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JACARÉ

DATA DA EXPEDIÇÃO: 27.12.2013
DESTINO: Estação Jacaré
LOCALIZAÇÃO: Município São Carlos – SP
COORDENADAS:  22°01.49″S  48°03’02″W
TRILHOS NO LOCAL: Não, nada restou por lá
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1894
CONSTRUÇÃO: Companhia Paulista de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Demolido, restaram apenas poucos escombros da plataforma
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Amarildo Lopez e Daniel Franc

O FILME:
“Aguardem!”

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Desde o momento em que saímos de casa, sabíamos que localizar o local da antiga estação Jacaré não seria das tarefas mais fáceis. Comigo, estavam os amigos expedicionários Daniel Franc e Amarildo Lopez e, foram eles que, mato adentro puseram-se a procurar pelas ruínas da estação da Companhia Paulista, hoje nos limites de uma região de plantio de cana, bem próxima do Rio Monjolinho, entre Ribeirão Bonito e São Carlos. Paramos a “Pretona” na estrada do canavial, “varamos” a cerca de arame farpado e seguimos mato adentro no sentido de Ribeirão Bonito. O Daniel e o Amarildo por um lado e eu pelo outro, tomando um sentido um pouco fora do antigo leito, numa linha perpendicular em busca de resquícios da construção. Vai daqui, volta dali, numa dessas embrenhadas, eis que me deparo com nada menos do que um apiário, sim, eu estava dentro de uma criação de abelhas e obviamente isso não era nada bom. Alertei-os de forma comedida, sem fazer muito tropel e agradeci por ter conseguido sair daquela situação sem nenhuma picada. Desviamos daquela rota e voltamos ao curso do antigo leito. A uns 200 metros dali, conseguimos localizar os restos da estação, sua fundações, pisos e algumas paredes que ainda em pé, resistiam bravamente. Tudo ali estava tomado pelo mato e um calor monumental nos desetimulava a permanecer por muito tempo, sendo assim, documentamos o que encontramos com o maior detalhamento possível e voltamos para a “Pretona”. De Jacaré, conforme ilustram as imagens e mini-filme (em breve), nada de trilhos, placas ou caixa-d’água, apenas estruturas de concreto parcialmente em pé resistem em meio as árvores. O tom amarelo das paredes gera uma bela e patriótica composição cromática, digna de registro. Desativada em 1969 foi demolida anos depois como consta na maravilhosa/imperdível bíblia ferroviária: www.estacoesferroviarias.com.br e de lá para cá, nada mais de relevante surgiu. Com aquele ar úmido e fervente e repleto de abelhas saímos de lá o mais rápido que pudemos e seguimos para Santo Ignácio…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER JACARE

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

ITAPETI

DATA DA EXPEDIÇÃO: 12.09.2014
DESTINO: Estação Itapeti
LOCALIZAÇÃO: Município Mogi das Cruzes – SP
COORDENADAS: 23°24’30.78″S 46°11’3.22″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em pleno uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1952
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro Central do Brasil
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, porém abandonado e em ruínas
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Claudinéia de Marchi e Magali Mezadre Souza de Jesus

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Itapeti sempre foi objeto de desejo. Toda vez que passávamos pela SP-070 indo para o litoral norte de São Paulo, lá estava ela, ao lado, pouco acima do nível da rodovia, sempre despertando curiosidade e instigando o meu desejo exploratório. Certo dia, chegou o momento e fui lá. Itapeti está em pé apenas por obra do acaso (descaso?) e da boa qualidade da construção da época, salvo isso, nada mais há de se ver por lá. Um prédio pelo que percebi, que segue os padrões da Estrada de Ferro Central do Brasil para estações pequenas, sem armazéns, sem caixa d’água, sem telhado, enfim, sem futuro nenhum. Andei sozinho pelo local, entrei, saí, documentei-a da forma que pude, vi os dísticos ainda legíveis, as placas de quilometragem e altitude pintadas na parede ainda teimam em continuar ali, apesar da degradação da pintura, enfim, mais um local aonde o tempo passou e o abandono se instalou. Não nego que vê-la a partir da rodovia trazia mais romantismo e alimentava um sentimento de busca bem mais interessante do que estar nela propriamente. Parei na sua plataforma, olhei a paisagem, refleti por alguns segundos e continuei em busca de algo que não fosse apenas um conjunto de paredes pichadas e janelas fechadas por tijolos. Por ali, trens de passageiros trafegaram até aproximadamente 1978, depois só cargueiros, como os atuais da MRS. Fiquei por lá algum tempo a fim de ver um destes comboios, mas infelizmente só “assei” naquele calor infernal. Itapeti foi um daqueles casos em que a gente fica feliz em poder realizar um desejo (bobo?) de longa data, mas depois pensa se não teria sido melhor tê-lo nutrido na mente mesmo, ao invés de encará-lo e se decepcionar. Bem, pelo menos, eu fui lá e fiz o que tinha que fazer. De lá, segui viagem para a estação Remédios, mais à frente…

PANORÂMICAS DA ESTAÇÃO:
Com o compromisso de oferecer o máximo de detalhes que puder colher em cada local visitado, agora disponibilizo também imagens panorâmicas, para que tenham a sensação não só da estação, como também do seu entorno, espero que curtam.
PANORAMICA_ITAPETI_01

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER ITAPETI

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
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