Posts encontrados com a Tag: "ORINDIÚVA AGUAÍ CASA BRANCA"

AGUAÍ

DATA DA EXPEDIÇÃO: 06.04.2012
DESTINO: Estação Aguaí
LOCALIZAÇÃO: Município Aguaí – SP
COORDENADAS: 22°3’18.67″S 46°58’40.54″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em pleno uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1887
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, bem conservado, é um posto operacional da FCA
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Vinicius Costa, Raul Otuzi e José Antonio Thomaz

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Esta estação foi a responsável direta pelo meu interesse acerca do tema ferroviário, sendo assim, certamente contribuiu de forma decisiva para o nascimento deste Projeto. Isto posto, voltemos à Aguaí, que me ofereceu uma infância sensacional, rica de histórias, vivências, e sensações incríveis. Correr pelo pátio repleto de composições, entrar e sair das locomotivas, subir e descer dos vagões, conversar com antigos funcionários da antiga Fepasa, enfim, era isso o que eu fazia junto com o meu primo Ricardo, quando eu ia à Aguaí acompanhar o meu saudoso avô Pedro. Ele ia receber sua aposentadoria e me levava junto, passávamos por todas as estações do trecho entre Ribeirão e Aguaí e ele pacientemente ia me dizendo o nome de todas elas: “Ribeirão, Evangelina, Cravinhos, Canaã, São Simão, Santos Dumont, Tambaú, Coronel Corrêa, Casa Branca, Lagoa Branca, Orindiúva e por fim, Aguaí”… Algumas estações do trecho, já estavam desativadas e até demolidas, por isso ele não as citava, mas me mostrava os resquícios delas quando passávamos pelos seus locais. Era curioso como o fato de sempre “apiarmos” em Aguaí, e o trem seguir adiante, me deixava fantasiando como seriam as próximas estações, como Astrapéia, Mato Seco, Orissanga… Para mim, a nossa viagem nunca terminava ali, pois eu sempre a continuava na minha cabeça, imaginando cada estação seguinte a partir dos seus nomes estranhos, e isso para uma criança de 8 ou nove anos era digamos, me-mo-rá-vel. Em tempos de estações mortas e iPads em profusão, eu optei por ir até cada uma elas, e expô-las através deles. Quem sabe eu consiga subverter a ordem das coisas, e através da modernidade, eu resgate a antiguidade… nem que for apenas para poucos interessados no tema. Bem, voltemos então, Aguaí está ativa, serve de base operacional da FCA, que é a concessionária do trecho e está bem cuidada. É uma estação de entroncamento, de onde ainda partem trens para o Ramal de Caldas que, se já não chega até Poços (razão do nome), vai até Bauxita, uma estação anterior. As imagens e o mini-filme neste caso, mostram com detalhes o que talvez eu não tenha conseguido transmitir neste texto. Aguaí foi boa para mim, e de lá segui para Astrapéia, uma daquelas de nome estranho…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER AGUAÍ

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

ORINDIÚVA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 06.04.2012
DESTINO: Estação Orindiúva
LOCALIZAÇÃO: Município Casa Branca – SP
COORDENADAS:  21°57’57.16″S 47° 1’23.80″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim (em uso)
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1899
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em ruínas, mas ainda em pé
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, José Antonio Thomaz, Raul Otuzi de Oliveira e Vinicius Costa

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Orindiúva era uma das estações que mais me marcaram na infância, pois logo após estava Aguaí, destino mensal, meu e do meu saudoso avô Pedro. Entre Orindiúva e Aguaí, existiu uma outra estação chamada Engenheiro Mendes, mas no período em que nós viajávamos, ela já não existia mais, por isso Orindiúva ficou marcada mais fortemente na minha memória. Hoje está completamente abandonada, com o telhado caindo, sem assoalho e com o mato tomando conta de tudo. A linha ainda está ativa e ao redor da estação, apenas uma chácara e mais nada. Caixa-d’água, lousas e dísticos ainda resistem, mas por quanto tempo? Andamos bastante pelos arredores, inclusive mato adentro, mas nada de relevante foi encontrado, também não conseguimos contato com nenhum morador local. Lá fizemos fotos, filmes, passamos bastante calor e seguimos viagem para Miragaia.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

ILUSTRAÇÃO DO LOCAL:
Tendo como base as imagens reais de cada local colhidas pelo Projeto Estações Brasileiras, eu desenvolvo uma ilustração que retrate emocionalmente o espírito de cada estação/parada, ou mesmo do seu entorno, no caso de já não existirem mais. A intenção é que sirva de estímulo para a interpretação crítica de cada um, seja de forma positiva, negativa, carregada de saudosismo, ou mesmo de forma contemplativa apenas. Espero que curtam.

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
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