Posts encontrados com a Tag: "GUAXUPÉ"

CATITÓ

DATA DA EXPEDIÇÃO: 05.01.2013
DESTINO: Estação Catitó
LOCALIZAÇÃO: Município Guaranésia – MG
COORDENADAS: 21°16’38″S 46°52’37″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, apenas algumas partes seccionadas
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1912
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, particular, servindo como sede da Fazenda Catitó
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Marcelo Freitas

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Chegamos a Catitó depois de muitas tentativas e erros durante o percurso, vindos de Guaranésia. Ao chegarmos, nos demos conta do quão importante é, quando as pessoas tem noção do valor histórico de uma construção daquele porte. Chegamos, entramos, descemos da “Pretona” e fomos andando lentamente até o prédio, sempre de forma pausada e curtindo cada detalhe daquele lindo e conservado lugar. Obviamente fomos tirando fotos e filmando com o celular a beleza do prédio e o seu entorno, sempre tomando todo cuidado para não interferir na privacidade de ninguém e muito menos invadir um lugar particular, mas ao mesmo tempo, documentando para compartilhar a beleza histórica de tudo aquilo ali, com pessoas, que talvez, nunca teriam essa possibilidade. Andamos por lá, pedimos autorização para duas senhoras que trabalhavam no escritório para conhecermos a estação e prontamente fomos atendidos, mas antes, eu me apresentei como sendo o idealizador e mantenedor do Projeto Estações Brasileiras, para que elas ficassem tranquilas de que tudo seria feito de forma correta e para um fim de valor. Andamos pela plataforma coberta, pela linha (seccionada, mas ainda ali), fomos até a caixa-d’água, vimos as placas de quilometragem e altitude, os frontões, os dísticos… Nossa, que lugar! A estação foi inaugurada em 1912 e o último trem esteve por ali em 1976, um ano após o meu nascimento, 40 anos se passaram, e magicamente tudo continua em perfeito estado de conservação. Percebam que eu disse per-fei-to, não muito bom, ou somente bom. Estão de parabéns todos que de alguma maneira fazem da estação Catitó esse monumento à história ferroviária que ela é hoje. Sou um cara de sorte… Catitó é uma estação idem…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
CATITO_POSTER_OFICIALnet

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

ALFA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 05.01.2013
DESTINO: Estação Alfa (Guaxupé)
LOCALIZAÇÃO: Município Guaxupé – MG
COORDENADAS: 21°17’49″S 46°42’51″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: Entre 1904 e 1930 (período estimado)
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, servindo como moradia particular
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Marcelo Freitas

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Alfa era uma estaçãozinha acanhada, que estava situada a poucos metros da estação Guaxupé, talvez um quilômetro, ou pouco mais a frente, no sentido de Júlio Tavares, e era utilizada para manobras. Hoje no local por onde o leito ferroviário passava, existe uma avenida, mas o prediozinho continua lá. O dístico estava quase que totalmente apagado, mas com uma dose de boa vontade, ainda era possível ler a palavra “Alfa” grafada ali. Andei pelo local, vi a estaçãozinha por todos os seus lados, ela estava cercada e fechada, servia como residência, mas aparentemente não havia ninguém lá naquele momento. Nada de lousas, placas ou plataforma, somente o prédio de tijolos aparentes com uma cerquinha branca, ocupavam o local. A construção, bem simples e diminuta, lembra uma “casinha de bonecas”, e está relativamente bem conservada. De lá, seguimos para Guaxupé…

FOTOS DO LOCAL:


MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER ALFA

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MONTE CRISTO

DATA DA EXPEDIÇÃO: 04.07.2013
DESTINO: Estação Monte Cristo
LOCALIZAÇÃO: Município Monte Belo – MG
COORDENADAS: 21°21’18″S 46°24’01″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1914
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, cercado, servindo como residência e depósito
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Alexandre Neves, Pedro Gandra de Carvalho e Rodrigo Faustino

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estivemos em Monte Cristo vindos de Monte Belo, enquanto explorávamos o Ramal de Juréia. A estação estava fechada, servindo de moradia de um lado e aparentemente de depósito do outro. Por lá, vimos muitos sacos espalhados pelo chão, que acredito eu, continham materiais para a reforma que estava em curso naquele momento. O local está cercado e fechado por uma porteira. Depois de muito esforço, conseguimos entrar e fomos autorizados a conhecer a estação. A plataforma coberta, ainda se encontra em bom estado, as  lousas de avisos também ainda resistem, os dísticos nos frontões, os recuos por onde passava o leito da linha, enfim, é um lugar que foi minimamente preservado. Não soube o motivo da reforma, nem o grau dela, e nem o quanto desfiguraria o local, mas não me pareceu que iriam mudá-la estruturalmente, e torci para que não mudassem mesmo. A estação foi desativada pelos idos de 1966 juntamente com o restante do ramal. Ela estava dentro dos limites da Fazenda Monte Cristo, hoje não sei ao certo se ainda está, mas bem próximo da sua entrada, há uma sinalização num pneu de trator (vide fotos) indicando a entrada da fazenda. Logo após a estação, no sentido de Monte Belo, há uma curva bem acentuada do antigo leito, que passa por uma mina d’água, aonde infelizmente não conseguimos chegar, e que diziam ter servido para o abastecimento das antigas locomotivas à vapor e também para os passageiros e trabalhadores da região. De lá, seguimos para Palméia, um lugar também bastante agradável…

PANORÂMICAS DA ESTAÇÃO:
Com o compromisso de oferecer o máximo de detalhes que puder colher cada local visitado, agora disponibilizo também imagens panorâmicas, para que tenham a sensação não só da estação, como também do seu entorno, espero que curtam.
PANORAMICA_MONTE_CRISTO_01

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER MONTE CRISTO

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
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SANTA ESMÉRIA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 05.01.2013 e 04.07.2013
DESTINO: Estação Santa Esméria
LOCALIZAÇÃO: Município Muzambinho – MG
COORDENADAS: 21°18’43″S 46°35’57″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1913
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Demolido, nada restou no local
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Marcelo Freitas, Pedro Gandra de Carvalho, Alexandre Neves e Rodrigo Faustino

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Santa Esméria ficava entre as cidades de Muzambinho e Guaxupé, bem próxima a fronteira, mas ainda no território de Muzambinho. Estive lá por duas vezes, segui todas as pistas que pude conseguir, e uma divergência quanto ao seu local exato me perseguiu por alguns meses, até que eu pudesse voltar lá e realmente me certificar de que estava no local correto. Durante 6 meses de pesquisas, obtive materiais que apontavam um local a uns 500 metros (se muito) distante da sua real localização, morro acima, na direção de Guaxupé, praticamente na linha divisória entre os municípios. Mas esta informação não estava correta e, apenas conversando com moradores locais nas duas vezes em que fui até lá para poder descobrir isso. Era bastante improvável que a estação ficasse aonde estava inicialmente marcada no mapa (vide imagem abaixo), pois era morro acima, e num grau de elevação muito além dos padrões normais que uma ferrovia sem cremalheira suporta. Da primeira vez, encontramos um senhor que estava exatamente no local aonde deveria estar a estação, e ao ser questionado por mim, disse que ela tinha existido sim por ali, mas era mais para baixo, a uns 500 metros. Desconfiado de que ele não nos queria xeretando nada por lá, fui até o local apontado e nada encontrei. Naquele dia colhi material e junto com o meu amigo e parceiro de expedição Marcelo Freitas, e seguimos com a expedição. Meses depois, ainda com aquela situação em mente, voltei ao local, que é longe, mas foi necessário, e pude encontrar pistas mais consistentes acerca do velho prédio, hoje já realmente demolido. A dona de um haras que ocupa o local da antiga estação me deu toda a informação necessária e o melhor, nos acompanhou até alguns pontos-chave que esclareceram toda a situação. Nos contou e mostrou por onde passava o antigo leito, mostrou restos de uma antiga ponte de pedra por onde o trem passava, nos mostrou uma linda cachoeira dentro de sua propriedade, apontou o local exato da estação e nos disse que foi demolida há bastante tempo, sem precisar exatamente quanto. Era um prédio nos padrões da Cia. Mogiana, de tijolos aparentes, com plataforma pequena, um telhado duas-águas e uma casinha para o chefe da estação pouco a frente. Andamos por todo o lugar, e posso afirmar que atualmente por lá, nada mais restou. Talvez, algum resquício de tijolos e cimento mato adentro, mas tem que ser bem adentro, pois nós o adentramos pelos dois lados da estrada e nada encontramos. De lá, seguimos para Moçambo na primeira vez e Guaxupé na segunda…

DIVERGÊNCIA DE LOCALIZAÇÃO:
SANTA_ESMERIA_EARTH

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER SANTA ESMERIA

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CORONEL MANOEL JOAQUIM

DATA DA EXPEDIÇÃO: 05.01.2013
DESTINO: Estação Coronel Manoel Joaquim
LOCALIZAÇÃO: Município Guaxupé – MG
COORDENADAS: 21°18’35″S 46°39’48″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1913
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, cercado, particular e aparentemente servindo de depósito
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Marcelo Freitas

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estive em Coronel Manoel Joaquim em Guaxupé, em dupla com o meu amigo e xará Marcelo Freitas e de antemão já adianto, não foi nada fácil chegar até ela. Desde informações desencontradas, passando por porteiras fechadas, cercas de arame farpado por todo lado, imensidões de pés de café morro acima e abaixo dificultando a nossa navegação, até desembocarmos num lamaçal horrível (pois havia chovido torrencialmente do dia anterior por aquela região), tudo parecia jogar contra a localização da velha estação naquele dia. Mas nada disso nos deteve. Ziguezagueando no entremeio do cafezal de uma fazenda (de nome Nova Floresta se não me engano), encontramos resquícios do antigo leito, uma ponte pequena, aonde a linha passava por baixo, e que ainda guardava parte importante da sua essência, como o gradil e uma espécie de corrimão. Tudo obviamente muito desgastado pela ação do tempo, mas que, ao olharem pelas fotos e mini-filme, verão o quão charmosa é a estrutura, e de lá, conseguimos sair bem em frente ao prédio, porém ao chegarmos mais perto, percebemos que ele estava cercado e fechado. Buzinamos, batemos palmas, gritamos, os cães latiram muito, tentamos como foi possível chamar algum morador e pedir para que nos deixassem fotografar e filmar o local, mas infelizmente não tinha ninguém por lá. Como não é nosso hábito invadir propriedade de ninguém, documentamos o pouco que pudemos ver e seguimos adiante na nossa jornada. Por lá, vimos a estação ainda com o dístico, porém apagado, uma casinha menor pouco à frente, e a antiga caixa-d’água (Ransomes & Rapier, claro), mas tenho a impressão de que vimos mais a parte dos fundos do prédio do que a frente, e sendo assim, não pudemos saber como está a plataforma, ou as lousas, placas de quilometragem e altitude, enfim, quase nada de detalhes. No passado o local foi cenário de batalha da revolução de 1932, e seu nome se deve a um dos homens que ajudaram a financiar a expansão da Cia. Mogiana por aquelas terras. É um lugar belíssimo e aproveito para pedir que, se alguém possuir material da estação e quiser enviar para complementarmos este post, será muito bem vindo. Obrigado!

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER CORONEL MANOEL JOAQUIM

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PALMÉIA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 04.07.2013
DESTINO: Estação Palméia
LOCALIZAÇÃO: Município Muzambinho – MG
COORDENADAS: 21°21’12″S 46°27’26″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1914
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, cercado e servindo como escola municipal
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Alexandre Neves, Pedro Gandra de Carvalho e Rodrigo Faustino

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estivemos em Palméia e pudemos documentar “in loco” as reais condições da velha estação da Cia. Mogiana em terras mineiras. Palméia a princípio estaria em terras pertencentes à Monte Belo, mas durante nossa pesquisa percebemos que ela estava em território de Muzambinho, cidade vizinha e então corrigimos o curso das coisas. É um vilarejo (não sei se é um distrito ou somente uma vila), bastante simpático e quando lá estivemos, possuia um clima bem agradável, um vento gostoso que dava um ar de frescor e liberdade. A estação está ao lado de uma igreja e do lado oposto há ainda casas da antiga vila ferroviária em bom estado de conservação. Frontão com dísticos legíveis (ruins, mas legíveis), plataforma e lousas ainda estão lá, e o prédio hoje serve como uma escola municipal. Andamos por todo o local, filmamos, fotografamos, mas infelizmente como era bem cedo, não encontramos ninguém que pudesse nos contar histórias acerca do lugar. Sei que antes de se chamar Palméia ela chamava-se São Domingos e que foi fechada em 1966.  Ao que parece, todo o ramal era dedicado ao escoamento da produção cafeeira local, muito forte na época e ainda hoje. Um detalhe interessante é a linda vista que se tem a partir da plataforma (vide fotos e mini-filme), é um vale rodeado de belos morros cobertos de verde, muito bonito mesmo. De lá, seguimos para Montalverne

PANORÂMICAS DA ESTAÇÃO:
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PANORAMICA_PALMEIA_01

Palméia vista da rua.

PANORAMICA_PALMEIA_03

Frontão de Palméia.

PANORAMICA_PALMEIA_02

Estação ao lado da casa de fé.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER PALMEIA

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MONTALVERNE

DATA DA EXPEDIÇÃO: 04.07.2013
DESTINO: Estação Montalverne
LOCALIZAÇÃO: Município Muzambinho – MG
COORDENADAS: 21°20’10″S 46°29’55″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1916
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Demolido, restaram apenas algumas pedras no local
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Alexandre Neves, Rodrigo Faustino e Pedro Gandra de Carvalho

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Montalverne foi uma estacão daquelas difíceis de encontrar. Uma porque já não existe mais, e outra, porque ninguém sabia ao certo o local aonde ela teria existido. Ainda assim, mediante às informações que tínhamos, fomos atrás, e mais uma vez, a combinação: Google + Google Earth + Wikimapia + Site Estações Ferroviárias do Brasil + Pesquisa de campo no local + Perguntas e perguntas, nos fez bem sucedidos no nosso objetivo. Por lá, nada restou a não ser alguns amontoados de pedras, resquícios da demolição do prédio e plataforma realizada pela prefeitura, para evitar que indigentes tomassem posse dele. Na referência encontrada nas nossas pesquisas (Wikimapia), a localização indicada está a uns 300 ou 400 metros do local exato, apontado para nós por uma moradora que passava a pé pelo local. Vendo os escombros, o amplo recuo e a foto de um senhor apoiando os pés nos restos da estação (Site Estações Ferroviárias do Brasil), percebemos enfim se tratar do mesmo local e assim documentamos o que havia por lá. Chegar até ela foi uma experiência incrível, vários desencontros, alguns desmatamentos, muito barro e lindas paisagens (vide mini-filme), assim costumam ser as nossas expedições, exigentes, porém gratificantes. Montalverne foi aberta em 1916, dois anos depois da inauguração do Ramal de Tuiuti (Juréia), durante o período de 2 anos da sua construção, chamou-se Santa Anna, e o nome definitivo Montalverne veio em homenagem a um frei local, de ascendência italiana (imagino eu). Também era o nome de uma grande fazenda da região. Por lá, fora aquela moradora que andava a passos largos e nos deu esta valiosa informação acerca do local, nada nem ninguém mais apareceu. De lá, seguimos para a estação central de Muzambinho, aonde fomos abordados pela polícia militar local e tudo mais, mas esta já é uma outra história…

CURIOSIDADE SOBRE A LOCALIZAÇÃO:
MONTALVERNE_EARTH

PANORÂMICAS DA ESTAÇÃO:
Com o compromisso de oferecer o máximo de detalhes que puder colher cada local visitado, agora disponibilizo também imagens panorâmicas, para que tenham a sensação não só da estação, como também do seu entorno, espero que curtam.

Local correto da antiga estação.

Local correto da antiga estação.

PAN_05

Local aonde seria Montalverne (errado).

Local correto da antiga estação.

Local correto da antiga estação.

Ao centro teria sido Montalverne (local errado).

Ao centro teria sido Montalverne (local errado).

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
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POSTER MONTALVERNE

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VENERANDO

DATA DA EXPEDIÇÃO: 05.10.2012
DESTINO: Estação Venerando
LOCALIZAÇÃO: Município São José do Rio Pardo – SP
COORDENADAS: 21°31’22.62″S 46°54’24.77″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1909
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, restaurado, particular e servindo de moradia
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Pedro Gandra de Carvalho

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Venerando é uma estação muito bonita e encontra-se bem conservada até hoje, o que é raro. Estive lá, e pude ver o cuidado que os atuais proprietários dedicam a ela. É uma estação no padrão Mogiana, um prédio de tijolos aparentes pintados de amarelo, cercada, e com um jardim bem feito na sua frente. Como não pude entrar, não posso afirmar nada sobre as placas de quilometragem e altitude, ou mesmo as lousas, mas acredito que possam sim estar lá. O dístico está bem visível no frontão, e ao seu redor, um pouco à frente, somente algumas casas ainda resistem. Encontrá-la foi relativamente fácil, pois além de todos a conhecerem naquela região, ela fica às margens de uma rodovia asfaltada que vem de São José do Rio Pardo, sentido Mococa, mas pelo que vi, o asfalto não dura muito após a entrada para Venerando. Ao que parece, pelo menos esta estação, remanescente do extinto Ramal de Mococa, terá vida longa. Espero…

COMPLEMENTO ADICIONADO EM 25.04.2013 – Gentilmente enviado por Sérgio Trinca
“Em anexo estou lhe enviando fotos da Estação Comendador Guimarães tiradas de fita VHS, Estação de São José do Rio Pardo, Estação de Venerando, desmanche da estrada de ferro de Mococa e o trem tombado na estrada de ferro “Maria Fumaça”. Espero ter ajudado.”

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER VENERANDO

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JAPI

DATA DA EXPEDIÇÃO: 05.01.2013
DESTINO: Estação Japi
LOCALIZAÇÃO: Município Guaxupé – MG
COORDENADAS: 21°16’56.90″S 46°41’24.18″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1916
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, cercado e servindo de moradia
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Marcelo Freitas

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Japi fica bem próxima de Guaxupé, na estrada que vem de Biguatinga, atualmente asfaltada. Está cercada, mas é perfeitamente visível das margens da estrada, de onde conseguimos todas as imagens. É um prédio nos padrões da antiga Mogiana, com um armazém amarelo de um lado, uma casa de turma do outro e uma palmeira na frente. O dístico de um dos lados ainda está legível (Japy). Não tive acesso ao interior do prédio, nem a plataforma, portanto não pude ver se as lousas ou placas de quilometragem ainda resistiam por lá, também não vi caixa-d’água por perto. Japi não possui mais trilhos há anos e hoje serve de depósito, com uma família morando na casa de turma logo à frente. O tal depósito amarelo está abandonado, mas é ainda uma construção vistosa. De lá, voltamos para Guaxupé…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER JAPI

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