Posts encontrados com a Tag: "MONTEIROS"

ELIHU ROOT

DATA DA EXPEDIÇÃO: 30.03.2013
DESTINO: Estação Elihu Root
LOCALIZAÇÃO: Município Araras – SP
COORDENADAS: 22°18’19″S 47°19’51″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1877
CONSTRUÇÃO: Companhia Paulista de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé e completamente abandonado
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Fabiano Pessôa e Priscila Savoia

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Elihu Root convenhamos não é um nome comum, pelo menos não aqui no interior de São Paulo, então, partindo desta enorme curiosidade, fui em busca da velha estação, para saber um pouco mais a seu respeito e também trazer boas histórias para dividir com vocês. Elihu Root era o nome de um advogado, secretário de estado norte-americano e vencedor do prêmio Nobel da Paz, o que não é pouco, mas daí a tornar-se nome de estação ferroviária no Brasil, existe um longa distância não é mesmo? Bem, Elihu Root esteve no Brasil em meados de 1906 para presidir uma conferência no Rio de Janeiro e nesta mesma viagem veio até Araras-SP de trem, para visitar uma fazenda produtora de café, desembarcando na estação, até então conhecida como Guabiroba. Após conhecer a produção cafeeira, também foi recepcionado por imigrantes do sul dos Estados Unidos que residiam na região de Americana, o que tornou ainda mais marcante a sua estadia aqui pelos lados interioranos do estado. Sendo assim, numa época em que este tipo de visita não era um fato costumeiro, resolveu-se homenagear o ilustre visitante, convertendo o nome da estação de Guabiroba para Elihu Root. Isso posto, voltemos ao local nos dias atuais. O local está abandonado e praticamente em ruínas, os trens de passageiros cessaram suas viagens em 1977 e em 1998 os trilhos foram retirados, restando assim, apenas o complexo composto pelo prédio da estação, algumas casas de turma e um grande armazém às margens da rodovia. Andamos por lá, entramos no armazém, na estação, vimos os dísticos ainda marcantes, porém sem legibilidade, exploramos cada detalhe do local e disponibilizamos tudo nas fotos e mini-filme, na intenção de transmitir com o máximo de fidelidade os sentimentos que tivemos naquele lugar. O prédio está em pé, possui a plataforma ainda coberta parcialmente, os guichês de venda de bilhetes, os espaços das placas de quilometragem e altitude vazios, o telhado bastante comprometido, enfim, é de dar dó uma construção daquela, com a carga histórica que tem, amargurar um fim deste. Ao chegarmos, uma placa de apelo (vide mini-filme) que alguém escreveu (mal por sinal), pedia por alguma atitude da prefeitura a fim de preservar Elihu Root, o que pelo visto, foi solenemente ignorado. De Guabiroba à Elihu Root, não importa em que época ou denominação, por lá passaram desde a família real inglesa, até o elenco do filme Sinhá-Moça, além dos muitos anônimos cujas histórias certamente não são tão interessantes assim, mas que merecem a citação, pois a história não é feita somente pelo viés dos mais importantes não é mesmo? Elihu Root é um lugar forte, é uma viagem ao passado, um elo interessante, que ainda hoje une um país em formação a outro maduro, cheio de história e respeito pela história. Espero que nosso jovem país aprenda isso, e que a estação Elihu Root sirva como um sinal de despertar neste sentido. Se é que alguém está prestando atenção nela ou em mim, né? De lá, seguimos para Loreto…

PANORÂMICAS DA ESTAÇÃO:
Com o compromisso de oferecer o máximo de detalhes que puder colher em cada local visitado, agora disponibilizo também imagens panorâmicas, para que tenham a sensação não só da estação, como também do seu entorno, espero que curtam.

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Vista frontal de Elihu Root.

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Plataforma vista por trás.

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Close da estação ainda resistindo.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER ELIHU ROOT
POSTERS VINTAGE:
São ilustrações com base fotográfica, que faço sobre algumas estações que representaram algo para mim. Também tenho feito sob encomenda para pessoas que querem presentear alguém ou mesmo simplesmente tê-las para recordação de algum momento marcante, ou apenas como decoração. Todo o valor obtido com a venda destas telas, é revertido integralmente para custear novas expedições do Projeto. Nada é destinado a mim ou ao meu sustento, para isso: eu trabalho.
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POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

IPOMÉIA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 06.07.2012
DESTINO: Estação Ipoméia
LOCALIZAÇÃO: Município São Sebastião do Paraíso – MG
COORDENADAS: 21°00’02.7″S 47°00’50.9″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1914
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, completamente abandonado no meio do mato
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Vinicius Costa, José Antonio Thomaz, Pedro Gandra de Carvalho, Giuliano Martins Thomaz, Rodrigo Faustino e Alexandre Neves

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Ipoméia é uma planta da família das trepadeiras, e também uma estação localizada entre Tapir e São Sebastião do Paraíso, fica próxima a uma antiga pedreira da Fepasa, e ao seu redor existem várias construções abandonadas, como escola, galpões, casas de moradia, e uma vilinha ferroviária também. Tudo por lá está abandonado, o acesso é difícil, tanto que tivemos que estacionar a “Pretona” a uns 500, 600 metros, passar pela cerca de arame farpado enferrujado e abrir caminho mato adentro, até chegarmos ao local do prédio da antiga estacão, que também já foi conhecida como “Leôncio” no período da sua construção. Até chegarmos a ela, perguntamos a algumas pessoas que encontramos pelo caminho, se sabiam algo a respeito, mas nenhuma nos disse nada, simplesmente nunca tinham ouvido falar em estação por aqueles lados. Incrível, pois o local é enorme, com construções por todo lado e, mesmo tomado pelo mato, ainda é imponente, pujante, notável. Desbravamos cada canto do lugar, o Rodrigo, meu sócio e amigo, tomou  a frente e foi o primeiro a encontrar a estação, então fomos todos conferir o prédio, a caixa-d’água, as lousas, o frontão, os dísticos, a plataforma… tudo lá, ainda em pé e até que relativamente conservado, visto o seu estado de abandono. As placas de quilometragem e altitude não estavam por lá e os trilhos também não, entramos no prédio, na casa ao lado que deveria ter sido do chefe da estação (imagino eu) e pudemos sentir a energia do local. Em Ipoméia pude sentir o quão importante é este Projeto, sua força e relevância. A cada passo que eu dava por lá, um filme passava na minha cabeça imaginando quantas vidas e histórias aquele lugar abrigou, e olhar tudo aquilo reduzido a ruínas foi muito triste. De lá, seguimos para São Sebastião do Paraíso…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER IPOMÉIA

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
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EMAS

DATA DA EXPEDIÇÃO: 02.11.2012
DESTINO: Estação Emas
LOCALIZAÇÃO: Município Pirassununga – SP
COORDENADAS: 21°93’91.84″S 47°36’55.85″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1886
CONSTRUÇÃO: Companhia Paulista de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em ruínas
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Claudinéia de Marchi, Thiago Samarino Lages, Roseléia Pereira, Fabiano Pessôa, Priscila Savoia, Christiano Pessôa, Juliana Grisi, Felipe Pessôa, Diego Costa e Valter Fabrício Dari

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
A estação Emas está atualmente localizada dentro da antiga Fazenda da Barra, hoje, da A.F.A. (Academia da Força Aérea), e isso, por si só já dificultava e muito a nossa tarefa de documentá-la. Por lá tudo é controlado, re-controlado e o acesso é extremamente difícil (provavelmente Emas, seja a estação em que eu tive a maior dificuldade de acesso dentre todas as visitadas até agora), obviamente por ser uma área militar e estratégica. Como nossa missão lá era de paz, cultural, educacional e histórica, conseguimos o acesso e pudemos documentar mais este ponto remoto da era de ouro da Companhia Paulista de Estradas de Ferro. Hoje o prédio está abandonado, em ruínas e fica bem em frente ao grande armazém de tijolos aparentes aonde, provavelmente eram estocadas as cargas que seguiam para o Ramal de Descalvado ou outros destinos próximos. A estação está ainda com as coberturas, tanto do prédio quanto da plataforma, os dísticos apagados porém ainda lá, boa parte do assoalho de madeira foi-se há algum tempo, os pilares da plataforma feitos de trilhos também seguem resistindo, vimos telhas francesas legítimas de Marselha em cacos, jogadas pelo chão do armazém, portas e janelas lacradas por algumas tábuas, imagino que, para evitar a entrada de estranhos, mas me pergunto: “Que estranhos entrariam ali, numa instalação militar, supervigiada e toda cercada?”. Próximo ao prédio da estação, ainda há uma casa que imagino ter sido do chefe da estação, ou mesmo de alguma turma de conservação de linha (vulgo “conserva”), porém tudo tomado pelo mato, conserva, estação, armazém, e partes do leito da antiga linha. Nada de placas de quilometragem, nem de altitude e também não vi a caixa-d’água. Por lá, os trens de passageiros cessaram por volta de 1976 e a linha foi extinta na década de 80. Partindo de Emas sentido Baguassu ainda existe uma bela ponte de ferro por onde, ainda hoje circulam caminhões carregados de cana, aonde numa expedição anterior, encontramos algumas pegadas enormes, que na hora, pensamos ser de lobo, onça ou até mesmo lobisomem, rerere… brincadeiras à parte, vejam a estação Baguassu e tirem suas próprias conclusões. Foi um dia incrível, com uma expedição familiar, que partiu de um almoço na cachoeira e culminou na estação mais rara já documentada por este projeto… até agora.

* Agradecimentos especiais ao Fabiano Pessôa, Christiano Pessôa e Diego Costa, cuja ajuda foi fundamental para que este post tivesse sido produzido.

CURIOSIDADE SOBRE A LOCALIZAÇÃO:
EMAS_EARTH

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER EMAS

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SANTA ELISA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 17.11.2012
DESTINO: Estação Santa Elisa
LOCALIZAÇÃO: Município Luís Antônio – SP
COORDENADAS: 21°32’0.65″S 47°39’5.41″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1910
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Demolido, absolutamente nada restou
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Claudinéia de Marchi, Dog e Junior

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Em Santa Elisa não sobrou absolutamente nada da antiga estação. Apenas o leito da linha, que é hoje uma estrada de terra, corre por entre as fazendas e outras propriedades rurais de menor porte. Estive lá, encontrei o local exato em que a antiga estação um dia existiu, mas ele está hoje tomado pela plantação de eucaliptos de um lado e cana-de-açúcar do outro. Ainda que não no seu local exato, pois este, está há pouquíssimos metros mata adentro (uns 10 ou 20 metros talvez), consegui documentar todo o seu entorno, e estabelecer uma boa referência, que é uma única árvore grande entre os eucaliptos e a cana. Ela está bem ao lado de onde um dia existiu a estação Santa Elisa (ou Eliza, como queiram). Bem, por lá além da “macumba” no cruzamento da estradinha pouco à frente da estação, pouco se tem para falar, o mini-filme e as fotos completam este relato melhor do que estas palavras. De lá seguimos para a Prainha do Tamanduá, a fim de conhecermos este aprazível ponto turístico de São Simão, cidade vizinha…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER SANTA ELISA

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

PONTAL

DATA DA EXPEDIÇÃO: 18.09.2011
DESTINO: Estação Pontal
LOCALIZAÇÃO: Município Pontal – SP
COORDENADAS: 21° 1’16.70″S 48° 2’20.40″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em processo de restauração para uso turístico
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1903
CONSTRUÇÃO: Companhia Paulista de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, fechado e abandonado
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e José Antonio Thomaz

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Pontal foi uma das primeiras estações visitadas pelo Projeto Estações Brasileiras, há mais ou menos um ano. Quando estive lá, o local estava todo depredado, seu entorno abrigava alguns usuários de drogas, e o prédio da antiga estação estava lacrado por tijolos, parcialmente derrubado e sem telhado. O enorme armazém que fica defronte a estação era o que apresentava melhores sinais de conservação. A vila ferroviária ao lado também não estava nos seus melhores dias, e não pude perceber nenhum sinal de melhoria por lá. Agora com o Projeto Trem da Cana, um trem turístico/temático que vai ligar Sertãozinho à Pontal, resgatando um pouco da história férrea da região, espero que ocorra uma revitalização de todo o trecho incluindo as suas estações. Torço muito para que isso ocorra. Espero voltar lá em breve, para poder apreciar o trecho restaurado pela parceria firmada entre a AMPF (Associação Mogiana de Preservação Ferroviária), prefeituras locais e a concessionária FCA (Ferrovia Centro-Atlântica). Por enquanto é isso, mas se tiverem conteúdo mais atual, é só me enviar. De lá, seguimos para Passagem…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

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EUGÊNIO LEFÈVRE

DATA DA EXPEDIÇÃO: 17.01.2012
DESTINO: Estação Eugênio Lefèvre
LOCALIZAÇÃO: Município Santo Antonio do Pinhal – SP
COORDENADAS: 22°49’33″S 45°37’43″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1916
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro Campos do Jordão
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, em uso e muito bem consevado
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Claudinéia de Marchi

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Ah, eu sou fã de Eugênio Lefèvre. Seja pela imponência e sonoridade do nome, seja pela beleza do local ou pela riqueza histórica, o motivo pouco importa, o que vale mesmo é o sentimento. Eugênio Lefèvre é a estação da cidade de Santo Antônio do Pinhal, mas fica um pouco longe da cidade (uns 5 quilômetros), o que não é grande problema, pois andar por aquela região é um enorme prazer contemplativo. Eu já fui até lá por algumas vezes, ora de trem, ora de carro, mas em todas, o roteiro foi sempre o mesmo, aproveitar ao máximo a linda vista do mirante, das estufas de orquídeas, e até mesmo da pelada que sempre rola no campinho ao lado da estação. Em Eugênio Lefèvre, compramos alguns artigos de decoração na lojinha ao lado da estação, saboreamos o delicioso bolinho de bacalhau acompanhado pela não menos deliciosa Baden Baden (produzida na região) e aguardamos a chegada do trem turístico que vinha de Campos do Jordão repleto de gente. Lá, vimos cada detalhe, o girador em ação (vide mini-fime), a casa de força que fica bem ao lado da estação, enquanto o pessoal descia da automotriz e seguia para o mirante e as compras. De lá, seguimos morro acima, até a parada Pagé…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

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MANDIÚ

DATA DA EXPEDIÇÃO: 04.02.2012
DESTINO: Estação Mandiú
LOCALIZAÇÃO: Município Restinga – SP
COORDENADAS: 20°39’19.57″S 47°31’53.17″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1901
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, fechado e relativamente conservado
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Vinicius Costa, Pedro Gandra de Carvalho, Fábio F. Rivaben e Fernando F. Rivaben

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Como falar de Mandiú, com um acervo fotográfico tão rico, como este logo abaixo? Num dia lindo, eu e meus parceiros de expedição encontramos pelo caminho esta estação, linda, antiga, ali vencendo o tempo da forma que consegue, enfim, um prato cheio para os nossos interesses históricos, ferroviários, estéticos, afinal quem vai negar a beleza destas paisagens? Saímos de Restinga dispostos a encontrar Mandiú, achávamos que seria uma tarefa difícil, mas não, margeando a antiga estrada de terra que liga Restinga a Batatais, logo a encontramos do nosso lado direito. Daí em diante, nos valemos mais uma vez das nossas habilidades sociais, pois tivemos que pedir autorização ao proprietário da fazenda ao lado para entrarmos em Mandiú e capturarmos estas jóías expostas logo abaixo. Tudo está aí, plataforma, caixa-d’água, dísticos, lousas, locais das placas de quilometragem e altitude e uma boa dose do entorno, para que percebam, o que estou tentando dizer aqui, só com palavras…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

ILUSTRAÇÃO DO LOCAL:
Tendo como base as imagens reais de cada local colhidas pelo Projeto Estações Brasileiras, eu desenvolvo uma ilustração que retrate emocionalmente o espírito de cada estação/parada, ou mesmo do seu entorno, no caso de já não existirem mais. A intenção é que sirva de estímulo para a interpretação crítica de cada um, seja de forma positiva, negativa, carregada de saudosismo, ou mesmo de forma contemplativa apenas. Espero que curtam.

POSTERS VINTAGE:
São ilustrações com base fotográfica, que faço sobre algumas estações que representaram algo para mim. Também tenho feito sob encomenda para pessoas que querem presentear alguém ou mesmo simplesmente tê-las para recordação de algum momento marcante, ou apenas como decoração. Todo o valor obtido com a venda destas telas, é revertido integralmente para custear novas expedições do Projeto. Nada é destinado a mim ou ao meu sustento, para isso: eu trabalho.
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POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

VILA ALBERTINA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 29.09.2011
DESTINO: Estação Vila Albertina
LOCALIZAÇÃO: Município Guatapará – SP
COORDENADAS: 21°28’46.61″S 47°58’6.54″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1914
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Demolido
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Fábio Cuervo e Vinicius Costa

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Vila Albertina já não existe mais, hoje somente alguns resquícios, poucos mesmo do que foi a estação ainda estão por lá. É bem difícil saber exatamente onde era o quê, circulamos ao redor da área que certamente era a da estação, encontramos no meio do mato alguns tijolos antigos e um barranco que lembra a antiga plataforma, pois estava posicionado bem ao lado do antigo leito da antiga linha do ramal de Monteiros (onde também estivemos). Lá claramente se observa pela posição da estrada de terra, que hoje ocupa o local dos trilhos, um recuo tomado pelo mato, onde a estação um dia existiu, a visão que se tem de lá é bem bonita, principalmente de uma chaminé abandonada do outro lado, bem em frente a uma enorme mata de eucaliptos. De Vila Albertina, aprendemos a necessidade de um 4×4 para se chegar a determinados lugares, que navegar apenas baseados no “feeling” costuma não dar muito certo e que nem sempre encontraremos no local o que imaginávamos. De lá, ficou uma pontinha de frustração por não termos chegado até a chaminé (e como tentamos, culpa do “Venicius”, claro…), mas também a certeza de que com ou sem estação em pé, o projeto vale muito a pena.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

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MONTEIROS

DATA DA EXPEDIÇÃO: 29.09.2011
DESTINO: Estação Monteiros
LOCALIZAÇÃO: Município Guatapará – SP
COORDENADAS:  21°28’8.03″S 47°58’53.23″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1912
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Demolido
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Fábio Cuervo e Vinicius Costa

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Ir até Monteiros foi no mínimo inusitado, o calor de 42 graus era nosso companheiro inseparável e o trajeto não muito amigável. Monteiros hoje nada mais é do que um amontoado de mato e tijolos, cercados por arame farpado. Cercado por quê? Foi essa pergunta que fiz a mim mesmo, quando tive que passar pelo arame para tentar chegar até o local onde, provavelmente estaria a antiga plataforma, mas não teve como, mato, pedras, enormes buracos e um desnível coberto de mato simplesmente não nos permitiam chegar até lá. O engraçado é que estava tudo ali, a menos de 50 metros na nossa frente, mas chegar lá era outra história. O Vinicius subiu o morro de onde se podia avistar a base da antiga caixa-d’água, mas nem de lá dava acesso, contornamos o local por todos os lados, mas nada. Monteiros estava ali, hoje um grande nada cercado por arame farpado. Como disse o Vinicius, há viagens em que o destino (estação) é o melhor, e há outras que o melhor é a jornada. Monteiros foi assim, que jornada bacana, e destaque para a mata de bambus e a venda junto ao campo de futebol, lindos. E o calor seguia conosco para Vila Albertina, que é outra história…

FOTOS DO LOCAL:

 

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

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