Posts encontrados com a Tag: "PAULISTA"

VICTOR SUDRIERS*

ESPECIAL URUGUAI
Nas seções especiais, diferentemente das demais, o intuito é mostrar de forma rápida, algumas estações em que estive fora do Brasil. É somente uma forma de compartilhar informação e vivências acerca do tema ferroviário, de forma breve, leve e descontraída. Espero que curtam.

 

ESTACIÓN VICTOR SUDRIERS / Outubro de 2014
O complexo da estação Victor Sudriers é sem dúvida o cenário ferroviário mais espetacular em que já estive fora do Brasil. Andar por lá é uma volta absurda no tempo e um festival de surpresas, espantos e tristezas. O lugar é um depósito de locomotivas e um ponto de entroncamento, que até 1944 chamava-se Empalme Olmos, “Empalme” que por lá significa algo como bifurcação/entroncamento e Olmos, que é o nome do local, em homenagem a Octavio Olmos, que foi quem doou as terras para a ferrovia. Pensem numa criança que acabou de ganhar um brinquedo novo no natal! Mas não era somente um brinquedo qualquer, era o complexo todinho de Victor Sudriers, e isso, sinceramente, só vão entender os apaixonados pelo tema ferroviário e quem explorar cada cantinho do lugar, como eu fiz. Trouxe fotos em quantidade e também vídeos, que futuramente editarei e publicarei aqui para enriquecer ainda mais a postagem, mas por enquanto, venham comigo viajar nas fotos deliciosas, de um passado ferroviário tão decadente quanto o nosso, e tudo aqui, bem do ladinho, no belo, charmoso e pequenino Uruguai. As oficinas dali foram fechadas em 1953 e tiveram suas atividades mudadas para os “talleres” de Peñarol, onde também estive. Mais tarde, em 1975 retornaram numa configuração bem mais modesta. A ferrugem é abundante, o grande girador, a enorme caixa-d’água, os vagões de madeira, as flores que crescem sobre os antigos desvios abandonados, que cenário! Corri por lá, enquanto a Néia (minha mulher) me seguia e me fotografava com todo aquele furor. Guindaste, plataforma, dísticos, placas, oficinas, cabine de controle, aço, ferro, madeira velha, tudo ali, pronto para ser registrado e, creiam, se eu pudesse, dormiria ali para poder explorar mais e mais, porém, tinha que seguir adiante e novamente acelerei o passo para registrar o máximo que pudesse. Fica aqui registrado o meu agradecimento ao segurança do local, cujo nome me foge da memória, que foi extremamente cordial e me deixou andar pelo local sem ressalvas, ato que, nos dias futuros, eu perceberia ser bastante raro, pois no complexo de Peñarol, nem entrar alguns metros eu pude. Normalmente publico aqui apenas as minhas percepções acerca dos temas e locais visitados, porém acho que este trecho retirado da Wikipedia pode ser complementar e ajudar a criar um clima adequado para quem se puser a ver todas as fotos com olhos atentos e espírito receptivo, espero que façam uma grande viagem, assim como eu fiz quando estive lá e também agora, ao escrever este post. Abaixo o texto:

“El primer asentamiento moderno data del siglo XIX aunque su establecimiento definitivo está relacionado con la instalación del ferrocarril. Si bien se pueden encontrar referencias al paraje desde 1726, en el reparto de tierras a los primeros pobladores de Montevideo, que realizó Pedro Millán.

La historia de Empalme Olmos comienza en 1890 cuando en la zona comenzaron los trabajos para construir el empalme de la ya existente línea férrea denominada North Eastern Uruguay Railway (Ferrocarril a Minas desde 1889), con una nueva línea hacia el este (Maldonado y Rocha) que se donominaba Uruguay Great Eastern Railway (UGER). Los campos ubicados en la séptima sección judicial del departamento de Canelones, donde se llevaban a cabo estos trabajos fueron donados por Octavio Olmos, es así que en agradecimiento a él, el lugar pasó a denominarse Empalme Olmos. Poco tiempo después en el mismo lugar se construyó una precaria estación, y más tarde en 1890 se construyeron algunos galpones que oficiaban como talleres, donde las empresas realizaban la reparación y mantenimiento del material rodante.

En 1894 y luego de que la empresa Uruguay Great Eastern Railway abandonara los trabajos en la línea a Rocha por conflictos con el Estado, la empresa North Eastern Uruguay Railway retoma esos trabajos. Esto llevó a la ampliación de los talleres en el empalme, atrayendo nuevos pobladores a la zona. Además la propia empresa construyó viviendas y oficinas para su personal.

Finalmente el 21 de mayo de 1895 se inauguró el tramo entre Empalme Olmos y la estación La Sierra (hoy Gregorio Aznárez), la que sería destino de línea hasta el año 1909. En ese mismo año la empresa decidó además instalar allí sus grandes talleres, encargados de la reparación y mantenimiento de todo el material perteneciente a la línea.

Es así que por convención se toma la fecha del 21 de mayo de 1895 como fecha de fundación de la localidad de Empalme Olmos, ya que fue el tren y las compañías las que atrajeron a sus pobladores.

El 1 de enero de 1919 la línea pasa a manos del Estado, mientras que en 1920 se creó la Administración de Ferrocarriles y Tranvías del Estado (FTE), por lo que la línea pasó a ser administrada por este organismo.5 Para ese momento Empalme Olmos era un próspero pueblo que ya contaba con varios comercios. Por lo que hoy es la ruta 8, pasaba en aquel entonces el camino a Maldonado, el cual se unía a la localidad a través de un modesto camino que posteriormente se convertiría en la actual Avda. Luis A. De Herrera. Este camino pasó a ser de cemento para el año 1926, material fue importado desde Alemania.

En 1931 se inauguró el actual edificio de la escuela en predio donado por la FTE, mientras que el servicio de energía eléctrica para toda la población llegó en 1934, ya que hasta ese momento la empresa de ferrocarril suministraba corriente a las viviendas de sus empleados. En 1935 se inaugura el actual edificio del Club Social Uruguayo del Este, centro de la actividad social del pueblo.

El 26 de marzo de 1937 comenzó a funcionar en la localidad una empresa de azulejos, cuyos pioneros fueron Carlos von Metzen von Bülow, Ricardo Rodolfo Bayer y su hijo Rodolfo Ricardo. Más tarde en 1942 con la expansión de la compañía surge la marca Olmos. En 1945 Oscar Sena pasa a formar parte de la compañía, surgiendo así Metzen y Sena. En años posteriores esta empresa local pasó a producir además, porcelana sanitaria y vajilla de porcelana.

El 24 de abril de 1944 la estación Empalme Olmos cambió su nombre al de Estación Ingeniero Víctor Sudriers. En 1953 se desmanteló gran parte de los talleres trasladándose toda la actividad a los talleres de Peñarol, ya que para el año 1949 se había llevado a cabo la fusión de los ferrocarriles británicos adquiridos en 1949, con los Ferrocarriles y Tranvías del Estado y se había creado la Administración de Ferrocarriles del Estado (AFE). Estos talleres fueron reabiertos el 28 de octubre de 1975 pero con un número inferior de trabajadores.

En 1961 se termina de construir la Parroquia Santa Rosa de Lima, centro religioso de la localidad. El 26 de febrero de 1971 OSE inaugura la red de distribución de agua potable con una longitud de 1500 metros y su tanque de depósito con 40.000 litros de capacidad. En 1987 se oficializa el Liceo de Empalme Olmos. El 2 de enero de 1988 se suprimen todos los servicios de trenes de pasajeros generando problemas de transporte. En 1990 comienzan los cursos de la UTU a formar jóvenes para distintas especialidades.”

Abaixo seguem fotos e o mapa de sua localização:

FOTOS DO LOCAL:

PANORÂMICAS DA ESTAÇÃO:
Com o compromisso de oferecer o máximo de detalhes que puder colher em cada local visitado, agora disponibilizo também imagens panorâmicas, para que tenham a sensação não só da estação, como também do seu entorno, espero que curtam.
PANORAMICA_VICTOR_SUDRIERS_03

PANORAMICA_VICTOR_SUDRIERS_02

PANORAMICA_VICTOR_SUDRIERS_01

MAPA DO LOCAL:

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

JACARÉ

DATA DA EXPEDIÇÃO: 27.12.2013
DESTINO: Estação Jacaré
LOCALIZAÇÃO: Município São Carlos – SP
COORDENADAS:  22°01.49″S  48°03’02″W
TRILHOS NO LOCAL: Não, nada restou por lá
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1894
CONSTRUÇÃO: Companhia Paulista de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Demolido, restaram apenas poucos escombros da plataforma
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Amarildo Lopez e Daniel Franc

O FILME:
“Aguardem!”

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Desde o momento em que saímos de casa, sabíamos que localizar o local da antiga estação Jacaré não seria das tarefas mais fáceis. Comigo, estavam os amigos expedicionários Daniel Franc e Amarildo Lopez e, foram eles que, mato adentro puseram-se a procurar pelas ruínas da estação da Companhia Paulista, hoje nos limites de uma região de plantio de cana, bem próxima do Rio Monjolinho, entre Ribeirão Bonito e São Carlos. Paramos a “Pretona” na estrada do canavial, “varamos” a cerca de arame farpado e seguimos mato adentro no sentido de Ribeirão Bonito. O Daniel e o Amarildo por um lado e eu pelo outro, tomando um sentido um pouco fora do antigo leito, numa linha perpendicular em busca de resquícios da construção. Vai daqui, volta dali, numa dessas embrenhadas, eis que me deparo com nada menos do que um apiário, sim, eu estava dentro de uma criação de abelhas e obviamente isso não era nada bom. Alertei-os de forma comedida, sem fazer muito tropel e agradeci por ter conseguido sair daquela situação sem nenhuma picada. Desviamos daquela rota e voltamos ao curso do antigo leito. A uns 200 metros dali, conseguimos localizar os restos da estação, sua fundações, pisos e algumas paredes que ainda em pé, resistiam bravamente. Tudo ali estava tomado pelo mato e um calor monumental nos desetimulava a permanecer por muito tempo, sendo assim, documentamos o que encontramos com o maior detalhamento possível e voltamos para a “Pretona”. De Jacaré, conforme ilustram as imagens e mini-filme (em breve), nada de trilhos, placas ou caixa-d’água, apenas estruturas de concreto parcialmente em pé resistem em meio as árvores. O tom amarelo das paredes gera uma bela e patriótica composição cromática, digna de registro. Desativada em 1969 foi demolida anos depois como consta na maravilhosa/imperdível bíblia ferroviária: www.estacoesferroviarias.com.br e de lá para cá, nada mais de relevante surgiu. Com aquele ar úmido e fervente e repleto de abelhas saímos de lá o mais rápido que pudemos e seguimos para Santo Ignácio…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER JACARE

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

SAN CARLOS*

ESPECIAL URUGUAI
Nas seções especiais, diferentemente das demais, o intuito é mostrar de forma rápida, algumas estações em que estive fora do Brasil. É somente uma forma de compartilhar informação e vivências acerca do tema ferroviário, de forma breve, leve e descontraída. Espero que curtam.

 

ESTACIÓN SAN CARLOS / Outubro de 2014
San Carlos é uma estação bem bonita da linha que liga a capital Montevideo a cidade (província) de Rocha, ao norte do país. Estive lá e pude ver cada detalhe do que sobrou do universo ferroviário uruguaio por aqueles lados. Pelo que puder apurar por lá, os trens cessaram naquele trecho por volta de 1987 (dezembro) e de lá para cá, tudo foi sendo esquecido e o tempo foi se encarregando de consumir o que restou. O prédio hoje serve como residência porém, seus moradores não estavam presentes e, apenas um cão fazia as vezes de vigia, como já é praxe nestas incursões a que me proponho a fazer. Plataforma, linhas, placas de concreto, postes, armazém metálico (típico daquele país e também da Argentina), casa do chefe da estação, enfim, tudo ainda lá, agonizando mas vivo. Não existem os dísticos (talvez pela arquitetura do prédio? Enfim, não sei o motivo…), nem vagões, nem trens, nem nada sobre os trilhos por ali. Andei, explorei, fotografei, filmei, tentei encontrar alguém a quem recorrer para obter informações mais detalhadas, mas não consegui. Enfim, as informações são mesmo escassas, espero que curtam pelo menos as imagens.

Abaixo seguem fotos e o mapa de sua localização:

FOTOS DO LOCAL:

PANORÂMICAS DA ESTAÇÃO:

PANORAMICA_SAN_CARLOS_02

Reviver é viver.

PANORAMICA_SAN_CARLOS_01

Bela vista.

MAPA DO LOCAL:

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

ESTRELA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 27.12.2013
DESTINO: Estação Estrela
LOCALIZAÇÃO: Município Itirapina – SP
COORDENADAS: 22°12’9.92″S 47°48’29.52″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em pleno uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1926
CONSTRUÇÃO: Companhia Paulista de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Demolido
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Daniel Franc e Amarildo Lopez

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Para chegarmos ao local aonde um dia existiu a estação Estrela (sim, a com um “L” só, pois ali perto, no Ramal de Analândia, havia uma outra que se chamava “Estrella” com dois “Ls”, que era um posto telegráfico, e viria futuramente com sua demolição ceder o nome a ela), tivemos que perambular por todo lado ali na região de Itirapina, pois pelos nossos mapas baseados no Google Earth, Wikimapia e muita especulação, a sua marcação estava entre uma área de plantação de cana particular, cercada, vigiada e fechada e uma enorme reserva florestal de pinheiros e, obviamente, foi por ali que tentamos acessá-la logo de cara, mas não deu certo não. Eu e meus parceiros de expedição Daniel Franc e Amarildo Lopez, tivemos um trabalho infernal para conseguirmos autorização para chegar até o ponto exato, atravessando a enorme área de cultivo de cana e só então chegando até o tão desejado lugar. De um lado do leito, ainda ativo e plenamente operacional, está a mata de árvores (pinheiros), e é uma região de terra fina e clara como areia, aonde as estradinhas vão se afunilando mais e mais, até que, quando se vê, pronto! Já é trade, e você está atolado no areião. Tentamos muito por este caminho, mas não deu e tivemos que retornar e tentar o acesso pelas vias diplomáticas, ou seja, pedindo autorização para os responsáveis pela área particular, do lado da cana. Existia também a alternativa de virmos caminhando pelo leito, mas como bons preguiçosos que somos, preferimos argumentar sobre a importância histórica do que estávamos fazendo ali, a caminhar quilômetros sobre a linha, sob um sol de mais de 42º, então, foi isso que fizemos e deu certo. Por fim, chegamos ao local exato e somente um recuo tomado por bambus, que imagino ter sido a sua exata localização, e um desvio marcavam presença por lá. Por ser o tronco da antiga Cia. Paulista e estar praticamente ao lado de um “Porto Seco” (terminal multimodal) da Cosan (Raizen?), o trecho é movimentado e está bem cuidado, mas nada há para se ver ali. A estação deixou de existir por volta do início da década de 1980 conforme relata o site www.estacoesferroviarias.com.br e tanto o seu nome, quanto o do posto telegráfico citado acima, são derivados de uma fazenda na região que também tinha o nome de “Estrela”. A partir daquele dia, Estrela deixou de viver no meu imaginário e passou a ser mais um ponto geográfico no qual estive. De lá, seguimos para Analândia.

PANORÂMICAS DA ESTAÇÃO:
Com o compromisso de oferecer o máximo de detalhes que puder colher em cada local visitado, agora disponibilizo também imagens panorâmicas, para que tenham a sensação não só da estação, como também do seu entorno, espero que curtam.
PANORAMICA_ESTRELA_01

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER ESTRELA

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

BUTIÁ

DATA DA EXPEDIÇÃO: 20.10.2012
DESTINO: Estação Butiá
LOCALIZAÇÃO: Município Descalvado – SP
COORDENADAS: 21°51’11″S 47°34’22″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1920
CONSTRUÇÃO: Companhia Paulista de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Demolido, apenas restos da plataforma ainda resistem no local
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Vinicius Costa

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estive no acanhado vilarejo de Butiá junto com o meu amigo, também designer e parceiro esporádico de expedições Vinicius Costa. Bem, para se chegar a Butiá, andamos um bom trecho em estrada de terra, pois o acesso para a vilinha só se dá por ela, mas, apesar disso, não tivemos grandes problemas não (além do calor infernal, é claro). Ao chegarmos em Butiá, nos deparamos logo com a pequena Igreja Santa Terezinha (cercada e fechada), que chama bastante a atenção, pelo seu estado de conservação, muito bom por sinal, mas também pelo fato da diminuta vila não oferecer grandes atrativos turísticos, apesar de um pesque-pague famoso por lá, que acabamos por não conhecer, pois o tempo estava curto naquele dia. Andamos, vimos um bar que estava fechado (Bar da Nita), exploramos um pouco as ruas do lugar, não tivemos como passar incólumes pela grande caixa-d’água em fibra de vidro azul, que mais parecia uma piscina, suspensa na frente da igrejinha, até que percebemos num amplo recuo logo a frente os restos da antiga estação ferroviária de Butiá. Sim, restos mesmo, e apenas da plataforma com as aberturas de ar do porão ainda lá, tudo debaixo de uma árvore bem num entroncamento de vias na entrada do vilarejo. A estação com data de construção de 1920 foi destaivada por volta de 1986 e, a partir disso, só o abandono, o esquecimento e, por fim a demolição se fizeram presentes. O nome dessa estação da Cia. Paulista é derivado de uma fruta (um coquinho amarelo) que dá em palmeiras que levam este nome, o que no universo ferroviário é uma constante pelo que tenho observado nestas minhas andanças. Ou são nomes de engenheiros e funcionários das próprias companhias, ou nomes dos proprietários das terras aonde as estações se encontram, ou nomes de árvores, ou algum termo indígena, e não costuma fugir muito disso não. Em Butiá, ficamos com o que restou da plataforma, com nosso sentimento de missão cumprida por tê-la encontrado em seu local exato e então seguimos em frente no sentido de Porto Ferreira.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER BUTIA

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

ANALÂNDIA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 27.12.2013
DESTINO: Estação Analândia
LOCALIZAÇÃO: Município Analândia – SP
COORDENADAS: 22°08’03″S 47°40’31″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1884
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro Rioclarense
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, cercado, conservado e servindo como moradia particular.
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Daniel Franc e Amarildo Lopez.

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Analândia outrora foi Annapolis, hoje é um tributo muito bem conservado ao cenário ferroviário ferroviário local. Ali, próxima ao Morro do Cuscuzeiro, o qual algumas pessoas dizem tê-la batizado como homônima, lá nos primórdios, o que aparentemente não corresponde a realidade, pois pelo que apurei, a estaçãozinha de “Cuscuzeiro” existiu sim, porém em outro local, pouco à frente dali no sentido de Visconde do Rio Claro Velha. Enfim, todas essas especulações hoje, misturam-se a fatos e causos, dificultando bastante a obtenção de informações confiáveis acerca dos atores daquele cenário e suas respectivas épocas. Andei por lá juntamente com meus amigos e parceiros expedicionários: Daniel Franc e Amarildo Lopez, vimos os dísticos, o amplo recuo do pátio aonde provavelmente existiam os desvios, a casa do chefe, lindinha, bem ao lado do prédio da estação, placas, plataforma, cobertura, um vagão que pertencia ao trecho, tudo extremamente bem cuidado pelo atual proprietário do lugar, que disseram ter interesse em transformá-lo numa espécie de museu para visitação, o que não sei se é realmente verdade, pois não pude confirmar isso com ele. O local estava fechado, portanto as imagens que fizemos são de fora dos limites da cerca que protegem o lugar dos maus elementos, mas também o priva dos bons, como nós. O início do fim do ramal foi por volta de 1953, tendo sido desativado em 1966 e a estação e o seu complexo, leiloado na década de 1970. Analândia foi uma estação de muita sorte, pois outras tantas não passaram nem perto deste cuidado e respeito que ela goza, para poder continuar nos lembrando da nossa história e nos alertando da nossa falta de respeito e educação com o nosso passado. Ali é um lugar bom.

PANORÂMICAS DA ESTAÇÃO:
Com o compromisso de oferecer o máximo de detalhes que puder colher em cada local visitado, agora disponibilizo também imagens panorâmicas, para que tenham a sensação não só da estação, como também do seu entorno, espero que curtam.

PANORAMICA_ANALANDIA

A estação e o Morro do Cuscuzeiro ao fundo do lado direito.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER ANALANDIA

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

JOAQUIM EGÍDIO

DATA DA EXPEDIÇÃO: 04.03.14
DESTINO: Estação Joaquim Egídio
LOCALIZAÇÃO: Município Campinas – SP
COORDENADAS: 22°53’21″S 46°56’13″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1894
CONSTRUÇÃO: Ramal Férreo Campineiro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, totalmente reformada e servindo de sede da Guarda Municipal
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Claudinéia de Marchi, Carolina R. Tomaz e Jeferson Tomaz Querino

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estive na estação de Joaquim Egídio depois de ter ouvido muita gente falar a respeito da beleza do pequeno distrito da cidade de Campinas. Joaquim Egídio por volta de 1890, possuia grandes engenhos de cana e, que com o passar dos anos, foram cedendo vez às fazendas de café. Com isso, por volta de 1889 foi preciso construir um ramal férreo para facilitar o transporte da produção das fazendas e ligar a então vila até a Estação Ferroviária de Campinas. O então recém-criado Ramal Férreo Campineiro (RFC) tinha 33 Km de extensão e possuía no início apenas quatro locomotivas a vapor. A ferrovia seguia o curso do Ribeirão das Cabras principal afluente do rio Atibaia na região. Anos maios tarde, o ramal foi eletrificado e os bondes substituíram as Locomotivas a vapor até os anos 1960,levando moradores dos distritos de Sousas e Joaquim Egídio para o centro da cidade de Campinas. A antiga estação foi demolida nos anos 1980, e teve a sua reconstrução nos anos 2000, tendo o prédio atual, seguido em grande parte os padrões do prédio antigo (mas não ficou idêntico não). Andei pelas ruas multicoloridas, obeservei os detalhes de cada construção, vi a forte influência estética dos casarões típicos dos áureos anos do café, tudo isso ainda muito vivo naquele local. Na estação atual, funciona um centro de educação ambiental e a guarda municipal. Para quem gosta de um programa diferente e bem agradável, uma boa caminhada pelas ruas, e depois uma boa cerveja gelada nos simpáticos botecos da vilinha, é a dica ideal. Eu fiz e gostei, rerere…

PANORÂMICAS DA ESTAÇÃO:
Com o compromisso de oferecer o máximo de detalhes que puder colher em cada local visitado, agora disponibilizo também imagens panorâmicas, para que tenham a sensação não só da estação, como também do seu entorno, espero que curtam.

PANORAMICA_JOAQUIM_EGIDIO_01

Esquina multicolorida.

PANORAMICA_JOAQUIM_EGIDIO_02

Frontão do prédio reformado.

FOTOS DO LOCAL:


MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER JOAQUIM EGIDIO

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

VARGEM GRANDE

DATA DA EXPEDIÇÃO: 15.12.2013
DESTINO: Estação Vargem Grande
LOCALIZAÇÃO: Município Vargem Grande do Sul – SP
COORDENADAS: 21°49’48″S 46°53’50″W
TRILHOS NO LOCAL: Não, nada restou
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1909
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, quase em ruínas, abandonado e fechado (foi demolido alguns dias após nossa visita)
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Pedro Gandra de Carvalho, José Antonio Thomaz e Roberto Baptista Piteri

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Terra natal do meu saudoso pai Luiz Carlos Tomaz, a quem devo todo o reconhecimento pela forma incrível que me criou. Vargem Grande do Sul sempre foi uma cidade que me intrigou, afinal de contas, era um lugar cuja a estação ficava fora da linha-tronco da antiga Mogiana e Fepasa na minha infância, pois quando seguíamos viagem para Aguaí (terra natal da minha mãe), nós nunca passávamos por Vargem Grande (terra do meu pai), e isso sempre me soou um pouco injusto. Afinal, por que passávamos em uma, e não na outra? Décadas depois, vim a descobrir que Vargem Grande estava situada num pequeno ramal homônimo, e que tinha na cidade o seu ponto final, e por isso, lá existia um fluxo muito menor de trens. O ramal foi desativado em 1961 e de lá para cá, o abandono foi o que restou. Utilizada como agência rodoferroviária pela própria Companhia Mogiana, também serviu de armazém e de oficina por anos, até que em 2014, mais precisamente no mês de fevereiro, foi completamente demolida. Eu tive a sorte de ter estado lá alguns meses antes disso, e ter podido documentá-la ainda com “vida”, extremamente debilitada, mas ainda em pé. Ainda assim, pouco se via de encanto por lá, o dístico ainda legível (com muito esforço) apenas de um lado, um arremedo de plataforma na parte interna, que estava fechada, algumas portas e janelas, todas quebradas, enfim, uma tristeza só. Ali era o local onde o meu pai brincava em parte da sua infância, e ter estado ali, me trouxe uma enxurrada de sentimentos e lembranças dele. Como eu nasci em 1975, nunca tive o privilégio de ver a estação funcionando, mas pelo menos, pude salvar um pouquinho dela para quem um dia se interessar. Adeus velha estação.

PANORÂMICAS DA ESTAÇÃO:
Com o compromisso de oferecer o máximo de detalhes que puder colher em cada local visitado, agora disponibilizo também imagens panorâmicas, para que tenham a sensação não só da estação, como também do seu entorno, espero que curtam.

PANORAMICA_VARGEM_GRANDE_01

A estação era assim, foi demolida em fevereiro de 2014.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER VARGEM GRANDE DO SUL

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

ALFA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 05.01.2013
DESTINO: Estação Alfa (Guaxupé)
LOCALIZAÇÃO: Município Guaxupé – MG
COORDENADAS: 21°17’49″S 46°42’51″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: Entre 1904 e 1930 (período estimado)
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, servindo como moradia particular
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Marcelo Freitas

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Alfa era uma estaçãozinha acanhada, que estava situada a poucos metros da estação Guaxupé, talvez um quilômetro, ou pouco mais a frente, no sentido de Júlio Tavares, e era utilizada para manobras. Hoje no local por onde o leito ferroviário passava, existe uma avenida, mas o prediozinho continua lá. O dístico estava quase que totalmente apagado, mas com uma dose de boa vontade, ainda era possível ler a palavra “Alfa” grafada ali. Andei pelo local, vi a estaçãozinha por todos os seus lados, ela estava cercada e fechada, servia como residência, mas aparentemente não havia ninguém lá naquele momento. Nada de lousas, placas ou plataforma, somente o prédio de tijolos aparentes com uma cerquinha branca, ocupavam o local. A construção, bem simples e diminuta, lembra uma “casinha de bonecas”, e está relativamente bem conservada. De lá, seguimos para Guaxupé…

FOTOS DO LOCAL:


MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER ALFA

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

MONTE CRISTO

DATA DA EXPEDIÇÃO: 04.07.2013
DESTINO: Estação Monte Cristo
LOCALIZAÇÃO: Município Monte Belo – MG
COORDENADAS: 21°21’18″S 46°24’01″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1914
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, cercado, servindo como residência e depósito
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Alexandre Neves, Pedro Gandra de Carvalho e Rodrigo Faustino

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estivemos em Monte Cristo vindos de Monte Belo, enquanto explorávamos o Ramal de Juréia. A estação estava fechada, servindo de moradia de um lado e aparentemente de depósito do outro. Por lá, vimos muitos sacos espalhados pelo chão, que acredito eu, continham materiais para a reforma que estava em curso naquele momento. O local está cercado e fechado por uma porteira. Depois de muito esforço, conseguimos entrar e fomos autorizados a conhecer a estação. A plataforma coberta, ainda se encontra em bom estado, as  lousas de avisos também ainda resistem, os dísticos nos frontões, os recuos por onde passava o leito da linha, enfim, é um lugar que foi minimamente preservado. Não soube o motivo da reforma, nem o grau dela, e nem o quanto desfiguraria o local, mas não me pareceu que iriam mudá-la estruturalmente, e torci para que não mudassem mesmo. A estação foi desativada pelos idos de 1966 juntamente com o restante do ramal. Ela estava dentro dos limites da Fazenda Monte Cristo, hoje não sei ao certo se ainda está, mas bem próximo da sua entrada, há uma sinalização num pneu de trator (vide fotos) indicando a entrada da fazenda. Logo após a estação, no sentido de Monte Belo, há uma curva bem acentuada do antigo leito, que passa por uma mina d’água, aonde infelizmente não conseguimos chegar, e que diziam ter servido para o abastecimento das antigas locomotivas à vapor e também para os passageiros e trabalhadores da região. De lá, seguimos para Palméia, um lugar também bastante agradável…

PANORÂMICAS DA ESTAÇÃO:
Com o compromisso de oferecer o máximo de detalhes que puder colher cada local visitado, agora disponibilizo também imagens panorâmicas, para que tenham a sensação não só da estação, como também do seu entorno, espero que curtam.
PANORAMICA_MONTE_CRISTO_01

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER MONTE CRISTO

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.