Posts encontrados com a Tag: "MOGI-GUAÇU"

MATO SECO

DATA DA EXPEDIÇÃO: 06.04.2012
DESTINO: Estação Mato Seco
LOCALIZAÇÃO: Município Mogi Guaçu – SP
COORDENADAS: 22°08’48.8″S 46°56’12.5″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em pleno uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1878
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, abandonada e fechada
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Vinicius Costa, José Antonio Thomaz e Raul Otuzi de Oliveira

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estivemos em Mato Seco vindos de Astrapéia, e naquele dia estas foram as estações mais distantes que visitamos. Partimos antes do sol nascer e já as 7 da manhã estávamos iniciando a nossa jornada pela região de Aguaí, a qual eu conheço bem, pois foi lá que vivi os meus melhores momentos ferroviários na infância. Mato Seco é hoje um prédio abandonado, está fechado e por lá há um bar bem em frente, aonde as pessoas se reúnem para bater papo e tomar cerveja. A vista a partir do bar é bem legal, com o prédio imponente da antiga estação da Mogiana ao fundo e mesmo no curto período de tempo em que ficamos ali, pudemos ver o tráfego de composições cargueiras passando pela estação. Mato Seco teve fluxo de passageiros até 1997, depois disso, logo foi fechada e está até hoje abandonada. Andamos por lá, conversamos com as pessoas do bar, que nos deram boas informações e até nos ofereceram uma “legítima telha francesa inteira” como souvenir do local, mas o difícil foi encontrar em meio a tantos cacos, uma realmente inteira. Mesmo sem encontrar o nosso presente, documentamos a estação, suas placas, portas, linhas, desvios, frontões, dísticos (ainda legíveis) e até mesmo os postes da antiga eletrificação, que “enfeiam” bastante o local. Como não poderia deixar de ser, sentamos no bar para contemplarmos Mato Seco da melhor maneira possível, tomando cervejas estupidamente geladas, afinal de contas, ninguém é de ferro né? Ainda mais sob aquele calor brutal, e de lá, seguimos para Miragaia…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

POSTER MATO SECO

ILUSTRAÇÃO DO LOCAL:
Tendo como base as imagens reais de cada local colhidas pelo Projeto Estações Brasileiras, eu desenvolvo uma ilustração que retrate emocionalmente o espírito de cada estação/parada, ou mesmo do seu entorno, no caso de já não existirem mais. A intenção é que sirva de estímulo para a interpretação crítica de cada um, seja de forma positiva, negativa, carregada de saudosismo, ou mesmo de forma contemplativa apenas. Espero que curtam.
MATO_SECO_01

POSTERS VINTAGE:
São ilustrações com base fotográfica, que faço sobre algumas estações que representaram algo para mim. Também tenho feito sob encomenda para pessoas que querem presentear alguém ou mesmo simplesmente tê-las para recordação de algum momento marcante, ou apenas como decoração. Todo o valor obtido com a venda destas telas, é revertido integralmente para custear novas expedições do Projeto. Nada é destinado a mim ou ao meu sustento, para isso: eu trabalho.
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POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

GUATAPARÁ VELHA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 10.09.2011 e 29.09.2011
DESTINO: Estação Guatapará Velha 
LOCALIZAÇÃO: Município Guatapará – SP
COORDENADAS: 21°29’55.15″S 48° 2’18.63″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1914
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Ainda em pé e conservado, servindo de moradia
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Jeferson Tomaz Querino, Fábio Cuervo e Vinicius Costa

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Guatapará é uma cidadezinha às margens do Rio Mogi-Guaçu que tem sua história bastante atrelada às ferrovias. Por lá passavam as Companhias Mogiana e Paulista, bitolas larga e estreita dividindo o mesmo espaço no então distrito de Ribeirão Preto. Estar lá foi muito legal, a velha estação é muito charmosa e serve hoje como moradia, o seu proprietário (André, se não me engano), foi muito gentil e nos abriu as portas da estação para que víssemos de perto, os detalhes com que eles já se acostumaram a conviver há anos. Os dísticos estavam desbotados mas ainda lá, e a placa de quilometragem e de altitude também, mas as lousas de informação não. O grande armazém em frente é imponente, mas da velha estaçãozinha da Mogiana, sobrou apenas resquícios de beleza e história. Seguir pelo leito da antiga linha da Mogiana nos levou até a velha ponte de 1901 (vide fotos abaixo) que é impressionante, ferro e ferrugem juntos sobre um rio poluído, mas com um visual lindo. Ao passar ali pela primeira vez, notei 2 homens sentados na velha ponte sob um calor de 40 graus tomando 2 cervejas, o que me deu uma enorme vontade de fazer a mesma coisa, mas naquele dia não houve tempo. Voltar lá foi a solução para matar esta vontade, e o melhor, durante a semana, numa tarde de dia útil. Realmente nosso dia lá foi MUITO ÚTIL, pelo menos para este projeto.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:


POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.