Posts encontrados com a Tag: "EMAS"

EMAS

DATA DA EXPEDIÇÃO: 02.11.2012
DESTINO: Estação Emas
LOCALIZAÇÃO: Município Pirassununga – SP
COORDENADAS: 21°93’91.84″S 47°36’55.85″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1886
CONSTRUÇÃO: Companhia Paulista de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em ruínas
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Claudinéia de Marchi, Thiago Samarino Lages, Roseléia Pereira, Fabiano Pessôa, Priscila Savoia, Christiano Pessôa, Juliana Grisi, Felipe Pessôa, Diego Costa e Valter Fabrício Dari

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
A estação Emas está atualmente localizada dentro da antiga Fazenda da Barra, hoje, da A.F.A. (Academia da Força Aérea), e isso, por si só já dificultava e muito a nossa tarefa de documentá-la. Por lá tudo é controlado, re-controlado e o acesso é extremamente difícil (provavelmente Emas, seja a estação em que eu tive a maior dificuldade de acesso dentre todas as visitadas até agora), obviamente por ser uma área militar e estratégica. Como nossa missão lá era de paz, cultural, educacional e histórica, conseguimos o acesso e pudemos documentar mais este ponto remoto da era de ouro da Companhia Paulista de Estradas de Ferro. Hoje o prédio está abandonado, em ruínas e fica bem em frente ao grande armazém de tijolos aparentes aonde, provavelmente eram estocadas as cargas que seguiam para o Ramal de Descalvado ou outros destinos próximos. A estação está ainda com as coberturas, tanto do prédio quanto da plataforma, os dísticos apagados porém ainda lá, boa parte do assoalho de madeira foi-se há algum tempo, os pilares da plataforma feitos de trilhos também seguem resistindo, vimos telhas francesas legítimas de Marselha em cacos, jogadas pelo chão do armazém, portas e janelas lacradas por algumas tábuas, imagino que, para evitar a entrada de estranhos, mas me pergunto: “Que estranhos entrariam ali, numa instalação militar, supervigiada e toda cercada?”. Próximo ao prédio da estação, ainda há uma casa que imagino ter sido do chefe da estação, ou mesmo de alguma turma de conservação de linha (vulgo “conserva”), porém tudo tomado pelo mato, conserva, estação, armazém, e partes do leito da antiga linha. Nada de placas de quilometragem, nem de altitude e também não vi a caixa-d’água. Por lá, os trens de passageiros cessaram por volta de 1976 e a linha foi extinta na década de 80. Partindo de Emas sentido Baguassu ainda existe uma bela ponte de ferro por onde, ainda hoje circulam caminhões carregados de cana, aonde numa expedição anterior, encontramos algumas pegadas enormes, que na hora, pensamos ser de lobo, onça ou até mesmo lobisomem, rerere… brincadeiras à parte, vejam a estação Baguassu e tirem suas próprias conclusões. Foi um dia incrível, com uma expedição familiar, que partiu de um almoço na cachoeira e culminou na estação mais rara já documentada por este projeto… até agora.

* Agradecimentos especiais ao Fabiano Pessôa, Christiano Pessôa e Diego Costa, cuja ajuda foi fundamental para que este post tivesse sido produzido.

CURIOSIDADE SOBRE A LOCALIZAÇÃO:
EMAS_EARTH

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER EMAS

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

PIO ALVES

DATA DA EXPEDIÇÃO: 07.01.2012
DESTINO: Estação Pio Alves
LOCALIZAÇÃO: Município Altinópolis – SP
COORDENADAS: 21°02’37.39″S 47°29’28.38″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, apenas alguns trechos
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1909
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro São Paulo e Minas
STATUS DO PRÉDIO: Demolido
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Vinicius Costa, Pedro Gandra de Carvalho e José Antonio Thomaz

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Fomos até Pio Alves num dia de sol forte, que se tornou chuva forte e logo em seguida, sol forte de novo, enfim, outra aventura pelas estradas e trilhas da linda região de Altinópolis. Para chegar a Pio Alves, atravessamos rios, pontes submersas, grutas, passamos por represas, matas de eucalipto, trilhas e atoleiros, mas o importante é que chegamos até ela. Pio Alves é hoje somente a casa da escola que existia ao lado da estação, mesmo assim, abandonada e bem danificada. No local exato da estação não existe nada, nem sinal de resquícios do prédio ou plataforma, andando por lá, nem mesmo restos de uma possível caixa-d’água a gente viu, realmente não sobrou nada. Construída pela Estrada de Ferro São Paulo e Minas, Pio Alves era chamada anteriormente de Congonhal, nome que as pessoas dali ainda se recordam, pois se não me engano, é o nome de uma fazenda próxima. Andamos bastante pelas redondezas e colhemos boas imagens para vocês, espero que gostem. Foi uma bela aventura (vide mini-filme), que nos propiciou momentos memoráveis, como conhecer a gruta e a represa do Feitosa, localizadas no meio de uma enorme mata de eucaliptos, atravessar um rio por uma ponte submersa, sem saber sequer se ela estava realmente lá, ver fazenda ser oferecida como negócio de oportunidade ao meu Tio Zé (pessoa de fortuna), ter uma gruta batizada com o seu nome, cair dentro d’água numa gruta cheia de abelhas, que acabaram por perseguir o Vinicius… enfim, coisas da vida né? Assim é o Projeto Estações Brasileiras…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER PIO ALVES

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CORRUPIRA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 13.02.2012
DESTINO: Estação Corrupira
LOCALIZAÇÃO: Município Jundiaí – SP
COORDENADAS: 23° 7’23.50″S 46°55’55.70″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1896
CONSTRUÇÃO: Companhia Paulista de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Demolido, mas lá ainda existem restos da plataforma
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Claudinéia de Marchi

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Corrupira é hoje apenas uma base de cimento tomada pelo mato alto, passamos por lá quando vínhamos de Jundiaí sentido Louveira. O acesso ao local da antiga estação não é dos mais fáceis, mas com atenção chegamos ao ponto exato. Fotografamos, filmamos, andamos por lá em busca de algum outro sinal do que um dia foi uma estação ferroviária, mas nada. Por lá, apenas uma pequena caixa-d’água sobre um alto suporte de concreto, a plataforma coberta pelo mato, uma escada de cimento, um poste semafórico enferrujado ao lado dos trilhos e uma casa amarela (provavelmente da turma de conserva) num nível abaixo ao da linha (por onde conseguimos o acesso até a estação) foi o que restou de Corrupira. Um jovem morador da casa foi bastante prestativo e nos levou ao ponto onde estava a plataforma, bem no Km 10.469 (demarcado num poste em frente), de onde pude ver, após uma grande curva, uma igreja ao lado de um pequeno pontilhão. Corrupira foi apenas um prédio de madeira com cobertura metálica, por isso me surpreendi por ainda existir tantos resquícios dela no local. De lá seguimos para Louveira, Vinhedo, Valinhos…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

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CANAÃ NOVA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 14.04.2012
DESTINO: Estação Canaã Nova
LOCALIZAÇÃO: Município Sao Simão – SP
COORDENADAS:  21°24’10.40″S 47°37’12.76″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em pleno uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1964
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, porém abandonado
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Jeferson Tomaz Querino

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Canaã Nova está isolada no meio de uma região tomada por eucaliptos e, mais recentemente, cana-de-açucar. Chegar até ela foi difícil, pois os caminhos por ali não nos levaram sempre aonde desejávamos, mas enfim, deu certo e pudemos documentar mais esta estação para compartilhar com vocês. Nessa expedição fui acompanhado pelo meu sobrinho Jeferson e a aventura foi das boas. Pelo caminho, encontramos uma imagem de Jesus de braços abertos abandonada no meio do mato (vide fotos abaixo), atravessamos uma ponte de madeira de estrutura bem duvidosa, desbravamos matagais, picadas estreitas, trilhas esburacadas até enfim, chegarmos a Canaã Nova. A estação apesar de isolada, está em pé, com seus dísticos legíveis, a sinalização de altitude e quilometragem, estava anotada no concreto frontal da plataforma, rente aos trilhos, e não nas placas características vistas até então, a caixa-d’água, vimos logo a frente, localizada entre a vila ferroviária demolida e a estação. Também achei curiosa a padronagem dos pisos (2 tipos) que ainda resistem no interior do prédio, enfim, lá tinha muita coisa para se ver e um calor de matar. Que sede sentimos ali! Andamos por lá, fomos até as casas da antiga vila, que estavam completamente destruídas, restando apenas algumas ruínas de sua paredes, entramos, mas nada encontramos. Na estação, logo na porta de acesso à plataforma, nos chamou a atenção uma ossada (provavelmente de algum animal morto… espero) já seca, bem juntada num canto, que não era uma visão muito amistosa não, rerere… De Canaã Nova, seguimos para Canaã Velha, que foi uma decepção, mas isso já é outra história… >>

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

 

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LARANJA AZEDA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 10.03.2012
DESTINO: Estação Laranja Azeda
LOCALIZAÇÃO: Município Pirassununga – SP
COORDENADAS:  21°57’58.25″S 47°24’31.20″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1886
CONSTRUÇÃO: Companhia Paulista de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, bastante depredado e servindo de moradia
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Thiago Samarino Lages, Jorge Luis Caleffi e João Julio Oliveira

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estivemos em Laranja Azeda e pudemos ver o que sobrou da velha estação e da vila ferroviária a sua volta. Construída pela Companhia Paulista de Estradas de Ferro, a estação ainda encontra-se em pé, mas muito depredada, e ao seu redor, famílias inteiras habitam as casas da antiga vila. Estava tudo muito sujo e percebemos ali muita carência. Ainda assim, fomos muito bem recebidos pelos moradores, que nos mostraram não só o prédio da estação, como todo o leito da linha e o local da caixa-d’água também. Tudo por ali estava muito mal conservado, porém um dos dísticos ainda sobrevivia, bastante apagado, mas estava lá, alguns emblemas da Companhia Paulista também marcavam as entradas das casas, mas nada das placas de quilometragem nem de altitude. O cheiro era forte e as imagens do local não menos. De lá, seguimos para a estação de Emas, onde fomos barrados, o que já é uma outra história…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

POSTERS VINTAGE:
São ilustrações com base fotográfica, que faço sobre algumas estações que representaram algo para mim. Também tenho feito sob encomenda para pessoas que querem presentear alguém ou mesmo simplesmente tê-las para recordação de algum momento marcante, ou apenas como decoração. Todo o valor obtido com a venda destas telas, é revertido integralmente para custear novas expedições do Projeto. Nada é destinado a mim ou ao meu sustento, para isso: eu trabalho.
COLLECTION_10

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BAGUASSU

DATA DA EXPEDIÇÃO: 10.03.2012
DESTINO: Estação Baguassu
LOCALIZAÇÃO: Município Pirassununga – SP
COORDENADAS: 21°53’56″S 47°19’20″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1891
CONSTRUÇÃO: Companhia Paulista de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, abandonado, porém fechado
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, João Julio Oliveira, Thiago Samarino Lages e Jorge Luis Caleffi

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Ir até Baguassu foi uma epopéia divertidíssima. Com uma equipe grande, fomos explorando toda sorte de locais e acontecimentos pelo caminho. Viemos por Emas (cachoeira), e logo que passamos o Rio Mogi-Guaçú fomos em busca da tão badalada e desejada ponte que ligava Emas a Baguassu. Com acesso que conseguimos somente pelo lado de Baguassu, encontramos não só a ponte, como também pegadas imensas de um lobo (ou onça) que pelo frescor da pegada na lama, havia acabado de deixar o local. Bom para nós, e como bons e corajosos exploradores ferroviários, seguimos em frente, documentamos a ponte por todos os ângulos e de lá seguimos, até encontramos outros dois pontos de interesse: uma Igreja e uma usina (destilaria) completamente abandonadas. Lá também exploramos todo o lugar, encontramos lindas vistas, enormes maquinários e até uma cobra, que nos atacou (vide mini-filme), mas conseguimos sair ilesos e com um riquíssimo material. Chegando em Baguassu, fomos surpreendidos por uma linda estação, de fácil acesso, e que ainda mantém sua plataforma enorme, sua caixa-d’água e boa parte das suas características originais intactas. Como conseguimos bons materiais (fotos e mini-filme), acredito ser redundante me aprofundar mais nesta narrativa, prefiro que vejam o local a partir das fotos, ou assistam o mini-filme. De Baguassu seguimos para Santa Silvéria, outro belo local na mesma linha extinta (o ramal de Santa Veridiana).

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

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SANTA SILVÉRIA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 10.03.2012
DESTINO: Estação Santa Silvéria
LOCALIZAÇÃO: Município Santa Cruz das Palmeiras – SP
COORDENADAS: 21°50’13.18″S 47°16’33.53″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1892
CONSTRUÇÃO: Companhia Paulista de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Abandonado e em ruínas
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Thiago Samarino Lages, Jorge Luis Caleffi e João Julio Oliveira

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Santa Silvéria atualmente é apenas um resquício do tempo à beira da estrada que liga Pirassununga à Santa Cruz das Palmeiras. Um prédio semi-destruído, triste mas com uma grande personalidade. Seu acesso é facílimo, pois está a menos de 3 metros da rodovia, nova e asfaltada. É uma ilha cercada no meio de canaviais, mas vale a parada para os que estiverem passando por lá. Certamente não serão dez minutos perdidos observando um prédio velho e esquecido, será sim, um ganho de memória, história e visão crítica, pois estes prédios trazem consigo uma sorte imensa de bons momentos vividos por aqueles que os frequentaram nos seus muitos anos de atividade. Santa Silvéria está localizada entre Baguassu e Palmeiras (Santa Cruz das Palmeiras) e foi para nós um grande achado, por lá ainda estão o prédio, a plataforma, as placas indicativas, mas não me lembro de ter visto a caixa-d’água não. Para quem quiser enviar material para mantermos esta base de dados atualizada, é só entrar em contato. De lá, fomos comer um peixe e tomar umas cervejas na cachoeira da Emas onde também existe uma estação, mas esta fica para a próxima. Até mais.

FOTOS DO LOCAL:


MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
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