Posts encontrados com a Tag: "ITIRAPINA"

VISCONDE DO RIO CLARO NOVA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 24.04.2013
DESTINO: Estação Visconde do Rio Claro Nova
LOCALIZAÇÃO: Município Itirapina – SP
COORDENADAS: 22°9’4″S 47°47’46″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em pleno uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1916
CONSTRUÇÃO: Companhia Paulista de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, porém abandonada e em ruínas
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Alexandre Zeri e Amarildo Lopez

O FILME:
“Aguardem!”

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estive em Visconde do Rio Claro Nova, vindo de São Carlos e apesar de nunca ter passado por aquele trecho, sempre ouvia amigos moradores daquela região contarem sobre uma estaçãozinha simpática e abandonada as margens da Rodovia Washington Luís e, a curiosidade tornou-se um poderoso combustível para essa visita. Chegamos cedo, exploramos o lugar, o dia estava lindo e isso ajudou na coleta de generosas imagens. A estação foi construída em 1916 para substituir e suceder a versão antiga, que estava (ou ainda está) localizada do outro lado da rodovia, de onde partia o Ramal de Analândia. O prédio está abandonado, seus dísticos ainda estão lá bem visíveis, há também uma caixa-d’água, plataforma já sem cobertura e as placas de concreto com os nomes da estação também se mantém por lá no meio do mato alto. Andamos, entramos, vimos tudo depredado, vandalizado, porém resistindo a tudo isso, como que se pedisse por uma nova chance para voltar a servir a um propósito. Visconde do Rio Claro Nova deixou de funcionar antes de 1977 e hoje é apenas um prédiozinho simpático quando visto de longe, da rodovia e de maneira bem superficial. Quando nos colocamos a observá-lo de perto, a coisa toda muda bastante de figura. Sobre o seu nome, vejam um trecho da Wikipédia: “José Estanislau de Oliveira, primeiro barão de Araraquara e visconde de Rio Claro, (São Paulo, 5 de março de 1803 – Rio Claro, 4 de setembro de 1884) foi um fazendeiro e militar brasileiro, cafeicultor da região de Piracicaba, além de ter participado como coronel na Guerra do Paraguai. Foi um dos fundadores da Estrada de Ferro Rio Claro–São Carlos do Pinhal.” Enfim, ter estado ali foi uma experiência muito valiosa e nos deu motivação para continuarmos nesse caminho triste e revoltante de resgate e desgaste, mas fazemos isso por convicção e senso de valor. De lá, fomos em busca da Visconde do Rio Claro Velha, o que já é uma ooooutra história…

PANORÂMICAS DA ESTAÇÃO:
Com o compromisso de oferecer o máximo de detalhes que puder colher cada local visitado, agora disponibilizo também imagens panorâmicas, para que tenham a sensação não só da estação, como também do seu entorno, espero que curtam.
PANORAMICA_01

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
VISC_RIO_CLARO_NOVA_POSTER_OFICIALnet

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

ESTRELA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 27.12.2013
DESTINO: Estação Estrela
LOCALIZAÇÃO: Município Itirapina – SP
COORDENADAS: 22°12’9.92″S 47°48’29.52″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em pleno uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1926
CONSTRUÇÃO: Companhia Paulista de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Demolido
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Daniel Franc e Amarildo Lopez

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Para chegarmos ao local aonde um dia existiu a estação Estrela (sim, a com um “L” só, pois ali perto, no Ramal de Analândia, havia uma outra que se chamava “Estrella” com dois “Ls”, que era um posto telegráfico, e viria futuramente com sua demolição ceder o nome a ela), tivemos que perambular por todo lado ali na região de Itirapina, pois pelos nossos mapas baseados no Google Earth, Wikimapia e muita especulação, a sua marcação estava entre uma área de plantação de cana particular, cercada, vigiada e fechada e uma enorme reserva florestal de pinheiros e, obviamente, foi por ali que tentamos acessá-la logo de cara, mas não deu certo não. Eu e meus parceiros de expedição Daniel Franc e Amarildo Lopez, tivemos um trabalho infernal para conseguirmos autorização para chegar até o ponto exato, atravessando a enorme área de cultivo de cana e só então chegando até o tão desejado lugar. De um lado do leito, ainda ativo e plenamente operacional, está a mata de árvores (pinheiros), e é uma região de terra fina e clara como areia, aonde as estradinhas vão se afunilando mais e mais, até que, quando se vê, pronto! Já é trade, e você está atolado no areião. Tentamos muito por este caminho, mas não deu e tivemos que retornar e tentar o acesso pelas vias diplomáticas, ou seja, pedindo autorização para os responsáveis pela área particular, do lado da cana. Existia também a alternativa de virmos caminhando pelo leito, mas como bons preguiçosos que somos, preferimos argumentar sobre a importância histórica do que estávamos fazendo ali, a caminhar quilômetros sobre a linha, sob um sol de mais de 42º, então, foi isso que fizemos e deu certo. Por fim, chegamos ao local exato e somente um recuo tomado por bambus, que imagino ter sido a sua exata localização, e um desvio marcavam presença por lá. Por ser o tronco da antiga Cia. Paulista e estar praticamente ao lado de um “Porto Seco” (terminal multimodal) da Cosan (Raizen?), o trecho é movimentado e está bem cuidado, mas nada há para se ver ali. A estação deixou de existir por volta do início da década de 1980 conforme relata o site www.estacoesferroviarias.com.br e tanto o seu nome, quanto o do posto telegráfico citado acima, são derivados de uma fazenda na região que também tinha o nome de “Estrela”. A partir daquele dia, Estrela deixou de viver no meu imaginário e passou a ser mais um ponto geográfico no qual estive. De lá, seguimos para Analândia.

PANORÂMICAS DA ESTAÇÃO:
Com o compromisso de oferecer o máximo de detalhes que puder colher em cada local visitado, agora disponibilizo também imagens panorâmicas, para que tenham a sensação não só da estação, como também do seu entorno, espero que curtam.
PANORAMICA_ESTRELA_01

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER ESTRELA

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

ITIRAPINA NOVA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 24.04.2013
DESTINO: Estação Itirapina Nova
LOCALIZAÇÃO: Município Itirapina – SP
COORDENADAS: 22°15’17″S 47°49’00″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em pleno uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1916
CONSTRUÇÃO: Companhia Paulista de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, fechado, cercado e abandonado
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Alexandre Zeri e Amarildo Lopez

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
A estação de Itirapina Nova é um imenso pátio semi-abandonado, que fica próximo ao cemitério e ao distrito industrial da cidade. E pensar que um dia, aquilo tudo foi uma pujante e pulsante estrutura ferroviária da nova linha-tronco da Companhia Paulista?  Itirapina significa “Morro Pelado” em Tupi-Guarani, uma referência a um morro próximo ao município. Andamos pelo local, aonde trens desativados repousam (?), e aguardam apenas o seu desmanche, visto o estado de abandono que encontram-se. Por lá, tudo é triste e a sensação é a pior, de descaso e inutilidade. Como a linha ainda está ativa para cargas, havia uma composição parada por lá, provavelmente aguardando algum cruzamento, o que dificultou um pouco o nosso acesso ao prédio. Pulamos alguns engates até que chegamos a ela, o que infelizmente só fez aumentar o sentimento de angústia que já imaginávamos que iríamos sentir. Tudo lá está abandonado, cacos de telhas espalhados pelo chão, apenas os esqueletos da estrutura de cobertura da plataforma ainda resistem, em ambos os lados das plataformas (há duas por lá), o nome “Ityrapina” na frente do hall de entrada da estação, ainda legível e com certo charme, vai levando a missão de identificar aquele lugar para os menos atentos. A caixa-d’água ainda está lá, mas não consegui saber se ainda funciona, a cabine de controle também, porém nitidamente em ruínas, completam o cenário. O mal cheiro era um capítulo à parte. É uma tristeza encontrar aquele complexo naquele estado, mas o que eu, um simples e mero mortal posso fazer, além do que já faço, que é alertá-los acerca destes desperdícios, desmandos, desacertos… ou seriam apenas os sinais do progresso frio e pragmático? De lá, paramos num simpático botequinho no centro, para uma cerveja extremamente gelada a fim de aplacar o calor escaldante e assim, seguirmos para localizar a estação Estrela, o que fica para uma próxima.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER ITIRAPINA NOVA

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

BROTAS NOVA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 24.04.2013
DESTINO: Estação Brotas Nova
LOCALIZAÇÃO: Município Brotas – SP
COORDENADAS: 22°17’16″S 48°06’42″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em pleno uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1929
CONSTRUÇÃO: Companhia Paulista de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, servindo com secretaria de obras da prefeitura
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Alexandre Zeri e Amarildo Lopez

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Chegamos à estação de Brotas vindos de Itirapina, e logo de cara, a rua de Paralelepídos que dá acesso a ela nos chamou bastante a atenção. Um clima nostálgico se fez presente por ali, acho que em boa parte por causa das construções antigas do prédio da estação e do grande armazém ao seu lado. Por lá, andamos, colhemos fotos e vídeos, conversamos com alguns trabalhadores do local que nos contaram suas lembranças, sempre com uma grande carga saudosista, típico de quem viveu o universo ferroviário a fundo. Por lá funciona hoje um departamento da prefeitura municipal, (o de infra-estrutura, se não me engano) suas oficinas e também a garagem. É um prédio bonito e o contraste do seu amarelo com o azul do céu, nos deu belas imagens daquele conjunto arquitetônico, que um dia foi de suma importância para a localidade, certamente hoje, não mais. Andei por lá, vi a plataforma em detalhes, as plaquetas de sinalização, a cabine de controle, mas não havia por lá as placas nem de quilometragem, nem de altitude. Fiquei sabendo que a estação esteve abandonada por vários anos e foi reformada pela prefeitura para abrigar seções do órgão. Esta é a terceira estação da cidade, tendo sido construída pela Companhia Paulista de Estradas de Ferro em 1929, juntamente com a mudança (retificação) do trecho que segue até Jaú. Trens de passageiros passaram por ali até 2001, e até hoje a linha é utilizada para o escoamento de cargas no sentido Santos, pela ALL e MRS. Foi bom ter conhecido aquele local, a energia emanada por lá é perceptível, enfim, por enquanto é isso.


PANORÂMICAS DA ESTAÇÃO:

Com o compromisso de oferecer o máximo de detalhes que puder colher cada local visitado, agora disponibilizo também imagens panorâmicas, para que tenham a sensação não só da estação, como também do seu entorno, espero que curtam.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER BROTAS

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.