Posts encontrados com a Tag: ""

FGV – NOTÍCIAS

gvweb
Matéria publicada no site GVces em 06.07.2012 – Por Raquel Rolnik
Para ver mais, clique: AQUI

REPORTAGEM REVISTA CNT

cntrevcap

cntrevcap1

cntrevcap2
PARA ACESSAR A REVISTA ONLINE, CLIQUE AQUI: REVISTA CNT 206
Matéria publicada na Edição 206 da Revista CNT em Novembro de 2012.

SERRANA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 22.10.2011
DESTINO: Estação Serrana
LOCALIZAÇÃO: Município Serrana – SP
COORDENADAS: 21°12’2.16″S 47°36’22.94″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1914
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Demolido, absolutamente nada restou
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Jorge Luís Caleffi

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Serrana que já foi Serrinha e Serrinha que também já foi o nome de Ipaúna, porém a Serrinha de uma, não era a Serrinha da outra enfim, foi uma confusão só para que eu entendesse direito as coisas. Uma estava na linha da E.F.S.P.M., outra no Ramal de Cravinhos da Mogiana, o de bitola estreita, no qual era a estação terminal. A segunda foi desativada na década de 50, a primeira perdurou até meados da década de 70, a primeira está hoje no município de Serra Azul, a outra em Serrana, enfim, nada tem a ver uma Serrinha com a outra. Nesta que visitei, hoje existe o complexo esportivo da cidade construído, e por relatos bem incertos, a estação propriamente dita, situava-se exatamente aonde está o ginásio, mas o terreno é grande e cravar certezas por lá foi difícil. O certo é que lá era mesmo o local da estação, mas tentar obter maiores comprovações por ali, foi impossível. De lá seguimos para Capeva…

COMPLEMENTO ADICIONADO EM 22.04.2013 – Gentilmente enviado por Walter Terçariol
“Parabéns pelo trabalho sobre estações brasileiras. Vendo em uns de seus vídeos que você não teve informações sobre a localização da antiga estação da Mogiana em Serrana. Esta estação foi desativada em 1956 e serviu de extensão da escola “Dalzira de Barros Martins”até 1961. Foi demolida para a construção do Ginásio “Dep. Jose Costa” Inaugurado em 1963, localizado na rua dos Estudantes. Só restou da arquitetura original uma casa que foi conservada e adaptada para ser o “Memorial” de Serrana. Atenciosamente – Walter” 

FOTOS DO LOCAL:


MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER SERRANA

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

AGUAÍ

DATA DA EXPEDIÇÃO: 06.04.2012
DESTINO: Estação Aguaí
LOCALIZAÇÃO: Município Aguaí – SP
COORDENADAS: 22°3’18.67″S 46°58’40.54″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em pleno uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1887
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, bem conservado, é um posto operacional da FCA
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Vinicius Costa, Raul Otuzi e José Antonio Thomaz

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Esta estação foi a responsável direta pelo meu interesse acerca do tema ferroviário, sendo assim, certamente contribuiu de forma decisiva para o nascimento deste Projeto. Isto posto, voltemos à Aguaí, que me ofereceu uma infância sensacional, rica de histórias, vivências, e sensações incríveis. Correr pelo pátio repleto de composições, entrar e sair das locomotivas, subir e descer dos vagões, conversar com antigos funcionários da antiga Fepasa, enfim, era isso o que eu fazia junto com o meu primo Ricardo, quando eu ia à Aguaí acompanhar o meu saudoso avô Pedro. Ele ia receber sua aposentadoria e me levava junto, passávamos por todas as estações do trecho entre Ribeirão e Aguaí e ele pacientemente ia me dizendo o nome de todas elas: “Ribeirão, Evangelina, Cravinhos, Canaã, São Simão, Santos Dumont, Tambaú, Coronel Corrêa, Casa Branca, Lagoa Branca, Orindiúva e por fim, Aguaí”… Algumas estações do trecho, já estavam desativadas e até demolidas, por isso ele não as citava, mas me mostrava os resquícios delas quando passávamos pelos seus locais. Era curioso como o fato de sempre “apiarmos” em Aguaí, e o trem seguir adiante, me deixava fantasiando como seriam as próximas estações, como Astrapéia, Mato Seco, Orissanga… Para mim, a nossa viagem nunca terminava ali, pois eu sempre a continuava na minha cabeça, imaginando cada estação seguinte a partir dos seus nomes estranhos, e isso para uma criança de 8 ou nove anos era digamos, me-mo-rá-vel. Em tempos de estações mortas e iPads em profusão, eu optei por ir até cada uma elas, e expô-las através deles. Quem sabe eu consiga subverter a ordem das coisas, e através da modernidade, eu resgate a antiguidade… nem que for apenas para poucos interessados no tema. Bem, voltemos então, Aguaí está ativa, serve de base operacional da FCA, que é a concessionária do trecho e está bem cuidada. É uma estação de entroncamento, de onde ainda partem trens para o Ramal de Caldas que, se já não chega até Poços (razão do nome), vai até Bauxita, uma estação anterior. As imagens e o mini-filme neste caso, mostram com detalhes o que talvez eu não tenha conseguido transmitir neste texto. Aguaí foi boa para mim, e de lá segui para Astrapéia, uma daquelas de nome estranho…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER AGUAÍ

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

JUNDIAÍ (PAULISTA)

DATA DA EXPEDIÇÃO: 13.02.2012
DESTINO: Estação Jundiaí (Paulista)
LOCALIZAÇÃO: Município Jundiaí – SP
COORDENADAS: 23°11’7.98″S 46°52’43.41″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em pleno uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1898
CONSTRUÇÃO: Companhia Paulista de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, cercado e fechado
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Claudinéia de Marchi

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
A estação da Cia. Paulista em Jundiaí, está fechada a anos e pelos que li ao seu respeito, sempre foi uma  espécie de coadjuvante da estação Jundiaí, construída pela São Paulo Railway (S.P.R.), esta sim, a grande vedete do show ferroviário que era aquela região. A estaçãozinha da Cia. Paulista tanto era o patinho feio, que nem teve o seu prédio erguido para esta função, foi utilizado um prédio já existente para a sua implantação, já que sua função era a do desembarque local dos passageiros, continuando viagem até a outra estação (S.P.R.) os que fossem fazer a baldeação, e também servia aos funcionários da própria Companhia, para os seus embarques e desembarques. Atualmente a estação está fechada, aparentemente serve como moradia, mas quando estive lá e não vi absolutamente ninguém, enfim, é uma tristeza só. Bem ao seu lado, tem um grande viaduto cruzando as linhas, de onde se tem uma boa visão do interior do pátio, por lá vê-se, a cabine de controle, também em frangalhos, a plataforma, sua cobertura, e claro, o mato alto tomando quase tudo. Tentei entrar lá, mas o portão (de ferro, soturno e pesado, lembrava aqueles portões antigos de cemitério) estava fechado e cheio de graxa, que imagino seja para evitar intrusos, portanto, só consegui imagens de fora mesmo. É uma estaçãozinha discreta, e quase passei direto por ela quando estive lá. Graças a alguns operários que trabalhavam por ali, consegui encontrá-la naquele dia. Foi bem legal ter estado lá, porém, realmente a outra estação Jundiaí (S.P.R.) é beeem mais interessante, e vale a visita. De lá segui para Corrupira…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER JUNDIAÍ PAULISTA

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

IBÓ

DATA DA EXPEDIÇÃO: 20.10.2012
DESTINO: Estação Ibó
LOCALIZAÇÃO: Município Santa Rita do Passa Quatro – SP
COORDENADAS: 21°46’59.97″S 47°28’51.44″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1917
CONSTRUÇÃO: Companhia Paulista de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Demolido, nada restou no local
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Vinicius Costa

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Fomos até Ibó atrás de informações, relatos, resquícios, enfim, algo que enriquecesse o nosso acervo ferroviário com dados relevantes sobre aquela estação. Pois já sabíamos de antemão que ela fazia parte do antigo Ramal de Santa Rita, denominado assim, após a compra do trecho pertencente a Estrada de Ferro Santa Rita, pela Companhia Paulista de Estradas de Ferro. Exploramos a região, encontramos o local, mas nenhuma alma viva além de mim e do Vinicius estava por lá para nos contar algo sobre o vilarejo. E olha que era por volta do meio-dia quando isso ocorreu, enfim, talvez estivessem almoçando, né? Por lá, somente algumas poucas casas, galpões e uma igrejinha abandonada bem simpática ainda resistem. O leito da antiga estrada de ferro pelo que vimos, cortava a vila (bairro?) ao meio, e hoje serve como uma estrada de terra para os moradores da região. Ibó está localizada a uns 400 ou 500 metros da Rodovia vicinal que liga Porto Ferreira a Santa Rita do Passa Quatro, e foi por onde viemos. O que marca o local onde a estação provavelmente existiu, é uma grande árvore próxima à igreja na margem da estradinha (vide fotos e mini-filme) e nada mais. Infelizmente por lá não conseguimos nenhum tipo de detalhe sobre a estação e nem sequer encontramos os restos da plataforma, caixa-d’água ou qualquer coisa parecida. Ibó naquele dia foi o nosso fim de linha, saímos de lá, tomamos uma lata de cerveja geladíssima em Santa Rita e voltamos para casa.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER IBÓ

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

USINA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 29.09.2012
DESTINO: Estação Usina
LOCALIZAÇÃO: Município Ribeirão Preto – SP
COORDENADAS: 21° 8’14.89″S 47°47’3.05″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1928
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro São Paulo e Minas
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, cercado e servindo de refeitório de uma fábrica
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Claudinéia de Marchi

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Todas as pesquisas apontavam Usina como demolida ou sem maiores informações, partindo disso, fui até lá para constatar este fato, e não é que me surpreendi positivamente? Usina está em pé, servindo de refeitório dentro de uma indústria, no local aonde funcionava há tempos, a Penha, uma indústria de implementos agrícolas, aqui em Ribeirão Preto, na Avenida Brasil, bem atrás do Aeroporto Leite Lopes. Usina foi construída dentro de uma metalúrgica que processava o minério trazido do Morro do Ferro (também estivemos lá, e a encontramos) em Pratápolis – MG, pela Estrada de Ferro São Paulo e Minas (E.F.S.P.M.) em 1928. Apenas graças ao relato de uma funcionária da fábrica, pude saber que dentro do prédio, ainda pode-se ver indícios de que lá, um dia funcionou uma estação ferroviária, como placas (não perguntei quais), rebaixamento da plataforma por onde entravam os vagões de minério, e alguns pequenos detalhes nas paredes. Andei por todo o seu entorno e não consegui mais informações além dessas, por lá, ninguém sabia nada, nem sequer da existência de uma estação por ali. Tentei entrar, mas na portaria me disseram que muita gente já procurou a estaçãozinha para fins de pesquisa escolar, que os responsáveis já estavam cheios disso, e que provavelmente não liberariam a entrada. Documentei-a da melhor maneira que encontrei e de lá segui para a Estação 28…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER USINA

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

PARANAPIACABA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 10.02.2012
DESTINO: Estação Paranapiacaba
LOCALIZAÇÃO: Município Santo André – SP
COORDENADAS: 23°46’32.65″S 46°18’12.32″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em pleno uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1867
CONSTRUÇÃO: São Paulo Railway
STATUS DO PRÉDIO: Destruído por um incêndio, hoje existe somente uma cabine de controle no local
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Fui sozinho até Paranapiacaba, conhecer de perto o famoso universo ferroviário do qual tanto se fala. É uma cidadezinha dividida em duas partes, a “cidade alta” e a “Baixa” que é a vila propriamente dita. Divididas pelo pátio de manobras, o acesso entre os dois lados é feito através de uma passarela já bem envelhecida, desgastada e por que não dizer, praticamente abandonada. Descobri isso de uma maneira bem chata, pois como cheguei por cima (parte alta), achei que estacionaria facilmente a “Pretona” e andaria por lá tranquilamente. Ledo engano, além de não poder estacionar naquelas estreitas vielas, ainda tive que voltar pela rodovia por alguns quilômetros, para aí sim, pegar uma estrada de terra “não muito boa” e conseguir chegar a vilinha inglesa, lá embaixo. Dei sorte, pois cheguei ao local uns 15 minutos antes do nevoeiro, que cobriu totalmente o lugar num espaço de poucos minutos, e assim pude ver e colher imagens daquele local que um dia foi um símbolo inconteste da pujança ferroviária nacional. É uma vila que tem um ar de abandono muito forte, tudo por lá está enferrujado, muitas linhas desativadas, com composições abandonadas há anos, e o pior, para os que vivem por lá, isso parece não fazer nenhum efeito, parece tudo normal, tudo comum, tudo certo. Até o fato de terem uma réplica do Big Ben no meio do seu quintal, e o típico fog londrino compondo o seu cotidiano, não parece tocar os funcionários da concessionária, que trabalhavam e agiam como robôs (pelo menos enquanto estive lá, foi assim). A vila é de uma beleza ímpar, com o casario de madeira, ainda da época da sua construção resistindo da forma que dá. Lá convivem lado-a-lado a história quase morta do sonho ferroviário nacional, e as operações práticas da atual concessionária do trecho, que o mantém em pleno funcionamento, mas ao que parece, sem se preocupar muito com o local e suas raízes (ao que parece, eu disse…). Paranapiacaba está no alto da serra, daí o significado do seu nome: “Local de onde se vê o mar” (com aquele nevoeiro, eu não via meio palmo a frente, imaginem então o mar a quilômetros de distância?), e está ligada a estação de Raiz da Serra (também estive lá) por um trecho de linha com cremalheira, para poder vencer a enorme barreira da inclinação. Andei por lá, conversei com guias turísticos que me disseram maravilhas sobre os atributos naturais do lugar, fui na parte alta da cidade, na vila, entrei no pátio e até nas composições abandonadas, aí a chuva apertou e tive que correr de lá. Não só Paranapiacaba, como Campo Grande, que é um enorme estacionamento de locomotivas que fica um pouco antes dela, são passeios obrigatórios para os aficcionados pelo tema ferroviário. Valeu muito a pena ter ido até lá, vejam as fotos e mini-filme, vocês gostarão.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER PARANAPIACABA

ILUSTRAÇÃO DO LOCAL:
Tendo como base as imagens reais de cada local colhidas pelo Projeto Estações Brasileiras, eu desenvolvo uma ilustração que retrate emocionalmente o espírito de cada estação/parada, ou mesmo do seu entorno, no caso de já não existirem mais. A intenção é que sirva de estímulo para a interpretação crítica de cada um, seja de forma positiva, negativa, carregada de saudosismo, ou mesmo de forma contemplativa apenas. Espero que curtam.
PARANAPIACABA_01

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

FAGUNDES

DATA DA EXPEDIÇÃO: 25.08.2012
DESTINO: Estação Fagundes
LOCALIZAÇÃO: Município Cravinhos – SP
COORDENADAS:  21°16’54.60″S 47°44’0.51″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1910
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, servindo de depósito particular
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Claudinéia de Marchi, Dog e Junior

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Fagundes está localizada praticamente atrás de uma grande empresa de agronegócio na região de Cravinhos. Está conservada, cercada e é hoje uma propriedade particular. Encontrá-la foi difícil, pois nunca consegui referências confiáveis sobre a sua localização, até que um dia resolvi ir até as redondezas de onde ela teoricamente estaria, e utilizando a minha técnica infalível (tentativa e erro), consegui achá-la. É um prédio bonito, no padrão Mogiana, de tijolos aparentes, já um pouco alterado, mas ainda bem mantido. As alterações ao que me pareceu, se resumiram a duas coberturas laterais, que trouxeram os dois lados do telhado quase até o chão, lembrando um chalé. Acho, que para conseguir mais espaço interno para armazenagem. Fagundes está no meio de um grande canavial, e é como uma ilha, ficando bem visível quando a cana está baixa. Como não entrei, não consegui ver as placas e lousas, mas não duvido se ainda estiverem lá, e olha que Fagundes foi desativada em meados da década de 50 hein! Com uma terra vermelha de doer, a cada rajada de vento eu era “tingido” enquanto andava por lá. Completavam o cenário, a Néia na caminhonete, o Dog e o Junior, meu dois Schnauzers latindo que nem loucos…. Fagundes estava no antigo Ramal de Jandaia entre as estações de Bifurcação e Arantes (também visitadas por nós) e sua principal função era o escoamento da produção cafeeira, muito forte na região de Cravinhos e Ribeirão Preto naquele tempo. Dela seguimos para a “Figueira do Arantes”, aonde se encontram os restos da estação Arantes, já demolida… >>

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

ILUSTRAÇÃO DO LOCAL:
Tendo como base as imagens reais de cada local colhidas pelo Projeto Estações Brasileiras, eu desenvolvo uma ilustração que retrate emocionalmente o espírito de cada estação/parada, ou mesmo do seu entorno, no caso de já não existirem mais. A intenção é que sirva de estímulo para a interpretação crítica de cada um, seja de forma positiva, negativa, carregada de saudosismo, ou mesmo de forma contemplativa apenas. Espero que curtam.
FAGUNDES_01

POSTERS VINTAGE:
São ilustrações com base fotográfica, que faço sobre algumas estações que representaram algo para mim. Também tenho feito sob encomenda para pessoas que querem presentear alguém ou mesmo simplesmente tê-las para recordação de algum momento marcante, ou apenas como decoração. Todo o valor obtido com a venda destas telas, é revertido integralmente para custear novas expedições do Projeto. Nada é destinado a mim ou ao meu sustento, para isso: eu trabalho.
COLLECTION_02

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

VINHEDO

DATA DA EXPEDIÇÃO: 13.02.2012
DESTINO: Estação Vinhedo
LOCALIZAÇÃO: Município Vinhedo – SP
COORDENADAS: 23° 1’46.59″S 46°58’16.49″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em pleno uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1872
CONSTRUÇÃO: Companhia Paulista de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, mal conservado e servindo de moradia
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Claudinéia de Marchi

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
A estação de Vinhedo está localizada numa área central da cidade, mal conservada e com uma pequena composição de 3 vagões abandonados no seu pátio. Recentemente recebi a notícia de que o carro da administração da Fepasa, que por sorte, consegui documentar aqui através das fotos e do mini-filme, havia pegado fogo. Uma pena, pois vai-se mais do que um simples caixote de madeira com banheira e truques, sobre uma linha (vide mini-filme). Vão-se décadas de história que poderiam certamente fazer a diferença na formação de muita gente. No jogo de empurra, a prefeitura diz que a responsabilidade é de uma associação cultural local, mas que também carece de liberações de extinta R.F.F.S.A., enfim um imbróglio daqueles. O prédio é hoje habitado por uma família que, ao que me pareceu, nem cuidar direito do seu cão consegue, pois quando nos viu por lá, foi logo escondendo a sujeira do animal, certamente pensando que éramos da vigilância sanitária. Na estação ainda pode-se ver os trilhos,  os dísticos, o local da placa de quilometragem já sem placa, a cabine de controle mais a frente, a plataforma com suas mãos francesas sustentando a cobertura e o requinte de crueldade: uma pequena antena parabólica em cima do telhado (sinal dos tempos). A estação de Vinhedo é triste e faz questão de mostrar isso, e dela seguimos para Valinhos… >>

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER VINHEDO

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.