Posts encontrados com a Tag: "LINHA DO RIO GRANDE"

CRESCIÚMA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 22.12.2012
DESTINO: Estação Cresciúma
LOCALIZAÇÃO: Município Jardinópolis – SP
COORDENADAS:  20°57’19.19″S  47°48’42.80″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 19oo
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, cercado e fechado, dentro de uma fazenda
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e José Antonio Thomaz

O FILME:
“Aguardem!”

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estive em Cresciúma por indicação de uma amigo, Fabio Rivaben, que ao cavalgar pela região, me disse que a estação merecia ser visitada e claro, documentada pelo Projeto Estações Brasileiras. Seu nome, ao que consta, era derivado de um engenheiro da Mogiana que trabalhou ali, mas também é o nome de um tipo de capim. Assim sendo, segui até lá com o meu Tio Zé, um companheiro assíduo de expedições ferroviárias. A estação encontra-se hoje dentro de uma fazenda e está cercada e fechada, tendo o seu acesso bastante restringido, o que é bom, pois acabou por preservá-la de vândalos. Imagino que esteja servindo de depósito da fazenda ou algo parecido. Cresciúma fazia parte do Ramal de Igarapava, que foi construído para servir as fazendas cafeeiras daquela região, que entre 1900 e 1930 eram pujantes produtoras de café, mas também outros itens, como leite e derivados. Hoje o prédio está de pé, ainda com as plataformas cobertas, seus dísticos visíveis, frontões, lousas, caixa-d’água e o local do antigo leito ainda bem marcado, mas sem sinal de trilhos. Andamos, colhemos imagens, sentimos a energia do lugar, cercado por cana, mas também por enormes mangueiras, típicas dali. O que se percebe, como em tantas outras, é que uma era de riqueza e de certa forma, ostentação, por parte dos fazendeiros do café ajudou muito no desenvolvimento da região ao redor das estações, mas o seu declínio, infelizmente, deixou marcas profundas, em forma de ruínas, tristes e sem memória. Não é o caso de Cresciúma.

FOTOS DO LOCAL:

 

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER CRESCIUMA

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

CHAVE DA TAQUARA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 30.12.2014
DESTINO: Chave da Taquara (parada)
LOCALIZAÇÃO: Município Cristais Paulista – SP
COORDENADAS: 20°21’19″S 47°25’48″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: Entre 1888 e 1905 (data estimada)
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Nunca houve, era uma parada simples, com um desvio
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Daniel Franc e Pedro Gandra de Carvalho

O FILME:
“Aguardem!”

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Visitamos a Chave da Taquara de forma bastante casual pois, seguíamos de Cristais Paulista, sentido Pedregulho, quando vimos uma placa indicando o local e então, entramos para ver o que havia por lá. É uma vilinha simples, pequena, bastante tímida mesmo, por lá são pouquíssimas casas (provavelmente menos de dez), e não há sinais nem da linha, e muito menos do “famoso” desvio que originou o nome “Chave da Taquara”. O povoado nasceu a partir da chegada de trabalhadores do café e da ferrovia, sendo em sua maioria, baianos e italianos. Era muito cedo, o sol estava nascendo e não havia ninguém por ali para nos esclarecer aonde de fato a linha passava e de onde saia o pequeno ramal lenheiro. Andamos pelo lugarejo, sob o clima ameno da manhã, vimos cada detalhe, desde a bela igreja, até o galpão de festas e um campo de futebol, então seguimos viagem, pois esta era apenas a segunda estação, de quatorze que percorreríamos naquele dia. Abaixo, segue um texto publicado no portal GCN de Franca em 2006, que ilustra bem a história do lugar. Eu gostei.

A Secretaria de Educação e Cultura de Cristais Paulista desenvolve o Projeto Memória, que conta a história da criação do município, e, como não poderia deixar de ser, um tópico inteiro é sobre a Chave da Taquara. Um dos entrevistados é Dahul Pelizaro, antigo morador que conta com emoção sobre a época em que sua família se instalou no bairro rural. Do tempo de sua infância ele recorda da escola, da Festa Bom Jesus da Lapa e, é claro, do trem de ferro, a maior atração do vilarejo. Por volta de 1905, os avós de Pelizaro se mudaram da Itália para o Brasil para trabalhar nas lavouras de café e acabaram se instalando na região da Chave da Taquara. Com o passar dos anos, a família comprou um pedaço de terra no vilarejo, no qual construiu uma casa onde hoje reside a família de Júlio Pelizaro, tio de Dahul. Na época, o trem já estava em operação. Foi justamente por conta do trem de ferro que surgiu o nome do bairro. “A Maria-fumaça parava no vilarejo para se abastecer de mais madeira. No local, também ficava a chave para o desvio do trem e como tinha muito bambu lá, então ficou Chave da Taquara (espécie de bambu)”, explica o antigo morador. Os anos passaram. Hoje não tem mais Maria-fumaça, não tem mais bambu, mas o nome e as histórias ficaram. Dahul Pelizaro lembra, por exemplo, do tempo em que se gastava mais de 1h30 para ir até Franca. Hoje praticamente em meia hora já se chega à cidade. A animação no bairro ficava por conta das festas de Bom Jesus da Lapa, que aconteciam uma vez por ano. A data era e, é até hoje, 6 de agosto. Também foi motivo de festa a chegada da luz elétrica ao bairro. Por volta de 1960, os moradores trocaram as lamparinas pelas lâmpadas, mas a rua continua às escuras, dando ao lugar um “jeitão” de fazenda.

IMPORTANTE: NESTE DIA, PERDI TODO O MATERIAL CAPTADO PELO CELULAR (E O PRÓPRIO CELULAR), POR ISSO, CONSEGUI APENAS DISPONIBILIZAR AS IMAGENS FEITAS COM A “GOPRO” QUE, SE NÃO É O EQUIPAMENTO IDEAL PARA ISSO, PELO MENOS GARANTIU ESTA POSTAGEM.  

FOTOS DO LOCAL:


 

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
CHAVE_TAQUARA_POSTER_OFICIALnet

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VISCONDE DE PARNAÍBA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 12.02.2013
DESTINO: Estação Visconde de Parnaíba
LOCALIZAÇÃO: Município Jardinópolis – SP
COORDENADAS: 21°01’45″S 47°42’27″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1886
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, cercado, fechado e aparentemente servindo de depósito
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Claudinéia de Marchi e Lara Caroline de Marchi de Castro Moreira

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Visconde de Parnaíba é uma estação da antiga Linha do Rio Grande localizada no município de Jardinópolis. Era a segunda no sentido de Minas Gerais e ficava logo após as de Entroncamento (tronco original) e de Jurucê, quando a linha ainda existia e era ativa. Estivemos lá e vimos de perto cada detalhe do prédio, que ainda conta com dístico legível, lousas, plataforma coberta, caixa-d’água e o recuo do leito ainda bem delineado à frente do prédio. As placas de quilometragem e de altitude não estão mais por ali e o galpão está sendo utilizado com depósito e está fechado. É uma construção típica da Cia.Mogiana, sendo um prédio de tijolos aparentes e, diferentemente de outros tantos da região, ele possui um segundo pavimento, o que lhe dá maior imponência e até, certo requinte. Andamos, fotografamos, filmamos, perguntamos, porém pouco se sabe a respeito dela por ali. Sabe-se que chamava-se Rio Pardo, que foi construída por um engenheiro polonês chamado Brodowski (Sim, provavelmente o mesmo que batizou a estação seguinte da mesma linha), que a linha foi extinta por volta de 1988 e desde então a velha estação está abandonada no meio do mato. Ao que me pareceu ela ainda deve estar envolvida em algum imbróglio judicial, pois apesar de estar junto da sede e de uma pequena colônia, os moradores não a tratam como propriedade. É um lugar bonito, no meio de vários canaviais, que preserva aquele ar de passado e que está cada vez mais raro. Para os interessados, Visconde de Parnaíba é uma boa pedida de roteiro ferroviário, pois seu acesso não é difícil, e depois de visitá-la neste clima quente típico da região de Ribeirão Preto, uma cerveja gelada e um filé no arado, do “Bar da Tigrinha” no distrito de Jurucê é uma ótima pedida. Permitam-se!

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER VISCONDE DE PARNAIBA

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URUPÊS

DATA DA EXPEDIÇÃO: 22.12.2012
DESTINO: Estação Urupês
LOCALIZAÇÃO: Município Jardinópolis – SP
COORDENADAS: 20°95’49.42″S 47°84’51.16″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1921
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Demolido, nada restou da estação no local
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e José Antonio Thomaz

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Chegamos a Urupês vindos de Cresciúma pelo meio de infindáveis canaviais. Urupês já há muito não existe mais e no seu local hoje funciona uma espécie de depósito ou base de apoio para equipamentos agrícolas (possivelmente de alguma usina sucroalcooleira da região). O local fica num corte de terra, formando um grande barranco por onde imagino ter passado a linha do Ramal de Igarapava. Viemos acompanhando o trecho desde a estação de Cresciúma, até chegarmos ao local, por onde não pudemos passar devido a cerca de arame farpado, as concertinas nada amistosas e ao portão fechado. Em tese o ramal passava pelo grande vão de terra e nós, tivemos que passar pela estrada ao lado para conseguirmos as imagens e os vídeos que precisávamos. Urupês foi fechada em 1962 e o ramal em 1979, e por lá atualmente, só as britas pelo antigo leito férreo ainda fazem lembrar que por ali um dia já passou um trem. De lá seguimos para Guajuvira…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
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FRANCA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 04.02.2012
DESTINO: Estação Franca
LOCALIZAÇÃO: Município Franca – SP
COORDENADAS: 20°31’58.89″S 47°24’46.21″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1887
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, servindo à prefeitura e também de terminal rodoviário
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Vinicius Costa, Pedro Gandra de Carvalho, Fábio F. Rivaben e Fernando F. Rivaben

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Chegamos em Franca ouvindo uma “pregação” ao vivo numa rádio local, que de tão fervorosa, e espalhafatosa, beirava um número circense (beirava…) e depois de alguns minutos ouvindo aquela gritaria invocando divindades, finalmente chegamos na estação de Franca e pudemos ver de perto a situação atual daquele trecho da Linha do Rio Grande. É um prédio comprido, bonito, com um estilo diferenciado (Art Nouveau?), com dísticos legíveis, compostos por uma família tipográfica bastante moderna para a época, tem uma plataforma enorme, coberta por telhas metálicas e suportada por inúmeras mãos francesas pintadas de vermelho vivo, destacando-se no meio daquele lugar acinzentado e semi-abandonado. Mas tem um arremedo de caixa-d’água de um lado do prédio, que hoje é usado por uma companhia rodoviária como terminal. Trilhos, há muito já não existem. Hoje o entorno da estação é um local movimentado, pois uma grande avenida ocupa o local do antigo pátio de manobras, está repleto de bancos e empresas diversas, enfim, completamente urbanizado. Andamos por lá, vimos promessas de inclusão digital por meio de uma placa do governo (vide mini-filme e fotos), embora achássemos que aquele local é quem devesse ser incluído novamente na vida das pessoas, servindo a algo maior, mais importante e mais nobre do que apenas um “abrigo de mendigos” ou grande provedor “wi-fi”. Enfim, de lá, seguimos para Restinga… >>

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

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POSTER FRANCA

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MACAÚBAS

DATA DA EXPEDIÇÃO: 04.02.2012
DESTINO: Estação Macaúbas
LOCALIZAÇÃO: Município Batatais SP
COORDENADAS: 20°78’49″S 47°57’10″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1899
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, bem conservado e servindo de moradia
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Vinicius Costa, Pedro Gandra de Carvalho, Fábio F. Rivaben e Fernando F. Rivaben

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Encontrar Macaúbas não foi muito fácil não, fora da estrada, tivemos que andar um bom tempo pelo meio dos canaviais de Batatais até encontrá-la. Após muitas perguntas aos trabalhadores rurais e moradores (poucos) da região, chegamos até ela. Conservada e aparentemente servindo de moradia, Macaúbas hoje ao que parece, descansa em paz. Caixa-d’água, placas de altitude e quilometragem, leito da linha (sem trilhos), e até um campo de futebol, tudo estava lá, mas gente mesmo, não tinha ninguém, apenas algumas crianças brincando, a quem perguntamos sobre a origem da estação e sobre os seus atuais proprietários, mas elas pouco sabiam. Sendo assim, pedimos para fotografar o velho prédio e fomos embora. Macaúbas é um lugar belo e muito bem cuidado, andando por lá, sentimos a energia de um lugar que outrora foi de grande importância para as pessoas, para a região e para a ferrovia. De lá fomos fazer um churrasco no haras do Fábio e repercutimos nossa jornada regados a boas e geladíssimas cervejas.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

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