Posts encontrados com a Tag: "SÃO PAULO RAILWAY"

MESTRE NOGUEIRA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 01.08.2015
DESTINO: Estação Mestre Nogueira
LOCALIZAÇÃO: Município Leopoldo de Bulhões – GO
COORDENADAS: 16°37’1.45″S 48°52’45.77″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1950
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro Goiaz
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, porém abandonado
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estive sozinho na estação Mestre Nogueira em Goiás, numa expedição muito produtiva, auxiliada pelo amigo e colaborador Glaucio Henrique Chaves, que me passou detalhadamente as localizações de todas as estações daquele trecho. Saí bem cedo de Goiânia e, ao raiar do sol já estava em Anápolis para visitar pelo menos 12 estações naquele dia. Chegando em Mestre Nogueira, que fica entre Leopoldo de Bulhões e Bonfinópolis, na BR457, num ponto em que a linha passa paralela a rodovia, num nível mais alto e, digamos, de acesso não muito tranquilo. Cheguei a um conjunto de casas (chácaras?) e, logo à frente, estava a estação. Parei a “Pretona” no ponto mais próximo e fui ver de perto o que restou da antiga estação de 1950. Andei por lá, me fiz de destemido frente aos cães dos vizinhos, tirei fotos, filmei com o meu celular todo o local, entrei, saí, vi tudo mesmo, e como o dia já estava terminando e eu não podia correr o risco de ficar sem luz natural, tratei de acelerar a visita. Mestre Nogueira é uma construção simples, com plataforma coberta, placas de altitude e quilometragem, guichê de bilhetes, salas vazias e o sempre presente tanque nos fundos. O que mais me causou curiosidade (vejam o mini-filme), foi a televisão solitária no chão da sala de espera, possivelmente aguardando espectadores? Rerere… Depois dessa cena digamos, “Sui generis”, fui atrás de alguém que, por ali, pudesse me dar maiores detalhes e histórias do lugar, mas fora os cães, não encontrei ninguém ali naquele momento. Mestre Nogueira está lá, ainda em pé, desprovida de função prática, mas segue forte, como um corpo doente, frágil e esquecido por todos. Triste assim, mas real. De lá segui meu caminho, sempre correndo para aproveitar a luz do Sol e documentar mais uma estação…

PANORAMICA_MESTRE_NOGUEIRA_01

Mestre Nogueira, eu estive!

PANORÂMICAS DA ESTAÇÃO:
Com o compromisso de oferecer o máximo de detalhes que puder colher cada local visitado, agora disponibilizo também imagens panorâmicas, para que tenham a sensação não só da estação, como também do seu entorno, espero que curtam.

FOTOS DO LOCAL:


 

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER MESTRE NOGUEIRA

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

PRATÁPOLIS

DATA DA EXPEDIÇÃO: 31.07.2014
DESTINO: Estação Pratápolis
LOCALIZAÇÃO: Município Pratápolis – MG
COORDENADAS: 20°44’36″S  46°51’55″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, apenas alguns trechos seccionados
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1919
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, serve como centro cultural local
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, José Antonio Thomaz, Pedro Gandra e Vinicius Costa

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Passei por Pratápolis num final de semana em que ia até a represa de Furnas, para uma tradicional pescaria com os amigos e, sendo assim, aproveitei a jornada para documentar aquele trecho do Ramal de Passos. A estação, como poderão ver nas imagens e mini-filme, estava em muito bom estado, tendo sido reformada e pintada recentemente. Por ali, ainda estão todos os elementos do universo ferroviário, o que nos fez ter uma ótima ideia do que o passado nos oferecia em termos de qualidade e perenidade construtiva. Pátio, plataforma coberta, mãos-francesas, dísticos, placas de trens, de altitude, de quilometragem, trechos seccionados da velha linha, casas de turma, caixa-d’água, e, muitos, muitos pombos mesmo, tudo ali, contrastando o amarelo forte das paredes com o azul anil do céu, que insistia em nos brindar, com a sua hipnotizante beleza naquele dia de inverno. A estação não fez apenas de mim, um aficcionado pelo tema, um bobo sorridente, mas também mostrou para os outros três companheiros de expedição, o quanto a história, exposta daquela maneira, viva e ativa, pode ser uma ferramementa poderosa de mudanças. O nome Pratápolis, vem de Espírito Santo do Prata, nome do povoado existente ali desde 1860, e que dizem ter sido adotado pela Companhia Mogiana ao construir a estação, deu inegavelmente uma conotação mais pujante ao pequeno vilarejo (polis). Andamos por lá, conversamos com alguns moradores que por ali passavam, soubemos que a estação foi término de linha até 1921, quando finalmente chegou a Passos. Pratápolis me deixou com um gostinho de quero mais e certamente retornarei um dia. De lá, seguimos para Itaú de Minas, mas isso é oooooutra história…

PANORÂMICAS DA ESTAÇÃO:
Com o compromisso de oferecer o máximo de detalhes que puder colher em cada local visitado, agora disponibilizo também imagens panorâmicas, para que tenham a sensação não só da estação, como também do seu entorno, espero que curtam.

PANORAMICA_PRATAPOLIS_01

Belíssima estação, foi um prazer enorme ter estado ali.

FOTOS DO LOCAL:


 

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
PRATAPOLIS_POSTER_OFICIALnet

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

LAGOA BRANCA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 06.04.2012
DESTINO: Estação Lagoa Branca
LOCALIZAÇÃO: Município Casa Branca – SP
COORDENADAS:  21°53’32.76″S  47° 2’5.14″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em pleno uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1891
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, relativamente bem cuidado, é um espaço multiuso, serve como museu e sede de uma associação local dentre outras ocupações
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Raul Otuzi de Oliveira, Vinicius Costa e José Antonio Thomaz

O FILME:
“Aguardem!”

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Esta estação fez parte da minha infância justamente pelo inusitado do seu nome: Lagoa Branca! Mas como uma lagoa pode ser branca, perguntava eu ao meu saudoso avô Pedro, em muitas das nossas viagens entre Ribeirão Preto e Aguaí. Eu passava por Casa Branca, por Lagoa Branca e daí já imaginava qual outra “Branca” surgiria pela frente naquelas viagens maravilhosas que fazíamos mensalmente. Que tempo! Lagoa Branca é um distrito de Casa Branca, e ali nas redondezas também existe um vilarejo chamado “Venda Branca”, também componente do clã “Branca”, imagino eu. Mas de volta a estação, tudo ali está parado no tempo, o prédio relativamente bem conservado, a plataforma coberta e funcional, os dísticos, caixa-d’água, ladrilhos, frontões, placa de altitude e quilometragem, desvios, enfim, um pátio ferroviário completo. Lagoa Branca teve como uma das suas principais funções, servir de entroncamento para o Ramal de Vargem Grande, um ramal composto apenas pela estação homônima, que servia para o escoamento de produtos daquela cidade e região. O ramal foi extinto em 1961 e dali em diante, Lagoa Branca ficou apenas como mais uma estação da linha-tronco da Mogiana. Andei bastante por lá, colhi imagens e pude voltar 30 anos em 30 segundos. Hoje o prédio é uma mistura de propósitos, é sede de uma associação local, uma biblioteca, um museu, um albergue, um depósito, enfim, o que vale é que está servindo e ativo, e pasmem, por mais de 125 anos! Lagoa Branca, assim como Casa Branca e Venda Branca, jamais sairão do meu imaginário e, dela, seguimos em frente, rumo a Miragaia…

FOTOS DO LOCAL:

 

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
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POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
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CRESCIÚMA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 22.12.2012
DESTINO: Estação Cresciúma
LOCALIZAÇÃO: Município Jardinópolis – SP
COORDENADAS:  20°57’19.19″S  47°48’42.80″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 19oo
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, cercado e fechado, dentro de uma fazenda
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e José Antonio Thomaz

O FILME:
“Aguardem!”

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estive em Cresciúma por indicação de uma amigo, Fabio Rivaben, que ao cavalgar pela região, me disse que a estação merecia ser visitada e claro, documentada pelo Projeto Estações Brasileiras. Seu nome, ao que consta, era derivado de um engenheiro da Mogiana que trabalhou ali, mas também é o nome de um tipo de capim. Assim sendo, segui até lá com o meu Tio Zé, um companheiro assíduo de expedições ferroviárias. A estação encontra-se hoje dentro de uma fazenda e está cercada e fechada, tendo o seu acesso bastante restringido, o que é bom, pois acabou por preservá-la de vândalos. Imagino que esteja servindo de depósito da fazenda ou algo parecido. Cresciúma fazia parte do Ramal de Igarapava, que foi construído para servir as fazendas cafeeiras daquela região, que entre 1900 e 1930 eram pujantes produtoras de café, mas também outros itens, como leite e derivados. Hoje o prédio está de pé, ainda com as plataformas cobertas, seus dísticos visíveis, frontões, lousas, caixa-d’água e o local do antigo leito ainda bem marcado, mas sem sinal de trilhos. Andamos, colhemos imagens, sentimos a energia do lugar, cercado por cana, mas também por enormes mangueiras, típicas dali. O que se percebe, como em tantas outras, é que uma era de riqueza e de certa forma, ostentação, por parte dos fazendeiros do café ajudou muito no desenvolvimento da região ao redor das estações, mas o seu declínio, infelizmente, deixou marcas profundas, em forma de ruínas, tristes e sem memória. Não é o caso de Cresciúma.

FOTOS DO LOCAL:

 

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER CRESCIUMA

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

ENGENHEIRO GOMIDE

DATA DA EXPEDIÇÃO: 05.10.2012
DESTINO: Estação Engenheiro Gomide
LOCALIZAÇÃO: Município São José do Rio Prado – SP
COORDENADAS: 21°32’41″S 46°53’29″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1889
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, funcionando como depósito de uma fazenda
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Pedro Gandra

O FILME:
“Aguardem!”

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estive em Engenheiro Gomide junto com meu amigo e grande colaborador do Projeto, Pedro Gandra e pudemos ver de perto a estação “Fazenda Pinheiro” ops, Engenheiro Gomide, nome este relacionado ao engenheiro Cândido Gonçalves Gomide, que contribuiu destacadamente para o nascimento daquele trecho da Companhia Mogiana entre Mococa e São José do Rio Pardo. Aberta em Agosto de 1889, foi fechada em 1957 equanto o restante do ramal se manteve ativo até 1966. Andamos por lá, vimos o seu uso atual como depósito de materiais agrícolas e implementos, e tentamos captar o máximo de material possível, visto que o prédio encontra-se numa propriedade particular e mesmo tendo procurado alguém para nos guiar e falar um pouco sobre o local, naquele dia, ninguém estava por lá. O prédio, no estilo arquitetônico da Mogiana está relativamente bem conservado, afinal para uma edificação com quase 130 anos, o que vimos ali era coisa de outro mundo. Plataforma coberta, dísticos ostentando o nome Fazenda Pinheiro ao invés de Engenheiro Gomide, frontões, telhado, um grande recuo bem aonde o leito passava, enfim, tudo ali, servindo e ainda muito sólido. Por lá não encontramos ninguém e assim não obtivemos nenhum relato ou causo sobre sua história. Dali, seguimos em frente, passando pela Fazenda Tubaca e seguindo sentido Ribeiro do Valle…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER ENGENHEIRO GOMIDE

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BARRACÃO

DATA DA EXPEDIÇÃO: 09.04.2011
DESTINO: Estação Barracão
LOCALIZAÇÃO: Município Ribeirão Preto – SP
COORDENADAS: 21°9’33″S 47°48’50″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, seccionados, mas ainda lá
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1900
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Fechado, porém relativamente conservado e sem função
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz

O FILME:
“Aguardem!”

VEJAM MINHA ENTREVISTA NA ESTAÇÃO BARRACÃO PARA O PORTAL G1 EM 19/07/2012:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Barracão fez parte da minha infância, pois estava no meio do caminho entre o centro de Ribeirão Preto e o bairro onde morava, na zona norte da cidade. Passava por ali muitas vezes por dia e em nenhuma delas ousava não admirar a beleza e imponência daquele prédio. Barracão recebeu este nome devido a sua proximidade com um grande galpão, um tipo de hospedaria que abrigava imigrantes que chegavam a Ribeirão. Dali saia o Ramal de Sertãozinho, que durante anos ligou a linha da Mogiana a da Paulista, tendo na estação de Passagem o seu elo de união. Andei por ali muitas e muitas vezes, sempre tendo o ponto-de-vista único dela, a partir da Avenida Dom Pedro I, um acesso natural ao prédio da estação. Certa vez, resolvi subverter a ordem natural das coisas e olhá-la por outro ângulo, andei até o ponto aonde a linha faz uma grande curva e voltei, apenas para vê-la por outra posição, me permitir um novo prisma sobre algo já há muito conhecido. E não é que deu certo? A partir daquela experiência, pude entender que as nossas avaliações sempre estão vinculadas aos nossos pontos-de-vista, e foi o velho “Barracão” que me mostrou isso, com as suas diversas nuances, histórias e charme. Ali ainda estão os trilhos, descontinuados, mas lá, também o prédio, plataforma coberta, dísticos legíveis, casas da antiga vila, desvio, enfim, ainda muito se vê do que um dia foi um ponto ativo e altivo da história ferroviária da Mogiana. Pela sua facilidade de acesso e localização urbana, é um ponto onde se vê pessoas dedicarem alguns minutos das suas vidas andando e refletindo acerca do que um dia foi aquilo e se, um dia voltará a ser. Já vi gente jovem, velhos, crianças, todos por ali, ao redor da estação, brincando, contando “causos” e por vezes em silêncio, este sim, pertubador. Barracão é um pedacinho ainda conservado do que um dia Ribeirão Preto teve de história colonial, ferroviária e migratória. Barracão vive dentro de mim, e espero que isso dure muito ainda…

FOTOS DO LOCAL:



MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER BARRACAO

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

LA FLORESTA*

ESPECIAL URUGUAI
Nas seções especiais, diferentemente das demais, o intuito é mostrar de forma rápida, algumas estações em que estive fora do Brasil. É somente uma forma de compartilhar informação e vivências acerca do tema ferroviário, de forma breve, leve e descontraída. Espero que curtam.

 

ESTACIÓN LA FLORESTA / Outubro de 2014
A estação La Floresta está a pouco mais de um quilômetro do balneário homônimo, na antiga e desativada linha que ligava Montevideo a Punta del Este. Com uma população de aproximadamente 1.500 habitantes, o local está entre as estações de Parque del Plata e Piedras de Afilar, bem no meio de uma floresta (?) de eucaliptos, de onde imagino derivar o seu nome. Fui até lá acompanhado da Néia, minha esposa e por lá, explorei todo o local, atualmente convertido em uma espécie de pronto-socorro, fechado naquele dia. Um armazém feito de chapas de metal, bem ao estilo de outros que vi por lá, completava o complexo da estaçãozinha, com postes de sinalização férrea, linha ainda com lastro, dormentes e trilhos seccionados e algumas placas. É um local tranquilo, e que deixa claro a passagem do tempo, gerando uma certa melancolia. Como o céu estava nublado, é possível que o ar de abandono, misturado com ferrugem tenha me contaminado um pouco. Imagino que do outro lado da Rota Interbalneária, onde estão as praias do local, a coisa seja bem mais bela e convidativa, mas neste dia, não tive tempo para conhecer praias, pois minha opção, eram as estações uruguaias. De lá seguimos rumo a Montevideo, parando a cada estação encontrada…

Abaixo seguem fotos e o mapa de sua localização:

FOTOS DO LOCAL:

 

PANORÂMICAS DA ESTAÇÃO:
Com o compromisso de oferecer o máximo de detalhes que puder colher em cada local visitado, agora disponibilizo também imagens panorâmicas, para que tenham a sensação não só da estação, como também do seu entorno, espero que curtam.
PANORAMICA_LA_FLORESTA

MAPA DO LOCAL:

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
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GUARÁ NOVA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 31.05.2014
DESTINO: Estação Guará Nova
LOCALIZAÇÃO: Município Guará – SP
COORDENADAS:  20°26’34.98″S  47°50’13.90″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em pleno uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1983
CONSTRUÇÃO: Ferrovia Paulista S.A.
STATUS DO PRÉDIO: Demolido, apenas restos da plataforma ainda estão no local
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Rodrigo Flores

O FILME:
“Aguardem!”

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estive em Guará Nova acompanhado pelo também pesquisador ferroviário Rodrigo Flores, uma pessoa verdadeiramente interessada no universo ferroviário, porém de características particulares, que requerem muita paciência dos que estão à sua volta. Mas como o intuito do Projeto é fazer amizades e conhecer pessoas das mais diversas personalidades, convidei-o para me acompanhar não só nessa, mas em outras tantas expedições pela nossa região, onde vivemos grandes momentos. Guará Nova, está localizada às margens da Rodovia Anhanguera, no sentido de São Paulo atrás de um posto onde se vê uma enorme árvore na frente (Figueira?). Lá localizamos o ponto exato da plataforma aonde existiu o prédio da estação, que foi construído por volta de 1986 segundo pesquisas que fiz no site: www.estacoesferroviarias.com.br. Ali ainda existem as placas com os nomes da estação, já bastante enferrujadas por sinal e quase sem leitura, também vimos fundações que deveriam ser do prédio, e um grande recuo certamente utilizado pelos desvios, quando existiram, claro. Apesar de não haver nenhum prédio ali atualmente, imagino que o seu projeto deva ter sido semelhante aos demais construídos na época pela Fepasa, a maioria deles, sem alma e extremamente pragmáticos, com telhas de amianto e tijolos à vista, sem grandes acabamentos e nenhum adorno. Explorar o local foi interessante, havia trem estacionado, dia ensolarado e bastante motivação da nossa parte, o que garantiu boa aventura. Infelizmente Guará Nova é apenas uma lembrança para nós, pois nem mesmo para o maquinista da composição ela faz ou fez alguma diferença. Daquela expedição, aprendi que devemos ir até o fim nas nossas buscas, pois se estivéssemos desistido logo ao entrarmos no pátio repleto de mato, não teríamos encontrado o seu local exato e também percebi que nem sempre as pessoas são o que aparentam. Mas é a vida!

PANORÂMICAS DA ESTAÇÃO:
Com o compromisso de oferecer o máximo de detalhes que puder colher cada local visitado, agora disponibilizo também imagens panorâmicas, para que tenham a sensação não só da estação, como também do seu entorno, espero que curtam.
PANORAMICA_GUARA_NOVA_01

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER GUARA NOVA

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IBATÉ

DATA DA EXPEDIÇÃO: 30.12.2011
DESTINO: Estação Ibaté
LOCALIZAÇÃO: Município Ibaté – SP
COORDENADAS:  21°56’48.08″S  48° 0’1.85″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em pleno uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1885
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro Rioclarense
STATUS DO PRÉDIO: Em ruínas, com o teto desabado, completamente abandonado e sem função
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Raul Otuzi de Oliveira e José Antonio Thomaz

O FILME:
“Aguardem!”

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estive em Ibaté em 2011, numa fase ainda bastante embrionária do Projeto e comigo foram o Tio Zé e o meu amigo Raul Otuzi. Por lá, vimos o abandono absoluto do prédio que, pelo que pude apurar, desde idos de 1985, 1986, já estava dessa maneira, sem função. Andamos por todo o local, vimos a plataforma, grande por sinal, com uma parte ainda coberta por uma estrutura metálica envelhecida e enferrujada, os dísticos ainda estão lá, porém pintados no mesmo tom amarelo-gema do prédio, pouco se destaca, passando quase despercebido por quem se propõe a ir lá visitá-la. Telhas quebradas, aquelas que geram um som característico ao pisar, davam o tom do descaso com o legado ferroviário ali naquele local. Ibaté é um prédio vandalizado, numa linha ativa e de tráfego frequente, mas que é simplesmente ignorada diariamente pelos trens de hoje. Para um local que um dia chamou-se: Visconde do Pinhal, seu presente é dolorido e seu futuro, incerto. Dali, seguimos para Chibarro, o que já é uma outra história…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
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PIEDRAS DE AFILAR*

ESPECIAL URUGUAI
Nas seções especiais, diferentemente das demais, o intuito é mostrar de forma rápida, algumas estações em que estive fora do Brasil. É somente uma forma de compartilhar informação e vivências acerca do tema ferroviário, de forma breve, leve e descontraída. Espero que curtam.

 

ESTACIÓN PIEDRAS DE AFILAR / Outubro de 2014
Fui até Piedras de Afilar para ver de perto a antiga estação que fica na linha que liga Montevidéu a Rocha ao norte do país, numa viagem em que visitei 25 estações. Piedras de Afilar é um povoado pequeno, que em 2011 contava com apenas 132 habitantes e em 2014 não me pareceu ser muito diferente disso. Chegar até o povoado envolve boa dose de espírito aventureiro, já que a estrada de terra batida não era tão batida assim e o veículo em que estávamos não era o mais adequado para a tarefa. Chegando, vi um prédio simpático, bem ao estilo de outros da mesma linha que havia visitado anteriormente, feito de chapas de lata e madeira, com um telhado vermelho que dava um charme ao local (para quem conhece, lembra o estilo construtivo do antigo casario do bairro argentino de La Boca, onde as casas eram feitas com restos de material náutico, pois está ao lado de um porto e este era um material barato e farto na época). Não havia dísticos no prédio, mas sua plataforma estava lá, a linha que há muito não é usada também marca presença, um grande armazém (também de lata) construído pouco a frente da estação chama a atenção pelo seu tamanho, e indica que por ali antigamente deveriam ter escoado bons volumes de mercadorias, os mastros altos e imponentes, embora enferrujados se fazem notar de longe, as placas de quilometragem e altitude em concreto que nem o tempo foi capaz de vencer dão a identificação ao lugarejo, de uma maneira bem simpática e saudosa. Piedras de Afilar dista 83Km da capital Montevidéu, pelo menos é o que a placa diz, e está no município de Soca, no estado de Canelones. Explorei todo o lugar, gastei o meu “portunhol” com o pessoal de lá, mas pouco sabiam sobre a história do trecho e de lá continuei viagem sentido capital. Piedras de Afilar é daqueles lugares em que o tempo parou e justamente por isso, eu parei por lá.

Abaixo seguem fotos e o mapa de sua localização:

FOTOS DO LOCAL:

PANORÂMICAS DA ESTAÇÃO:
Com o compromisso de oferecer o máximo de detalhes que puder colher em cada local visitado, agora disponibilizo também imagens panorâmicas, para que tenham a sensação não só da estação, como também do seu entorno, espero que curtam.
PANORAMICA_PIEDRAS_DE_AFILAR_01

MAPA DO LOCAL:

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