Posts encontrados com a Tag: "DESCALVADO"

BUTIÁ

DATA DA EXPEDIÇÃO: 20.10.2012
DESTINO: Estação Butiá
LOCALIZAÇÃO: Município Descalvado – SP
COORDENADAS: 21°51’11″S 47°34’22″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1920
CONSTRUÇÃO: Companhia Paulista de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Demolido, apenas restos da plataforma ainda resistem no local
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Vinicius Costa

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estive no acanhado vilarejo de Butiá junto com o meu amigo, também designer e parceiro esporádico de expedições Vinicius Costa. Bem, para se chegar a Butiá, andamos um bom trecho em estrada de terra, pois o acesso para a vilinha só se dá por ela, mas, apesar disso, não tivemos grandes problemas não (além do calor infernal, é claro). Ao chegarmos em Butiá, nos deparamos logo com a pequena Igreja Santa Terezinha (cercada e fechada), que chama bastante a atenção, pelo seu estado de conservação, muito bom por sinal, mas também pelo fato da diminuta vila não oferecer grandes atrativos turísticos, apesar de um pesque-pague famoso por lá, que acabamos por não conhecer, pois o tempo estava curto naquele dia. Andamos, vimos um bar que estava fechado (Bar da Nita), exploramos um pouco as ruas do lugar, não tivemos como passar incólumes pela grande caixa-d’água em fibra de vidro azul, que mais parecia uma piscina, suspensa na frente da igrejinha, até que percebemos num amplo recuo logo a frente os restos da antiga estação ferroviária de Butiá. Sim, restos mesmo, e apenas da plataforma com as aberturas de ar do porão ainda lá, tudo debaixo de uma árvore bem num entroncamento de vias na entrada do vilarejo. A estação com data de construção de 1920 foi destaivada por volta de 1986 e, a partir disso, só o abandono, o esquecimento e, por fim a demolição se fizeram presentes. O nome dessa estação da Cia. Paulista é derivado de uma fruta (um coquinho amarelo) que dá em palmeiras que levam este nome, o que no universo ferroviário é uma constante pelo que tenho observado nestas minhas andanças. Ou são nomes de engenheiros e funcionários das próprias companhias, ou nomes dos proprietários das terras aonde as estações se encontram, ou nomes de árvores, ou algum termo indígena, e não costuma fugir muito disso não. Em Butiá, ficamos com o que restou da plataforma, com nosso sentimento de missão cumprida por tê-la encontrado em seu local exato e então seguimos em frente no sentido de Porto Ferreira.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER BUTIA

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

SANTA OLÍVIA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 02.11.2012
DESTINO: Estação Santa Olívia
LOCALIZAÇÃO: Município Santa Rita do Passa Quatro – SP
COORDENADAS: 21°42’19″S 47°31’52″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1913
CONSTRUÇÃO: Companhia Paulista de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Demolido, porém não pudemos entrar na propriedade para conferir
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Claudinéia de Marchi, Roseléia Pereira e Thiago Samarino Lages

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Frustrante. Essa é uma das palavras que definem a nossa busca pelos resquícios da antiga estação Santa Olívia, no Ramal de Santa Rita. Santa Olívia foi a primeira estação do prolongamento do ramal em direção à Vassununga, construído pela Companhia Paulista de Estradas de Ferro, no ano de 1913. Andamos por toda a redondeza em busca de restos das fundações, plataforma, ou algo que pudesse comprovar que aqueles locais realmente foram ocupados pela estação e seu pátio, porém nada encontramos. O local marcado como tendo sido o ponto da estação, está dentro da Fazenda São José, a qual não fomos autorizados a entrar, sendo assim, tivemos que registrar apenas a entrada do local, pois foi o mais próximo que chegamos da “provável” localização do prédio. Ali, há uma construção pelo que pudemos comprovar através do Google Earth, mas somente indo até ela, é que conseguiríamos ver se tratava-se mesmo da estaçãozinha. Tudo indica que não era ali o local, pois um funcionário antigo da fazenda, nos indicou um ponto há uns 700 ou 800 metros, aonde existe uma árvore, que este sim, seria o local exato de Santa Olívia. Mas como saber? Registramos o que pudemos, a entrada antiga da fazenda, que fica exatamente em frente ao local indicado como tendo sido o da velha estação, alguns ângulos da própria fazenda e os seus arredores. Por lá não existe nada do leito ferroviário, nem trilhos, nem nada. O nome da estação tem a sua origem no nome da antiga dona das terras aonde ela estava instalada, Olívia Guedes Penteado, e o ramal permaneceu ativo até idos de 1959, graças ao cultivo da cana-de-açúcar e a produção leiteira da região, mas depois disso, perdeu a viabilidade econômica. Nossa busca por resquícios foi grande e… frustrante. De lá, seguimos para Santa Rita do Passa Quatro…

CURIOSIDADE SOBRE A LOCALIZAÇÃO:
SANTA_OLIVIA_EARTH

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER SANTA OLIVIA

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PÂNTANO

DATA DA EXPEDIÇÃO: 20.10.2012
DESTINO: Estação Pântano
LOCALIZAÇÃO: Município Descalvado – SP
COORDENADAS: 21°56’39.11″S 47°40’7.44″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1891
CONSTRUÇÃO: Companhia Paulista de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Demolido, porém uma casa foi construída sobre sua plataforma
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Vinicius Costa

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Fui até Pântano em Descalvado, motivado principalmente pela cachoeira conhecida como Salto do Pântano, que fica praticamente ao lado do local onde um dia existiu a antiga estacão homônima. Ela fazia parte do ramal descalvadense (de bitola estreita) e que durante sua existência serviu basicamente para transportar café e, claro, os moradores da cidade até a cachoeira, para desfrutarem de bons momentos de lazer. Hoje o que existe por lá é somente uma casa, que dizem os locais, está construída sobre a plataforma da antiga estação, mas como comprovar isso de fato? Aparentemente a história confere, tanto pela sua posição geográfica, quanto pelas características construtivas e também pelos relatos. A casa já não guarda mais traços da estação, a não ser pela sua base alta, provavelmente resquício da plataforma. Serve hoje de moradia, está cercada e tem muita vegetação na sua frente, dificultando a sua visualização. Ao seu lado, a cachoeira passa quase que despercebida para quem trafega pela estradinha de terra, pois o mato encobre a visão e, se não fosse pelo barulho da queda d’água, ninguém diria que lá existe uma beleza natural tão imponente como aquela. Exploramos primeiro a estação, mas depois, como não podia deixar de ser, descemos até lá embaixo, e pudemos trazer imagens esplêndidas dela para vocês. Espero que gostem.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER PÂNTANO

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.