Posts encontrados com a Tag: "CRAVINHOS"

OURO

DATA DA EXPEDIÇÃO: 30.12.2011
DESTINO: Estação Ouro
LOCALIZAÇÃO: Município Araraquara – SP
COORDENADAS: 21°49’20.42″S 48° 6’18.28″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em pleno uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1897
CONSTRUÇÃO: Companhia Paulista de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em ruínas, somente algumas paredes ainda restam
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, José Antonio Thomaz e Raul Otuzi de Oliveira

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estive na estação Ouro e pude ver de perto o completo estado de abandono em que ela se encontra. Eu, o meu tio Zé e o meu amigo Raul, andamos por lá e vimos cada detalhe do local, desde as ruínas do prédio, até a composição cargueira que estava parada lá, imagino que aguardando algum tipo de liberação para partir. Ouro está toda depredada, com mato alto ao seu redor, sem telhado, sem portas, sem janelas, sem caixa d’água, sem placas de quilometragem e altitude, enfim, sem dignidade nenhuma. Ouro é um grande prédio amarelo (Ouro?) no meio do mato e da cana, ao lado de uma linha com desvios e algumas chácaras em frente. Lá, fomos abordados por seguranças particulares da operadora ferroviária local, que queriam saber os porquês de estarmos ali e tal. Tudo explicado, seguimos fotografando e filmando o local sem problemas. O nome Ouro é derivado de um Riacho próximo, que por sua vez tem o nome derivado de uma Sesmaria homônima que englobava toda a região de Araraquara. Próximo dali, um entroncamento em construção desviará o fluxo da cidade direto para Tutóia (onde também estivemos), tirando assim a estação de Araraquara da linha. Chegar até Ouro foi relativamente fácil, mas o calor e a composição lá estacionada fechando as passagens de nível, tornou nossa missão um pouco mais complexa… Enfim, nada demais. De lá, seguimos para Chibarro, mas encontramos antes Tamoio… >>

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER OURO

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

FIGUEIRA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 07.01.2012
DESTINO: Estação Figueira (Parada)
LOCALIZAÇÃO: Município Serrana – SP
COORDENADAS: 21° 9’20.83″S 47°39’0.86″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1960
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro São Paulo e Minas
STATUS DO PRÉDIO: Demolido, apenas poucos resquícios restaram no local
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, José Antonio Thomaz, Pedro Gandra de Carvalho e Vinicius Costa

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Saímos bem cedo e seguimos para Figueira, cortando os canaviais da região de Ribeirão Preto e Serrana. Nessa andança, encontramos muita coisa bacana, dentre elas, os resquícios da velha estação, que na verdade, era uma parada da Estrada de Ferro São Paulo e Minas, situada no quilômetro 23 do ramal de Ribeirão Preto. Para acessá-la, tivemos que andar pelo leito da linha, pois de carro não se chega até o ponto exato. Deixamos a “Pretona” bem à frente do local e voltamos a pé, atravessando mato, subindo ribanceiras, andando sobre pontes, enfim, o dia tinha começado exigente, pelo menos no aspecto físico. Chegando até Figueira, pudemos observar os restos da antiga plataforma, cobertos pelo mato alto, alguns dormentes empilhados e mais nada. Nem placa, nem caixa-d’água, nada… apenas a linha telegráfica e seus postes ainda resistiam por lá, mesmo que parcialmente caídos, mas ainda estavam lá. Da velha parada mesmo, nada restou, mas seu entorno tinha beleza, seja por causa do riacho Tamanduá que passa bem perto e tem uma bela ponte, seja por causa do cenário em si, que apesar de cercado por cana, ainda oferecia belas vistas, ou mesmo pela jornada, que nos fez acordar de um jeito diferente naquele dia. Assistam o mini-filme, vejam a galeria de fotos, e me digam se não foi um dia legal… De lá, seguimos para Pio Alves.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

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BIFURCAÇÃO

DATA DA EXPEDIÇÃO: 14.04.2012
DESTINO: Estação Bifurcação
LOCALIZAÇÃO: Município Cravinhos – SP
COORDENADAS:  21°19’42.66″S 47°42’29.78″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1910
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, servindo de moradia
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Jeferson Tomaz Querino

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estivemos em Bifurcação num dia de calor extremo, até aí, nada de anormal aqui na região de Ribeirão Preto. Era um dia lindo, com uma luz maravilhosa, o que facilitou muito a captação de belas imagens da velha estaçãozinha e sua redondeza. Bifurcação fica a poucos metros da rodovia que liga Cravinhos à Serrana, mas está num desnível, e quando a cana está alta, é impossível vê-la (já é bem difícil com ela baixa). É tão próxima da cidade e ao mesmo tempo tão distante do nosso tempo, que surpreende. Ao chegarmos lá, as famílias logo se colocaram em alerta, pois pensaram (como sempre acontece) que éramos de algum órgão oficial e estávamos ali para removê-los ou coisa parecida. Conversamos e tudo ficou tranquilo. Andamos por lá, vimos cada detalhe e os registramos no mini-filme e nas fotos abaixo. A criançada nos acompanhou, a princípio de longe, depois de perto, nos perguntando tudo o que podiam, e nós, claro, entramos na brincadeira, e respondemos tudo o que sabíamos. De Bifurcação trouxemos boas recordações, e vimos um mundo diferente do nosso, tão mais simples, tão mais essencial, tão menos empolado e… tão próximo, que chega a assustar. Foi um bom dia, e de lá, seguimos para Louzadópolis… >>

FOTOS DO LOCAL:


MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

ILUSTRAÇÃO DO LOCAL:
Tendo como base as imagens reais de cada local colhidas pelo Projeto Estações Brasileiras, eu desenvolvo uma ilustração que retrate emocionalmente o espírito de cada estação/parada, ou mesmo do seu entorno, no caso de já não existirem mais. A intenção é que sirva de estímulo para a interpretação crítica de cada um, seja de forma positiva, negativa, carregada de saudosismo, ou mesmo de forma contemplativa apenas. Espero que curtam.

POSTERS VINTAGE:
São ilustrações com base fotográfica, que faço sobre algumas estações que representaram algo para mim. Também tenho feito sob encomenda para pessoas que querem presentear alguém ou mesmo simplesmente tê-las para recordação de algum momento marcante, ou apenas como decoração. Todo o valor obtido com a venda destas telas, é revertido integralmente para custear novas expedições do Projeto. Nada é destinado a mim ou ao meu sustento, para isso: eu trabalho.
COLLECTION_04

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LARANJA AZEDA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 10.03.2012
DESTINO: Estação Laranja Azeda
LOCALIZAÇÃO: Município Pirassununga – SP
COORDENADAS:  21°57’58.25″S 47°24’31.20″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1886
CONSTRUÇÃO: Companhia Paulista de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, bastante depredado e servindo de moradia
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Thiago Samarino Lages, Jorge Luis Caleffi e João Julio Oliveira

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estivemos em Laranja Azeda e pudemos ver o que sobrou da velha estação e da vila ferroviária a sua volta. Construída pela Companhia Paulista de Estradas de Ferro, a estação ainda encontra-se em pé, mas muito depredada, e ao seu redor, famílias inteiras habitam as casas da antiga vila. Estava tudo muito sujo e percebemos ali muita carência. Ainda assim, fomos muito bem recebidos pelos moradores, que nos mostraram não só o prédio da estação, como todo o leito da linha e o local da caixa-d’água também. Tudo por ali estava muito mal conservado, porém um dos dísticos ainda sobrevivia, bastante apagado, mas estava lá, alguns emblemas da Companhia Paulista também marcavam as entradas das casas, mas nada das placas de quilometragem nem de altitude. O cheiro era forte e as imagens do local não menos. De lá, seguimos para a estação de Emas, onde fomos barrados, o que já é uma outra história…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

POSTERS VINTAGE:
São ilustrações com base fotográfica, que faço sobre algumas estações que representaram algo para mim. Também tenho feito sob encomenda para pessoas que querem presentear alguém ou mesmo simplesmente tê-las para recordação de algum momento marcante, ou apenas como decoração. Todo o valor obtido com a venda destas telas, é revertido integralmente para custear novas expedições do Projeto. Nada é destinado a mim ou ao meu sustento, para isso: eu trabalho.
COLLECTION_10

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A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

IPAÚNA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 03.12.2011
DESTINO: Estação Ipaúna
LOCALIZAÇÃO: Município Serra Azul – SP
COORDENADAS: 21°14’12.01″S 47°32’28.41″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1907
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro São Paulo e Minas
STATUS DO PRÉDIO: Demolido, restou somente a caixa-d’água
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, José Antonio Thomaz e Vinicius Costa

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Todos os mais velhos do local se referiram a ela como Serrinha, mas o nome que a acompanhou até os seus dias finais foi Ipaúna. Como uma estação de entroncamento da E.F.S.P.M. que foi, a área que ela ocupava era grande, estivemos lá, andamos pelo local, buscamos informações com os moradores, mas a maioria deles (residentes ao redor do local da antiga estação) nada sabia a respeito de Ipaúna, Serrinha ou qualquer outro nome que possa ter sido dado à aquela estação. Hoje existem uma igreja envangélica, uma escola e um galpão no local onde se encontrava o prédio de Ipaúna, as marcas do antigo leito, se procuradas cuidadosamente por debaixo do mato, ainda devem estar por lá, mas nada restou de fato, a não ser a antiga caixa-d’água, que sinceramente, não fosse por ela, jamais diríamos que em algum momento, existiu estação ferroviária por lá. Bem, de lá fomo tomar nosso café da manhã típico, em algum lugar antigo da cidade, que além de matar nossa fome, também pudesse nos render bons “causos”…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

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MANDIÚ

DATA DA EXPEDIÇÃO: 04.02.2012
DESTINO: Estação Mandiú
LOCALIZAÇÃO: Município Restinga – SP
COORDENADAS: 20°39’19.57″S 47°31’53.17″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1901
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, fechado e relativamente conservado
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Vinicius Costa, Pedro Gandra de Carvalho, Fábio F. Rivaben e Fernando F. Rivaben

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Como falar de Mandiú, com um acervo fotográfico tão rico, como este logo abaixo? Num dia lindo, eu e meus parceiros de expedição encontramos pelo caminho esta estação, linda, antiga, ali vencendo o tempo da forma que consegue, enfim, um prato cheio para os nossos interesses históricos, ferroviários, estéticos, afinal quem vai negar a beleza destas paisagens? Saímos de Restinga dispostos a encontrar Mandiú, achávamos que seria uma tarefa difícil, mas não, margeando a antiga estrada de terra que liga Restinga a Batatais, logo a encontramos do nosso lado direito. Daí em diante, nos valemos mais uma vez das nossas habilidades sociais, pois tivemos que pedir autorização ao proprietário da fazenda ao lado para entrarmos em Mandiú e capturarmos estas jóías expostas logo abaixo. Tudo está aí, plataforma, caixa-d’água, dísticos, lousas, locais das placas de quilometragem e altitude e uma boa dose do entorno, para que percebam, o que estou tentando dizer aqui, só com palavras…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

ILUSTRAÇÃO DO LOCAL:
Tendo como base as imagens reais de cada local colhidas pelo Projeto Estações Brasileiras, eu desenvolvo uma ilustração que retrate emocionalmente o espírito de cada estação/parada, ou mesmo do seu entorno, no caso de já não existirem mais. A intenção é que sirva de estímulo para a interpretação crítica de cada um, seja de forma positiva, negativa, carregada de saudosismo, ou mesmo de forma contemplativa apenas. Espero que curtam.

POSTERS VINTAGE:
São ilustrações com base fotográfica, que faço sobre algumas estações que representaram algo para mim. Também tenho feito sob encomenda para pessoas que querem presentear alguém ou mesmo simplesmente tê-las para recordação de algum momento marcante, ou apenas como decoração. Todo o valor obtido com a venda destas telas, é revertido integralmente para custear novas expedições do Projeto. Nada é destinado a mim ou ao meu sustento, para isso: eu trabalho.
COLLECTION_06

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

MANUEL AMARO

DATA DA EXPEDIÇÃO: 22.10.2011
DESTINO: Estação Manuel Amaro
LOCALIZAÇÃO: Município Cravinhos – SP
COORDENADAS: 21°16’39.17″S 47°40’24.40″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1910
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, conservado, particular, cercado e servindo como armazém e possível moradia.
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Jorge Luis Caleffi

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Manuel Amaro foi uma grata surpresa, veio ao nosso encontro de forma despretensiosa, obra do acaso, eu diria que foi uma dessas gratas coincidências que acontecem de vez em quando nas nossas vidas. Bem, estávamos eu e o Caleffi (Jorge Caleffi), meu parceiro de expedição naquele dia, fazendo nosso roteiro na região, quando ao passarmos pela estrada que liga Serrana a Cravinhos, avistamos Manuel Amaro bem ao nosso lado direito. A princípio, não sabíamos se era ou não uma estação, pois ela não constava no nosso roteiro inicial, mas ao nos aproximarmos, não restou mais nenhuma dúvida, prédio bem conservado, padrão típico da Mogiana, caixa-d’água, dísticos (um pouco apagados, mas lá), enfim, era sem dúvida a estação Manuel Amaro. Conseguimos de lá boas imagens, não pudemos entrar no prédio, nem chegar muito perto, pois ela está cercada e hoje é uma propriedade particular, mas mesmo assim, obtivemos boas imagens, não só da estação, como também de uma espécie de “vilinha” no seu entorno. Manuel Amaro fica num local baixo em relação a rodovia de onde se pode facilmente avistá-la, e atrás dela existe um antigo pesque-pague, uma roda-d’água, uma capelinha e várias casinhas típicas das antigas vilas, de onde conseguimos belas imagens (vide galeria de fotos). Manuel Amaro em si é relativamente simples, mas seguindo a estradinha de terra que dá acesso a ela por mais uns 200 metros a frente, encontra-se um belo e esquecido cenário, que reflete bem o que um dia foi aquele local. Gratíssima surpresa.

FOTOS DO LOCAL:


MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

CRAVINHOS NOVA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 27.08.2011 e 22.10.2011
DESTINO: Estação Cravinhos Nova
LOCALIZAÇÃO: Município Cravinhos – SP
COORDENADAS: 21°17’59.21″S 47°39’50.22″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim (em uso)
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1964
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, abandonado, cercado e servindo apenas de parada
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Jeferson Tomaz Querino e Jorge Luís Caleffi

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Ir até Cravinhos Nova foi uma volta ao meu passado, quando chegamos lá, logo as recordações do tempo dos trens de passageiros da Fepasa me vieram à cabeça, tempos de viagens mensais entre Ribeirão Preto e Aguaí junto com o meu saudoso avô Pedro. A estação, relativamente moderna (já do padrão novo da Mogiana, que é bastante sem-graça perto das anteriores na década de 60), está em frangalhos, mas ainda em pé. Por fora aparenta certo cuidado, mas por dentro tinha apenas alguns cães e mais nada. Como passeio vale a pena, é um lugar bonito, em meio a morros, ao lado de um belo pesqueiro na estrada que liga Cravinhos à Serra Azul. A Estação de Cravinhos Nova ainda tem a caixa-d’água, a vila ferroviária, a linha em atividade com trens cargueiros circulando com frequência por ali, tem também um vagão abandonado, num desvio lateral também abandonado compondo o cenário, e o melhor, o acesso é todo por vias asfaltadas. Vale muito a pena passar uns 10, 15 minutos por lá. De lá seguimos para o Empório Mult Mix em Ribeirão Preto, onde finalizamos o dia com uma bela cerveja geladíssima e os já tão famosos comes do bar.

FOTOS DO LOCAL:

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São ilustrações com base fotográfica, que faço sobre algumas estações que representaram algo para mim. Também tenho feito sob encomenda para pessoas que querem presentear alguém ou mesmo simplesmente tê-las para recordação de algum momento marcante, ou apenas como decoração. Todo o valor obtido com a venda destas telas, é revertido integralmente para custear novas expedições do Projeto. Nada é destinado a mim ou ao meu sustento, para isso: eu trabalho.
COLLECTION_08

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A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.