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USINA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 29.09.2012
DESTINO: Estação Usina
LOCALIZAÇÃO: Município Ribeirão Preto – SP
COORDENADAS: 21° 8’14.89″S 47°47’3.05″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1928
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro São Paulo e Minas
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, cercado e servindo de refeitório de uma fábrica
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Claudinéia de Marchi

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Todas as pesquisas apontavam Usina como demolida ou sem maiores informações, partindo disso, fui até lá para constatar este fato, e não é que me surpreendi positivamente? Usina está em pé, servindo de refeitório dentro de uma indústria, no local aonde funcionava há tempos, a Penha, uma indústria de implementos agrícolas, aqui em Ribeirão Preto, na Avenida Brasil, bem atrás do Aeroporto Leite Lopes. Usina foi construída dentro de uma metalúrgica que processava o minério trazido do Morro do Ferro (também estivemos lá, e a encontramos) em Pratápolis – MG, pela Estrada de Ferro São Paulo e Minas (E.F.S.P.M.) em 1928. Apenas graças ao relato de uma funcionária da fábrica, pude saber que dentro do prédio, ainda pode-se ver indícios de que lá, um dia funcionou uma estação ferroviária, como placas (não perguntei quais), rebaixamento da plataforma por onde entravam os vagões de minério, e alguns pequenos detalhes nas paredes. Andei por todo o seu entorno e não consegui mais informações além dessas, por lá, ninguém sabia nada, nem sequer da existência de uma estação por ali. Tentei entrar, mas na portaria me disseram que muita gente já procurou a estaçãozinha para fins de pesquisa escolar, que os responsáveis já estavam cheios disso, e que provavelmente não liberariam a entrada. Documentei-a da melhor maneira que encontrei e de lá segui para a Estação 28…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER USINA

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

AMÁLIA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 07.09.2012
DESTINO: Estação Amália
LOCALIZAÇÃO: Município Santa Rosa de Viterbo – SP
COORDENADAS: 21°26’30.06″S 47°20’31.09″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1908
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro Santos Dumont
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, cercado e servindo como depósito de uma usina
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e José Antonio Thomaz

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Primeiramente o meu muito obrigado aos responsáveis pela Usina Amália, por compartilhar com a comunidade a riqueza histórica que possuem por lá. Isso posto, vamos ao que vimos no local. A estação Amália é hoje “apenas” um velho depósito e está sendo utilizado possivelmente para guardar algo relacionado a papel, embalagens ou afins (pelo menos foi isso que vimos ao seu redor). É um prédiozinho tímido, acanhado e espremido ao lado de enormes galpões, maiores e mais modernos, o que não tira, nem diminui a sua personalidade. Ainda pintado na cor amarela, que imagino ter sido o seu padrão original, o prédio está protegido por uma grande cerca de arame farpado, que nos impediu de entrar e captar imagens mais detalhadas e próximas. Mesmo assim, andamos por lá e vimos o que um dia foi uma vila (ou colônia), pujante, forte e com muita alma (bem caracterizada até hoje pela sua arquitetura e estilo). Amália tem ainda um monumento um pouco à frente da estação, que imagino ser uma homenagem aos áureos tempos do café, que são duas locomotivas “Maria-Fumaça” expostas sob uma cobertura já bastante deteriorada, que em nada mais as protege da ação do tempo e do clima. Lá, a impressão que tive, foi a de abandono, mas percebi o valor inestimável de cada um dos locais visitados, porém ao que parece, existe cada vez menos força (financeira?) para mantê-los vivos. Amália foi uma grata experiência e, certamente um dos pontos altos deste projeto, pelo qual me apaixono mais e mais a cada dia, e para concluí-lo dignamente, conto com a ajuda de vocês, ok? De lá seguimos para Nhumirim…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

ILUSTRAÇÃO DO LOCAL:
Tendo como base as imagens reais de cada local colhidas pelo Projeto Estações Brasileiras, eu desenvolvo uma ilustração que retrate emocionalmente o espírito de cada estação/parada, ou mesmo do seu entorno, no caso de já não existirem mais. A intenção é que sirva de estímulo para a interpretação crítica de cada um, seja de forma positiva, negativa, carregada de saudosismo, ou mesmo de forma contemplativa apenas. Espero que curtam.
AMALIA 01

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PONTAL

DATA DA EXPEDIÇÃO: 18.09.2011
DESTINO: Estação Pontal
LOCALIZAÇÃO: Município Pontal – SP
COORDENADAS: 21° 1’16.70″S 48° 2’20.40″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em processo de restauração para uso turístico
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1903
CONSTRUÇÃO: Companhia Paulista de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, fechado e abandonado
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e José Antonio Thomaz

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Pontal foi uma das primeiras estações visitadas pelo Projeto Estações Brasileiras, há mais ou menos um ano. Quando estive lá, o local estava todo depredado, seu entorno abrigava alguns usuários de drogas, e o prédio da antiga estação estava lacrado por tijolos, parcialmente derrubado e sem telhado. O enorme armazém que fica defronte a estação era o que apresentava melhores sinais de conservação. A vila ferroviária ao lado também não estava nos seus melhores dias, e não pude perceber nenhum sinal de melhoria por lá. Agora com o Projeto Trem da Cana, um trem turístico/temático que vai ligar Sertãozinho à Pontal, resgatando um pouco da história férrea da região, espero que ocorra uma revitalização de todo o trecho incluindo as suas estações. Torço muito para que isso ocorra. Espero voltar lá em breve, para poder apreciar o trecho restaurado pela parceria firmada entre a AMPF (Associação Mogiana de Preservação Ferroviária), prefeituras locais e a concessionária FCA (Ferrovia Centro-Atlântica). Por enquanto é isso, mas se tiverem conteúdo mais atual, é só me enviar. De lá, seguimos para Passagem…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.