Posts encontrados com a Tag: "SÃO CARLOS"

CONDE DO PINHAL

DATA DA EXPEDIÇÃO: 24.04.2013
DESTINO: Estação Conde do Pinhal
LOCALIZAÇÃO: Município São Carlos – SP
COORDENADAS: 22°06’01″S 47°50’48″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em pleno uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1884
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro Rioclarense
STATUS DO PRÉDIO: Abandonado, tomado pelo mato e em ruínas
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Alexandre Zeri e Amarildo Lopez

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Conde do Pinhal é um prédio em ruínas no meio de um mato só. Ali ainda trafegam cargueiros, sendo que, dois deles nos fizeram companhia enquanto estávamos por lá. Prédio, plataforma, cabine de controle, postes da eletrificação, tudo lá, tomado pelo mato alto e o abandono nu e cru. Falar de função para um prédio naquela condição parece idiotice na atual conjuntura, mas deixar aquilo lá do jeito que está soa ainda mais idiota, além de muito triste. Conde do Pinhal já foi antigamente conhecida como “Colônia”, pois por lá, moravam alguns colonos alemães que trabalhavam na fazenda do Conde do Pinhal (Antonio Carlos Botelho). Andamos por todo lado, vimos trens, linhas mal cuidadas, entramos mato adentro na base do facão e procuramos tudo o que pudesse ser relevante para trazer para vocês. O resultado foi este, espero que tenham curtido. De lá, seguimos para Visconde do Rio Claro Nova e Velha, o que já é uma outra história…

PANORÂMICAS DA ESTAÇÃO:
Com o compromisso de oferecer o máximo de detalhes que puder colher cada local visitado, agora disponibilizo também imagens panorâmicas, para que tenham a sensação não só da estação, como também do seu entorno, espero que curtam.

De frente com Conde do Pinhal.

De frente com Conde do Pinhal.

Ruínas...

Ruínas…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER CONDE DO PINHAL

POSTERS VINTAGE:
São ilustrações com base fotográfica, que faço sobre algumas estações que representaram algo para mim. Também tenho feito sob encomenda para pessoas que querem presentear alguém ou mesmo simplesmente tê-las para recordação de algum momento marcante, ou apenas como decoração. Todo o valor obtido com a venda destas telas, é revertido integralmente para custear novas expedições do Projeto. Nada é destinado a mim ou ao meu sustento, para isso: eu trabalho.

COLLECTION_03

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

RINCÃO

DATA DA EXPEDIÇÃO: 19.06.2012
DESTINO: Estação Rincão
LOCALIZAÇÃO: Município Rincão – SP
COORDENADAS: 21°35’23″S 48°4’6″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em pleno uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1892
CONSTRUÇÃO: Companhia Paulista de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, servindo como paço municipal
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Vinicius Costa e José Antonio Thomaz

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estivemos em Rincão vindos de Guatapará, e pudemos ver de perto como está a velha estação nos dias de hoje. Ela é hoje parte integrante da prefeitura municipal (sede provisória desde 2004, quando foi reformada), serve também como uma espécie de garagem, e pelo que fiquei sabendo, futuramente será destinada à cultura local. Atrás da estação, existe uma arquibancada de alvenaria, que somente depois, percebi tratar-se de um teatro de arena, e ainda mais adiante, uma praça (denominada Praça do Ferroviários), que presta justa homenagem aos que serviram à causa férrea, num passado já quase totalmente esquecido. O prédio possui uma bela e delicada fachada, ainda bem conservada com os escritos: “Comp. Paulista” abaixo da sua cobertura de vidro, que é sustentada por duas mãos-francesas bem bonitas. Andamos por lá, vimos os dísticos, o guichê de venda de bilhetes em madeira, os vidros ainda com as inscrições da Cia. Paulista, a “Gare” protegendo a plataforma do castigo dos raios do sol, a cabine de controle de tráfego, um pouco mais a frente. Para ser sincero, aquele lugar é um memorial ao universo ferroviário a céu aberto, forçadamente convertido aos fins da administração local. Sejam quais forem os motivos, justos ou não, acho que aquela cidade merece uma prefeitura melhor e mais adequada às necessidades dos seus cidadãos, num prédio construído para este fim, livrando assim a velha estação deste papel que não é e nunca foi o dela. Assim quem sabe, não ganhariam todos… a cidade, a população, os governantes, os servidores, mas também a história, a memória, a cultura… De lá, seguimos para Tapuia e seus carvoeiros, o que é uma outra história.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
RINCAO_POSTER_OFICIALnet

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
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CASQUEIRO

DATA DA EXPEDIÇÃO: 09.11.2012
DESTINO: Estação Casqueiro
LOCALIZAÇÃO: Município Cubatão – SP
COORDENADAS: 23°55’25″S 46°24’24″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em pleno uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1896
CONSTRUÇÃO: São Paulo Railway
STATUS DO PRÉDIO: Demolido, hoje somente restou uma passarela no local
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Claudinéia de Marchi

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Casqueiro era uma antiga estação no município de Cubatão construída em 1896, ainda nos tempos da São Paulo Railway como um posto telegráfico. Depois de algum tempo (quase 100 anos para ser mais exato), foi inaugurada uma outra estação, esta, de trens metropolitanos, um pouco mais a frente e abaixo de uma grande passarela sobre a Rodovia Anchieta. A passarela (vide fotos e mini-filme) existe até hoje, a estação não mais, e muito menos o posto telegráfico. Andei por lá, subi na passarela, vi o local exato aonde um dia existiram a estação e a plataforma e só. Nada por lá desperta a atenção para o assunto ferroviário, nada mesmo. Naquele lugar, a pobreza abunda e como o tempo não estava ajudando, resolvi seguir para Cubatão, em busca de histórias mais felizes do que a de Casqueiro.

CURIOSIDADE SOBRE A LOCALIZAÇÃO:
CASQUEIRO EARTH

FOTOS DO LOCAL:


MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER CASQUEIRO

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
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MATO SECO

DATA DA EXPEDIÇÃO: 06.04.2012
DESTINO: Estação Mato Seco
LOCALIZAÇÃO: Município Mogi Guaçu – SP
COORDENADAS: 22°08’48.8″S 46°56’12.5″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em pleno uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1878
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, abandonada e fechada
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Vinicius Costa, José Antonio Thomaz e Raul Otuzi de Oliveira

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estivemos em Mato Seco vindos de Astrapéia, e naquele dia estas foram as estações mais distantes que visitamos. Partimos antes do sol nascer e já as 7 da manhã estávamos iniciando a nossa jornada pela região de Aguaí, a qual eu conheço bem, pois foi lá que vivi os meus melhores momentos ferroviários na infância. Mato Seco é hoje um prédio abandonado, está fechado e por lá há um bar bem em frente, aonde as pessoas se reúnem para bater papo e tomar cerveja. A vista a partir do bar é bem legal, com o prédio imponente da antiga estação da Mogiana ao fundo e mesmo no curto período de tempo em que ficamos ali, pudemos ver o tráfego de composições cargueiras passando pela estação. Mato Seco teve fluxo de passageiros até 1997, depois disso, logo foi fechada e está até hoje abandonada. Andamos por lá, conversamos com as pessoas do bar, que nos deram boas informações e até nos ofereceram uma “legítima telha francesa inteira” como souvenir do local, mas o difícil foi encontrar em meio a tantos cacos, uma realmente inteira. Mesmo sem encontrar o nosso presente, documentamos a estação, suas placas, portas, linhas, desvios, frontões, dísticos (ainda legíveis) e até mesmo os postes da antiga eletrificação, que “enfeiam” bastante o local. Como não poderia deixar de ser, sentamos no bar para contemplarmos Mato Seco da melhor maneira possível, tomando cervejas estupidamente geladas, afinal de contas, ninguém é de ferro né? Ainda mais sob aquele calor brutal, e de lá, seguimos para Miragaia…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

POSTER MATO SECO

ILUSTRAÇÃO DO LOCAL:
Tendo como base as imagens reais de cada local colhidas pelo Projeto Estações Brasileiras, eu desenvolvo uma ilustração que retrate emocionalmente o espírito de cada estação/parada, ou mesmo do seu entorno, no caso de já não existirem mais. A intenção é que sirva de estímulo para a interpretação crítica de cada um, seja de forma positiva, negativa, carregada de saudosismo, ou mesmo de forma contemplativa apenas. Espero que curtam.
MATO_SECO_01

POSTERS VINTAGE:
São ilustrações com base fotográfica, que faço sobre algumas estações que representaram algo para mim. Também tenho feito sob encomenda para pessoas que querem presentear alguém ou mesmo simplesmente tê-las para recordação de algum momento marcante, ou apenas como decoração. Todo o valor obtido com a venda destas telas, é revertido integralmente para custear novas expedições do Projeto. Nada é destinado a mim ou ao meu sustento, para isso: eu trabalho.
COLLECTION_12

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

BROTAS NOVA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 24.04.2013
DESTINO: Estação Brotas Nova
LOCALIZAÇÃO: Município Brotas – SP
COORDENADAS: 22°17’16″S 48°06’42″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em pleno uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1929
CONSTRUÇÃO: Companhia Paulista de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, servindo com secretaria de obras da prefeitura
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Alexandre Zeri e Amarildo Lopez

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Chegamos à estação de Brotas vindos de Itirapina, e logo de cara, a rua de Paralelepídos que dá acesso a ela nos chamou bastante a atenção. Um clima nostálgico se fez presente por ali, acho que em boa parte por causa das construções antigas do prédio da estação e do grande armazém ao seu lado. Por lá, andamos, colhemos fotos e vídeos, conversamos com alguns trabalhadores do local que nos contaram suas lembranças, sempre com uma grande carga saudosista, típico de quem viveu o universo ferroviário a fundo. Por lá funciona hoje um departamento da prefeitura municipal, (o de infra-estrutura, se não me engano) suas oficinas e também a garagem. É um prédio bonito e o contraste do seu amarelo com o azul do céu, nos deu belas imagens daquele conjunto arquitetônico, que um dia foi de suma importância para a localidade, certamente hoje, não mais. Andei por lá, vi a plataforma em detalhes, as plaquetas de sinalização, a cabine de controle, mas não havia por lá as placas nem de quilometragem, nem de altitude. Fiquei sabendo que a estação esteve abandonada por vários anos e foi reformada pela prefeitura para abrigar seções do órgão. Esta é a terceira estação da cidade, tendo sido construída pela Companhia Paulista de Estradas de Ferro em 1929, juntamente com a mudança (retificação) do trecho que segue até Jaú. Trens de passageiros passaram por ali até 2001, e até hoje a linha é utilizada para o escoamento de cargas no sentido Santos, pela ALL e MRS. Foi bom ter conhecido aquele local, a energia emanada por lá é perceptível, enfim, por enquanto é isso.


PANORÂMICAS DA ESTAÇÃO:

Com o compromisso de oferecer o máximo de detalhes que puder colher cada local visitado, agora disponibilizo também imagens panorâmicas, para que tenham a sensação não só da estação, como também do seu entorno, espero que curtam.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER BROTAS

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

SÃO SEBASTIÃO DO PARAÍSO (MOGIANA)

DATA DA EXPEDIÇÃO: 06.07.2012
DESTINO: Estação São Sebastião do Paraíso (Mogiana)
LOCALIZAÇÃO: Município São Sebastião do Paraíso – MG
COORDENADAS: 20°54’54.42″S 46°59’56.31″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1914
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, servindo como centro cultural local
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Vinicius Costa, José Antonio Thomaz, Pedro Gandra de Carvalho, Giuliano Martins Thomaz, Rodrigo Faustino e Alexandre Neves

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
A estação da Cia. Mogiana em São Sebastião do Paraíso é hoje um museu e a casa da cultura do município. Está reformada, com pintura nova e muito bem cuidada, estivemos lá vindos de Ipoméia, que partindo de Ribeirão Preto, é a estação anterior. Por lá, já não existem mais trilhos, desvios ou composições, mas ainda estão, os dísticos, as placas de quilometragem e altitude, as lousas, a plataforma, as plaquetas de sinalização interna das salas, hoje adequadas às suas novas funções e a caixa-d’água bem ao fundo e um pouco afastada. Enfim, muita coisa por lá ainda resiste ao tempo com ajuda da prefeitura, o que é muito bom. Andamos por todo o interior do prédio e também ao seu redor, vimos a praça construída aonde era o antigo pátio de manobras, objetos antigos expostos na plataforma, a exposição fotográfica que acontecia dentro do hall da estação (vide fotos e mini-filme), com destaque especial para o ladrilho original que ainda recobre o piso da estação. A estação da Cia. Mogiana fica na mesma avenida a alguns metros (500 ou 600 talvez?)  da outra estação da cidade, a da E.F.S.P.M. (Estrada de Ferro São Paulo e Minas), que é mais antiga e por onde nós também passamos no mesmo dia para conhecer. De lá, trouxemos a imagem de um prédio íntegro, muito belo, e que bem conservado como está, pode oferecer muito ainda aos seus visitantes. É uma opção interessantíssima para quem estiver por lá, seja ou não um entusiasta do tema ferroviário.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
SAO_SEBASTIAO_DO_PARAISO_MOGIANA_POSTER_OFICIALnet

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

SANTA ELISA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 17.11.2012
DESTINO: Estação Santa Elisa
LOCALIZAÇÃO: Município Luís Antônio – SP
COORDENADAS: 21°32’0.65″S 47°39’5.41″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1910
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Demolido, absolutamente nada restou
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Claudinéia de Marchi, Dog e Junior

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Em Santa Elisa não sobrou absolutamente nada da antiga estação. Apenas o leito da linha, que é hoje uma estrada de terra, corre por entre as fazendas e outras propriedades rurais de menor porte. Estive lá, encontrei o local exato em que a antiga estação um dia existiu, mas ele está hoje tomado pela plantação de eucaliptos de um lado e cana-de-açúcar do outro. Ainda que não no seu local exato, pois este, está há pouquíssimos metros mata adentro (uns 10 ou 20 metros talvez), consegui documentar todo o seu entorno, e estabelecer uma boa referência, que é uma única árvore grande entre os eucaliptos e a cana. Ela está bem ao lado de onde um dia existiu a estação Santa Elisa (ou Eliza, como queiram). Bem, por lá além da “macumba” no cruzamento da estradinha pouco à frente da estação, pouco se tem para falar, o mini-filme e as fotos completam este relato melhor do que estas palavras. De lá seguimos para a Prainha do Tamanduá, a fim de conhecermos este aprazível ponto turístico de São Simão, cidade vizinha…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER SANTA ELISA

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SÃO CARLOS

DATA DA EXPEDIÇÃO: 30.12.2011
DESTINO: Estação São Carlos
LOCALIZAÇÃO: Município São Carlos – SP
COORDENADAS: 22° 1’22.53″S 47°53’44.37″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em pleno uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1884
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro Rioclarense
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, serve como espaço cultural da cidade
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, José Antonio Thomaz e Raul Otuzi de Oliveira

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
São Carlos é ainda hoje uma bela e grande estação, de onde no passado partiam 2 ramais, sendo um para Água Vermelha e outro para Ribeirão Bonito, mas ali também existiam outros 2 ramais lenheiros menores, que atendiam às serrarias locais e como se não bastasse, no por lá também circulavam bondes urbanos. Devia ser bonito de ver toda aquela atividade ferroviária tão variada e num memso local, não é? Estivemos lá, vindos de Ibaté e pudemos colher material a vontade, visto que a estação é hoje um espaço cultural municipal amplo e de acesso livre. Vimos trens em movimento, vagões abandonados, a “gare” ainda imponente, o enorme e triste armazém em frente da estação, dísticos, guichês muito bem cuidados, relógio no pátio, placas de sinalização das salas, placa de quilometragem e altitude, cabine de controle de tráfego, enfim, tudo está lá, pronto para ser visto por quem quer que seja. É só ir, simples assim. São Carlos possui uma história ferroviária riquíssima, assim como Araraquara, tanto que as suas estações são bastante semelhantes, apesar de uma ser amarelada e outra rosada, mas sabemos que isso é só um pequeno detalhe. Pelo chão do pátio existiam poemas e textos de autores renomados e também de desconhecidos (vide fotos e mini-filme), nos trilhos dos desvios, composições abandonadas e o já tão conhecido mato alto, também marcavam presença por lá. Isso sem contar que por todo lado da estação, havia aquele clima nostálgico com tempero férreo, que fascina tanta gente até hoje, sejam novos ou velhos indistintamente. Falo isso, pois o pequeno “Romeo”, filho do meu sócio, com menos de 3 anos, já é fascinado por trens, sem sequer ter tido contato real com um, fico imaginando quando o “Romeozinho” passar por este momento, será certamente mágico e memorável.  É um pena que os trens de passageiros estejam cada vez mais raros, diminuindo muito a possibilidade de contato com as novas gerações. Mas, voltando a São Carlos, ainda consegui encontrar um rapaz que perambulava por lá com um cabo de vassoura  na mão, e o curioso é que enquanto caminhava, executava técnicas precisas de “Jo-Jutsu”, uma arte marcial baseada em combate e defesa com bastões (vide mini-filme). Seria ele um guardião do local? Tomara…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER SAO CARLOS

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ENGENHEIRO ROSA MARTINS

DATA DA EXPEDIÇÃO: 19.06.2012
DESTINO: Estação Engenheiro Rosa Martins
LOCALIZAÇÃO: Município Araraquara – SP
COORDENADAS: 21°42’31.15″S 48°12’13.03″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1927
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro Araraquara
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, cercado e servindo de moradia
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Vinicius Costa e José Antonio Thomaz

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
A estação Engenheiro Rosa Martins está dentro de uma propriedade particular e tivemos que colher as imagens, apenas de onde conseguíamos vê-la e, claro, por trás do alto muro que a cerca. Está localizada num bairro chamado Recanto do Nobres, próximo da Chácara Flora de Araraquara, bem no caminho entre a cidade e o distrito de Bueno de Andrada. Encontrá-la foi difícil, pois não havia referência na internet acerca de sua localização, e como ela está atualmente fora do leito, a gente teve que garimpar maiores informações lá mesmo no local. Numa chácara logo a frente da estação, obtivemos a informação que precisávamos, então voltamos até o local e a encontramos por trás não só do fatídico muro, mas de altas árvores e arbustos também. Ela fazia parte do tronco da Cia. Paulista, mas hoje está há uns 150 metros do leito, e deve ter ficado fora, por causa de alguma retificação (eu acho). De longe, vimos a plataforma onde possivelmente o caseiro lavava o seu carro tranquilamente. Tentamos chamá-lo e pedir autorização para vermos tanto o prédio da estação, quanto os da vilinha ferroviária ao seu lado de perto, mas não fomos atendidos. Olhamos ao redor (pelo menos por onde deu) e nada de caixa-d’água, dísticos, trilhos ou qualquer sinal claro de atividade férrea. Sendo assim, documentamos o que foi possível e seguimos para Bueno de Andrada para comermos as suas fabulosas coxinhas e tomarmos uma bela cerveja geladíssima…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER ENGENHEIRO ROSA MARTINS

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

PIO ALVES

DATA DA EXPEDIÇÃO: 07.01.2012
DESTINO: Estação Pio Alves
LOCALIZAÇÃO: Município Altinópolis – SP
COORDENADAS: 21°02’37.39″S 47°29’28.38″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, apenas alguns trechos
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1909
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro São Paulo e Minas
STATUS DO PRÉDIO: Demolido
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Vinicius Costa, Pedro Gandra de Carvalho e José Antonio Thomaz

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Fomos até Pio Alves num dia de sol forte, que se tornou chuva forte e logo em seguida, sol forte de novo, enfim, outra aventura pelas estradas e trilhas da linda região de Altinópolis. Para chegar a Pio Alves, atravessamos rios, pontes submersas, grutas, passamos por represas, matas de eucalipto, trilhas e atoleiros, mas o importante é que chegamos até ela. Pio Alves é hoje somente a casa da escola que existia ao lado da estação, mesmo assim, abandonada e bem danificada. No local exato da estação não existe nada, nem sinal de resquícios do prédio ou plataforma, andando por lá, nem mesmo restos de uma possível caixa-d’água a gente viu, realmente não sobrou nada. Construída pela Estrada de Ferro São Paulo e Minas, Pio Alves era chamada anteriormente de Congonhal, nome que as pessoas dali ainda se recordam, pois se não me engano, é o nome de uma fazenda próxima. Andamos bastante pelas redondezas e colhemos boas imagens para vocês, espero que gostem. Foi uma bela aventura (vide mini-filme), que nos propiciou momentos memoráveis, como conhecer a gruta e a represa do Feitosa, localizadas no meio de uma enorme mata de eucaliptos, atravessar um rio por uma ponte submersa, sem saber sequer se ela estava realmente lá, ver fazenda ser oferecida como negócio de oportunidade ao meu Tio Zé (pessoa de fortuna), ter uma gruta batizada com o seu nome, cair dentro d’água numa gruta cheia de abelhas, que acabaram por perseguir o Vinicius… enfim, coisas da vida né? Assim é o Projeto Estações Brasileiras…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER PIO ALVES

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.