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TAPIR

DATA DA EXPEDIÇÃO: 06.07.2012
DESTINO: Estação Tapir
LOCALIZAÇÃO: Município Itamogi – MG
COORDENADAS:  21° 2’52.30″S 47° 1’0.09″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1914
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, servindo de moradia, cercado e bem conservado
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Vinicius Costa, José Antonio Thomaz, Pedro Gandra de Carvalho, Giuliano Martins Thomaz, Rodrigo Faustino e Alexandre Neves

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Tapir é uma estaçãozinha do ramal de Passos que nos reservou uma surpresa gigantesca. Chegamos até ela, que fica próxima a um vilarejo na região de Itamogi, colhemos imagens, filmes, e conversamos com moradores locais, que nos indicaram uma curiosidade logo à frente, que era uma ponte de pedras construída há cem anos. Documentamos a estação Tapir, seus dísticos, sua plataforma bem ao lado da estrada de terra que outrora foi o leito do ramal, não conseguimos entrar, portanto não exploramos a parte de dentro da estação, onde pode ser que ainda existam as placas de quilometragem e altitude ou mesmo as lousas de avisos. Ainda existe uma base de concreto aparentemente da antiga caixa-d’água (trocada por uma “mais moderna” de plástico azul horrenda), e mais nada. De lá, seguimos até a ponte centenária, que sinceramente, foi uma das melhores experiências que tive até então neste projeto. O Sr. Chico Duduca (espero ter escrito corretamente seu nome), que mora no lugar, nos recebeu de uma forma incrivelmente amistosa, nos contou histórias sobre a ponte, nos mostrou o leito do ramal, nos levou até a parte superior da ponte, por onde o trem passava, e aí veio o melhor… Queríamos descer lá embaixo, até o rio, para vermos a ponte pelo seu melhor ângulo, o inferior. Foi quando o perguntamos qual o caminho a seguir, e ele sorrindo nos mostrou uma trilha extremamente íngreme em meio as árvores e disse, é por ali, basta descer! Rerere, já que estávamos ali, depois de tanta procura e quilometros rodados, não seria uma “ribanceirinha” que nos deteria não é mesmo? E lá fomos nós, descemos, olhamos, filmamos, fotografamos, e posso dizer do fundo do coração, valeu cada escorregão, cada raspão, e cada queda que nos atingiu na descida, pois  o lugar é maravilhoso. De lá, nos restou subir tudo de volta (aí sim, a coisa foi terrível) e pedir ao Sr. Chico Duduca um pouco de água para nos limparmos e matar a sede. De lá seguimos MUITO FELIZES, para Ipoméia… >>

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

ILUSTRAÇÃO DO LOCAL:
Tendo como base as imagens reais de cada local colhidas pelo Projeto Estações Brasileiras, eu desenvolvo uma ilustração que retrate emocionalmente o espírito de cada estação/parada, ou mesmo do seu entorno, no caso de já não existirem mais. A intenção é que sirva de estímulo para a interpretação crítica de cada um, seja de forma positiva, negativa, carregada de saudosismo, ou mesmo de forma contemplativa apenas. Espero que curtam.
TAPIR 01

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