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PRATÁPOLIS

DATA DA EXPEDIÇÃO: 31.07.2014
DESTINO: Estação Pratápolis
LOCALIZAÇÃO: Município Pratápolis – MG
COORDENADAS: 20°44’36″S  46°51’55″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, apenas alguns trechos seccionados
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1919
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, serve como centro cultural local
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, José Antonio Thomaz, Pedro Gandra e Vinicius Costa

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Passei por Pratápolis num final de semana em que ia até a represa de Furnas, para uma tradicional pescaria com os amigos e, sendo assim, aproveitei a jornada para documentar aquele trecho do Ramal de Passos. A estação, como poderão ver nas imagens e mini-filme, estava em muito bom estado, tendo sido reformada e pintada recentemente. Por ali, ainda estão todos os elementos do universo ferroviário, o que nos fez ter uma ótima ideia do que o passado nos oferecia em termos de qualidade e perenidade construtiva. Pátio, plataforma coberta, mãos-francesas, dísticos, placas de trens, de altitude, de quilometragem, trechos seccionados da velha linha, casas de turma, caixa-d’água, e, muitos, muitos pombos mesmo, tudo ali, contrastando o amarelo forte das paredes com o azul anil do céu, que insistia em nos brindar, com a sua hipnotizante beleza naquele dia de inverno. A estação não fez apenas de mim, um aficcionado pelo tema, um bobo sorridente, mas também mostrou para os outros três companheiros de expedição, o quanto a história, exposta daquela maneira, viva e ativa, pode ser uma ferramementa poderosa de mudanças. O nome Pratápolis, vem de Espírito Santo do Prata, nome do povoado existente ali desde 1860, e que dizem ter sido adotado pela Companhia Mogiana ao construir a estação, deu inegavelmente uma conotação mais pujante ao pequeno vilarejo (polis). Andamos por lá, conversamos com alguns moradores que por ali passavam, soubemos que a estação foi término de linha até 1921, quando finalmente chegou a Passos. Pratápolis me deixou com um gostinho de quero mais e certamente retornarei um dia. De lá, seguimos para Itaú de Minas, mas isso é oooooutra história…

PANORÂMICAS DA ESTAÇÃO:
Com o compromisso de oferecer o máximo de detalhes que puder colher em cada local visitado, agora disponibilizo também imagens panorâmicas, para que tenham a sensação não só da estação, como também do seu entorno, espero que curtam.

PANORAMICA_PRATAPOLIS_01

Belíssima estação, foi um prazer enorme ter estado ali.

FOTOS DO LOCAL:


 

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
PRATAPOLIS_POSTER_OFICIALnet

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

JOSÉ HONÓRIO

DATA DA EXPEDIÇÃO: 19.05.2012
DESTINO: Estação José Honório
LOCALIZAÇÃO: Município São Sebastião do Paraíso – MG
COORDENADAS: 20°54’53.24″S 47°04’10.24″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, apenas alguns trechos
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1911
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro São Paulo e Minas
STATUS DO PRÉDIO: Demolido, nada restou no local
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Jeferson Tomaz Querino e Vinicius Costa

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estivemos na região de São Sebastião do Paraíso em busca da estação José Honório, mesmo sabendo de antemão que ela havia sido demolida há anos, ainda assim, acreditávamos que poderíamos encontrar algo, nem que fossem apenas resquícios da sua plataforma, mas não, nem isso conseguimos. Chegamos ao local exato em que, segundo nossas pesquisas teria existido o antigo prédio, o local está dentro de uma fazenda por onde o antigo leito da Estrada de Ferro São Paulo e Minas passava (e ainda passa, apesar de desativado), pudemos chegar ao local e, hoje por lá, há apenas mato e uma cerca velha (vide fotos abaixo). Depois de algum tempo, fomos abordados por um casal (provavelmente donos do local, uma fazenda linda, diga-se de passagem), a quem perguntamos sobre a existência da estação, mas nada sabiam, a não ser “de ouvirem falar” que há muito, sim, houve uma estação por ali. Andamos, tentamos encontrar mais depoimentos, mas nada conseguimos, então de lá voltamos para Guardinha, onde conhecemos um Cristo e uma igreja que ficam no alto do Morro da Mesa, de onde se tem uma vista magnífica (vide fotos abaixo), desfrutamos de um simpático riachinho e seguimos nosso caminho.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER JOSÉ HONÓRIO

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MORRO DO FERRO

DATA DA EXPEDIÇÃO: 06.07.2012
DESTINO: Estação Morro do Ferro
LOCALIZAÇÃO: Município Pratápolis – MG
COORDENADAS:  20°48’23.22″S 46°53’34.42″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1915 (Data aproximada)
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Demolido, restam apenas vestígios da base da plaraforma
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Vinicius Costa, José Antonio Thomaz, Pedro Gandra de Carvalho, Giuliano Martins Thomaz, Rodrigo Faustino e Alexandre Neves

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Localizar a estação Morro do Ferro foi uma tarefa bem difícil. A equipe que me acompanhou desta vez, foi grande e já vínhamos bem cansados desde Itamogi, percorrendo todas as estações do Ramal de Passos  da Companhia Mogiana. As informações disponíveis não eram suficientes para encontrarmos o local exato, portanto tivemos que seguir até os arredores e ir “garimpando” informações e indícios de onde poderia ser a real localização da antiga estação. O Morro que batizava a estação (provavelmente uma parada) fica ali nas redondezas, onde também encontramos uma ponte de ferro sobre um pequeno riacho, e seguindo o leito da linha por uma estrada de terra paralela, chegamos a uma casa, onde o morador nos mostrou o local exato onde ainda existem os restos do prédio e plataforma. ” – É bem ali embaixo daquela palmeira!” falou o morador, apontando para a árvore logo atrás da gente. Agradecemos, pulamos cerca, atravessamos o riacho, subimos o morro tomado por cupinzeiros, passamos por bambuzais até que finalmente achamos o que procurávamos, os restos da estação Morro do Ferro. Mesmo que somente pedaços de concreto e tijolos no chão e no meio do mato, ainda assim, a emoção da turma foi grande, afinal acabávamos de conseguir o nosso objetivo maior naquele dia. Fotografamos o local, filmamos, andamos ao redor para ver se existiam mais resquícios, mas nada. Então, seguimos o leito real da linha até a ponte de ferro, mas não sentimos segurança para atravessá-la, então voltamos ao local da estação cavamos em alguns lugares, mas o que existia era aquilo mesmo, apenas uma base de concreto (um tipo de contra-piso), e alguns tijolos. Certos de termos encontrado o local, seguimos viagem rumo a Pratápolis, por um caminho lindo, com direito a uma enorme plantação de Girassóis que, naquele dia, diante de um céu azul incrível, nos brindou com uma das cenas mais lindas que vi na vida. Que dia.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
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