Posts encontrados com a Tag: "CUBATÃO"

RECANTO

DATA DA EXPEDIÇÃO: 02.01.2014
DESTINO: Estação Recanto
LOCALIZAÇÃO: Município Nova Odessa – SP
COORDENADAS: 22°76’673″S  47°31’389″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em pleno uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1916
CONSTRUÇÃO: Companhia Paulista de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, serve como moradia
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Amarildo Lopez, Daniel Franc e Luciano Rossi

O FILME:
“Aguardem!”

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estivemos em Recanto vindos de Americana e conseguimos localizar a estaçãozinha a partir de um ponto mais alto da rodovia que liga Nova Odessa a Americana e, sendo assim, paramos a “Pretona” alguns metros à frente e voltamos correndo a pé, sob um sol escaldante de não menos que uns 43ºC a fim de vermos de perto e em detalhes o que aquele prédio nos reservava. Andamos por lá, vimos que ela serve hoje como moradia, porém não havia ninguém ali para nos contar um pouco da história local. Recanto possui uma cabine de controle em madeira, que está se desmanchando, mantém dísticos em relevo e legíveis, placas de quilometragem e altitude, plataforma, mãos-francesas típicas da Companhia Paulista, enfim, está ali, afundada num nível abaixo da rodovia, quase que misturada ao mato que a cerca. Pouco a frente da cabine, há a saída do ramal de Piracicaba, há tempos desativado e muita coisa jogada ao lado da linha, num cenário digamos, não muito agradável. Enquanto estávamos por ali, pudemos refletir sobre o que realmente estes pequenos lugares significam hoje em dia. Seriam eles “oásis” históricos, onde se guardam memórias e fragmentos importantes de um tempo que não volta mais, ou são apenas restos que teimam em não ruir, desafiando o pragmatismo humano pelo tempo que conseguirem? Fica aqui registrado o meu agradecimento aos companheiros de jornada: Amarildo Lopez, Daniel Franc e o nosso guia local, Luciano Rossi, um “pedalador” de mão cheia, que conhece a região em detalhes. Valeu galera!

PANORÂMICAS DA ESTAÇÃO:
Com o compromisso de oferecer o máximo de detalhes que puder colher em cada local visitado, agora disponibilizo também imagens panorâmicas, para que tenham a sensação não só da estação, como também do seu entorno, espero que curtam.
PANORAMICA_RECANTO_01

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER RECANTO

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

ITAPETI

DATA DA EXPEDIÇÃO: 12.09.2014
DESTINO: Estação Itapeti
LOCALIZAÇÃO: Município Mogi das Cruzes – SP
COORDENADAS: 23°24’30.78″S 46°11’3.22″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em pleno uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1952
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro Central do Brasil
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, porém abandonado e em ruínas
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Claudinéia de Marchi e Magali Mezadre Souza de Jesus

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Itapeti sempre foi objeto de desejo. Toda vez que passávamos pela SP-070 indo para o litoral norte de São Paulo, lá estava ela, ao lado, pouco acima do nível da rodovia, sempre despertando curiosidade e instigando o meu desejo exploratório. Certo dia, chegou o momento e fui lá. Itapeti está em pé apenas por obra do acaso (descaso?) e da boa qualidade da construção da época, salvo isso, nada mais há de se ver por lá. Um prédio pelo que percebi, que segue os padrões da Estrada de Ferro Central do Brasil para estações pequenas, sem armazéns, sem caixa d’água, sem telhado, enfim, sem futuro nenhum. Andei sozinho pelo local, entrei, saí, documentei-a da forma que pude, vi os dísticos ainda legíveis, as placas de quilometragem e altitude pintadas na parede ainda teimam em continuar ali, apesar da degradação da pintura, enfim, mais um local aonde o tempo passou e o abandono se instalou. Não nego que vê-la a partir da rodovia trazia mais romantismo e alimentava um sentimento de busca bem mais interessante do que estar nela propriamente. Parei na sua plataforma, olhei a paisagem, refleti por alguns segundos e continuei em busca de algo que não fosse apenas um conjunto de paredes pichadas e janelas fechadas por tijolos. Por ali, trens de passageiros trafegaram até aproximadamente 1978, depois só cargueiros, como os atuais da MRS. Fiquei por lá algum tempo a fim de ver um destes comboios, mas infelizmente só “assei” naquele calor infernal. Itapeti foi um daqueles casos em que a gente fica feliz em poder realizar um desejo (bobo?) de longa data, mas depois pensa se não teria sido melhor tê-lo nutrido na mente mesmo, ao invés de encará-lo e se decepcionar. Bem, pelo menos, eu fui lá e fiz o que tinha que fazer. De lá, segui viagem para a estação Remédios, mais à frente…

PANORÂMICAS DA ESTAÇÃO:
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PANORAMICA_ITAPETI_01

FOTOS DO LOCAL:

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POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER ITAPETI

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ITATINGA PORTO

DATA DA EXPEDIÇÃO: 12.09.2014
DESTINO: Estação Itatinga Porto
LOCALIZAÇÃO: Município Bertioga – SP
COORDENADAS: 23°49’2.34″S 46° 9’12.70″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em uso pelo bonde de Itatinga
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1906
CONSTRUÇÃO: Companhia Docas de Santos
STATUS DO PRÉDIO: Em pé e em pleno uso
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Claudinéia de Marchi e Magali Mezadre Souza de Jesus

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Há muito, a Usina Hidrelétrica de Itatinga me desperta curiosidade e fascínio e, foi por isso que resolvi ir até lá para vê-la de perto. Apenas a título de curiosidade, o lugar une o universo ferroviário e o hidrelétrico, que era o tema original deste Projeto, que no seu início chamaria-se “Projeto Hidrelétricas Brasileiras”, mas no decorrer do período, tudo mudou, e cá estamos. O local está situado em Bertioga – SP, com o Rio Itapanhaú separando o acesso entre a Usina e a cidade, fazendo com que pouquíssimos possam acessá-la. A Usina fazia parte do município de Santos e teve o início da sua construção em 1906, com o seu término em 1910. Uma linha de bondes foi construída para levar funcionários e moradores do porto no Rio Itapanhaú até a usina, cerca de 7,5km à frente, dentro da mata e aos pés da Serra do Mar. Estive lá na margem do lado de Bertioga, no porto, porém não tive autorização para atravessar para o outro lado, pois me disseram que uma epidemia de Malária recente, fez com que o local fosse interditado para visitação. O local é riquíssimo em história e de uma beleza ímpar, fruto da sua arquitetura e obviamente do local em que está inserida. O fato de saber que a linha de bondes continua ativa, apesar de quase desconhecida, me deu um alento, e numa próxima ocasião, com mais tempo e estrutura, certamente irei até a administração da Codesp (Companhia Docas do Estado de São Paulo), a fim de obter a autorização, para poder ir até a usina e vivenciar de perto os seus encantos e histórias. Infelizmente por enquanto, só posso oferecer à vocês este material, mas continuem por aqui, que prometo continuar na luta, documentando, publicando e compartilhando absolutamente tudo o que conseguir, sobre o universo ferroviário brasileiro. Esteja ele aonde estiver. Abraços e Feliz 20015!

PANORÂMICAS DA ESTAÇÃO:
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PANORAMICA_ITATINGA_PORTO_01

Rio Itapanhaú e a estação ao fundo.

FOTOS DO LOCAL:

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GUARANTÃ

DATA DA EXPEDIÇÃO: 17.04.14
DESTINO: Estação Guarantã
LOCALIZAÇÃO: Município Guarantã – SP
COORDENADAS: 21°53’58″S 49°35’20″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em pleno uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1920
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro Noroeste do Brasil
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, servindo como escritório e posto de manutenção da concessionária do trecho
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Claudinéia de Marchi, Carolina Rodrigues Tomaz e Jeferson Tomaz Querino

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Guarantã em Tupi significa “madeira dura” e é também o nome desta estação da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil (NOB), que não só batizou a pequena cidade, como também a fez nascer. Na estação, encontrei pessoas morando na parte de trás da plataforma, na face voltada para a rua, enquanto um escritório da concessionária do trecho ocupava a parte da plataforma. Andei por lá, vi tudo com cuidado, seus frontões, dísticos legíveis, a plataforma, as linhas, uma casa que provavelmente era do chefe da estação, com uma “garagem” ao lado, aonde estava estacionada uma máquina de manutenção férrea, que não sei para qual finalidade específica ela serve, a caixa-d’água, o amplo recuo de calçamento basáltico que serve de estacionamento na frente do prédio, as placas, enfim, quase tudo estava por lá. Como cheguei ao local muito cedo, a luz da manhã me presenteou com imagens incríveis, e também pude contar com uma leve e fria brisa, que serviu de combustível para o restante do meu dia de expedição. Guarantã ainda está no seu lugar original no leito da linha, e para uma estaçãozinha que foi construída para ser apenas um desvio para um ramal “lenheiro”, até que não está ruim não. De lá segui rumo ao Mato Grosso do Sul, numa loooonga jornada…

PANORÂMICAS DA ESTAÇÃO:
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PANORAMICA_GUARANTA_01

Estação Guarantã vista da linha.

PANORAMICA_GUARANTA_02

Estacionamento da estação.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

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A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
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VILA MARGARIDA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 08.11.2012
DESTINO: Estação Vila Margarida (Parada)
LOCALIZAÇÃO: Município São Vicente – SP
COORDENADAS: 23°57’39″S 46°24’17″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, apenas em alguns trechos
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1960/70 (período provável)
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro Sorocabana
STATUS DO PRÉDIO: Demolido, apenas alguns restos de trilhos ainda resistem no local
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Claudinéia de Marchi

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
A parada Vila Margarida está exatamente aonde a linha que segue para Samaritá cruza com a Rodovia do Imigrantes em São Vicente. Estive no local e pude ver o quanto é precário (pelo menos em termos de limpeza) e imagino que tenha sido até mais anteriormente, pelos relatos que contam sobre as pedras, que eram atiradas pelos moradores nos trens de cargas e principalmente de passageiros, o que obviamente não demonstra que o lugar contava com um nível elevado de educação e infra-estrutura básica não é mesmo? Andei por lá, vi aonde a plataforma estava localizada, sim, era apenas uma plataforma de estrutura metálica coberta por telhas de amianto e um pequeno alambrado cercando a parte de trás. Em 1999 cessou por ali o transporte de passageiros e em 2008 o de cargas, sobrando apenas o que vimos, trilhos cobertos pelo mato e pelo asfalto, e muita sujeira. Um projeto de VLT (Veículo Leve sobre Trilhos), tramita ali na região com promessas e boatos, mas nada de concreto foi visto por mim  enquanto estive lá. Em resumo, é um lugar que ficou no passado ferroviário da região, estagnado, como tantos outros.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
POSTER VILA MARGARIDA

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MONGAGUÁ

DATA DA EXPEDIÇÃO: 12.02.2012
DESTINO: Estação Mongaguá
LOCALIZAÇÃO: Município Mongaguá – SP
COORDENADAS: 24°05’34″S 46°37’15″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, apenas em alguns trechos
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1913
CONSTRUÇÃO: São Paulo Southern Railway
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, servindo como bar e moradia
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Claudinéia de Marchi

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estivemos em Mongaguá e pudemos conferir o estado em que a velha estação da Southern São Paulo Railway se encontra. Tudo por lá está esquecido, abandonado, envelhecido, mofado e cheio de lodo. Localizada atrás de um grande supermercado, o pátio e o prédio estão no meio do trajeto de banhistas que vem da praia, e por lá atravessam diariamente. Pode-se dizer que eles (o pátio e a estação) atrapalham o fluxo urbano hoje em dia, o que é bastante engraçado, pois ao mesmo tempo, foram os grandes responsáveis pelo desenvolvimento todo ao seu redor. Seria a cobra picando a mão de quem a alimenta? Enfim, vamos seguir adiante. O lugar está ocupado por uma família residindo no prédio da estação e ao lado um bar funciona normalmente (provavelmente legalizado, pois não me pareceu nada clandestino não), a plataforma ainda em pé, já não dá sinais de que aguentará muito mais tempo naquele estado e o prédio está bastante degradado. Olhando pelo leito da linha no sentido de Peruíbe dá para ver a ponte de ferro a uns 200 metros, e por lá, não encontrei as lousas, nem as placas e muito menos os dísticos legíveis. É claramente um monumento ao pragmatismo e à ausência de memória pois, pelos relatos que li, passaram muitas histórias de vida e de progresso por aquele trecho. Quem sabe se um museu se instalasse ali… enfim.  Mas daí quem sustentaria o museu num país de valores tão… digamos, rasos, como o nosso não é mesmo?

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
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HIPÓDROMO

DATA DA EXPEDIÇÃO: 24.04.2013
DESTINO: Estação Hipódromo
LOCALIZAÇÃO: Município São Carlos – SP
COORDENADAS: 22°2’4″S 47°53’23″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em pleno uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1916
CONSTRUÇÃO: Companhia Paulista de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, servindo de moradia
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Alexandre Zeri e Amarildo Lopez

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Hipódromo é um ex-posto telegráfico e uma pequenina construção próxima à estação principal de São Carlos e que fica entre ela e Conde do Pinhal, ainda dentro dos limites urbanos da cidade. Está na Vila Prado, local aonde antigamente havia um clube social e um Hipódromo e que há muito foram demolidos, não tendo restado absolutamente nada deles no local e nem nos arredores. Andamos por lá, vimos as casas da antiga Vila Ferroviária, o leito da linha atual em pleno uso, tendo sido através dele que tivemos acesso visual à estaçãozinha de Hipódromo. É um prédio diminuto, acanhado, por vezes parecendo até uma casinha de bonecas, está cercado e servindo como moradia para alguma família. Quando estávamos lá, fomos abordados por uma senhora que nos perguntou se estávamos ali para tirá-los de lá, o que me mostrou que de fato, aquele pessoal encontra-se ali de forma irregular, bem como tantos outros que conhecemos nessas incontáveis jornadas pelas estações brasileiras. Obviamente não estávamos lá para isso e pude tranquilizá-la, tendo ela saído com um ar bem mais aliviado depois da nossa conversa. Bem, por lá vimos e documentamos a estação e seguimos para Conde do Pinhal.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
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SANTOS U.P. (CONCEIÇÃOZINHA)

DATA DA EXPEDIÇÃO: 09.11.2012
DESTINO: Estação U.P. Santos (Conceiçãozinha)
LOCALIZAÇÃO: Município Guarujá – SP
COORDENADAS: 23°57’34.32″S 46°17’0.29″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em pleno uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: Sem registro
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro Santos-Jundiaí (provável)
STATUS DO PRÉDIO: Em pé e em plena atividade
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Claudinéia de Marchi

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Sem muitas informações sobre o local, esta U.P. Santos está localizada no Sítio Conceiçãozinha, na Avenida Santos Dumont, que liga o porto das balsas no distrito de Vicente de Carvalho a Santos, do outro lado do canal. Antigamente era o leito do Tramway do Guarujá quem trilhava aquele caminho, inclusive com estações já há muito demolidas por aquela região. Andamos por lá e constatamos que assim como em Piaçagüera, Raiz da Serra e Paraitinga, por ali, apenas o pragmatismo se faz presente. Nada tem alma, tudo tem um ar de esgotamento, me pareceu que tudo tinha que ser usado à exaustão, esgotar cada mínima condição de cada equipamento, deixando assim somente o “bagaço” para ser descartado. Tudo era duro, frio e cheirava mal. Enfim, talvez eu fosse o elemento dissonante ali, talvez eu não tivesse que esperar nada além daquilo de um lugar daquele. Mas eu esperei… e me desesperei. As imagens e o mini-filme mostram com mais detalhes o que tentei dizer aqui com palavras. A U.P. de Conceiçãozinha está lá, funcionando, servindo, relativamente cuidada, mas é vazia, racional e dura. De lá, seguimos para a antiga estação do Tramway do Guarujá em busca de quem sabe, algo menos “real”…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

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LUÍS ANTÔNIO

DATA DA EXPEDIÇÃO: 17.11.2012
DESTINO: Estação Luís Antônio
LOCALIZAÇÃO: Município Luís Antônio – SP
COORDENADAS: 21°33’09″S 47°42’03″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1910
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, cercado e servindo à prefeitura municipal
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Claudinéia de Marchi, Dog e Junior

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estive em Luís Antônio (antiga Jataí) junto com minha família (Néia, Dog e Junior), sim, eles me acompanham com freqüencia, quando as expedições permitem. Hoje o prédio da antiga estação serve como garagem e uma espécie de depósito da prefeitura local, está murado e com portões altos e fechados. Tentamos entrar para documentar o prédio em detalhes, porém não foi possível. Ainda assim, andamos pelo local, observamos o que dava para ser observado, fotografamos, filmamos e aqui está: tudo compartilhado em detalhes. A pequenina cidade tinha aquele típico clima interiorano, com pessoas andando pela praça, senhores jogando baralho e um jogo de futebol acontecendo num campinho próximo. O calor era escaldante e o céu azul anil, o que deixou as imagens extremamente belas. A estação de Luís Antônio é uma construção típica da Cia. Mogiana, com seus belos frontões  imponentes (já sem os dísticos) e uma ampla cobertura de plataforma lateral. Seu nome (Luís Antônio) deriva-se do nome do antigo proprietário da Fazenda Jataí, que antes, também cedeu o seu nome à estação (Jataí). Por lá ninguém sabia muito mais a respeito dela, que foi desativada por volta de 1976, então de lá, seguimos para Santa Elisa, pouco à frente no sentido de São Simão…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

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CUBATÃO

DATA DA EXPEDIÇÃO: 09.11.2012
DESTINO: Estação Cubatão
LOCALIZAÇÃO: Município Cubatão – SP
COORDENADAS: 23°53’28″S 46°25’11″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em pleno uso para cargas
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1867
CONSTRUÇÃO: São Paulo Railway
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, serve como centro cultural municipal
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Claudinéia de Marchi

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Cubatão é atualmente um centro cultural denominado “Estação das Artes” e está localizada na estrada velha de Santos. Estive lá num dia chuvoso e ficou difícil explorar o lugar em detalhes, mas acredito que ainda assim, consegui bons registros. É um prédio de construção “moderna”, com duas plataformas grandes, sendo uma de cada lado da linha, unidas por uma antiga e bela passarela (estilo SPR) de ferro, já bem enferrujada e desgastada. É um local de grande movimento de carros e caminhões e quando estive lá, consegui acompanhar a passagem de um trem cargueiro que seguia no sentido Santos (vide mini-filme). Existem atrás da estação, algumas casas bem antigas e de construção extremamente rústica, que podem sim, ter sido da época da São Paulo Railway, mas nem isso pude comprovar. Ainda por lá, não pude constatar a existência dos dísticos, que imagino não existirem mais, nem as placas de quilometragem e de altitude, pois infelizmente não tive acesso ao interior da plataforma, sendo assim, colhi o máximo de imagens dos locais por onde andei e segui para Areais, no meio de um brejo lascado, como vocês poderão conferir no post de Areais, clicando aqui!

FOTOS DO LOCAL:

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