Posts encontrados com a Tag: "TORIBA"

HAMMOND

DATA DA EXPEDIÇÃO: 23.11.2013
DESTINO: Estação Hammond
LOCALIZAÇÃO: Município Guariba – SP
COORDENADAS: 21°24’01″S 48°12’41″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1892
CONSTRUÇÃO: Companhia Paulista de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, cercada, dentro de uma propriedade particular
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Vinicius Costa

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Hammond é um lugar daqueles em que a gente demora a perceber que é real. Há muito, eu estava para ir até lá, tudo me fascinava a respeito do local, sua história, o seu nome imponente e ímpar, o fato de ainda estar preservado, enfim, tudo isso me atiçava a ir o quanto antes, e assim fiz. A velha estação está preservada dentro de uma fazenda, “Barreiro” se não me falha a memória, e após visitarmos a estação de Guariba, conseguimos várias dicas de como encontrar Hammond. Chegando lá, uma simpática senhora, cujo nome me foge agora, nos recebeu com um largo sorriso no rosto e se ofereceu para nos mostrar todo o local, pois segundo ela, o trabalho que estávamos fazendo, era de imensa importância para a história do local e do país. Depois de ouvir isso, eu assumo, quase chorei de emoção, pois são essas pequenas recompensas que me movem neste Projeto, mas enfim, sigamos em frente. Vimos todo o prédio da estação construída em 1892, sua plataforma ainda em pé, hoje servindo de garagem para os moradores, o dístico, a caixa-d’água redonda, a placa grafada “Hammond” ao fim da plataforma, os guichês de venda de bilhetes e telegramas, a placa da escola que havia no local, enfim, um prato cheio para quem gosta do tema. Os acabamentos de madeira dos guichês são um capítulo à parte, uma preciosidade sem tamanho, as mãos francesas típicas das estações da Companhia paulista também estavam por lá, e o armazém anexo a estação estava vazio, mas bem conservado. Andamos por lá, vimos em detalhes cada cantinho da estação e também da tulha da antiga fazenda, o seu terreiro de secagem de café e até mesmo o local aonde os escravos viviam. A senhora enquanto andávamos, nos contava estórias do local e detalhava os engenhos que víamos em cada canto. Hammond é uma joia preservada graças a alguma alma iluminada que valoriza a história de um modo geral. Eu não sei se a estação está sob os cuidados do dono da fazenda, mas ao que me pareceu, sim. O nome dele é Sr. Fito, e caso seja ele o responsável pela preservação, fica aqui de antemão o meu reconhecimento. Hammond era o nome de um engenheiro da Companhia Paulista, e agora é o nome de um oásis na região de Guariba. Vida longa à Hammond!

PANORÂMICAS DA ESTAÇÃO:
Com o compromisso de oferecer o máximo de detalhes que puder colher em cada local visitado, agora disponibilizo também imagens panorâmicas, para que tenham a sensação não só da estação, como também do seu entorno, espero que curtam.

PANORAMICA_HAMMOND_01

Estação Hammond vista da entrada da fazenda.

PANORAMICA_HAMMOND_02

Os guichês de venda de bilhete ainda resistem.

PANORAMICA_HAMMOND_03

Fazenda de café ao lado da estação Hammond.

FOTOS DO LOCAL:


MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER HAMMOND

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

CACIQUE

DATA DA EXPEDIÇÃO: 17.01.2012
DESTINO: Estação Cacique (Parada)
LOCALIZAÇÃO: Município Campos do Jordão – SP
COORDENADAS: 22°46’32″S 45°36’06″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim (em uso)
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1930
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro Campos do Jordão
STATUS DO PRÉDIO: Não há prédio, somente uma pequena plataforma quebrada (estribo)
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Claudinéia de Marchi

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
A Estação Cacique (Parada), já não é utilizada pelos trens turísticos da E.F.C.J. há muito tempo. Hoje é apenas um estribo de cimento e tijolos (quebrados), ao lado da placa que marca o local, como o ponto ferroviário culminante do Brasil. Já se chamou Alto do Lajeado e foi ponto final da linha de trens de subúrbio de campos do Jordão, pelos idos de 1950/60. Hoje, está às margens da estrada velha que liga Campos do Jordão à estação Eugênio Lefèvre em Santo Antônio do Pinhal, bem próximo mesmo da estrada, numa passagem de nível aonde se tem uma entrada de serviço do Hotel Toriba. Andamos por lá, vimos cada detalhe, passamos frio, documentamos tudo e seguimos para Gaviã0 Gonzaga, que certamente vale o clique!

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
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BETA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 14.04.2012
DESTINO: Estação Beta
LOCALIZAÇÃO: Município São Simão – SP
COORDENADAS: 21°23’25″S 47°40’10″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1913
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Demolido, nada restou no local
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Jeferson Tomaz Querino

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Beta é uma estação pouco conhecida, pelo menos, o material de pesquisa disponível sobre ela é bem escasso. Andando pela região, consegui colher alguns relatos num evento ferroviário da extinta E.F.S.P.M. (Estrada de Ferro São Paulo e Minas) na antiga estação em Bento Quirino, aonde dois ex-maquinistas, se referiam-se a ela como “Bêta”, mas disseram nada ter sobrado dela, e nesse ponto estavam corretíssimos, mas ainda assim, fui até o local para garantir né? Chegando lá, não encontrei nada a não ser o possível local da sua localização, é uma área descampada e dá para perceber claramente por onde o antigo leito do troco original da Cia. Mogiana passava. Hoje apenas algumas árvores marcam o local. Aparentemente as informações batem, e ali tem toda a cara de ter sido realmente o lugar aonde a velha estaçãozinha viveu por mais de 50 anos. Um detalhe importante é que o lugar está no município de São Simão, próximo a antiga estação Tibiriçá (também desativada), e não em Cravinhos, como tenho encontrado relatado em pesquisas. Tudo hoje está no meio da cana… Mas ao escrever esta frase penso: Tudo o quê? Por lá não há nada….

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

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A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
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HIPÓDROMO

DATA DA EXPEDIÇÃO: 24.04.2013
DESTINO: Estação Hipódromo
LOCALIZAÇÃO: Município São Carlos – SP
COORDENADAS: 22°2’4″S 47°53’23″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em pleno uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1916
CONSTRUÇÃO: Companhia Paulista de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, servindo de moradia
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Alexandre Zeri e Amarildo Lopez

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Hipódromo é um ex-posto telegráfico e uma pequenina construção próxima à estação principal de São Carlos e que fica entre ela e Conde do Pinhal, ainda dentro dos limites urbanos da cidade. Está na Vila Prado, local aonde antigamente havia um clube social e um Hipódromo e que há muito foram demolidos, não tendo restado absolutamente nada deles no local e nem nos arredores. Andamos por lá, vimos as casas da antiga Vila Ferroviária, o leito da linha atual em pleno uso, tendo sido através dele que tivemos acesso visual à estaçãozinha de Hipódromo. É um prédio diminuto, acanhado, por vezes parecendo até uma casinha de bonecas, está cercado e servindo como moradia para alguma família. Quando estávamos lá, fomos abordados por uma senhora que nos perguntou se estávamos ali para tirá-los de lá, o que me mostrou que de fato, aquele pessoal encontra-se ali de forma irregular, bem como tantos outros que conhecemos nessas incontáveis jornadas pelas estações brasileiras. Obviamente não estávamos lá para isso e pude tranquilizá-la, tendo ela saído com um ar bem mais aliviado depois da nossa conversa. Bem, por lá vimos e documentamos a estação e seguimos para Conde do Pinhal.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

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GUAIUVIRA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 22.12.2012
DESTINO: Estação Guaiuvira
LOCALIZAÇÃO: Município Sales Oliveira – SP
COORDENADAS: 20°50’11″S 47°52’40″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1900
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, cercado e fechado
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e José Antonio Thomaz

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Chegamos à Guaiuvira vindos de Cresciúma e a caminho de Sales Oliveira e lá, encontramos uma das mais belas jóias do passado ferroviário da região. Com um prédio ainda imponente, típico padrão arquitetônico da Cia. Mogiana, Guaiuvira foi uma estação do Ramal de Igarapava, e nela existiram vários tipos de comércio em atividade entre sua abertura no ano de 1900 e seu fechamento em 1979. Eram hospedaria, selaria, bar, restaurante, farmácia, enfim, a estação, como tantas outras, era um ponto de conveniência para os que viajavam pelo ramal e claro, também para os moradores locais. Guaiuvira é o nome de uma árvore ornamental típica da região sudeste do Brasil e o fato de ter emprestado o seu nome à estação, sugere que no local devia existir tal árvore, ou mesmo várias delas. Andamos por lá, vimos em detalhes a plataforma, os dísticos, o antigo leito da linha, as lousas, as casas ao lado da estação, que eram provavelmente do chefe da própria e talvez do pessoal da “conserva” local, enfim. Por lá hoje existe uma espécie de vila de sítios ou fazendas, que não sei definir ao certo, mas há vida ao redor de Guaiuvira, sem dúvida. O que me disseram no local, é que o prédio encontra-se ainda sob a jurisdição do DNIT e que por isso nada podem fazer com ele, daí me veio a dúvida sobre quem o teria pintado e também quem o estaria usando como depósito? Bem, independente disso, ele está lá, relativamente conservado e melhor do que muitos outros que vimos por este mundão afora. De lá, seguimos para Sales Oliveira, o que já é uma outra história que contarei, aguardem!

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

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A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
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BAIRRO DOS PRADOS

DATA DA EXPEDIÇÃO: 11.02.2012
DESTINO: Estação Bairro dos Prados (Parada)
LOCALIZAÇÃO: Município Peruíbe – SP
COORDENADAS: 24°16’20″S 46°56’55″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, apenas alguns trechos
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1960/70 (período provável)
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro Sorocabana
STATUS DO PRÉDIO: Ainda em pé, porém em ruínas
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Claudinéia de Marchi

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Bairro dos Prados foi uma parada da Estrada de Ferro Sorocabana, localizada no Ramal de Juquiá, hoje dentro dos limites urbanos de Peruíbe. É apenas uma pequena plataforma (estribo) com estrutura de ferro e cobertura de telhas de amianto (vide fotos e mini-filme), e por lá, o mato alto tomou todo o leito da linha, desativada definitivamente por volta de 2003. Andei por lá, vi de perto aquela singela “homenagem” degradada a um passado esquecido e o máximo que pude fazer, foi documentá-la da maneira que dispunha, para que um dia alguém possa ver o quanto este país se preocupa com a sua história. Bairro dos Prados continua lá, definhando aos poucos… Será que ela merecia isso?

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

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POSTER BAIRRO DOS PRADOS

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FERRAZ

DATA DA EXPEDIÇÃO: 30.03.2013
DESTINO: Estação Ferraz
LOCALIZAÇÃO: Município Rio Claro – SP
COORDENADAS: 22°15’24″S 47°35’18″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1896
CONSTRUÇÃO: Companhia Paulista de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, cercado e servindo de moradia
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Fabiano Pessôa e Priscila Savoia

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estivemos no centenário distrito de Ferraz, pertencente à cidade de Rio Claro, buscando a antiga estação ferroviária da Companhia Paulista, e por lá fomos bem sucedidos. Encontramos a estação ainda em pé, cercada, servindo de moradia particular, e pelo que pudemos comprovar em conversa com a dona da casa (uma senhora bastante idosa e ressabiada), o local foi arrematado em leilão e está com a família dela há anos. Andamos por lá, vimos todo o entorno, o antigo leito, que hoje é uma estrada de terra batida, e detalhes do prédio. Não pudemos entrar, mas tivemos acesso a boa parte dos detalhes, pelo lado de fora mesmo (vide fotos e mini-filme). É um prédio com telhado “duas águas”, dísticos apagados, com a plataforma já sem a cobertura e nenhum sinal de trilhos pelo local. Nas nossas pesquisas prévias pelo Google Earth e pelo Wikimapia, a localização indicada da velha estação é outra, uns 300 metros à frente no sentido de Corumbataí, mas está equivocada, pois como comprovamos “in loco” o prédio encontra-se nas coordenadas acima descritas, sem dúvida nenhuma. Ferraz é um vilarejo aprazível e, por lá, quase tivemos que comprar melancias de um comerciante local para conseguirmos maiores informações acerca da estação, visto que esta era a condição para que ele nos desse as tão preciosas dicas. Felizmente conseguimos as informações sem termos que carregar melancias na caçamba da “Pretona” pelas estradas de terra da região. Ferraz está lá, viva e servindo, o que é mais importante e dela seguimos para Corumbataí…

CURIOSIDADE SOBRE A LOCALIZAÇÃO:
FERRAZ_EARTH

PANORÂMICAS DA ESTAÇÃO:
Com o compromisso de oferecer o máximo de detalhes que puder colher em cada local visitado, agora disponibilizo também imagens panorâmicas, para que tenham a sensação não só da estação, como também do seu entorno, espero que curtam.

PANORAMICA_FERRAZ

Ferraz vista bem de frente.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER FERRAZ

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CAIXA-D’ÁGUA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 11.02.2012
DESTINO: Estação Caixa-D’água (Parada)
LOCALIZAÇÃO: Município Itariri – SP
COORDENADAS: 24°17’43″S 47°06’29″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, apenas alguns trechos
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1937
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro Sorocabana
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, é apenas um estribo com cobertura de telhas de amianto
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Claudinéia de Marchi

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
A estação (parada) Caixa D’Água foi construída pela Estrada de Ferro Sorocabana, no Ramal de Juquiá, e está localizada entre as estações Ana Dias e Raposo Tavares, todas elas no município de Itariri, próximo a Peruíbe, litoral sul de São Paulo. Foi erguida com a finalidade de ser o último ponto de abastecimento das locomotivas antes da subida da serra, daí a origem do seu nome. Estivemos lá, vimos com riqueza de detalhes quase todo o ramal, mas nesta parada especialmente, pudemos explorar com mais cuidado. Andamos, vimos a plataforma (um estribo com cobertura de ferro coberto por telhas), a marcação de quilometragem feita à mão por algum entusiasta ferroviário no banco de cimento, dava um ar de vida ao local. Ali, cercado por bananeiras, num clima úmido e quente, a sensação era de que estávamos naqueles filmes de guerra do vietnã, rerere… Caixa D’Água é um lugar bonito, tem uma estradinha de acesso que leva à rodovia principal que liga Peruíbe a Itariri (vide mapa abaixo), e que sai bem próximo de uma passagem de nível aonde ainda dá para se ver os trilhos do ramal. Por lá, documentamos a plataforma, a caixa d’água, o entorno e seguimos para Ana Dias, pouco à frente.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER CAIXA DAGUA

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CASQUEIRO

DATA DA EXPEDIÇÃO: 09.11.2012
DESTINO: Estação Casqueiro
LOCALIZAÇÃO: Município Cubatão – SP
COORDENADAS: 23°55’25″S 46°24’24″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em pleno uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1896
CONSTRUÇÃO: São Paulo Railway
STATUS DO PRÉDIO: Demolido, hoje somente restou uma passarela no local
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Claudinéia de Marchi

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Casqueiro era uma antiga estação no município de Cubatão construída em 1896, ainda nos tempos da São Paulo Railway como um posto telegráfico. Depois de algum tempo (quase 100 anos para ser mais exato), foi inaugurada uma outra estação, esta, de trens metropolitanos, um pouco mais a frente e abaixo de uma grande passarela sobre a Rodovia Anchieta. A passarela (vide fotos e mini-filme) existe até hoje, a estação não mais, e muito menos o posto telegráfico. Andei por lá, subi na passarela, vi o local exato aonde um dia existiram a estação e a plataforma e só. Nada por lá desperta a atenção para o assunto ferroviário, nada mesmo. Naquele lugar, a pobreza abunda e como o tempo não estava ajudando, resolvi seguir para Cubatão, em busca de histórias mais felizes do que a de Casqueiro.

CURIOSIDADE SOBRE A LOCALIZAÇÃO:
CASQUEIRO EARTH

FOTOS DO LOCAL:


MAPA DO LOCAL:

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QUILÔMETRO 19

DATA DA EXPEDIÇÃO: 18.01.2012
DESTINO: Estação Quilômetro 19 (Parada)
LOCALIZAÇÃO: Município Pindamonhangaba – SP
COORDENADAS: 22°51’56.45″S 45°35’4.22″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim (em uso pela E.F.C.J.)
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1960
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro Campos do Jordão
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, e ainda em uso
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Claudinéia de Marchi

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
A Parada do Quilômetro 19 fica ao lado do Rio Piracuama, bem próxima da Parada Vovó Laurinda, na estrada de ferro que liga Pindamonhangaba a Campos do Jordão. É uma parada simples, feita de ferro e coberta por telhas (vide fotos abaixo), sobre uma pequena plataforma de cimento e tijolos. Ao seu redor podemos ver o Rio Piracuama e suas águas cristalinas (pelo menos quando estive lá, estavam bem limpas), que dão um toque de beleza ao lugar. O barulho das águas, o ar nostálgico e a estrada de ferro cortando o asfalto fazem do Quilômetro 19 um lugar aprazível ainda hoje. A Parada serviu como ponto de chegada para banhistas que vinham ao Rio Piracuama e pelo que li, também servia para escoamento de leite de uma fazenda próxima. Eu estive lá e pude obter boas imagens da paradinha para vocês, espero que gostem. De lá seguimos para Vovó Laurinda… >>

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

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POSTER QUILÔMETRO 19

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