Posts encontrados com a Tag: "SOUTHERN SÃO PAULO RAILWAY"

MANOEL DA NÓBREGA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 11.02.2012
DESTINO: Estação Manoel da Nóbrega
LOCALIZAÇÃO: Município Pedro de Toledo – SP
COORDENADAS: 24°13’32.42″S 47°17’16.06″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, porém só alguns trechos
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1914
CONSTRUÇÃO: Southern São Paulo Railway
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, aparentemente servindo de moradia
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Claudinéia de Marchi

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Manoel da Nóbrega é a estação do Ramal de Juquiá mais distante do litoral em que fomos naquele dia. Ela fica depois de Martim Afonso, no sentido de Musácea, e está localizada numa região tomada por plantações de bananas. É um prédio tímido, com uma cobertura de telhas de amianto, com placas já desgastadas e nomes pouco legíveis, estando bem próximo da ponte que cruza o Rio Itariri, aonde dizia a placa, há a prática de esportes radicais, porém, eu não vi nada naquele dia. Os trens de passageiros passaram por ali pela última vez em 1997 e de lá para cá, o abandono e o esquecimento tomaram conta do lugar. Existem ao lado da estação uma espécie de pomar, uma pequena vila com um empório e algumas casas. Depois de documentar o local, fiz uma paradinha ali para um gole de cerveja extremamente gelada. Valeu a pena.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER MANOEL DA NOBREGA

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

PERUÍBE

DATA DA EXPEDIÇÃO: 11.02.2012
DESTINO: Estação Peruíbe
LOCALIZAÇÃO: Município Peruíbe – SP
COORDENADAS: 24°19’7.90″S 47° 0’27.95″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, porém só em alguns trechos
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1914
CONSTRUÇÃO: Southern São Paulo Railway
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, restaurado e servindo à prefeitura local
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Claudinéia de Marchi

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
A estação de Peruíbe passou por uma reforma há pouco tempo, cerca de três anos se não me engano, e hoje, serve como um departamento da prefeitura. Estivemos lá, vindos de Ana Dias, num dia de chuvoso e nublado, mas ainda assim, conseguimos colher fotos e boas imagens do local. É uma estação pequena, porém o espaço à sua frente é amplo, o que dá a impressão de que ali havia um pátio de manobras com dois ou três desvios talvez. Andamos por lá, vimos o prédio pintado de amarelo escuro, um tom meio ocre, cor diferente das originais, que eram branco e azul, também vimos a plataforma, a placa de quilometragem sem altitude, mas não me recordo de ter visto a caixa-d’água por lá. Uma pequena casinha ao lado da estação me chamou bastante a atenção, por ser simétrica, com um telhadinho de duas águas, enfim, uma charme só. Por isso utilizei-a no poster, para representar o local, ela estava trancada, mas imagino que deva ser uma espécie de depósito. Atrás da estação passa uma avenida bem movimentada e como já disse, o largo à sua frente valoriza aquele sentimento saudosista, que sempre nos traz a sensação de que uma hora o trem surgirá lá ao longe da linha (que ainda está lá em alguns trechos), apitando e trazendo gente, carga, histórias e… esperança.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER PERUIBE

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RAPOSO TAVARES

DATA DA EXPEDIÇÃO: 11.02.2012
DESTINO: Estação Raposo Tavares
LOCALIZAÇÃO: Município Itariri – SP
COORDENADAS: 24°17’44.48″S 47° 8’19.89″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, porém só alguns trechos
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1929
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro Sorocabana
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, mal conservado e funcionando como bar
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Claudinéia de Marchi

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Raposo Tavares é uma vila de Itariri, que é uma cidadezinha situada logo após Peruíbe, para quem segue no sentido de Juquiá. Sua estação fica bem em frente a um campo de futebol e ao lado de um bar, construído num anexo do prédio da própria estação. Fomos até lá e constatamos o estado real da estaçãozinha, que apesar de desativada por volta de 2003, ainda está de certa forma conservada, visto o estado deplorável de outras ali mesmo naquela região. Placas de altitude e quilometragem, plataforma coberta, trilhos sob o mato, tudo isso está ainda lá, bem em frente de onde era o pátio de manobras, hoje destinado ao lazer, com um campinho de futebol improvisado, aonde os moradores locais “batiam uma bolinha” (vide mini-filme). Andamos por lá, colhemos os filmes e fotos e seguimos em frente. Raposo Tavares não oferece grandes predicados, mas sua estação ainda é capaz de despertar emoções, mesmo em quem nunca viveu por ali.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER RAPOSO TAVARES

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ANA DIAS

DATA DA EXPEDIÇÃO: 11.02.2012
DESTINO: Estação Ana Dias
LOCALIZAÇÃO: Município Itariri – SP
COORDENADAS:  24°18’12.90″S 47° 4’15.52″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1914
CONSTRUÇÃO: Southern São Paulo Railway
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, servindo de moradia e lanchonete
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Claudinéia de Marchi

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Ana Dias é uma estação construída pela Southern São Paulo Railway, e está localizada praticamente na divisa de municípios, entre Itariri e Peruíbe, no bairro homônimo. Por lá encontramos uma vila situada entre a Rodovia Padre Manoel da Nóbrega e uma outra vicinal, que percorre o antigo leito do Ramal de Juquiá, passando por dentro de Peruíbe, a qual não me recordo o nome. Hoje a estação serve de moradia, e ao que me pareceu, pelos escritos nas suas paredes externas, também como uma escola de artes. Bem a sua frente existe um campo de futebol, e ao seu lado, uma venda (lanchonete?). Por lá, ainda existem trilhos, porém, tomados pelo mato alto. A caixa-d’água, placa de quilometragem, plataforma, cobertura e mãos francesas, estão lá, mas o prédio requer cuidados. Existe um espaço largo na frente da plataforma, que certamente era por onde os trilhos passavam, mas não consegui saber se havia algum desvio, ou talvez até mais de um. Ana Dias recebeu passageiros até 1997 e por lá passaram cargas até 2003, depois disso, a linha foi desativada e tudo foi abandonado. Hoje o prédio ainda resiste, e olhem o absurdo que me permito dizer: “Perto de outras que tenho visto, até que está num estado aceitável”… Dela, retornamos para o Guarujá…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER ANA DIAS

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
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JUNDIAÍ (PAULISTA)

DATA DA EXPEDIÇÃO: 13.02.2012
DESTINO: Estação Jundiaí (Paulista)
LOCALIZAÇÃO: Município Jundiaí – SP
COORDENADAS: 23°11’7.98″S 46°52’43.41″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em pleno uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1898
CONSTRUÇÃO: Companhia Paulista de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, cercado e fechado
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Claudinéia de Marchi

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
A estação da Cia. Paulista em Jundiaí, está fechada a anos e pelos que li ao seu respeito, sempre foi uma  espécie de coadjuvante da estação Jundiaí, construída pela São Paulo Railway (S.P.R.), esta sim, a grande vedete do show ferroviário que era aquela região. A estaçãozinha da Cia. Paulista tanto era o patinho feio, que nem teve o seu prédio erguido para esta função, foi utilizado um prédio já existente para a sua implantação, já que sua função era a do desembarque local dos passageiros, continuando viagem até a outra estação (S.P.R.) os que fossem fazer a baldeação, e também servia aos funcionários da própria Companhia, para os seus embarques e desembarques. Atualmente a estação está fechada, aparentemente serve como moradia, mas quando estive lá e não vi absolutamente ninguém, enfim, é uma tristeza só. Bem ao seu lado, tem um grande viaduto cruzando as linhas, de onde se tem uma boa visão do interior do pátio, por lá vê-se, a cabine de controle, também em frangalhos, a plataforma, sua cobertura, e claro, o mato alto tomando quase tudo. Tentei entrar lá, mas o portão (de ferro, soturno e pesado, lembrava aqueles portões antigos de cemitério) estava fechado e cheio de graxa, que imagino seja para evitar intrusos, portanto, só consegui imagens de fora mesmo. É uma estaçãozinha discreta, e quase passei direto por ela quando estive lá. Graças a alguns operários que trabalhavam por ali, consegui encontrá-la naquele dia. Foi bem legal ter estado lá, porém, realmente a outra estação Jundiaí (S.P.R.) é beeem mais interessante, e vale a visita. De lá segui para Corrupira…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER JUNDIAÍ PAULISTA

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.