Posts encontrados com a Tag: "SAMARITÁ"

VILA MARGARIDA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 08.11.2012
DESTINO: Estação Vila Margarida (Parada)
LOCALIZAÇÃO: Município São Vicente – SP
COORDENADAS: 23°57’39″S 46°24’17″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, apenas em alguns trechos
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1960/70 (período provável)
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro Sorocabana
STATUS DO PRÉDIO: Demolido, apenas alguns restos de trilhos ainda resistem no local
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Claudinéia de Marchi

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
A parada Vila Margarida está exatamente aonde a linha que segue para Samaritá cruza com a Rodovia do Imigrantes em São Vicente. Estive no local e pude ver o quanto é precário (pelo menos em termos de limpeza) e imagino que tenha sido até mais anteriormente, pelos relatos que contam sobre as pedras, que eram atiradas pelos moradores nos trens de cargas e principalmente de passageiros, o que obviamente não demonstra que o lugar contava com um nível elevado de educação e infra-estrutura básica não é mesmo? Andei por lá, vi aonde a plataforma estava localizada, sim, era apenas uma plataforma de estrutura metálica coberta por telhas de amianto e um pequeno alambrado cercando a parte de trás. Em 1999 cessou por ali o transporte de passageiros e em 2008 o de cargas, sobrando apenas o que vimos, trilhos cobertos pelo mato e pelo asfalto, e muita sujeira. Um projeto de VLT (Veículo Leve sobre Trilhos), tramita ali na região com promessas e boatos, mas nada de concreto foi visto por mim  enquanto estive lá. Em resumo, é um lugar que ficou no passado ferroviário da região, estagnado, como tantos outros.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
POSTER VILA MARGARIDA

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

SAMARITÁ

DATA DA EXPEDIÇÃO: 08.11.2012
DESTINO: Estação Samaritá
LOCALIZAÇÃO: Município São Vicente – SP
COORDENADAS: 23°59’23.90″S 46°28’38.75″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, apenas alguns trechos
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1930
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro Sorocabana
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, fechado e aparentemente servindo de moradia
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Claudinéia de Marchi

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Samaritá me despertou a atenção primeiro pela sonoridade do seu nome, depois por ser um enorme pátio de entroncamento, que ligava a linha que vinha de Juquiá a que seguia para Mairinque e que que gerava um trânsito intenso, tanto de cargas quanto de passageiros. O lugar é afastado de São Vicente, mas hoje, as distâncias já não são um grande problema, portanto, foi fácil chegar até ela. Andei por lá, vi o estado de abandono total em que tudo se encontra, localizei a estação, toda pintada de cores gritantes (me lembrou o Pelourinho) e, ao que parece, servindo de moradia, estando cercada apenas em um dos lados, o do fundo. Samaritá era uma vila distante e na década de 60, teria servido de depósito de lixo tóxico da Rhodia, aonde eram jogados toda sorte de resíduos químicos, inclusive o Pentaclorofenol ou Pó-da-China, que acabou por contaminar toda aquela região e muitos dos seus moradores, tanto que alguns andavam a pé somente sobre os trilhos, pois havia casos de contaminação por toda a região, e o único lugar minimamente seguro era o leito ferroviário, pois ali embaixo, certamente ninguém tinha enterrado detritos, lixo ou qualquer outra substância tóxica. Sabendo disso tudo, entende-se a carga negativa que sente-se no local. Muito disso provavelmente vem do ar de abandono, mas não só dele. Lá existem composições enferrujando por todo o pátio tomado pelo mato, algumas ainda na linha e outras fora. Os prédios relacionados ao universo férreo, estão em ruínas e por ali já não circulam trens há muito tempo. Subindo na passarela que existe ao lado da antiga estação e olhando para os lados, tem-se uma noção exata do que aquele lugar é hoje, e também pode-se imaginar o que ele foi um dia. Obviamente que tomando alguns cuidados, pois por ali, encontrei alguns rapazes, que não me pareciam dispostos a colaborar com o Projeto Estações Brasileiras não, mas segui em frente, afinal estava lá para aquilo e era o que seria feito naquele momento, com ou sem o “auxílio” deles. De lá, seguimos para Doutor Alarico, pouco à frente, no sentido São Vicente…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER SAMARITA

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PARAITINGA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 08.11.2012
DESTINO: Estação Paraitinga
LOCALIZAÇÃO: Município Praia Grande – SP
COORDENADAS:  23°59’31.52″S 46°30’46.92″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, um grande pátio em pleno uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1939
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro Sorocabana
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, funcional e bem conservado
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Claudinéia de Marchi

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Por lá, todos a tratam de “Paratinga” e é um grande pátio da ALL, com oficinas, vários desvios e composições para todo lado. Viemos de Engenheiro Gladson por uma inóspita estrada de terra, até entrarmos em Paraitinga pelos fundos, por dentro do pátio, assim, já logo demos de cara com uma Dash cheia de vagões, pronta para partir. Não tive dúvidas, desci da “Pretona” corri sobre os trilhos e consegui algumas imagens, daí sim, seguimos para a estação, que na verdade, hoje já não é mais uma estação, e sim, um posto de controle da ALL, concessionária do trecho. Está localizada num lugar de acesso complicado, porém com um pouco de coragem e paciência se chega lá sem maiores problemas. A área é grande, com um galpão de manutenção enorme, em pleno uso e bastante movimentado. Nos arredores existem algumas chácaras e até um pequeno bar, aonde eu pude tomar até uma cerveja… (quente, eca!). Sendo assim, peguei uma água e continuei a explorar as redondezas. Paraitinga mostra força pelo seu nível de utilização, mas ao mesmo tempo, não esconde o abandono, principalmente no trecho em que antigamente se ligava a Samaritá, outra estação bem próxima, já desativada há tempos. E foi para lá que seguimos   na esperança de encontramos além de bons materiais e boas histórias, quem sabe, cerveja gelada…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.