Posts encontrados com a Tag: "SERRA"

LAGOA BRANCA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 06.04.2012
DESTINO: Estação Lagoa Branca
LOCALIZAÇÃO: Município Casa Branca – SP
COORDENADAS:  21°53’32.76″S  47° 2’5.14″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em pleno uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1891
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, relativamente bem cuidado, é um espaço multiuso, serve como museu e sede de uma associação local dentre outras ocupações
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Raul Otuzi de Oliveira, Vinicius Costa e José Antonio Thomaz

O FILME:
“Aguardem!”

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Esta estação fez parte da minha infância justamente pelo inusitado do seu nome: Lagoa Branca! Mas como uma lagoa pode ser branca, perguntava eu ao meu saudoso avô Pedro, em muitas das nossas viagens entre Ribeirão Preto e Aguaí. Eu passava por Casa Branca, por Lagoa Branca e daí já imaginava qual outra “Branca” surgiria pela frente naquelas viagens maravilhosas que fazíamos mensalmente. Que tempo! Lagoa Branca é um distrito de Casa Branca, e ali nas redondezas também existe um vilarejo chamado “Venda Branca”, também componente do clã “Branca”, imagino eu. Mas de volta a estação, tudo ali está parado no tempo, o prédio relativamente bem conservado, a plataforma coberta e funcional, os dísticos, caixa-d’água, ladrilhos, frontões, placa de altitude e quilometragem, desvios, enfim, um pátio ferroviário completo. Lagoa Branca teve como uma das suas principais funções, servir de entroncamento para o Ramal de Vargem Grande, um ramal composto apenas pela estação homônima, que servia para o escoamento de produtos daquela cidade e região. O ramal foi extinto em 1961 e dali em diante, Lagoa Branca ficou apenas como mais uma estação da linha-tronco da Mogiana. Andei bastante por lá, colhi imagens e pude voltar 30 anos em 30 segundos. Hoje o prédio é uma mistura de propósitos, é sede de uma associação local, uma biblioteca, um museu, um albergue, um depósito, enfim, o que vale é que está servindo e ativo, e pasmem, por mais de 125 anos! Lagoa Branca, assim como Casa Branca e Venda Branca, jamais sairão do meu imaginário e, dela, seguimos em frente, rumo a Miragaia…

FOTOS DO LOCAL:

 

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
LAGOA_BRANCA_POSTER_OFICIALnet

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

ESTRELA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 27.12.2013
DESTINO: Estação Estrela
LOCALIZAÇÃO: Município Itirapina – SP
COORDENADAS: 22°12’9.92″S 47°48’29.52″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em pleno uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1926
CONSTRUÇÃO: Companhia Paulista de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Demolido
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Daniel Franc e Amarildo Lopez

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Para chegarmos ao local aonde um dia existiu a estação Estrela (sim, a com um “L” só, pois ali perto, no Ramal de Analândia, havia uma outra que se chamava “Estrella” com dois “Ls”, que era um posto telegráfico, e viria futuramente com sua demolição ceder o nome a ela), tivemos que perambular por todo lado ali na região de Itirapina, pois pelos nossos mapas baseados no Google Earth, Wikimapia e muita especulação, a sua marcação estava entre uma área de plantação de cana particular, cercada, vigiada e fechada e uma enorme reserva florestal de pinheiros e, obviamente, foi por ali que tentamos acessá-la logo de cara, mas não deu certo não. Eu e meus parceiros de expedição Daniel Franc e Amarildo Lopez, tivemos um trabalho infernal para conseguirmos autorização para chegar até o ponto exato, atravessando a enorme área de cultivo de cana e só então chegando até o tão desejado lugar. De um lado do leito, ainda ativo e plenamente operacional, está a mata de árvores (pinheiros), e é uma região de terra fina e clara como areia, aonde as estradinhas vão se afunilando mais e mais, até que, quando se vê, pronto! Já é trade, e você está atolado no areião. Tentamos muito por este caminho, mas não deu e tivemos que retornar e tentar o acesso pelas vias diplomáticas, ou seja, pedindo autorização para os responsáveis pela área particular, do lado da cana. Existia também a alternativa de virmos caminhando pelo leito, mas como bons preguiçosos que somos, preferimos argumentar sobre a importância histórica do que estávamos fazendo ali, a caminhar quilômetros sobre a linha, sob um sol de mais de 42º, então, foi isso que fizemos e deu certo. Por fim, chegamos ao local exato e somente um recuo tomado por bambus, que imagino ter sido a sua exata localização, e um desvio marcavam presença por lá. Por ser o tronco da antiga Cia. Paulista e estar praticamente ao lado de um “Porto Seco” (terminal multimodal) da Cosan (Raizen?), o trecho é movimentado e está bem cuidado, mas nada há para se ver ali. A estação deixou de existir por volta do início da década de 1980 conforme relata o site www.estacoesferroviarias.com.br e tanto o seu nome, quanto o do posto telegráfico citado acima, são derivados de uma fazenda na região que também tinha o nome de “Estrela”. A partir daquele dia, Estrela deixou de viver no meu imaginário e passou a ser mais um ponto geográfico no qual estive. De lá, seguimos para Analândia.

PANORÂMICAS DA ESTAÇÃO:
Com o compromisso de oferecer o máximo de detalhes que puder colher em cada local visitado, agora disponibilizo também imagens panorâmicas, para que tenham a sensação não só da estação, como também do seu entorno, espero que curtam.
PANORAMICA_ESTRELA_01

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER ESTRELA

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

ESTRADA DE FERRO SÃO PAULO E MINAS

EFSPM  –  POSTERS TEMÁTICOS E COLECIONÁVEIS.

A partir da idéia do pesquisador ferroviário RODRIGO FLORES, especialista na história da ferrovia Simonense EFSPM (Estrada de Ferro São Paulo e Minas), está sendo desenvolvida uma coleção com 22 posters em homenagem à cada uma das estações que compunham esta lendária companhia ferroviária. Este é o primeiro projeto em parceria que realizo e espero que renda bons frutos através da geração de novos conteúdos e fomento de discussões acerca do cenário férreo da região aonde a EFSPM atuava. Mais do que uma ação específica, este é o primeiro passo em direção a um trabalho coletivo de reunião, organização e difusão da história ferroviária entre os interessados e também para o público de forma geral.

O valor da venda de cada poster, financiará a produção da edição seguinte, e assim seguiremos, de forma contínua até conseguirmos viabilizar a confecção da coleção toda, com os seus 22 números.
Para a aquisição, os interessados deverão entrar em contato com o próprio RODRIGO FLORES, através destes contatos:

www.facebook.com/rodrigoflores78
rodrigo_78@terra.com.br

Abaixo a primeira edição:

01 – BENTO QUIRINO
Formato: A3 (29,7 x 42cm)
Papel: Couché 230g (podendo variar de acordo com a disponibilidade)
Impressão: Digital

BETA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 14.04.2012
DESTINO: Estação Beta
LOCALIZAÇÃO: Município São Simão – SP
COORDENADAS: 21°23’25″S 47°40’10″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1913
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Demolido, nada restou no local
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Jeferson Tomaz Querino

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Beta é uma estação pouco conhecida, pelo menos, o material de pesquisa disponível sobre ela é bem escasso. Andando pela região, consegui colher alguns relatos num evento ferroviário da extinta E.F.S.P.M. (Estrada de Ferro São Paulo e Minas) na antiga estação em Bento Quirino, aonde dois ex-maquinistas, se referiam-se a ela como “Bêta”, mas disseram nada ter sobrado dela, e nesse ponto estavam corretíssimos, mas ainda assim, fui até o local para garantir né? Chegando lá, não encontrei nada a não ser o possível local da sua localização, é uma área descampada e dá para perceber claramente por onde o antigo leito do troco original da Cia. Mogiana passava. Hoje apenas algumas árvores marcam o local. Aparentemente as informações batem, e ali tem toda a cara de ter sido realmente o lugar aonde a velha estaçãozinha viveu por mais de 50 anos. Um detalhe importante é que o lugar está no município de São Simão, próximo a antiga estação Tibiriçá (também desativada), e não em Cravinhos, como tenho encontrado relatado em pesquisas. Tudo hoje está no meio da cana… Mas ao escrever esta frase penso: Tudo o quê? Por lá não há nada….

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER BETA

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

LUÍS ANTÔNIO

DATA DA EXPEDIÇÃO: 17.11.2012
DESTINO: Estação Luís Antônio
LOCALIZAÇÃO: Município Luís Antônio – SP
COORDENADAS: 21°33’09″S 47°42’03″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1910
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, cercado e servindo à prefeitura municipal
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Claudinéia de Marchi, Dog e Junior

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estive em Luís Antônio (antiga Jataí) junto com minha família (Néia, Dog e Junior), sim, eles me acompanham com freqüencia, quando as expedições permitem. Hoje o prédio da antiga estação serve como garagem e uma espécie de depósito da prefeitura local, está murado e com portões altos e fechados. Tentamos entrar para documentar o prédio em detalhes, porém não foi possível. Ainda assim, andamos pelo local, observamos o que dava para ser observado, fotografamos, filmamos e aqui está: tudo compartilhado em detalhes. A pequenina cidade tinha aquele típico clima interiorano, com pessoas andando pela praça, senhores jogando baralho e um jogo de futebol acontecendo num campinho próximo. O calor era escaldante e o céu azul anil, o que deixou as imagens extremamente belas. A estação de Luís Antônio é uma construção típica da Cia. Mogiana, com seus belos frontões  imponentes (já sem os dísticos) e uma ampla cobertura de plataforma lateral. Seu nome (Luís Antônio) deriva-se do nome do antigo proprietário da Fazenda Jataí, que antes, também cedeu o seu nome à estação (Jataí). Por lá ninguém sabia muito mais a respeito dela, que foi desativada por volta de 1976, então de lá, seguimos para Santa Elisa, pouco à frente no sentido de São Simão…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER LUIS ANTONIO

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

CORDEIRÓPOLIS

DATA DA EXPEDIÇÃO: 10.02.2012
DESTINO: Estação Cordeirópolis
LOCALIZAÇÃO: Município Cordeirópolis – SP
COORDENADAS: 22°28’52.9″S 47°27’14.9″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em pleno uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1876
CONSTRUÇÃO: Companhia Paulista de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, totalmente abandonado e em ruínas
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Cordeirópolis foi uma estação marcante para mim, pois foi a primeira em que estive literalmente sozinho. Cheguei por volta das 6h da manhã estacionei a “Pretona” ao lado de um grande galpão que, depois fiquei sabendo, era um abrigo de locomotivas, e fui explorá-la. Por lá, talvez devido ao horário, não encontrei ninguém a quem pudesse perguntar detalhes e “causos” acerca do local, então fui andando pela linha, entrando no antigo prédio da centenária estação, olhando a sua plataforma ainda em pé, o enorme armazém ao seu lado, enfim, observando cada detalhe daquele lugar triste, mas que certamente um dia foi motivo de muitas histórias e memórias. As fotos e o mini-filme mostram bem o que foi visto por mim, mas a tristeza de se ver um prédio tão antigo sendo tratado com tanto descaso é tão grande, que faz com que repensemos muitas coisas. O prédio hoje está em frangalhos, nada além da sua estrutura de alvenaria sobrou por lá, é praticamente um esqueleto a céu aberto, “protegido” por uma cerca (?). O nome Cordeirópolis, muitos dizem derivar-se dos “cordeiros” que habitavam a região da estação na época de sua construção (cordeiros = fabricantes de cordas e não os animais homônimos), porém havia também uma fazenda com o mesmo nome, portanto podem escolher a origem que mais lhes agradar que não tem problema, rerere… Como um complexo férreo, a antiga estação e os seus arredores, são um lugar atraente para os que gostam do tema, mas quem não gosta verá apenas tristeza e abandono, misturados com ferrugem e mato alto. Será que eu estou fantasiando muito e a estação de Cordeirópolis é apenas isso mesmo? Infelizmente é bem provável… De lá, segui para Viracopos…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER CODEIRÓPOLIS

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

CASQUEIRO

DATA DA EXPEDIÇÃO: 09.11.2012
DESTINO: Estação Casqueiro
LOCALIZAÇÃO: Município Cubatão – SP
COORDENADAS: 23°55’25″S 46°24’24″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em pleno uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1896
CONSTRUÇÃO: São Paulo Railway
STATUS DO PRÉDIO: Demolido, hoje somente restou uma passarela no local
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Claudinéia de Marchi

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Casqueiro era uma antiga estação no município de Cubatão construída em 1896, ainda nos tempos da São Paulo Railway como um posto telegráfico. Depois de algum tempo (quase 100 anos para ser mais exato), foi inaugurada uma outra estação, esta, de trens metropolitanos, um pouco mais a frente e abaixo de uma grande passarela sobre a Rodovia Anchieta. A passarela (vide fotos e mini-filme) existe até hoje, a estação não mais, e muito menos o posto telegráfico. Andei por lá, subi na passarela, vi o local exato aonde um dia existiram a estação e a plataforma e só. Nada por lá desperta a atenção para o assunto ferroviário, nada mesmo. Naquele lugar, a pobreza abunda e como o tempo não estava ajudando, resolvi seguir para Cubatão, em busca de histórias mais felizes do que a de Casqueiro.

CURIOSIDADE SOBRE A LOCALIZAÇÃO:
CASQUEIRO EARTH

FOTOS DO LOCAL:


MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER CASQUEIRO

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

JAPI

DATA DA EXPEDIÇÃO: 05.01.2013
DESTINO: Estação Japi
LOCALIZAÇÃO: Município Guaxupé – MG
COORDENADAS: 21°16’56.90″S 46°41’24.18″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1916
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, cercado e servindo de moradia
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Marcelo Freitas

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Japi fica bem próxima de Guaxupé, na estrada que vem de Biguatinga, atualmente asfaltada. Está cercada, mas é perfeitamente visível das margens da estrada, de onde conseguimos todas as imagens. É um prédio nos padrões da antiga Mogiana, com um armazém amarelo de um lado, uma casa de turma do outro e uma palmeira na frente. O dístico de um dos lados ainda está legível (Japy). Não tive acesso ao interior do prédio, nem a plataforma, portanto não pude ver se as lousas ou placas de quilometragem ainda resistiam por lá, também não vi caixa-d’água por perto. Japi não possui mais trilhos há anos e hoje serve de depósito, com uma família morando na casa de turma logo à frente. O tal depósito amarelo está abandonado, mas é ainda uma construção vistosa. De lá, voltamos para Guaxupé…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER JAPI

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

DAMAS

DATA DA EXPEDIÇÃO: 16.01.2012
DESTINO: Estação Damas (Parada)
LOCALIZAÇÃO: Município Campos do Jordão – SP
COORDENADAS:  22°43’15.29″S 45°34’22.45″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1939
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro Campos do Jordão
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, bem cuidada, é somente uma cobertura em alvenaria
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Claudinéia de Marchi

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Damas é uma simpática parada bem próxima das estações Emílio Ribas e Capivari em Campos do Jordão. Seu nome é uma homenagem ao empreiteiro que se desdobrou para concluir a obra da Estrada de Ferro Campos do Jordão, Sr. Sebastião de Oliveira Damas. É uma plataforma simples de alvenaria, coberta por telhas e com os dísticos em bom estado de conservação. Estive nela por várias vezes, e me recordo que numa delas, bem antes de iniciar este projeto, fotografei meu amigo Edson parado bem embaixo da palavra “Damas”, dando a entender que ali era um lugar de mulheres… demos boas risadas naquela dia. Hoje os trens nem param mais lá, mas ela continua firme e forte, apesar de alguns pichadores de plantão.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

PIAÇAGÜERA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 12.02.2012
DESTINO: Estação Piaçagüera
LOCALIZAÇÃO: Município Cubatão – SP
COORDENADAS: 23°51’4.66″S 46°22’25.99″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1902
CONSTRUÇÃO: São Paulo Railway
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, operacional, bem conservado
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Claudinéia de Marchi

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Deixamos Praia Grande num dia de tempo feio e chuvoso, para conhecer as estações de Raiz da Serra, Perequê e Piaçagüera. Esta última é hoje um pátio de manobras com um pequeno prédio de monitoramento e controle da concessionária atual. Fica cercada e vigiada, por isso o acesso não é tão fácil, mas, com a já tão praticada “habilidade social”, conseguimos acessá-la para compartilhar com vocês as informações (vide galeria e mini-filme) que obtivemos. Pragmática, Piaçagüera serve hoje apenas como uma espécie de corredor ferroviário para o porto de Santos, e ali pude ver de fato, um movimento intenso. O prédio atual é relativamente recente, tendo sido construído alguns metros antes da velha estação (sentido da Serra do Mar), que hoje já não existe mais. Piaçagüera nada tem a ver com as imagens românticas que vemos das décadas de 40, 50 ou até 60, fica hoje no meio de indústrias e de um emaranhado viário que confunde quem quer chegar até ela, nós não só conseguimos desatar estes nós, como também seguimos de lá até Raiz da Serra, um pouco à frente, morro acima, que foi bastante desafiadora e gratificante.

FOTOS DO LOCAL:


MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.