Posts encontrados com a Tag: "Santa Rosa de Viterbo"

CÓRREGO RICO

DATA DA EXPEDIÇÃO: 06.09.2011 e 23.11.2013
DESTINO: Estação Córrego Rico
LOCALIZAÇÃO: Município Jaboticabal – SP
COORDENADAS: 21°17’29.36″S 48°15’43.86″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1894
CONSTRUÇÃO: Companhia Paulista de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, cercado e servindo como residência, sede de igreja e obra social
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Jeferson Tomaz Querino, Edson Souza de Jesus e Vinicius Costa

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estivemos em Córrego Rico por duas vezes, sendo a primeira delas logo no início das expedições deste projeto, e a outra agora, recentemente, para captar os vídeos, pois naquela época, documentávamos os locais visitados apenas através de fotos e relatos, sem os mini-filmes. Bom, a velha estação hoje serve como residência, sede de uma igreja e também de um projeto social, possui uma grande horta que ocupa o local aonde percorria o antigo leito do Ramal de Jaboticabal, isso há muito tempo atrás, visto que hoje por lá não há sinais de trilhos e mal se percebe por onde passava a antiga linha. A velha estação está encravada entre grandes árvores e sua visualização da rua de acesso é bem prejudicada, para encontrá-la da primeira vez, mesmo com o mapa, tivemos que pedir informação a um morador, que a princípio receoso, não fez questão de se muito simpático, porém ao saber o que procurávamos, e para quê procurávamos, desfez a sisudez e imediatamente abriu um largo e receptivo sorriso, nos fornecendo assim a informação que precisávamos. Curiosamente estávamos a uns vinte metros do prédio naquele momento e aquele senhor pareceu não acreditar que perguntávamos algo tão perceptível e óbvio… para ele talvez, não para nós. O Prédio é grande, está próximo de antigos galpões que eram armazéns de café e ao lado de uma casa que me pareceu ser do chefe da estação ou mesmo de alguma turma de “conserva”, também destacam-se as mãos-francesas lindíssimas (vide fotos e mini-filme) que ainda resistem suportando (não sei por quanto tempo) a cobertura da plataforma. Por lá, não vimos lousas, nem caixa-d’água, nem placas de altitude ou quilometragem, sendo que os dísticos estavam marcados nos frontões, porém apagados. Córrego Rico é um vilarejo de Jaboticabal e nos pareceu um lugar bastante calmo, pelo menos enquanto lá estivemos. De lá, seguimos para Guariba e Hammond…

PANORÂMICAS DA ESTAÇÃO:
Com o compromisso de oferecer o máximo de detalhes que puder colher cada local visitado, agora disponibilizo também imagens panorâmicas, para que tenham a sensação não só da estação, como também do seu entorno, espero que curtam.

Parte de trás da estação.

Parte de trás da estação.

EU NA ESTAÇÃO:
Alguns momentos meus nos locais visitados.

Chegar até esta posição foi um tanto difícil, mas está aí.

Chegar até esta posição foi um tanto difícil, mas está aí.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER CORREGO RICO

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

IPOMÉIA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 06.07.2012
DESTINO: Estação Ipoméia
LOCALIZAÇÃO: Município São Sebastião do Paraíso – MG
COORDENADAS: 21°00’02.7″S 47°00’50.9″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1914
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, completamente abandonado no meio do mato
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Vinicius Costa, José Antonio Thomaz, Pedro Gandra de Carvalho, Giuliano Martins Thomaz, Rodrigo Faustino e Alexandre Neves

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Ipoméia é uma planta da família das trepadeiras, e também uma estação localizada entre Tapir e São Sebastião do Paraíso, fica próxima a uma antiga pedreira da Fepasa, e ao seu redor existem várias construções abandonadas, como escola, galpões, casas de moradia, e uma vilinha ferroviária também. Tudo por lá está abandonado, o acesso é difícil, tanto que tivemos que estacionar a “Pretona” a uns 500, 600 metros, passar pela cerca de arame farpado enferrujado e abrir caminho mato adentro, até chegarmos ao local do prédio da antiga estacão, que também já foi conhecida como “Leôncio” no período da sua construção. Até chegarmos a ela, perguntamos a algumas pessoas que encontramos pelo caminho, se sabiam algo a respeito, mas nenhuma nos disse nada, simplesmente nunca tinham ouvido falar em estação por aqueles lados. Incrível, pois o local é enorme, com construções por todo lado e, mesmo tomado pelo mato, ainda é imponente, pujante, notável. Desbravamos cada canto do lugar, o Rodrigo, meu sócio e amigo, tomou  a frente e foi o primeiro a encontrar a estação, então fomos todos conferir o prédio, a caixa-d’água, as lousas, o frontão, os dísticos, a plataforma… tudo lá, ainda em pé e até que relativamente conservado, visto o seu estado de abandono. As placas de quilometragem e altitude não estavam por lá e os trilhos também não, entramos no prédio, na casa ao lado que deveria ter sido do chefe da estação (imagino eu) e pudemos sentir a energia do local. Em Ipoméia pude sentir o quão importante é este Projeto, sua força e relevância. A cada passo que eu dava por lá, um filme passava na minha cabeça imaginando quantas vidas e histórias aquele lugar abrigou, e olhar tudo aquilo reduzido a ruínas foi muito triste. De lá, seguimos para São Sebastião do Paraíso…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER IPOMÉIA

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

BRIARÉU

DATA DA EXPEDIÇÃO: 17.03.2013
DESTINO: Estação Briaréu
LOCALIZAÇÃO: Município Casa Branca – SP
COORDENADAS: 21°47’29.5″S 47°06’08.1″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1911
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, particular e servindo de moradia
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Jorge Luís Caleffi e Douglas Bulhões

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Briaréu foi a segunda estação que visitamos naquele dia, tínhamos encontrado o Douglas Bulhões, que foi um dos nossos guias locais por aquela região (riquíssima em velhas estações por sinal), e de lá seguimos nosso roteiro partindo de Casa Branca Nova, que é praticamente ao lado de Briaréu. Chegando lá, pudemos ver o quão belo é o prediozinho que ainda resiste no meio do canavial e do milharal que o cercam. Construído no típico padrão Mogiana, com tijolinhos a vista, como o armazém logo a frente e possui um acabamento da cobertura da plataforma em madeira, bem bonito por sinal. Seus dísticos não estão mais lá, nem as placas de sinalização e quilometragem, a caixa-d’água também não foi localizada e os moradores muito menos, e olha que tentamos contato de todas as maneiras possíveis, a fim de obtermos maiores detalhes sobre o lugar. Briaréu significa “composto vegetal parcialmente decomposto e inflamável”, e pelo jeito, aquela região era repleta disso, daí o nome da estação. O Douglas (exímio guia, que nos levou a lugares incríveis além Briaréu, inclusive nos trazendo de volta, sem “nenhum” problema) nos contou histórias sobre o local, e também compartilhou informações obtidas na época em que mantinha um grupo de estudos ferroviários locais, que nos foi de muita valia. Ainda em Briaréu, andamos por todo o local, vimos e documentamos tudo o que podíamos, buscamos o Jr. Alvarenga, o outro guia local, este uma espécie de Indiana Jones implacável, que apesar de ter trabalhado a noite toda, resistiu bravamente ao desafio de percorrer quase 10 estações num só dia com a gente. E assim seguimos para Papagaios, o que já é uma outra história…

COMPLEMENTO ADICIONADO EM 02.07.2013 – Gentilmente enviado por Douglas Bulhões
“Estas fotos de Briaréu foram tiradas no ano de 2004. São fotos simples e não muito grande, pois nesta época eu não tinha câmera digital, então foram tiradas de câmera com filme de revelação e depois foram digitalizadas, mas dá para vc ver como ela está. A Briaréu hj é uma casa de morada. Vale lembrar que estas fotos foram tiradas por mim (Douglas) e também por um amigo que gosta muito de estações chamado Humberto (Jr. Alvarenga)..”


FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER BRIARÉU

POSTERS VINTAGE:
São ilustrações com base fotográfica, que faço sobre algumas estações que representaram algo para mim. Também tenho feito sob encomenda para pessoas que querem presentear alguém ou mesmo simplesmente tê-las para recordação de algum momento marcante, ou apenas como decoração. Todo o valor obtido com a venda destas telas, é revertido integralmente para custear novas expedições do Projeto. Nada é destinado a mim ou ao meu sustento, para isso: eu trabalho.
COLLECTION_11

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
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SANTA ELISA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 17.11.2012
DESTINO: Estação Santa Elisa
LOCALIZAÇÃO: Município Luís Antônio – SP
COORDENADAS: 21°32’0.65″S 47°39’5.41″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1910
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Demolido, absolutamente nada restou
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Claudinéia de Marchi, Dog e Junior

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Em Santa Elisa não sobrou absolutamente nada da antiga estação. Apenas o leito da linha, que é hoje uma estrada de terra, corre por entre as fazendas e outras propriedades rurais de menor porte. Estive lá, encontrei o local exato em que a antiga estação um dia existiu, mas ele está hoje tomado pela plantação de eucaliptos de um lado e cana-de-açúcar do outro. Ainda que não no seu local exato, pois este, está há pouquíssimos metros mata adentro (uns 10 ou 20 metros talvez), consegui documentar todo o seu entorno, e estabelecer uma boa referência, que é uma única árvore grande entre os eucaliptos e a cana. Ela está bem ao lado de onde um dia existiu a estação Santa Elisa (ou Eliza, como queiram). Bem, por lá além da “macumba” no cruzamento da estradinha pouco à frente da estação, pouco se tem para falar, o mini-filme e as fotos completam este relato melhor do que estas palavras. De lá seguimos para a Prainha do Tamanduá, a fim de conhecermos este aprazível ponto turístico de São Simão, cidade vizinha…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER SANTA ELISA

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

CORONEL CORRÊA NOVA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 06.04.2012
DESTINO: Estação Coronel Corrêa Nova
LOCALIZAÇÃO: Município Casa Branca – SP
COORDENADAS: 21°45’30.33″S 47°11’0.78″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em pleno uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1948
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em ruínas, assim como todo o seu entorno
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, José Antonio Thomaz, Raul Otuzi de Oliveira e Vinicius Costa

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Coronel Corrêa Nova remonta a minha infância, é um lugar por onde passei mensalmente junto com o meu saudoso avô Pedro, quando entre 1982 e 1990 ele ia de Ribeirão Preto a Aguaí para receber a sua aposentadoria. Por quase 10 anos eu viajei por aquele trecho, por isso quando cheguei a Coronel Corrêa Nova e a vi naquele estado, quase chorei. Apesar de ser uma estação pequena, sempre me chamou a atenção, pois ficava no meio do nada e mesmo criança eu pensava: “Mas afinal de contas, por quê construiram uma estação aqui?”. Andamos por lá, vimos o prédio por dentro, por fora, as casas ao fundo já tomadas pelo mato altíssimo, vagão abandonado num desvio desativado, a caixa-d’água sobre uma base de concreto, e claro, um poço bem grande e profundo nos fundos da estaçãozinha, repleto de samambaias crescendo por entre os tijolos. Tudo lá está quebrado, desgastado, esquecido ou enferrujado e o abandono impera há anos. Depois de tanto tempo, somente agora soube que em Coronel Corrêa Nova, antigamente existiam linhas dos 2 lados da estação, mesmo tendo passado por lá quando criança, nunca havia me alertado a este fato. Talvez porque naquela época (meados da década de 80), a linha dos fundos da estação já tivesse sido removida. Chegar lá não foi fácil, andar por lá num calor sufocante também não, entrar na base do facão no meio do matagal para tentar obter alguma imagem de dentro das casas abandonadas tampouco, mas, como quase sempre acontece, fomos agraciados com belas imagens e pudemos sentir na pele o que o tempo com uma grande ajuda do descaso, podem fazer a um lugar. Coronel Corrêa Nova é hoje um pequeno monumento à história ferroviária da Mogiana na região de Casa Branca… Bem como tantos outros em outros lugares, sobre outras companhias ferroviárias… Coitados.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER CORONEL CORRÊA NOVA

POSTERS VINTAGE:
São ilustrações com base fotográfica, que faço sobre algumas estações que representaram algo para mim. Também tenho feito sob encomenda para pessoas que querem presentear alguém ou mesmo simplesmente tê-las para recordação de algum momento marcante, ou apenas como decoração. Todo o valor obtido com a venda destas telas, é revertido integralmente para custear novas expedições do Projeto. Nada é destinado a mim ou ao meu sustento, para isso: eu trabalho.
COLLECTION_05

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

CORREDEIRA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 07.09.2012
DESTINO: Estação Corredeira
LOCALIZAÇÃO: Município Cajuru – SP
COORDENADAS:  21°23’37.48″S 47°18’19.52″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1912
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em ruínas, apenas algumas paredes ainda resistem
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e José Antonio Thomaz

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
A jornada até Corredeira rendeu bons frutos, ponte de ferro antiga, usina hidrelétrica, rios, causos e afins. Localizada perto do Rio Pardo, entre Cajuru e Santa Rosa de Viterbo, Corredeira é somente o resquício de outrora, bem no meio de um imenso canavial. Andamos por lá, vimos todo o entorno, entramos no que restou do prédio e documentamos tudo da melhor maneira possível. Dependendo do caminho que se utilize, e se a cana estiver baixa, o prédio pode ser avistado de longe, mostrando ainda hoje certa imponência. Por lá, nada de caixa-d’água, trilhos, placas de quilometragem ou altitude, somente o dístico ainda permanece e, pasmem, legível! A hidrelétrica do mini-filme é a Usina Itaipava, que fica próxima da estação, e tanto uma quanto a outra valem a visita, uma pela beleza arquitetônica e natural (principalmente as corredeiras do Rio Pardo), a outra pelo valor histórico ou mesmo pelas suas ruínas, que de certo modo, guardam algum tipo de “poesia”… Para quem gosta do assunto, eu recomendo este roteiro: Cajuru, Corredeira, Ponte de Ferro, Usina Itaipava, Usina Amália, finalizando em Santa Rosa de Viterbo… bem, é isso.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER CORREDEIRA

ILUSTRAÇÃO DO LOCAL:
Tendo como base as imagens reais de cada local colhidas pelo Projeto Estações Brasileiras, eu desenvolvo uma ilustração que retrate emocionalmente o espírito de cada estação/parada, ou mesmo do seu entorno, no caso de já não existirem mais. A intenção é que sirva de estímulo para a interpretação crítica de cada um, seja de forma positiva, negativa, carregada de saudosismo, ou mesmo de forma contemplativa apenas. Espero que curtam.
CORREDEIRA 01

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

AMÁLIA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 07.09.2012
DESTINO: Estação Amália
LOCALIZAÇÃO: Município Santa Rosa de Viterbo – SP
COORDENADAS: 21°26’30.06″S 47°20’31.09″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1908
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro Santos Dumont
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, cercado e servindo como depósito de uma usina
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e José Antonio Thomaz

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Primeiramente o meu muito obrigado aos responsáveis pela Usina Amália, por compartilhar com a comunidade a riqueza histórica que possuem por lá. Isso posto, vamos ao que vimos no local. A estação Amália é hoje “apenas” um velho depósito e está sendo utilizado possivelmente para guardar algo relacionado a papel, embalagens ou afins (pelo menos foi isso que vimos ao seu redor). É um prédiozinho tímido, acanhado e espremido ao lado de enormes galpões, maiores e mais modernos, o que não tira, nem diminui a sua personalidade. Ainda pintado na cor amarela, que imagino ter sido o seu padrão original, o prédio está protegido por uma grande cerca de arame farpado, que nos impediu de entrar e captar imagens mais detalhadas e próximas. Mesmo assim, andamos por lá e vimos o que um dia foi uma vila (ou colônia), pujante, forte e com muita alma (bem caracterizada até hoje pela sua arquitetura e estilo). Amália tem ainda um monumento um pouco à frente da estação, que imagino ser uma homenagem aos áureos tempos do café, que são duas locomotivas “Maria-Fumaça” expostas sob uma cobertura já bastante deteriorada, que em nada mais as protege da ação do tempo e do clima. Lá, a impressão que tive, foi a de abandono, mas percebi o valor inestimável de cada um dos locais visitados, porém ao que parece, existe cada vez menos força (financeira?) para mantê-los vivos. Amália foi uma grata experiência e, certamente um dos pontos altos deste projeto, pelo qual me apaixono mais e mais a cada dia, e para concluí-lo dignamente, conto com a ajuda de vocês, ok? De lá seguimos para Nhumirim…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

ILUSTRAÇÃO DO LOCAL:
Tendo como base as imagens reais de cada local colhidas pelo Projeto Estações Brasileiras, eu desenvolvo uma ilustração que retrate emocionalmente o espírito de cada estação/parada, ou mesmo do seu entorno, no caso de já não existirem mais. A intenção é que sirva de estímulo para a interpretação crítica de cada um, seja de forma positiva, negativa, carregada de saudosismo, ou mesmo de forma contemplativa apenas. Espero que curtam.
AMALIA 01

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

SANTA SILVÉRIA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 10.03.2012
DESTINO: Estação Santa Silvéria
LOCALIZAÇÃO: Município Santa Cruz das Palmeiras – SP
COORDENADAS: 21°50’13.18″S 47°16’33.53″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1892
CONSTRUÇÃO: Companhia Paulista de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Abandonado e em ruínas
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Thiago Samarino Lages, Jorge Luis Caleffi e João Julio Oliveira

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Santa Silvéria atualmente é apenas um resquício do tempo à beira da estrada que liga Pirassununga à Santa Cruz das Palmeiras. Um prédio semi-destruído, triste mas com uma grande personalidade. Seu acesso é facílimo, pois está a menos de 3 metros da rodovia, nova e asfaltada. É uma ilha cercada no meio de canaviais, mas vale a parada para os que estiverem passando por lá. Certamente não serão dez minutos perdidos observando um prédio velho e esquecido, será sim, um ganho de memória, história e visão crítica, pois estes prédios trazem consigo uma sorte imensa de bons momentos vividos por aqueles que os frequentaram nos seus muitos anos de atividade. Santa Silvéria está localizada entre Baguassu e Palmeiras (Santa Cruz das Palmeiras) e foi para nós um grande achado, por lá ainda estão o prédio, a plataforma, as placas indicativas, mas não me lembro de ter visto a caixa-d’água não. Para quem quiser enviar material para mantermos esta base de dados atualizada, é só entrar em contato. De lá, fomos comer um peixe e tomar umas cervejas na cachoeira da Emas onde também existe uma estação, mas esta fica para a próxima. Até mais.

FOTOS DO LOCAL:


MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

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SÃO SIMÃO VELHA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 24.09.2011
DESTINO: Estação São Simão Velha
LOCALIZAÇÃO: Município São Simão – SP
COORDENADAS: 21°28’39.76″S 47°33’29.86″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1882
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, bem conservado, serve hoje como conselho tutelar e rodoviária da cidade
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e João Julio Oliveira

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
São Simão Velha é hoje um posto policial. Ao seu lado o conselho tutelar da cidade e a rodoviária ocupam o antigo e enorme armazém lateral. Relativamente bem conservados, os prédios seguem o padrão arquitetônico antigo da Mogiana, que sempre dá um ar mais nobre ao lugar, o local tem bastante movimento, a antiga caixa d’água também continua lá, assim como as lousas e placa de quilometragem. São Simão Velha ainda é útil, ainda pulsa vida por lá. De lá seguimos para São Simão Nova…

FOTOS DO LOCAL:


MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

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SANTA ROSA DE VITERBO

DATA DA EXPEDIÇÃO: 24.09.2011
DESTINO: Estação Santa Rosa de Viterbo
LOCALIZAÇÃO: Município Santa Rosa de Viterbo – SP
COORDENADAS: 21°29’4.11″S 47°21’36.14″W
TRILHOS NO LOCAL: Não (apenas um trecho decorativo em frente do prédio)
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1910
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, atualmente sendo utilizado como escola de música
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e João Julio Oliveira

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Chegamos em Santa Rosa de Viterbo já bastante cansados, vindos de Bento Quirino, São Simão (velha e nova), Cerrado, Santos Dumont (velha e nova), e encontramos uma bela estação, bem conservada (afinal lá é um “conservatório”, rerere… OK, me desculpem pela piada, mas não resisti), e ainda servindo à população. O acesso até lá foi tranquilo, pois o prédio fica dentro da cidade, seu estado de conservação é muito bom e as características originais também foram respeitadas. Até um pequeno trecho de linha foi feito em frente da estação, lembrando os idos tempos em que o trem passava por lá. Abaixo as imagens e acima o mini-filme complementam este relato. De lá, fomos tomar uma cerveja num depósito de bebidas da cidade, porque não encontramos nenhum restaurante aberto, mas valeu a pena, de tão gelada a cerveja quebrou o copo americano ao meio de forma milimetricamente simétrica. Imagino ter sido sinal de boa sorte, rerere…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.