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VICTOR SUDRIERS*

ESPECIAL URUGUAI
Nas seções especiais, diferentemente das demais, o intuito é mostrar de forma rápida, algumas estações em que estive fora do Brasil. É somente uma forma de compartilhar informação e vivências acerca do tema ferroviário, de forma breve, leve e descontraída. Espero que curtam.

 

ESTACIÓN VICTOR SUDRIERS / Outubro de 2014
O complexo da estação Victor Sudriers é sem dúvida o cenário ferroviário mais espetacular em que já estive fora do Brasil. Andar por lá é uma volta absurda no tempo e um festival de surpresas, espantos e tristezas. O lugar é um depósito de locomotivas e um ponto de entroncamento, que até 1944 chamava-se Empalme Olmos, “Empalme” que por lá significa algo como bifurcação/entroncamento e Olmos, que é o nome do local, em homenagem a Octavio Olmos, que foi quem doou as terras para a ferrovia. Pensem numa criança que acabou de ganhar um brinquedo novo no natal! Mas não era somente um brinquedo qualquer, era o complexo todinho de Victor Sudriers, e isso, sinceramente, só vão entender os apaixonados pelo tema ferroviário e quem explorar cada cantinho do lugar, como eu fiz. Trouxe fotos em quantidade e também vídeos, que futuramente editarei e publicarei aqui para enriquecer ainda mais a postagem, mas por enquanto, venham comigo viajar nas fotos deliciosas, de um passado ferroviário tão decadente quanto o nosso, e tudo aqui, bem do ladinho, no belo, charmoso e pequenino Uruguai. As oficinas dali foram fechadas em 1953 e tiveram suas atividades mudadas para os “talleres” de Peñarol, onde também estive. Mais tarde, em 1975 retornaram numa configuração bem mais modesta. A ferrugem é abundante, o grande girador, a enorme caixa-d’água, os vagões de madeira, as flores que crescem sobre os antigos desvios abandonados, que cenário! Corri por lá, enquanto a Néia (minha mulher) me seguia e me fotografava com todo aquele furor. Guindaste, plataforma, dísticos, placas, oficinas, cabine de controle, aço, ferro, madeira velha, tudo ali, pronto para ser registrado e, creiam, se eu pudesse, dormiria ali para poder explorar mais e mais, porém, tinha que seguir adiante e novamente acelerei o passo para registrar o máximo que pudesse. Fica aqui registrado o meu agradecimento ao segurança do local, cujo nome me foge da memória, que foi extremamente cordial e me deixou andar pelo local sem ressalvas, ato que, nos dias futuros, eu perceberia ser bastante raro, pois no complexo de Peñarol, nem entrar alguns metros eu pude. Normalmente publico aqui apenas as minhas percepções acerca dos temas e locais visitados, porém acho que este trecho retirado da Wikipedia pode ser complementar e ajudar a criar um clima adequado para quem se puser a ver todas as fotos com olhos atentos e espírito receptivo, espero que façam uma grande viagem, assim como eu fiz quando estive lá e também agora, ao escrever este post. Abaixo o texto:

“El primer asentamiento moderno data del siglo XIX aunque su establecimiento definitivo está relacionado con la instalación del ferrocarril. Si bien se pueden encontrar referencias al paraje desde 1726, en el reparto de tierras a los primeros pobladores de Montevideo, que realizó Pedro Millán.

La historia de Empalme Olmos comienza en 1890 cuando en la zona comenzaron los trabajos para construir el empalme de la ya existente línea férrea denominada North Eastern Uruguay Railway (Ferrocarril a Minas desde 1889), con una nueva línea hacia el este (Maldonado y Rocha) que se donominaba Uruguay Great Eastern Railway (UGER). Los campos ubicados en la séptima sección judicial del departamento de Canelones, donde se llevaban a cabo estos trabajos fueron donados por Octavio Olmos, es así que en agradecimiento a él, el lugar pasó a denominarse Empalme Olmos. Poco tiempo después en el mismo lugar se construyó una precaria estación, y más tarde en 1890 se construyeron algunos galpones que oficiaban como talleres, donde las empresas realizaban la reparación y mantenimiento del material rodante.

En 1894 y luego de que la empresa Uruguay Great Eastern Railway abandonara los trabajos en la línea a Rocha por conflictos con el Estado, la empresa North Eastern Uruguay Railway retoma esos trabajos. Esto llevó a la ampliación de los talleres en el empalme, atrayendo nuevos pobladores a la zona. Además la propia empresa construyó viviendas y oficinas para su personal.

Finalmente el 21 de mayo de 1895 se inauguró el tramo entre Empalme Olmos y la estación La Sierra (hoy Gregorio Aznárez), la que sería destino de línea hasta el año 1909. En ese mismo año la empresa decidó además instalar allí sus grandes talleres, encargados de la reparación y mantenimiento de todo el material perteneciente a la línea.

Es así que por convención se toma la fecha del 21 de mayo de 1895 como fecha de fundación de la localidad de Empalme Olmos, ya que fue el tren y las compañías las que atrajeron a sus pobladores.

El 1 de enero de 1919 la línea pasa a manos del Estado, mientras que en 1920 se creó la Administración de Ferrocarriles y Tranvías del Estado (FTE), por lo que la línea pasó a ser administrada por este organismo.5 Para ese momento Empalme Olmos era un próspero pueblo que ya contaba con varios comercios. Por lo que hoy es la ruta 8, pasaba en aquel entonces el camino a Maldonado, el cual se unía a la localidad a través de un modesto camino que posteriormente se convertiría en la actual Avda. Luis A. De Herrera. Este camino pasó a ser de cemento para el año 1926, material fue importado desde Alemania.

En 1931 se inauguró el actual edificio de la escuela en predio donado por la FTE, mientras que el servicio de energía eléctrica para toda la población llegó en 1934, ya que hasta ese momento la empresa de ferrocarril suministraba corriente a las viviendas de sus empleados. En 1935 se inaugura el actual edificio del Club Social Uruguayo del Este, centro de la actividad social del pueblo.

El 26 de marzo de 1937 comenzó a funcionar en la localidad una empresa de azulejos, cuyos pioneros fueron Carlos von Metzen von Bülow, Ricardo Rodolfo Bayer y su hijo Rodolfo Ricardo. Más tarde en 1942 con la expansión de la compañía surge la marca Olmos. En 1945 Oscar Sena pasa a formar parte de la compañía, surgiendo así Metzen y Sena. En años posteriores esta empresa local pasó a producir además, porcelana sanitaria y vajilla de porcelana.

El 24 de abril de 1944 la estación Empalme Olmos cambió su nombre al de Estación Ingeniero Víctor Sudriers. En 1953 se desmanteló gran parte de los talleres trasladándose toda la actividad a los talleres de Peñarol, ya que para el año 1949 se había llevado a cabo la fusión de los ferrocarriles británicos adquiridos en 1949, con los Ferrocarriles y Tranvías del Estado y se había creado la Administración de Ferrocarriles del Estado (AFE). Estos talleres fueron reabiertos el 28 de octubre de 1975 pero con un número inferior de trabajadores.

En 1961 se termina de construir la Parroquia Santa Rosa de Lima, centro religioso de la localidad. El 26 de febrero de 1971 OSE inaugura la red de distribución de agua potable con una longitud de 1500 metros y su tanque de depósito con 40.000 litros de capacidad. En 1987 se oficializa el Liceo de Empalme Olmos. El 2 de enero de 1988 se suprimen todos los servicios de trenes de pasajeros generando problemas de transporte. En 1990 comienzan los cursos de la UTU a formar jóvenes para distintas especialidades.”

Abaixo seguem fotos e o mapa de sua localização:

FOTOS DO LOCAL:

PANORÂMICAS DA ESTAÇÃO:
Com o compromisso de oferecer o máximo de detalhes que puder colher em cada local visitado, agora disponibilizo também imagens panorâmicas, para que tenham a sensação não só da estação, como também do seu entorno, espero que curtam.
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MAPA DO LOCAL:

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

DR. LORENZO CARNELLI*

ESPECIAL URUGUAI
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ESTACIÓN DR. LORENZO CARNELLI / Outubro de 2014
Dr. Lorenzo Carnelli está pouco à frente da estação central (General Artigas), no sentido do bairro Peñarol. Seu nome é uma homenagem a um político e advogado uruguaio falecido em 1960. A estação, pelo que pude perceber, é uma base de controle da AFE (Administración de Ferrocarriles del Estado) e por lá, existem vários desvios e ramais ainda ativos. O lugar é bem no meio da zona portuária de Montevideo e deve possuir um movimento relativamente alto de trens de carga, porém no dia em que estive por lá, não havia trens em atividade. Andei pelo local, fui logo colhendo imagens e vídeos, pois um segurança que estava “me mirando” de dentro de uma cabine, de bate-pronto já me olhou e ficou me acompanhando o tempo todo, bem desconfiado das minhas intenções por aquelas bandas. Depois de alguns poucos minutos explorando, fui até próximo dele e, adivinhem? Fui convidado a retirar-me dali, sob os argumentos de que é uma área privativa e portanto, proibido de se filmar qualquer coisa. Tentei argumentar num portunhol sofrível, na esperança de despertar nele um sentimento de piedade (pela vergonha/vergüenza*) que eu estava passando ali naquele momento, mas nem isso o abalou e, sendo assim, tive que partir. Ainda enrolei um pouco, andei pelos trilhos, fotografei a cabine de controle, a plataforma, as placas e plaquetas e pude respirar um pouco daquele ar portuário/ferroviário exalado num dia de céu azul maravilhoso. Espero que gostem das imagens (o mini-filme, estará disponível num momento futuro, pois é mais complexo de se fazer, o que demanda mais tempo e cuidado) e, se forem a Montevideo, forem fãs do tema férreo, dêem uma passadinha por Lorenzo Carnelli, nem que for para encher a paciência daquele segurança emburrado, rerere… Abaixo um pouco mais de informação sobre Dr. Lorenzo Carnelli, retirada da Wikipédia:

“Diputado electo por Montevideo en 1913, aunque no ocupó su banca; posteriormente fue electo por Durazno en 1917; integró la Asamblea Constituyente en 1916 y 1919; en 1921 fue miembro del Directorio de la Caja de Jubilaciones.En su labor parlamentaria cabe destacar: ley de la Caja de Jubilaciones y Pensiones, ley de trabajo nocturno, ley de vivienda decorosa, prevención de accidentes, descanso semanal, licencia obligatoria, salario vacacional, además de su prédica por la acción organizada de los trabajadores en los sindicatos. Se afiliaba ideológicamente a los postulados del socialismo utópico; admiraba a Robert Owen, Charles Fourier y Louis Blanc. Aún siendo blanco, era pues cercano en su pensamiento al batllismo, aunque considerándose “adelantado a éste en ideas”. Es recordado por su ruptura con el Partido Nacional, para fundar el Partido Blanco Radical (1925-1933). Una notoria consecuencia de las mismas, se vio en las elecciones de 1926, en las cuales perdió Luis Alberto de Herrera por apenas un 1%, y habiendo obtenido Carnelli un 2,2%. Escribió varias obras de carácter jurídico, entre las cuales se destacan Cuestiones de procedimiento civil, La premeditación en el Código Penal uruguayo; y obras de carácter historiográfico, como Oribe y su época o sus notas sobre Pablo de María.”

Abaixo seguem fotos e o mapa de sua localização:

FOTOS DO LOCAL:

PANORÂMICAS DA ESTAÇÃO:
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MAPA DO LOCAL:

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
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GENERAL ARTIGAS*

ESPECIAL URUGUAI
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ESTACIÓN GENERAL ARTIGAS / Outubro de 2014
Inaugurada em 1897, a Estação Central General Artigas encontra-se atualmente abandonada e servindo apenas como abrigo de mendigos ao redor da sua imensa e imponente fachada/marquise. Pilastras grandiosas, sinalização dos guichês de venda de bilhetes, suportes das placas da época, mãos-francesas, enfim, tudo isso ainda resiste por lá, junto com o incrivelmente forte odor de urina e fezes, que satura o local. Andei por toda a estação mas não pude entrar, pois estava trancada e pelo que pude constatar, não há atividade dentro dela, restando por parte da população a esperança de uma reativação para algum fim comercial, o que sinceramente não sei se acontecerá num futuro próximo. Projetada pelo engenheiro e arquiteto italiano Luigi Andreoni a estação homenageia o General José Gervasio Artigas, uma sumidade por lá, visto que a principal avenida da cidade (a que leva a gente para todo lugar) também leva o seu nome, e logo de cara, me levou a perceber que o homem era de extrema relevância para aquele país (me instigando a pesquisar mais sobre a vida dele no meu retorno ao Brasil). A estação foi fechada ao público em 2003 e desde então agoniza em silêncio. Eu, como vejo beleza em tudo (ou quase), quando o assunto é relacionado ao tema ferroviário, me deliciei andando e observando cada detalhe por lá, mesmo tendo que inspirar aquele odor fétido que o lugar exalava. Para os interessados, abaixo um pouco da história do local, que retirei da Wikipedia:

“La Estación Central General Artigas (Montevideo, Uruguay) fue inaugurada el 23 de junio de 1897, siendo librada al servicio público el 15 de julio de ese año y clausurada el 1 de marzo de 2003, reemplazada por un apeadero 500 metros hacia el norte. A consecuencia de esto, los trenes perdieron 100.000 pasajeros por año. El 14 de diciembre de 1891 un incendio destruyó la antigua estación de Montevideo. El Ferrocarril Central comenzó entonces a construir el edificio actual. Los trabajos se iniciaron en 1892 y la piedra fundamental fue colocada el 27 de agosto de 1893. Entre el incendio y la inauguración, se instaló una estación provisoria detrás de la obra.

El edificio actual.
La Estación Central fue inaugurada el 23 de junio de 1897, siendo librada al servicio público el 15 de julio de ese año. El diseño fue del ingeniero Luis Andreoni. En 1912, con la culminación de las obras del puerto de Montevideo, se conecta la vía de la calle Río Negro con las vías de la terminal marítima, a la altura de la calle Río Branco. Posteriormente, una vez ganado terreno al mar al costado de la rambla, se construye otra conexión del lado de la rambla casi la calle Guatemala. En 1930 las boleterías, que se encontraban sobre la calle Río Negro, fueron trasladadas al gran hall central, hasta ese entonces ocupado por el restaurante. El 31 de enero de 1949 se coloca una placa en homenaje a la nacionalización de los ferrocarriles. El 19 de noviembre de 1952 el Ferrocarril Central del Uruguay (FCCU) y los Ferrocarriles y Tranvías del Estado (FTE) se fusionan en la Administración de Ferrocarriles del Estado (AFE). En 1955 el Poder Legislativo le dio el nombre de “Estación Central José Artigas”. El nombre actual, “Estación Central General Artigas”, data de 1974. Fue declarada Monumento Histórico Nacional por la Resolución 1097/975 del 8 de julio de 1975. En 1977, coincidiendo con la puesta en servicio de los trenes rápidos Ganz Mavag, el hall de la Estación fue modernizado, dándole el aspecto que hoy presenta. El 2 de enero de 1988, al suprimirse todos los servicios de pasajeros, la estación se utilizó para exposiciones de diversa índole, mientras que las oficinas permanecieron allí y su playa de carga y de maniobras estuvo continuamente en actividad. Conciertos de Duran Duran y Iron Maiden (entre otros) fueron ofrecidos allí, utilizando la zona de vías como escenario y platea. A partir de 1991 comenzaron a circular trenes especiales de pasajeros hacia diversos puntos del país partiendo de Estación Central. El 25 de agosto de 1993 se reiniciaban los servicios regulares de pasajeros entre Montevideo y 25 de Agosto partiendo desde la Estación Central.”

Abaixo seguem fotos e o mapa de sua localização:

FOTOS DO LOCAL:

PANORÂMICAS DA ESTAÇÃO:
Com o compromisso de oferecer o máximo de detalhes que puder colher em cada local visitado, agora disponibilizo também imagens panorâmicas, para que tenham a sensação não só da estação, como também do seu entorno, espero que curtam.
PANORAMICA_GEN_ARTIGAS

MAPA DO LOCAL:

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GARZÓN*

ESPECIAL URUGUAI
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ESTACIÓN GARZÓN / Outubro de 2014
Pueblo Garzón é uma cidadezinha ao melhor estilo “Velho Oeste” americano, situada no Departamento (estado/província) de Maldonado – UY e por lá vivem hoje, cerca de 198 pessoas, que pelos idos de 1908 eram em torno de 2.000 e muito dessa densidade populacional provavelmente deveu-se à ferrovia. Hoje a cidade (Pueblo ou Vila, como quiserem) está praticamente abandonada e o principal atrativo é o Restaurante e Bodega “El Garzon” do Chef argentino Francis Mallmman, local aonde pudemos conhecer rapidamente, pois tínhamos que seguir nossa jornada. Também existem vinícolas por lá. A estação, hoje desativada, está localizada fora da vila, porém logo na entrada, vindo por uma estrada de terra batida. Está em pé, com placas, pátio, plataforma e um frontão de entrada lindíssimo. Outro elemento de charme são as enormes palmeiras que nos acompanham até o prédio e lá nos fazem companhia durante a exploração do lugar. Havia algum tipo de reforma em curso, mas absolutamente ninguém por perto, então pude ver em detalhes e calmamente cada fresta desta jóia ferroviária dos nossos irmãos uruguaios. Com a desativação do trecho ferroviário que ligava Montevideo a Rocha e que, por ali mantinha trens com 4 freqüências diárias, a cidade se limitou a ter a Ruta 9, há 11 Km dali, como única via de acesso, desestimulando assim um crescimento maior do lugarejo. Eu fui, vi e curti. Para quem gosta de lugares rurais, calmos e pequenos, vale a visita. A propósito, a palavra “Garzón” é derivada do francês e significa “Muchacho” ou “Mozo” (rapaz, jovem ou moço em português).

FOTOS DO LOCAL:

PANORÂMICAS DA ESTAÇÃO:
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PANORAMICA_GARZON

Jamais esquecerei esta vista.

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BALNEARIO SOLÍS*

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ESTACIÓN BALNEARIO SOLÍS / Outubro de 2014
Estive no Balneario Solís vindo de Punta Del Este, sentido Montevideo, num dia nublado, porém muito bonito. A estaçãozinha fica bem próxima a uma parada (conveniência?) chamada Los Cardos, logo após a ponte sobre o Arroyo Solís Grande, no entroncamento da Ruta Interbalnearia com a Ruta 9 a uns 300 metros adentro seguindo uma estradinha de terra. Não consegui imagens de detalhes dela, pois 3 Pitbulls faziam a guarda da estação, e  só me dei conta, quando já estavam ao meu redor, então usei a estratégia de fazer cara feia, não  arredar o pé, tirar as minhas fotos e sair tranquilamente. Deu certo, mas deu medo, rerere… Por lá, reside uma família, mas não consegui conversar com eles, apenas vi uma mulher e uma criança, que logo entraram na estação, atual casa deles. Abaixo um pouco da história do local, que retirei da Wikipedia:

“Desde sus comienzos se relacionó con su actividad turística, el balneario era visitado en sus inicios por los ingleses, que en ese momento se encargaban de la construcción y administración del ferrocarril. Las primeras edificaciones del balneario datan de la década de 1940, contando en 1950 ya con 3 hoteles, el Hotel Solís, el Hotel Chajá y el Hotel Alción. Este último hotel es el único que sigue funcionando y en donde se ubica la colonia de vacaciones del Sindicato Médico del Uruguay.”

Abaixo seguem fotos e o mapa de sua localização:

FOTOS DO LOCAL:

PANORÂMICAS DA ESTAÇÃO:
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PANORAMICA_BALNEARIO_SOLIS

BEM-VINDOS!

MAPA DO LOCAL:

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PEÑAROL*

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ESTACIÓN PEÑAROL / Outubro de 2014
A estação Peñarol, está localizada no bairro homônimo na cidade de Montevideo e, hoje serve como base local da AFE – Administración de Ferrocarriles del Estado e também como um museu. O prédio da estação assim como o seu entorno foi restaurado recentemente e está em boas condições. Por lá o clima ferroviário se faz presente por todo lado, pois bem em frente, existe um grande pátio férreo, casas de conserva, oficinas, cancelas, cabines de controle, enfim, um prato cheio para os aficcionados pelo tema. O complexo começou a funcionar em 1891 e hoje, apesar do ar de abandono, ainda serve como depósito de locomotivas, aonde não pude de forma nenhuma entrar para documentar. Ter estado por lá, valeu cada segundo e me rendeu um amigo, Eduardo Burgos, que me apresentou o local e foi extremamente gentil. Valeu.

Abaixo seguem fotos e o mapa de sua localização:

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

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