de azul pelos próprios moradores. Martinópolis era o seu antigo nome, e por lá, crianças brincavam dentro da velha caixa d’água cheia, enquanto colhíamos informações sob um sol escaldante de 40°. Preciso deixar claro aqui uma coisa, senti muita inveja delas naquele momento. De lá seguimos para casa em busca de uma cerveja gelada, afinal somos pesquisadores ferroviários, não de ferro né?

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

ILUSTRAÇÃO DO LOCAL:
Tendo como base as imagens reais de cada local colhidas pelo Projeto Estações Brasileiras, eu desenvolvo uma ilustração que retrate emocionalmente o espírito de cada estação/parada, ou mesmo do seu entorno, no caso de já não existirem mais. A intenção é que sirva de estímulo para a interpretação crítica de cada um, seja de forma positiva, negativa, carregada de saudosismo, ou mesmo de forma contemplativa apenas. Espero que curtam.

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

CRESCIÚMA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 22.12.2012
DESTINO: Estação Cresciúma
LOCALIZAÇÃO: Município Jardinópolis – SP
COORDENADAS:  20°57’19.19″S  47°48’42.80″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 19oo
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, cercado e fechado, dentro de uma fazenda
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e José Antonio Thomaz

O FILME:
“Aguardem!”

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estive em Cresciúma por indicação de uma amigo, Fabio Rivaben, que ao cavalgar pela região, me disse que a estação merecia ser visitada e claro, documentada pelo Projeto Estações Brasileiras. Seu nome, ao que consta, era derivado de um engenheiro da Mogiana que trabalhou ali, mas também é o nome de um tipo de capim. Assim sendo, segui até lá com o meu Tio Zé, um companheiro assíduo de expedições ferroviárias. A estação encontra-se hoje dentro de uma fazenda e está cercada e fechada, tendo o seu acesso bastante restringido, o que é bom, pois acabou por preservá-la de vândalos. Imagino que esteja servindo de depósito da fazenda ou algo parecido. Cresciúma fazia parte do Ramal de Igarapava, que foi construído para servir as fazendas cafeeiras daquela região, que entre 1900 e 1930 eram pujantes produtoras de café, mas também outros itens, como leite e derivados. Hoje o prédio está de pé, ainda com as plataformas cobertas, seus dísticos visíveis, frontões, lousas, caixa-d’água e o local do antigo leito ainda bem marcado, mas sem sinal de trilhos. Andamos, colhemos imagens, sentimos a energia do lugar, cercado por cana, mas também por enormes mangueiras, típicas dali. O que se percebe, como em tantas outras, é que uma era de riqueza e de certa forma, ostentação, por parte dos fazendeiros do café ajudou muito no desenvolvimento da região ao redor das estações, mas o seu declínio, infelizmente, deixou marcas profundas, em forma de ruínas, tristes e sem memória. Não é o caso de Cresciúma.

FOTOS DO LOCAL:

 

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER CRESCIUMA

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ITAÚ DE MINAS

DATA DA EXPEDIÇÃO: 31.07.2014
DESTINO: Estação Itaú de Minas
LOCALIZAÇÃO: Município Itaú de Minas – MG
COORDENADAS: 20°44’16″S  46°45’06″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, apenas alguns trechos seccionados
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1921
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, serve como centro cultural local
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, José Antonio Thomaz, Pedro Gandra e Vinicius Costa

O FILME:
“Aguardem!”

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Era um dia maravilhoso e passávamos por Itaú de Minas seguindo para Furnas, daí o mais natural foi realmente pararmos para conhecer aquela joia que é a velha estaçãozinha da Mogiana em terras mineiras. Tudo muito conservado (fora reformada recentemente), linha, vagões, plataforma, postes, placas, caixa-d’água, dísticos… Nossa, quanta memória preservada! Estavam comigo amigos queridos e exploramos cada detalhe que ela nos permitiu. Fotos, vídeos, conversa com moradores, o sol no rosto, enfim, tudo fluiu de maneira perfeita naquele dia e lugar. Itaú foi inagurada em 1921, batizou a cidade e também a indústria de cimento que se localizava ali ao lado da estação. Itaú foi de fato, ponta do ramal de Passos por anos, pois com a retirada dos trilhos que seguiam após a cidade no sentido de Passos, nada mais mantinha a linha viável então, só restava a extinção do deficitário trecho. Os trens de passageiros cessaram em 1976 e desde então apenas a cimenteira era a razão de ser da linha naquele lugar. Há até hoje, rumores da volta do trem por aqueles lados, mas isso acontece sempre e em muitos casos, não passa de saudosismo e especulação, visto que tudo é mágico quando tratamos do cenário ferroviário e isso conta muito na mente das pessoas que viveram aquilo tudo na pele. A indústria hoje, apesar de ainda na cidade, está localizada fora do centro, junto a rodovia que liga a cidade a Passos e se, porventura a reativação da linha fosse verdade, seu curso atual seria outro. Itaú está de parabéns por manter viva a história ferroviária e poder usufruir dela todos os dias, pois ali enquanto documentávamos o lugar, crianças chegavam de ônibus escolar, desciam e entravam na estação, num cenário bastante incomum e promissor. Adorei os momentos que passamos em Itaú. De lá, seguimos para Passos…

PANORÂMICAS DA ESTAÇÃO:
Com o compromisso de oferecer o máximo de detalhes que puder colher em cada local visitado, agora disponibilizo também imagens panorâmicas, para que tenham a sensação não só da estação, como também do seu entorno, espero que curtam.

PANORAMICA_ITAU_01

Linda e conservada.

PANORAMICA_ITAU_02

O dia estava maravilhoso.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
ITAU_POSTER_OFICIALnet

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

MANDEMBO

DATA DA EXPEDIÇÃO: 19.06.2013
DESTINO: Estação Mandembo
LOCALIZAÇÃO: Município Bebedouro – SP
COORDENADAS: 20°50’01″S 48°29’59″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, apenas alguns trechos (sem uso)
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1912
CONSTRUÇÃO: Companhia Paulista de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, servindo como depósito agrícola de uma fazenda
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Roberto Baptista Piteri

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Mandembo é o nome de um córrego que passa pela região de Bebedouro e é bem próximo da estação, daí possivelmente a origem do seu nome. O prédio está localizado dentro de uma fazenda e o seu acesso é relativamente fácil. Andamos por lá e exploramos todo o local, inclusive a vilinha ferroviária que ainda resiste ao lado da estação, e o melhor, ela ainda mantém boa parte das suas características originais, imagino que até a pintura (amarela) seja ainda semelhante ao tom original. Mandembo é um depósito e por lá estoca-se produtos agrícolas, como defensivos e adubos. Nos frontões, os dísticos ainda ostentam “Mandembo” nos dois lados, ainda que obstruídos pelas árvores (vide fotos), na frente, um pequeno trecho de linha ainda serve como lembrança de que por lá, um dia, houve tráfego ferroviário, mas hoje não mais, pois os trilhos estão “ilhados” e ligam nada a lugar nenhum. Sua função talvez seja atingir em cheio os corações de quem os observa, pois não passam de restos esquartejados de um passado que não volta mais. Plataforma, mãos-francesas, telhado, caixa-d’água, trilhos, dormentes, vila, tudo lá, como num diorama… forte, colorido, vivo, porém ao mesmo tempo definhando. Estar lá foi vivenciar um turbilhão de sensações múltiplas, contraditórias, introspectivas e porque não… indescritíveis.

PANORÂMICAS DA ESTAÇÃO:
Com o compromisso de oferecer o máximo de detalhes que puder colher cada local visitado, agora disponibilizo também imagens panorâmicas, para que tenham a sensação não só da estação, como também do seu entorno, espero que curtam.
PANORAMICA_01

PANORAMICA_02

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER MANDEMBO

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

CASCATA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 15.12.2013
DESTINO: Estação Cascata
LOCALIZAÇÃO: Município Águas da Prata – SP
COORDENADAS: 21°51’33″S 46°40’39″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em pleno uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1886
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, mal conservado, abandonado e fechado
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Pedro Gandra de Carvalho, José Antonio Thomaz, Roberto Baptista Piteri, Luis Fernando Pecchiore Bastos, Humberto Alvarenga Junior e Douglas Bulhões

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Fui até a estação Cascata com vários amigos e também pesquisadores ferroviários especializados naquele trecho. Aproveito inclusive, para deixar aqui o agradecimento aos parceiros: Douglas Bulhões, Junior Alvarenga e Luis Fernando Pecchiore Bastos, pela companhia, pelo conhecimento compartilhado, pela disponibilidade, presteza e também pelo ideal, que os mantém até hoje na linha. Cascata está em pé, porém fechada e abandonada à sua própria sorte. Andamos por lá, vimos cada detalhe do prédio, e o quão triste é a constatação daquele descaso visto de perto e sem filtro algum. É um prédio grande, com a plataforma parcialmente sem cobertura, com as mãos-francesas já enferrujadas, portas e janelas em frangalhos, enfim, uma lástima. Por lá, ainda estão os dísticos, com uma tipografia marcante, no estilo Art Déco (imagino) ainda legíveis, a linha ativa, as placas de “Apite” e mais nada. Havia também um som de água caindo, que nos acompanhava o tempo todo, e imagino ser da Cascata que provavelmente batizou o local, bem defronte o prédio da estação, infelizmente não fui até lá para conferir. É uma vilinha que fica numa região lindíssima, e certamente poderia encontrar alguma função para aquele belo prédio ferroviário, que não apenas servir de sustentação para faixas promocionais e informativas (vide mini-filme). Exploramos, documentamos e partimos para Tajá, uma estação já demolida, no meio da montanha, em que não se chega de carro, apenas pelo leito da linha, passando pelo famoso “Pontilhão do Tajá”, o que já é uma outra história, rerere… Aguardem!

PANORÂMICAS DA ESTAÇÃO:
Com o compromisso de oferecer o máximo de detalhes que puder colher em cada local visitado, agora disponibilizo também imagens panorâmicas, para que tenham a sensação não só da estação, como também do seu entorno, espero que curtam.

CASCATA_PANORAMICA_01

Frontão de Cascata.

CASCATA_PANORAMICA_02

Plataforma em detalhe.

CASCATA_PANORAMICA_03

Estação Cascata.

FOTOS DO LOCAL:


MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER CASCATA

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.