Posts encontrados com a Tag: "NOROESTE"

SANTA VIRGINIA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 21.04.2015
DESTINO: Estação Santa Virginia
LOCALIZAÇÃO: Município Ponta Porã – MS
COORDENADAS: 22°20’07″S 55°43’07″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, apenas alguns trechos seccionados
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1953
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro Noroeste do Brasil
STATUS DO PRÉDIO: Em ruínas, abandonada e sem função
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Claudinéia de Marchi

O FILME:
“Aguardem!”

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Santa Virginia fica próxima a Ponta Porã, na divisa do Brasil com o Paraguai, bem perto ou talvez até mesmo dentro da Fazenda Itamarati, onde existe um assentamento homônimo. Pesquisando sua localização, encontrei marcações conflitantes e ao chegar no local, pude comprovar que realmente estavam equivocadas, mas ainda assim, foram de grande ajuda pois me levaram praticamente ao lado dela. Distando cerca de 1km da marcação que encontrei na internet, no sentido de Ponta Porã, o prédio ainda está de pé e resiste ao tempo da maneira que dá. Completamente abandonado e com o telhado já caído, do complexo arquitetônico da estação, apenas a sua caixa-d’água ainda tem utilidade, servindo a uma chácara vizinha. Andei por lá, explorei, vi a tristeza que é companheira presente nesse cenário, andei pela plataforma já sem cobertura, li seus dísticos ainda bem perceptíveis, pois quando são feitos no estilo “relevo” dificilmente se acabam, a não ser que derrubem os frontões. Vi ainda lá os suportes dos mastros que supus serem para bandeiras nacionais, visto que estávamos na divisa do Brasil, também vi restos de um mundo perdido, que no caso específico do Ramal de Ponta Porã, talvez nem devesse realmente ter sido construído, pois pelas pesquisas que fiz, nunca teve muito movimento e foi abandonado pelos idos de 1996, pelo menos pelos trens de passageiros. Os cargueiros deixaram de trafegar por ali pouco depois, pois imagino que sua viabilidade econômica e logística não devese existir, mas em se tratando de Brasil, vai saber né? Depois de mais de 1.200km rodados, eu consegui conhecer a estação santa Virginia e pude contar a minha versão sobre ela. Espero ter feito bem. Dali segui para Pedro Juan Caballero – PY, para fazer algumas compras, afinal não sou de ferro como as estradas que percorro…

PANORÂMICAS DA ESTAÇÃO:
Com o compromisso de oferecer o máximo de detalhes que puder colher em cada local visitado, agora disponibilizo também imagens panorâmicas, para que tenham a sensação não só da estação, como também do seu entorno, espero que curtam.

PANORAMICA_SANTA_VIRGINIA01

Localizá-la de verdade deu um trabalhinho, mas está aí!

FOTOS DO LOCAL:

 
MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
SANTA_VIRGINIA_POSTER_OFICIALnet

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

PONTA PORÃ

DATA DA EXPEDIÇÃO: 21.04.2015
DESTINO: Estação Ponta Porã
LOCALIZAÇÃO: Município Ponta Porã – MS
COORDENADAS: 22°31’25.17″S 55°44’0.66″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, apenas alguns trechos abandonados
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1953
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro Noroeste do Brasil
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, servindo como secretaria de esportes e cultura da cidade
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Já tinha estado na cidade de Ponta Porã (Ponta bonita em Guarani) por algumas vezes, porém, sem jamais ter ido até a estação ponta de linha (final do ramal homônimo), para conhecê-la de perto. Ok, imagino estar perdoado, visto que o Projeto Estações Brasileiras ainda não existia naquela época. Sempre que ia para “aqueles lados” o que mais me fascinava eram as compras generosas nas lojas da metade Paraguaia da cidade, chamada de Pedro Juan Caballero, um nome bastante sonoro e imponente, por sinal. Desta vez, foi diferente, fui para lá e me propus a ir até a velha estação, que possui um prédio grande, ainda com a “gare” já descoberta na sua maior parte, e um pátio amplo e generoso. A caixa-d’água, a plataforma, a placa em concreto (totem?) logo na entrada, com o símbolo da  RFFSA, ainda estavam por lá, e faziam questão de mostrar que ali um dia houve um cenário ferroviário ativo e pulsante. O ramal levou cerca de nove anos para ser concluído e o terminal da cidade em si nunca teve uma alta demanda de passageiros pelo que pude ler, tendo sido fechado ao público em 1996. Atualmente o pátio está parcialmente invadido por um grupo de “Sem-Terras” e a concessionária do trecho (ALL) segundo consta, tenta uma reitegração de posse. Andei pelo local, que está cercado, pelo menos na sua parte operacional, que serve como secretaria da prefeitura local, e pude ver o quão subutilizado está o prédio, amplo, pois é a união da estação e do armazém de mercadorias numa só construção. A boa, porém ainda não consumada notícia, é de que o ramal será reativado na sua totalidade até o final de 2015, e voltará a ligar Campo Grande a Ponta Porã, visando escoamento de cargas, especialmente de soja, conforme a notícia abaixo, publicada no site Dourados Agora em 09/09/2014:

“Ferrovia que liga Campo Grande a Ponta Porã será reativada”
As mudanças no perfil econômico de Mato Grosso do Sul sofreram grandes mudanças na última década, exigindo investimentos em logística e transporte. Desativado há mais de dez anos, o ramal ferroviário que liga Campo Grande a Ponta Porã deve retomar as atividades até o fim de 2015. A informação foi repassada pelo deputado estadual Laerte Tetila (PT) durante a sessão ordinária desta terça-feira (9/9). “O Ministério dos Transportes nos comunicou que até dezembro do próximo ano esse ramal estará recuperado. Por muitos anos ele permaneceu desativado pelo fato de não haver carga suficiente. Diante da inovação tecnológica acelerada, a realidade do Estado mudou, permitindo assim a viabilidade econômica do ramal ferroviário”, afirmou Tetila. O parlamentar citou o crescimento e desenvolvimento das cidades abrangidas pelo ramal. “Maracaju se destaca pela integração lavoura e pecuária. A produção de Sidrolândia também se sobressai por conta da instalação de 24 assentamentos. O distrito de Itahum e o Assentamento Itamarati, em Dourados, possuem visibilidade pela alta produção de soja e hortifruti.

Agora, só resta à população local, torcer para que, novamente o trem, que sempre significou avanço e progresso, volte para trazê-los novamente para a região. Eu torço!

PANORÂMICAS DA ESTAÇÃO:
Com o compromisso de oferecer o máximo de detalhes que puder colher em cada local visitado, agora disponibilizo também imagens panorâmicas, para que tenham a sensação não só da estação, como também do seu entorno, espero que curtam.

PANORAMICA_PONTA_PORA03

Entrada da estação.

PANORAMICA_PONTA_PORA02

Detalhes da cobertura da gare.

PANORAMICA_PONTA_PORA01

Servindo como garagem.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER PONTA PORA

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.