Posts encontrados com a Tag: "RAMAL DE CAJURU"

SAMPAIO MOREIRA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 18.08.2012
DESTINO: Estação Sampaio Moreira
LOCALIZAÇÃO: Município Cajuru – SP
COORDENADAS: 21°21’16″S 47°16’19″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1912
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, cercado, bem conservado, porém vazio
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Miguel El Debs e Luiz André Barbosa de Melo

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estive em Sampaio Moreira acompanhado por dois amigos, o Miguel e o Luiz André, num dia lindo de inverno e o que vi naquele lugar me encheu os olhos. A estação construída em 1912 pela Companhia Mogiana no Ramal de Cajuru, servia para escoamento de produtos da região, em especial o café e era a penúltima no sentido final, o de Cajuru. Localizada dentro da Fazenda Santa Cecília, está em pé, mantendo sua arquitetura original e relativamente bem cuidada, apesar de não haver um uso específico para o prédio. Plataformas, dísticos, frontões, assoalhos, guichês, lousas e algumas construções ao fundo, compõem o cenário ferroviário do local. Da caixa-d’água, apenas a base está lá e os trilhos já se foram também. Ali, o trecho foi desativado em 1966 e de lá para cá, a sorte da estação, foi estar numa propriedade onde visivelmente se dá valor ao passado. Andei pelo lugar, vi uma espécie de museu composto por ruínas de usina, terreiros, a própria estação, enfim, tudo conservado e exposto a quem ali conseguir chegar. Muito embora haja uma cerca e um portão enorme, entrei sem problemas e pude conhecer toda aquela riqueza histórica de perto. Me encantou a igrejinha cuja estrada longa e reta acaba bem na sua frente, com postes de luz e uma linda árvore que aparentemente foi atingida por um raio a sua margem. No momento em que lá estive, jamais imaginaria que um dia voltaria para falar sobre o tema ferroviário, mas isso aconteceu. Depois de uns 3 anos, fui convidado para palestrar num evento em homenagem aos 100 anos do Ramal de Cajuru, e como já havia estado em todas as estações do ramal, pude falar com propriedade de cada uma delas, seu passado e o seu presente, visto que algumas, certamente não possuirão um futuro. Ainda sobre Sampaio Moreira, descobri mais adiante, ser de propriedade do pai de uma maiga, o que me deixou ainda mais satisfeito. Enfim, de lá, segui para Corredeira, o que já é uma outra história…

FOTOS DO LOCAL:

 

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
SAMPAIO_MOREIRA_POSTER_OFICIALnet

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

ITAOCA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 18.08.2012
DESTINO: Estação Itaoca
LOCALIZAÇÃO: Município Cajuru – SP
COORDENADAS: 21°19’03″S 47°17’44″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1912
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Demolido, absolutamente nada restou no local
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Miguel Iacovelo El Debs e Luiz André Barbosa de Melo

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estivemos na fazenda Santa Helena da Ytaoca, no município de Cajuru, aonde procuramos por todos os cantos o local exato e o que ainda pudesse existir da antiga estação da Cia. Mogiana, mas nada encontramos. O Ramal de Cajuru, era composto por oito estações, e Itaoca era a penúltima delas, apenas Cajuru vinha depois, finalizando o ramal. A estaçãozinha durou pouco mais de 45 anos e foi demolida por volta de 1957, segundo relatos. Entramos na fazenda, percorremos bons quilômetros por lá, conhecemos cachoeiras lindíssimas (vide fotos e mini-filme), morros e até a própria sede da fazenda, aonde pudemos conversar com o morador, que nos disse já ter ouvido falar a respeito desta estação, mas que há muito tempo nada mais restara dela. Fomos até o local exato da nossa referência e realmente, por lá existe apenas cana. Sendo assim, documentamos o local, o entorno, o antigo leito e seguimos viagem para Sampaio Moreira na fazenda Santa Cecília, logo a frente. Neste dia, fui acompanhado pelos amigos: Miguel Iacovelo El Debs e Luiz André Barbosa de Melo.

EU NA ESTAÇÃO:
Alguns momentos meus nos locais visitados.
EU ITAOCA

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER ITAOCA

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NHUMIRIM

DATA DA EXPEDIÇÃO: 07.09.2012
DESTINO: Estação Nhumirim
LOCALIZAÇÃO: Município Santa Rosa de Viterbo – SP
COORDENADAS: 21°31’28″S 47°22’08″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1910
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé e abandonada
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e José Antonio Thomaz

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estive em Nhumirim juntamente com o meu Tio Zé e vimos cada detalhe do prédio e do pequeno vilarejo. A estaçãozinha que durou pouco mais de cinquenta anos, e foi fechada no final de década de 1960, ainda está em pé, firme, forte e na luta, como muitos gostam de dizer. Não sei por quanto tempo mais ela aguentará esta batalha que trava pela sua existência, pois os sinais de desgaste são bastante claros na sua estrutura. O prédio está abandonado, com as portas abertas e tudo revirado no seu interior, a plataforma ainda mantém a cobertura de telhas de cerâmica, as lousas e o guichê de venda de bilhetes também estão lá, os dísticos ilegíveis, os frontões completam o cenário. Aonde era o pátio virou uma rua e uma praça, com uma mesa e bancos de concreto, aonde imagino, seja o ponto de encontro dos carteadores de plantão. Em frente tem um bar denominado: “Bar  Estação” (nome deveras sugestivo não é mesmo?), mas estava fechado, e infelizmente não pude experimentar a temperatura da cerveja servida ali, mas quem sabe, um dia volto lá? O meu amigo Miguel El Debs, me disse ter passado bons momentos naquele lugar (casa da avó se não me engano), o que foi devidamente lembrado por mim durante a visita. Enfim, Nhumirim está lá, ainda viva, ainda parte do extinto Ramal de Cajuru e ainda esperando uma função mais nobre do que a de somente existir. Me recuso a crer que não consigam uma função para aquele prédio histórico, belo e ainda com muito a oferecer. Pensem pessoal, e o principal… ajam.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER NHUMIRIM

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

CORREDEIRA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 07.09.2012
DESTINO: Estação Corredeira
LOCALIZAÇÃO: Município Cajuru – SP
COORDENADAS:  21°23’37.48″S 47°18’19.52″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1912
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em ruínas, apenas algumas paredes ainda resistem
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e José Antonio Thomaz

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
A jornada até Corredeira rendeu bons frutos, ponte de ferro antiga, usina hidrelétrica, rios, causos e afins. Localizada perto do Rio Pardo, entre Cajuru e Santa Rosa de Viterbo, Corredeira é somente o resquício de outrora, bem no meio de um imenso canavial. Andamos por lá, vimos todo o entorno, entramos no que restou do prédio e documentamos tudo da melhor maneira possível. Dependendo do caminho que se utilize, e se a cana estiver baixa, o prédio pode ser avistado de longe, mostrando ainda hoje certa imponência. Por lá, nada de caixa-d’água, trilhos, placas de quilometragem ou altitude, somente o dístico ainda permanece e, pasmem, legível! A hidrelétrica do mini-filme é a Usina Itaipava, que fica próxima da estação, e tanto uma quanto a outra valem a visita, uma pela beleza arquitetônica e natural (principalmente as corredeiras do Rio Pardo), a outra pelo valor histórico ou mesmo pelas suas ruínas, que de certo modo, guardam algum tipo de “poesia”… Para quem gosta do assunto, eu recomendo este roteiro: Cajuru, Corredeira, Ponte de Ferro, Usina Itaipava, Usina Amália, finalizando em Santa Rosa de Viterbo… bem, é isso.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER CORREDEIRA

ILUSTRAÇÃO DO LOCAL:
Tendo como base as imagens reais de cada local colhidas pelo Projeto Estações Brasileiras, eu desenvolvo uma ilustração que retrate emocionalmente o espírito de cada estação/parada, ou mesmo do seu entorno, no caso de já não existirem mais. A intenção é que sirva de estímulo para a interpretação crítica de cada um, seja de forma positiva, negativa, carregada de saudosismo, ou mesmo de forma contemplativa apenas. Espero que curtam.
CORREDEIRA 01

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
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AMÁLIA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 07.09.2012
DESTINO: Estação Amália
LOCALIZAÇÃO: Município Santa Rosa de Viterbo – SP
COORDENADAS: 21°26’30.06″S 47°20’31.09″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1908
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro Santos Dumont
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, cercado e servindo como depósito de uma usina
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e José Antonio Thomaz

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Primeiramente o meu muito obrigado aos responsáveis pela Usina Amália, por compartilhar com a comunidade a riqueza histórica que possuem por lá. Isso posto, vamos ao que vimos no local. A estação Amália é hoje “apenas” um velho depósito e está sendo utilizado possivelmente para guardar algo relacionado a papel, embalagens ou afins (pelo menos foi isso que vimos ao seu redor). É um prédiozinho tímido, acanhado e espremido ao lado de enormes galpões, maiores e mais modernos, o que não tira, nem diminui a sua personalidade. Ainda pintado na cor amarela, que imagino ter sido o seu padrão original, o prédio está protegido por uma grande cerca de arame farpado, que nos impediu de entrar e captar imagens mais detalhadas e próximas. Mesmo assim, andamos por lá e vimos o que um dia foi uma vila (ou colônia), pujante, forte e com muita alma (bem caracterizada até hoje pela sua arquitetura e estilo). Amália tem ainda um monumento um pouco à frente da estação, que imagino ser uma homenagem aos áureos tempos do café, que são duas locomotivas “Maria-Fumaça” expostas sob uma cobertura já bastante deteriorada, que em nada mais as protege da ação do tempo e do clima. Lá, a impressão que tive, foi a de abandono, mas percebi o valor inestimável de cada um dos locais visitados, porém ao que parece, existe cada vez menos força (financeira?) para mantê-los vivos. Amália foi uma grata experiência e, certamente um dos pontos altos deste projeto, pelo qual me apaixono mais e mais a cada dia, e para concluí-lo dignamente, conto com a ajuda de vocês, ok? De lá seguimos para Nhumirim…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

ILUSTRAÇÃO DO LOCAL:
Tendo como base as imagens reais de cada local colhidas pelo Projeto Estações Brasileiras, eu desenvolvo uma ilustração que retrate emocionalmente o espírito de cada estação/parada, ou mesmo do seu entorno, no caso de já não existirem mais. A intenção é que sirva de estímulo para a interpretação crítica de cada um, seja de forma positiva, negativa, carregada de saudosismo, ou mesmo de forma contemplativa apenas. Espero que curtam.
AMALIA 01

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.