Posts encontrados com a Tag: "CRAVINHOS"

BETA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 14.04.2012
DESTINO: Estação Beta
LOCALIZAÇÃO: Município São Simão – SP
COORDENADAS: 21°23’25″S 47°40’10″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1913
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Demolido, nada restou no local
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Jeferson Tomaz Querino

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Beta é uma estação pouco conhecida, pelo menos, o material de pesquisa disponível sobre ela é bem escasso. Andando pela região, consegui colher alguns relatos num evento ferroviário da extinta E.F.S.P.M. (Estrada de Ferro São Paulo e Minas) na antiga estação em Bento Quirino, aonde dois ex-maquinistas, se referiam-se a ela como “Bêta”, mas disseram nada ter sobrado dela, e nesse ponto estavam corretíssimos, mas ainda assim, fui até o local para garantir né? Chegando lá, não encontrei nada a não ser o possível local da sua localização, é uma área descampada e dá para perceber claramente por onde o antigo leito do troco original da Cia. Mogiana passava. Hoje apenas algumas árvores marcam o local. Aparentemente as informações batem, e ali tem toda a cara de ter sido realmente o lugar aonde a velha estaçãozinha viveu por mais de 50 anos. Um detalhe importante é que o lugar está no município de São Simão, próximo a antiga estação Tibiriçá (também desativada), e não em Cravinhos, como tenho encontrado relatado em pesquisas. Tudo hoje está no meio da cana… Mas ao escrever esta frase penso: Tudo o quê? Por lá não há nada….

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER BETA

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

TAPUIA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 19.06.2012
DESTINO: Estação Tapuia
LOCALIZAÇÃO: Município Rincão – SP
COORDENADAS: 21°37’53″S 48°04’26″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em pleno uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1910
CONSTRUÇÃO: Companhia Paulista de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Demolido, apenas restos da plataforma ainda resistem por lá
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Vinicius Costa e José Antonio Thomaz

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
A palavra Tapuia durante séculos serviu para designar os índios que não falavam a língua Tupi, e também emprestou o seu nome à esta estação da Cia.Paulista, localizada próxima da divisa dos municípios de Santa Lúcia e Rincão. Estive lá com o meu Tio Zé e com o Vinicius, atrás do que restou do velho prédio ferroviário. E não foi muito, para não dizer, quase nada. Por lá, apenas restos da plataforma cobertos pelo mato alto ainda resistem e nada mais. Andamos, cortamos o mato, subimos barrancos e entramos em alguns pontos para ver se encontrávamos algo mais do que apenas tijolos pelo chão, mas não, nada além disso foi encontrado. Um fato curioso foi que, ao chegarmos próximos do local, um homem nos abordou do nada, questionando a respeito da nossa presença por lá, no início de forma meio hostil (imagino que pelo fato dele ser um carvoeiro e temer que fôssemos denunciá-lo ou coisa parecida), mas depois acabou nos mostrando todo o lugar sem maiores problemas. Por lá, apenas a placa de ferro mostrando a quilometragem (281) e uma torre de ferro ainda insistem em marcar presença, visto que até a gente foi embora logo dali. De lá, seguimos para Santa Lúcia, o que já é uma outra e boa história, aguardem!

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER TAPUIA

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

PRADÓPOLIS

DATA DA EXPEDIÇÃO: 06.09.2011 e 23.11.2013
DESTINO: Estação Pradópolis
LOCALIZAÇÃO: Município Pradópolis – SP
COORDENADAS: 21°18’58.09″S  48°8’8.66″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, ainda sendo utilizado
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1901
CONSTRUÇÃO: Companhia Paulista de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, mal conservado, favelizado e servindo de moradia
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Jeferson Tomaz Querino, Edson Souza de Jesus e Vinicius Costa

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estivemos em Pradópolis em três ocasiões, sendo duas delas após o início deste Projeto. Na primeira, ainda não colhíamos vídeos dos locais, daí a necessidade de retornarmos para complementar nossa tarefa. A antiga estação da Cia. Paulista antes chamada de Martinho Prado, está há muito tempo desativada, ainda que por aquela linha trafeguem composições carregadas de açúcar da Usina São Martinho, o velho prédio não possui função nenhuma e é o fim do ramal, visto que a linha que seguia sentido Barrinha não está mais operacional há muito tempo. Os trens por ali, seguem pelo ramal da usina aonde são carregados e partem no sentido de Campinas, sem parar na estação (para evitar furtos, segundo um segurança da usina nos disse). O local, afastado uns 7km da cidade, está favelizado, tendo sido ocupado aparentemente de forma desordenada e tanto a estação, quanto as casas da vila ao seu redor estão servindo de moradia para famílias carentes. O lugar não é muito amistoso, nossa presença por lá despertou a atenção, a curiosidade e até uma certa animosidade por parte dos moradores, que provavelmente sentiram-se ameaçados, pela sua condição informal de ocupação do lugar. O prédio ainda conta com dísticos aparentes e legíveis, com plataforma coberta, sustentada pelas elegantes mãos-francesas características da Cia. Paulista, com algumas sinalizações internas, com caixa-d’água e até uma placa de ferro marcando a quilometragem bem ao lado da plataforma. Fora isso, o ar de abandono e descuido, está mesclado com elementos modernos de conforto, como ar condicionado split e mini-parabólica de tv por assinatura, que nos levam a crer que por ali, os “donos” da casa, não são tão carentes assim. Andamos pelo local, fotografamos, filmamos, conversamos com alguns moradores e as perguntas foram sempre na mesma direção: – O trem vai voltar a passar por aqui? Quando? Vai ter trens de passageiro? Vocês vão tirar a gente daqui? Percebendo que pouco a pouco, passávamos a ser vistos como possível ameaça, concluímos a documentação do local e seguimos para Córrego Rico e Guariba, estas sim, estações digamos… mais amistosas.

PANORÂMICAS DA ESTAÇÃO:
Com o compromisso de oferecer o máximo de detalhes que puder colher cada local visitado, agora disponibilizo também imagens panorâmicas, para que tenham a sensação não só da estação, como também do seu entorno, espero que curtam.

Lado oposto.

Lado oposto.

Olhem bem isso.

Olhem bem isso.

Mais de perto.

Mais de perto.

Vista frontal da estação e do seu entorno.

Vista frontal da estação e do seu entorno.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER PRADOPOLIS

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

HIPÓDROMO

DATA DA EXPEDIÇÃO: 24.04.2013
DESTINO: Estação Hipódromo
LOCALIZAÇÃO: Município São Carlos – SP
COORDENADAS: 22°2’4″S 47°53’23″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em pleno uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1916
CONSTRUÇÃO: Companhia Paulista de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, servindo de moradia
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Alexandre Zeri e Amarildo Lopez

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Hipódromo é um ex-posto telegráfico e uma pequenina construção próxima à estação principal de São Carlos e que fica entre ela e Conde do Pinhal, ainda dentro dos limites urbanos da cidade. Está na Vila Prado, local aonde antigamente havia um clube social e um Hipódromo e que há muito foram demolidos, não tendo restado absolutamente nada deles no local e nem nos arredores. Andamos por lá, vimos as casas da antiga Vila Ferroviária, o leito da linha atual em pleno uso, tendo sido através dele que tivemos acesso visual à estaçãozinha de Hipódromo. É um prédio diminuto, acanhado, por vezes parecendo até uma casinha de bonecas, está cercado e servindo como moradia para alguma família. Quando estávamos lá, fomos abordados por uma senhora que nos perguntou se estávamos ali para tirá-los de lá, o que me mostrou que de fato, aquele pessoal encontra-se ali de forma irregular, bem como tantos outros que conhecemos nessas incontáveis jornadas pelas estações brasileiras. Obviamente não estávamos lá para isso e pude tranquilizá-la, tendo ela saído com um ar bem mais aliviado depois da nossa conversa. Bem, por lá vimos e documentamos a estação e seguimos para Conde do Pinhal.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER HIPODROMO

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

IPOMÉIA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 06.07.2012
DESTINO: Estação Ipoméia
LOCALIZAÇÃO: Município São Sebastião do Paraíso – MG
COORDENADAS: 21°00’02.7″S 47°00’50.9″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1914
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, completamente abandonado no meio do mato
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Vinicius Costa, José Antonio Thomaz, Pedro Gandra de Carvalho, Giuliano Martins Thomaz, Rodrigo Faustino e Alexandre Neves

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Ipoméia é uma planta da família das trepadeiras, e também uma estação localizada entre Tapir e São Sebastião do Paraíso, fica próxima a uma antiga pedreira da Fepasa, e ao seu redor existem várias construções abandonadas, como escola, galpões, casas de moradia, e uma vilinha ferroviária também. Tudo por lá está abandonado, o acesso é difícil, tanto que tivemos que estacionar a “Pretona” a uns 500, 600 metros, passar pela cerca de arame farpado enferrujado e abrir caminho mato adentro, até chegarmos ao local do prédio da antiga estacão, que também já foi conhecida como “Leôncio” no período da sua construção. Até chegarmos a ela, perguntamos a algumas pessoas que encontramos pelo caminho, se sabiam algo a respeito, mas nenhuma nos disse nada, simplesmente nunca tinham ouvido falar em estação por aqueles lados. Incrível, pois o local é enorme, com construções por todo lado e, mesmo tomado pelo mato, ainda é imponente, pujante, notável. Desbravamos cada canto do lugar, o Rodrigo, meu sócio e amigo, tomou  a frente e foi o primeiro a encontrar a estação, então fomos todos conferir o prédio, a caixa-d’água, as lousas, o frontão, os dísticos, a plataforma… tudo lá, ainda em pé e até que relativamente conservado, visto o seu estado de abandono. As placas de quilometragem e altitude não estavam por lá e os trilhos também não, entramos no prédio, na casa ao lado que deveria ter sido do chefe da estação (imagino eu) e pudemos sentir a energia do local. Em Ipoméia pude sentir o quão importante é este Projeto, sua força e relevância. A cada passo que eu dava por lá, um filme passava na minha cabeça imaginando quantas vidas e histórias aquele lugar abrigou, e olhar tudo aquilo reduzido a ruínas foi muito triste. De lá, seguimos para São Sebastião do Paraíso…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER IPOMÉIA

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

ANTONIO JUSTINO

DATA DA EXPEDIÇÃO: 19.05.2012
DESTINO: Estação Antonio Justino
LOCALIZAÇÃO: Município Altinópolis – SP
COORDENADAS: 20°57’16.74″S 47°12’19.93″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, apenas em alguns trechos
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1924
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro São Paulo e Minas
STATUS DO PRÉDIO: Demolido, restando apenas a caixa-d’água e a plataforma de concreto no meio do mato
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Vinicius Costa e Jeferson Tomaz Querino

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Antonio Justino está demolida e tomada pelo mato alto ao seu redor. Quando estivemos lá, antes de encontrá-la de fato, nos deparamos com um prédio, que somente depois viemos saber, que era o de uma escola, e por isso, quase o documentamos de forma equivocada. Graças ao espírito inquieto do “Benício”, parceiro de várias expedições, encontramos o ponto exato aonde se localizam os antigos restos da plataforma, um pouco adiante e mais “embrenhado” no mato, o que dificultou sensivelmente o acesso. Bem, andamos por todo o local, que é lindíssimo por sinal, pudemos ver as montanhas do sul de Minas Gerais, por onde serpenteava a linha da E.F.S.P.M. que ligava São Simão (e Ribeirão Preto)  à São Sebastião do Paraíso, tudo isso, ao som de um vento gostoso e um céu azul memorável. Por lá, ainda encontram-se a base da plataforma em frangalhos, a caixa-d’água e alguns pórticos, que não sei ao certo o que são. Próximo dali existe um lugar chamado: Serra da Mesa, que é um platô, com um “Cristinho” e uma capelinha em cima, de onde se tem uma vista maravilhosa e que vale a pena ser compartilhada. Depois de explorarmos todo o local, seguimos para nosso próximo destino, que era Guardinha, já postado aqui no site. É isso.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER ANTONIO JUSTINO

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

RINCÃO

DATA DA EXPEDIÇÃO: 19.06.2012
DESTINO: Estação Rincão
LOCALIZAÇÃO: Município Rincão – SP
COORDENADAS: 21°35’23″S 48°4’6″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em pleno uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1892
CONSTRUÇÃO: Companhia Paulista de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, servindo como paço municipal
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Vinicius Costa e José Antonio Thomaz

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estivemos em Rincão vindos de Guatapará, e pudemos ver de perto como está a velha estação nos dias de hoje. Ela é hoje parte integrante da prefeitura municipal (sede provisória desde 2004, quando foi reformada), serve também como uma espécie de garagem, e pelo que fiquei sabendo, futuramente será destinada à cultura local. Atrás da estação, existe uma arquibancada de alvenaria, que somente depois, percebi tratar-se de um teatro de arena, e ainda mais adiante, uma praça (denominada Praça do Ferroviários), que presta justa homenagem aos que serviram à causa férrea, num passado já quase totalmente esquecido. O prédio possui uma bela e delicada fachada, ainda bem conservada com os escritos: “Comp. Paulista” abaixo da sua cobertura de vidro, que é sustentada por duas mãos-francesas bem bonitas. Andamos por lá, vimos os dísticos, o guichê de venda de bilhetes em madeira, os vidros ainda com as inscrições da Cia. Paulista, a “Gare” protegendo a plataforma do castigo dos raios do sol, a cabine de controle de tráfego, um pouco mais a frente. Para ser sincero, aquele lugar é um memorial ao universo ferroviário a céu aberto, forçadamente convertido aos fins da administração local. Sejam quais forem os motivos, justos ou não, acho que aquela cidade merece uma prefeitura melhor e mais adequada às necessidades dos seus cidadãos, num prédio construído para este fim, livrando assim a velha estação deste papel que não é e nunca foi o dela. Assim quem sabe, não ganhariam todos… a cidade, a população, os governantes, os servidores, mas também a história, a memória, a cultura… De lá, seguimos para Tapuia e seus carvoeiros, o que é uma outra história.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
RINCAO_POSTER_OFICIALnet

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

URUPÊS

DATA DA EXPEDIÇÃO: 22.12.2012
DESTINO: Estação Urupês
LOCALIZAÇÃO: Município Jardinópolis – SP
COORDENADAS: 20°95’49.42″S 47°84’51.16″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1921
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Demolido, nada restou da estação no local
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e José Antonio Thomaz

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Chegamos a Urupês vindos de Cresciúma pelo meio de infindáveis canaviais. Urupês já há muito não existe mais e no seu local hoje funciona uma espécie de depósito ou base de apoio para equipamentos agrícolas (possivelmente de alguma usina sucroalcooleira da região). O local fica num corte de terra, formando um grande barranco por onde imagino ter passado a linha do Ramal de Igarapava. Viemos acompanhando o trecho desde a estação de Cresciúma, até chegarmos ao local, por onde não pudemos passar devido a cerca de arame farpado, as concertinas nada amistosas e ao portão fechado. Em tese o ramal passava pelo grande vão de terra e nós, tivemos que passar pela estrada ao lado para conseguirmos as imagens e os vídeos que precisávamos. Urupês foi fechada em 1962 e o ramal em 1979, e por lá atualmente, só as britas pelo antigo leito férreo ainda fazem lembrar que por ali um dia já passou um trem. De lá seguimos para Guajuvira…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

BUENÓPOLIS

DATA DA EXPEDIÇÃO: 14.04.2012
DESTINO: Estação Buenópolis
LOCALIZAÇÃO: Município Cravinhos – SP
COORDENADAS:  21°19’2.03″S 47°45’49.17″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1897
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em ruínas, algumas paredes ainda resistem
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Jeferson Tomaz Querino

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Encontrar Buenópolis não foi muito fácil, tivemos que achar um antigo morador de Cravinhos, que nos indicou o caminho das pedras literalmente, pois da velha estação, somente algumas pedras restaram no local. Um esqueleto em ruínas encravado no meio do mato, cercado por um mar de cana por todos os lados. Foi exatamente esta visão que tivemos ao chegar no lugar aonde um dia existiu um ponto de embarque de pessoas e sacarias de café. A estação foi construída para atender a Fazenda Buenópolis, que até hoje mantém o mesmo nome e tem a sua entrada principal voltada para a Rodovia Anhangüera, um tanto longe do local da estação. A primeira pista que tivemos, era de que ela estaria bem ao lado de uma enorme fileira de mangueiras que ficam atrás da cidade de Cravinhos. Chegando lá, já pelo aclive acentuado da estradinha das tais mangueiras, vi que por ali jamais poderia ter passado uma linha, pelo menos não sem cremalheira. Então fomos atrás de novas informações pela cidade afora. Conseguimos através de um andarilho que passava próximo de onde estávamos, que nos indicou exatamente, aonde segundo ele, estariam os “paredões” de tijolos aparentes, com o descritivo “Buenópolis” ainda pintado neles. Sendo assim, encontramos as ruínas do prédio, seu interior e plataforma cobertos pelo mato alto, os frontões ainda em pé, ostentando em um dos lados o nome da estação e mais nada. Tentamos entrar, cortando o mato alto com nossos facões, inclusive, foi lá que o Jeferson, meu sobrinho de 15 anos recebeu os seus primeiros ensinamentos da arte do corte com facão em canaviais, rerere… brincadeiras à parte, conseguimos documentar o local e seguimos para Bifurcação, do outro lado da cidade.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER BUENOPOLIS

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

AGUAÍ

DATA DA EXPEDIÇÃO: 06.04.2012
DESTINO: Estação Aguaí
LOCALIZAÇÃO: Município Aguaí – SP
COORDENADAS: 22°3’18.67″S 46°58’40.54″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em pleno uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1887
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, bem conservado, é um posto operacional da FCA
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Vinicius Costa, Raul Otuzi e José Antonio Thomaz

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Esta estação foi a responsável direta pelo meu interesse acerca do tema ferroviário, sendo assim, certamente contribuiu de forma decisiva para o nascimento deste Projeto. Isto posto, voltemos à Aguaí, que me ofereceu uma infância sensacional, rica de histórias, vivências, e sensações incríveis. Correr pelo pátio repleto de composições, entrar e sair das locomotivas, subir e descer dos vagões, conversar com antigos funcionários da antiga Fepasa, enfim, era isso o que eu fazia junto com o meu primo Ricardo, quando eu ia à Aguaí acompanhar o meu saudoso avô Pedro. Ele ia receber sua aposentadoria e me levava junto, passávamos por todas as estações do trecho entre Ribeirão e Aguaí e ele pacientemente ia me dizendo o nome de todas elas: “Ribeirão, Evangelina, Cravinhos, Canaã, São Simão, Santos Dumont, Tambaú, Coronel Corrêa, Casa Branca, Lagoa Branca, Orindiúva e por fim, Aguaí”… Algumas estações do trecho, já estavam desativadas e até demolidas, por isso ele não as citava, mas me mostrava os resquícios delas quando passávamos pelos seus locais. Era curioso como o fato de sempre “apiarmos” em Aguaí, e o trem seguir adiante, me deixava fantasiando como seriam as próximas estações, como Astrapéia, Mato Seco, Orissanga… Para mim, a nossa viagem nunca terminava ali, pois eu sempre a continuava na minha cabeça, imaginando cada estação seguinte a partir dos seus nomes estranhos, e isso para uma criança de 8 ou nove anos era digamos, me-mo-rá-vel. Em tempos de estações mortas e iPads em profusão, eu optei por ir até cada uma elas, e expô-las através deles. Quem sabe eu consiga subverter a ordem das coisas, e através da modernidade, eu resgate a antiguidade… nem que for apenas para poucos interessados no tema. Bem, voltemos então, Aguaí está ativa, serve de base operacional da FCA, que é a concessionária do trecho e está bem cuidada. É uma estação de entroncamento, de onde ainda partem trens para o Ramal de Caldas que, se já não chega até Poços (razão do nome), vai até Bauxita, uma estação anterior. As imagens e o mini-filme neste caso, mostram com detalhes o que talvez eu não tenha conseguido transmitir neste texto. Aguaí foi boa para mim, e de lá segui para Astrapéia, uma daquelas de nome estranho…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER AGUAÍ

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.