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ITAIPU

DATA DA EXPEDIÇÃO: 02.01.2014
DESTINO: Estação Itaipu
LOCALIZAÇÃO: Município Limeira – SP
COORDENADAS: 22°36’17.38″S 47°22’19.21″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em pleno uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1896
CONSTRUÇÃO: Companhia Paulista de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Demolido
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Daniel Franc, Amarildo Lopez e Luciano Rossi

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estivemos em Itaipu num dia pós chuvas torrenciais, o que dificultou muito o nosso acesso até o local em que ela se encontra, às margens do Ribeirão do Tatu. Tentei entrar numa plantação de milho com a “Pretona” mas acreditem, em menos de 4 metros percorridos, afundamos na terra fofa (sim, nem era barro) e, se não fosse uma roda ter ficado na grama e o 4×4, não teríamos saído de lá de jeito nenhum. Bem, a partir daí, voltamos com a “Pretona” para o asfalto e seguimos a pé até o leito da linha que margeia o córrego, mas ainda assim atolamos a pé mesmo, rerere… O Daniel Franc, o Luciano Rossi e o Amarildo Lopez me acompanharam nessa jornada, o que foi fundamental, pois para encontrarmos de fato, os restos da plataforma, foi necessário que podássemos um matagal que escondia as ruínas, só assim conseguimos documentá-la. A habilidade ímpar destes 3 com os facões era percebida a cada golpe, o que me fez prontamente pensar em nunca mais deixar de levá-los comigo para as minhas incursões mato adentro. O Luciano Rossi que é um “Mountain Biker” da região se dispôs a nos acompanhar e isso facilitou bastante a nossa expedição naquele dia. Andamos por lá, percebemos que sempre que o Ribeirão enche e transborda a linha fica praticamente submersa naquele trecho, pouco mas fica, deixando o local com um acesso bastante prejudicado. Por lá, apenas restos de uma plataforma pequena agoniza no meio do mato. Nada de recuos, nada de restos de desvios, nada de caixa-d’água, enfim, estão lá a plataforma e uma pontezinha metálica pequena, para escoamento de água para o riacho. Para quem nnao tinha nada, a pontezinha foi o que nos chamou a atenção, mas nada além disso. Sendo assim, chamei de volta os meus amigos “Mateiros” e seguimos para a estação Tatu pouco à frente, esta sim, bem mais interessante…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER ITAIPU

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

BOA VISTA VELHA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 10.02.2012
DESTINO: Estação Boa Vista Velha
LOCALIZAÇÃO: Município Campinas – SP
COORDENADAS: 22°53’11.49″S 47° 8’33.51″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1875
CONSTRUÇÃO: Companhia Paulista de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, porém abandonado e depredado
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estive sozinho em Boa Vista Velha quando vinha de Cordeirópolis e seguia para Paranapiacaba. Passar por lá, foi uma experiência interessante, o local é um antigo entroncamento da Companhia Paulista e por lá, vê-se muito da situação atual das ferrovias no país, que é uma mistura de abandono e utilização extrema. Abandono de tudo que não serve mais, como material rodante e o antigo prédio, e o uso extremo das vias ainda ativas até o seu limite, explorando tudo o que pode ser explorado de forma fria e pragmática. Boa Vista Velha está exposta, seu prédio está num estado sofrível, todo pichado, quebrado, com o teto caindo em algumas partes, seu assoalho já não existe mais a tempos, deixando o pavimento inferior (porão?) à vista, enfim, é triste de se ver. Atrás do prédio construiram uma estação de rádio-base (antena de operadora de telefonia celular), e também tem uma fábrica de concreto, fora isso, é mato, sujeira e mais mato. Alguns vagões abandonados completam o cenário. Os dísticos ainda estão lá, legíveis, por incrível que possa parecer, agora as lousas e placas de quilometragem e altitude, nem sinal. Para chegar até ela, tive que deixar a “Pretona” num pontilhão um pouco à frente, no sentido de Hortolândia, e seguir a pé, o que se revelou uma experiência introspectiva muito boa, num alvorecer bonito, de um dia que prometia muito. De lá, segui para Boa Vista Nova, um pouco à frente, seguindo a variante através de algumas favelas.

FOTOS DO LOCAL:


MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.