Posts encontrados com a Tag: "SANTA RITA DO PASSA QUATRO"

BENTO CARVALHO

DATA DA EXPEDIÇÃO: 02.11.2012
DESTINO: Estação Bento Carvalho
LOCALIZAÇÃO: Município Santa Rita do Passa Quatro – SP
COORDENADAS: 21°43’7.94″S 47°33’36.34″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1913
CONSTRUÇÃO: Companhia Paulista de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Demolido
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Claudinéia de Marchi, Thiago Samarino lages e Roseléia Pereira.

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estive no local exato aonde a antiga estação Bento Carvalho teria existido, mas, lá no local, absolutamente nada indicava que, um dia ali houve uma estação do antigo ramal de Santa Rita. Olhando com extrema boa vontade, um recuo ao lado da pequena estrada de terra batida parecia indicar que pudesse ter um dia existido uma estação naquele espaço, um pequeno pátio, enfim, mas de concreto mesmo, nada. Como nem sempre as indicações e as pistas que obtemos são totalmente confiáveis, fica na minha mente que talvez pudéssemos ter errado de lugar, mas independente disso, não estávamos tão distante do local, isso com certeza. A estação Bento Carvalho, era denominada Moema e fazia parte de um ramal que seguia em bitola estreita (60cm) até Vassununga, o seu ponto final. A linha foi desativada e extinta na década de 1960, e nesses quase 60 anos, é bem provável que toda a ruína de Bento Carvalho tenha sido engolida pela voraz cana-de-açúcar, que domina aquela região, deixando-a apenas na memória de quem ainda se interessa pelo tema. Caso alguém tenha mais notícias dela, saiba a exata localização ou possa acrescentar algo relevante a esta postagem, basta me enviar, que publico com os respectivos créditos. De lá, seguimos para Santa Olívia…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER BENTO CARVALHO

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

SANTA OLÍVIA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 02.11.2012
DESTINO: Estação Santa Olívia
LOCALIZAÇÃO: Município Santa Rita do Passa Quatro – SP
COORDENADAS: 21°42’19″S 47°31’52″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1913
CONSTRUÇÃO: Companhia Paulista de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Demolido, porém não pudemos entrar na propriedade para conferir
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Claudinéia de Marchi, Roseléia Pereira e Thiago Samarino Lages

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Frustrante. Essa é uma das palavras que definem a nossa busca pelos resquícios da antiga estação Santa Olívia, no Ramal de Santa Rita. Santa Olívia foi a primeira estação do prolongamento do ramal em direção à Vassununga, construído pela Companhia Paulista de Estradas de Ferro, no ano de 1913. Andamos por toda a redondeza em busca de restos das fundações, plataforma, ou algo que pudesse comprovar que aqueles locais realmente foram ocupados pela estação e seu pátio, porém nada encontramos. O local marcado como tendo sido o ponto da estação, está dentro da Fazenda São José, a qual não fomos autorizados a entrar, sendo assim, tivemos que registrar apenas a entrada do local, pois foi o mais próximo que chegamos da “provável” localização do prédio. Ali, há uma construção pelo que pudemos comprovar através do Google Earth, mas somente indo até ela, é que conseguiríamos ver se tratava-se mesmo da estaçãozinha. Tudo indica que não era ali o local, pois um funcionário antigo da fazenda, nos indicou um ponto há uns 700 ou 800 metros, aonde existe uma árvore, que este sim, seria o local exato de Santa Olívia. Mas como saber? Registramos o que pudemos, a entrada antiga da fazenda, que fica exatamente em frente ao local indicado como tendo sido o da velha estação, alguns ângulos da própria fazenda e os seus arredores. Por lá não existe nada do leito ferroviário, nem trilhos, nem nada. O nome da estação tem a sua origem no nome da antiga dona das terras aonde ela estava instalada, Olívia Guedes Penteado, e o ramal permaneceu ativo até idos de 1959, graças ao cultivo da cana-de-açúcar e a produção leiteira da região, mas depois disso, perdeu a viabilidade econômica. Nossa busca por resquícios foi grande e… frustrante. De lá, seguimos para Santa Rita do Passa Quatro…

CURIOSIDADE SOBRE A LOCALIZAÇÃO:
SANTA_OLIVIA_EARTH

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER SANTA OLIVIA

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
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IBÓ

DATA DA EXPEDIÇÃO: 20.10.2012
DESTINO: Estação Ibó
LOCALIZAÇÃO: Município Santa Rita do Passa Quatro – SP
COORDENADAS: 21°46’59.97″S 47°28’51.44″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1917
CONSTRUÇÃO: Companhia Paulista de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Demolido, nada restou no local
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Vinicius Costa

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Fomos até Ibó atrás de informações, relatos, resquícios, enfim, algo que enriquecesse o nosso acervo ferroviário com dados relevantes sobre aquela estação. Pois já sabíamos de antemão que ela fazia parte do antigo Ramal de Santa Rita, denominado assim, após a compra do trecho pertencente a Estrada de Ferro Santa Rita, pela Companhia Paulista de Estradas de Ferro. Exploramos a região, encontramos o local, mas nenhuma alma viva além de mim e do Vinicius estava por lá para nos contar algo sobre o vilarejo. E olha que era por volta do meio-dia quando isso ocorreu, enfim, talvez estivessem almoçando, né? Por lá, somente algumas poucas casas, galpões e uma igrejinha abandonada bem simpática ainda resistem. O leito da antiga estrada de ferro pelo que vimos, cortava a vila (bairro?) ao meio, e hoje serve como uma estrada de terra para os moradores da região. Ibó está localizada a uns 400 ou 500 metros da Rodovia vicinal que liga Porto Ferreira a Santa Rita do Passa Quatro, e foi por onde viemos. O que marca o local onde a estação provavelmente existiu, é uma grande árvore próxima à igreja na margem da estradinha (vide fotos e mini-filme) e nada mais. Infelizmente por lá não conseguimos nenhum tipo de detalhe sobre a estação e nem sequer encontramos os restos da plataforma, caixa-d’água ou qualquer coisa parecida. Ibó naquele dia foi o nosso fim de linha, saímos de lá, tomamos uma lata de cerveja geladíssima em Santa Rita e voltamos para casa.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER IBÓ

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

CORREDEIRA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 07.09.2012
DESTINO: Estação Corredeira
LOCALIZAÇÃO: Município Cajuru – SP
COORDENADAS:  21°23’37.48″S 47°18’19.52″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1912
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em ruínas, apenas algumas paredes ainda resistem
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e José Antonio Thomaz

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
A jornada até Corredeira rendeu bons frutos, ponte de ferro antiga, usina hidrelétrica, rios, causos e afins. Localizada perto do Rio Pardo, entre Cajuru e Santa Rosa de Viterbo, Corredeira é somente o resquício de outrora, bem no meio de um imenso canavial. Andamos por lá, vimos todo o entorno, entramos no que restou do prédio e documentamos tudo da melhor maneira possível. Dependendo do caminho que se utilize, e se a cana estiver baixa, o prédio pode ser avistado de longe, mostrando ainda hoje certa imponência. Por lá, nada de caixa-d’água, trilhos, placas de quilometragem ou altitude, somente o dístico ainda permanece e, pasmem, legível! A hidrelétrica do mini-filme é a Usina Itaipava, que fica próxima da estação, e tanto uma quanto a outra valem a visita, uma pela beleza arquitetônica e natural (principalmente as corredeiras do Rio Pardo), a outra pelo valor histórico ou mesmo pelas suas ruínas, que de certo modo, guardam algum tipo de “poesia”… Para quem gosta do assunto, eu recomendo este roteiro: Cajuru, Corredeira, Ponte de Ferro, Usina Itaipava, Usina Amália, finalizando em Santa Rosa de Viterbo… bem, é isso.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER CORREDEIRA

ILUSTRAÇÃO DO LOCAL:
Tendo como base as imagens reais de cada local colhidas pelo Projeto Estações Brasileiras, eu desenvolvo uma ilustração que retrate emocionalmente o espírito de cada estação/parada, ou mesmo do seu entorno, no caso de já não existirem mais. A intenção é que sirva de estímulo para a interpretação crítica de cada um, seja de forma positiva, negativa, carregada de saudosismo, ou mesmo de forma contemplativa apenas. Espero que curtam.
CORREDEIRA 01

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
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AMÁLIA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 07.09.2012
DESTINO: Estação Amália
LOCALIZAÇÃO: Município Santa Rosa de Viterbo – SP
COORDENADAS: 21°26’30.06″S 47°20’31.09″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1908
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro Santos Dumont
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, cercado e servindo como depósito de uma usina
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e José Antonio Thomaz

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Primeiramente o meu muito obrigado aos responsáveis pela Usina Amália, por compartilhar com a comunidade a riqueza histórica que possuem por lá. Isso posto, vamos ao que vimos no local. A estação Amália é hoje “apenas” um velho depósito e está sendo utilizado possivelmente para guardar algo relacionado a papel, embalagens ou afins (pelo menos foi isso que vimos ao seu redor). É um prédiozinho tímido, acanhado e espremido ao lado de enormes galpões, maiores e mais modernos, o que não tira, nem diminui a sua personalidade. Ainda pintado na cor amarela, que imagino ter sido o seu padrão original, o prédio está protegido por uma grande cerca de arame farpado, que nos impediu de entrar e captar imagens mais detalhadas e próximas. Mesmo assim, andamos por lá e vimos o que um dia foi uma vila (ou colônia), pujante, forte e com muita alma (bem caracterizada até hoje pela sua arquitetura e estilo). Amália tem ainda um monumento um pouco à frente da estação, que imagino ser uma homenagem aos áureos tempos do café, que são duas locomotivas “Maria-Fumaça” expostas sob uma cobertura já bastante deteriorada, que em nada mais as protege da ação do tempo e do clima. Lá, a impressão que tive, foi a de abandono, mas percebi o valor inestimável de cada um dos locais visitados, porém ao que parece, existe cada vez menos força (financeira?) para mantê-los vivos. Amália foi uma grata experiência e, certamente um dos pontos altos deste projeto, pelo qual me apaixono mais e mais a cada dia, e para concluí-lo dignamente, conto com a ajuda de vocês, ok? De lá seguimos para Nhumirim…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

ILUSTRAÇÃO DO LOCAL:
Tendo como base as imagens reais de cada local colhidas pelo Projeto Estações Brasileiras, eu desenvolvo uma ilustração que retrate emocionalmente o espírito de cada estação/parada, ou mesmo do seu entorno, no caso de já não existirem mais. A intenção é que sirva de estímulo para a interpretação crítica de cada um, seja de forma positiva, negativa, carregada de saudosismo, ou mesmo de forma contemplativa apenas. Espero que curtam.
AMALIA 01

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.