Posts encontrados com a Tag: "CAMPINAS"

JOAQUIM EGÍDIO

DATA DA EXPEDIÇÃO: 04.03.14
DESTINO: Estação Joaquim Egídio
LOCALIZAÇÃO: Município Campinas – SP
COORDENADAS: 22°53’21″S 46°56’13″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1894
CONSTRUÇÃO: Ramal Férreo Campineiro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, totalmente reformada e servindo de sede da Guarda Municipal
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Claudinéia de Marchi, Carolina R. Tomaz e Jeferson Tomaz Querino

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estive na estação de Joaquim Egídio depois de ter ouvido muita gente falar a respeito da beleza do pequeno distrito da cidade de Campinas. Joaquim Egídio por volta de 1890, possuia grandes engenhos de cana e, que com o passar dos anos, foram cedendo vez às fazendas de café. Com isso, por volta de 1889 foi preciso construir um ramal férreo para facilitar o transporte da produção das fazendas e ligar a então vila até a Estação Ferroviária de Campinas. O então recém-criado Ramal Férreo Campineiro (RFC) tinha 33 Km de extensão e possuía no início apenas quatro locomotivas a vapor. A ferrovia seguia o curso do Ribeirão das Cabras principal afluente do rio Atibaia na região. Anos maios tarde, o ramal foi eletrificado e os bondes substituíram as Locomotivas a vapor até os anos 1960,levando moradores dos distritos de Sousas e Joaquim Egídio para o centro da cidade de Campinas. A antiga estação foi demolida nos anos 1980, e teve a sua reconstrução nos anos 2000, tendo o prédio atual, seguido em grande parte os padrões do prédio antigo (mas não ficou idêntico não). Andei pelas ruas multicoloridas, obeservei os detalhes de cada construção, vi a forte influência estética dos casarões típicos dos áureos anos do café, tudo isso ainda muito vivo naquele local. Na estação atual, funciona um centro de educação ambiental e a guarda municipal. Para quem gosta de um programa diferente e bem agradável, uma boa caminhada pelas ruas, e depois uma boa cerveja gelada nos simpáticos botecos da vilinha, é a dica ideal. Eu fiz e gostei, rerere…

PANORÂMICAS DA ESTAÇÃO:
Com o compromisso de oferecer o máximo de detalhes que puder colher em cada local visitado, agora disponibilizo também imagens panorâmicas, para que tenham a sensação não só da estação, como também do seu entorno, espero que curtam.

PANORAMICA_JOAQUIM_EGIDIO_01

Esquina multicolorida.

PANORAMICA_JOAQUIM_EGIDIO_02

Frontão do prédio reformado.

FOTOS DO LOCAL:


MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER JOAQUIM EGIDIO

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

CARLOS GOMES NOVA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 03.03.2014
DESTINO: Estação Carlos Gomes Nova
LOCALIZAÇÃO: Município Campinas – SP
COORDENADAS: 22°45’04″S 47°00’00″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em pleno uso turístico
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1929
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, muito bem conservado e servindo como estação turística e oficina da ABPF
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Jeferson Tomaz Querino, Claudinéia de Marchi e Carolina Rodrigues Tomaz

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
A estação Carlos Gomes Nova fica entre Anhumas e Jaguaríuna e, como as outras duas, um dos lugares mais incríveis que já encontrei nestas minhas idas e vindas pelo universo ferroviário brasileiro. Hoje, uma estação turística, também funciona como oficina de manutenção e restauração de trens antigos. Estivemos lá num dia calmo, fora de temporada e durante a semana, o que nos facilitou demais a vida, Tivemos tempo e liberdade para visitá-la e explorá-la com calma, curiosidade e muita parcimônia. Andamos pelo local, conhecemos o prédio do final da década de 1920, extremamente bem conservado (vide galeria de fotos e mini-filme), vimos cada uma das locomotivas à vapor e a diesel, a plataforma, os dísticos, a sinalização, guichês de vendas de bilhetes, sino, placas, “meu Deus”, estava tudo lá, parecia um sonho. O trabalho realizado pela ABPF (Associação Brasileira de Preservação Ferroviária) naquele trecho é notável, pena não ter encontrado naquele dia algum responsável, para poder agradecer em nome dos muitos admiradores do tema férreo. Pude contar com o Jeferson, o meu sobrinho e parceiro de captação naquele dia, o que facilitou o processo de coleta de imagens. É o típico lugar que deve ser visitado e “vivido” pelo máximo de pessoas possível, pois tem muito a contar. Para quem quer proporcionar um contato verdadeiro, e próximo com o tema ferroviário, não deve perder a oportunidade de visitar este local, ou melhor, este trecho mágico, entre Jaguariúna e Anhumas em Campinas. De lá, seguimos para Pedreira…

PANORÂMICAS DA ESTAÇÃO:
Com o compromisso de oferecer o máximo de detalhes que puder colher em cada local visitado, agora disponibilizo também imagens panorâmicas, para que tenham a sensação não só da estação, como também do seu entorno, espero que curtam.
CARLOS_GOMES_NOVA_PANORAMICA_01

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER CARLOS GOMES NOVA

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

ANHUMAS NOVA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 10.02.2012
DESTINO: Estação Anhumas Nova
LOCALIZAÇÃO: Município Campinas – SP
COORDENADAS: 22°51’31.32″S 47° 1’47.10″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em pleno uso pela ABPF
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1926
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, e muito bem conservado
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Esta foi sem dúvida, uma das mais importantes expedições que eu realizei nestes quase 3 anos de Projeto. Tanto pelo número de estações visitadas (23 no total), quanto pela importância das mesmas. Ter estado em Anhumas Nova e poder ter sentido na pele aquele “clima ferroviário” foi uma sensação indescritível. Provavelmente por ter ido sozinho, numa jornada um tanto introspectiva, as experiências vividas possam ter ganhado mais relevância e densidade, mas independente disso, o que vocês verão aqui, fala por si só. Anhumas Nova está localizada a uns 300 metros da estação Anhumas Original (infelizmente quando lá estive, não sabia disso e acabei documentando apenas a nova), e fica bem próxima da Rodovia Dom Pedro, praticamente atrás do Carrefour em Campinas. Como sede da A.B.P.F. (Associação Brasileira de Preservação Ferroviária), o local está muito bem conservado, com tudo no lugar, dísticos, plataforma, prédio, hall de entrada, placas, composições antigas, locomotivas à vapor, enfim, é uma locar que merece ser visto, visitado e explorado ao máximo, pois oferece ótimas vivências, tanto para quem viveu este universo, quanto para quem não teve esta oportunidade. Andei por lá, vi cada detalhe, tive que ser breve, pois o tempo era curto e as informações vastas, mas acredito ter conseguido trazer bons conteúdos. O nome Anhumas é derivado de um riacho próximo e também de um tipo de ave que habitava o local. A estação oferece um passeio turístico que segue até Jaguariúna, e que espero poder fazer um dia. Fica a dica de um lugar interessantíssimo e que você deve incluir no seu roteiro, quando estiver por aquela região. De lá, segui para Viracopos, uma triste realidade perto dessa, o que já é outra história…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER ANHUMAS NOVA

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

ASTRAPÉIA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 06.04.2012
DESTINO: Estação Astrapéia
LOCALIZAÇÃO: Município Aguaí – SP
COORDENADAS: 22°10’29.05″S 46°94’58.22″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em pleno uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1912
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Demolido, somente alguns restos de tijolos ainda marcam o local
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Vinicius Costa, José Antonio Thomaz e Raul Otuzi de Oliveira

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Bem, de forma não usual, vou começar este resumo pelo significado do nome “Astrapéia”, visto que despertou a minha curiosidade desde o meu primeiro contato com ele (achei-o extremamente sonoro e diferente), alguém aí já ouviu falar, ou sabe o que é uma Astrapéia? “A astrapéia é uma arvoreta ou arbusto de ótimas características ornamentais, que se espalhou pelo mundo por sua exuberância e popularidade.” Isso posto, vamos falar um pouco do que vimos no local da velha estação, há muito demolida. Hoje, o que mais chama a atenção é a pequena capela que existe bem em frente aonde um dia a estação existiu, fora isso, apenas uma grande árvore (seria ela a tal Astrapéia?) marca o ponto da plataforma e possivelmente também do prédio. Por lá apenas alguns restos de pedras, que dificilmente seriam da estação, alguns postes da rede de eletrificação ferroviária, e mais nada. Percebe-se porém com clareza, que por ali existiu alguma construção no passado, pois há um recuo e um descampado típicos de áreas de demolição. Andamos por lá, falamos com um motorista de trator que estava parado por ali, mas que nada nos acrescentou a não ser que a estação de Mato Seco era mais a frente (?), mas de Astrapéia mesmo, nada. Fotografamos e filmamos o local, andamos até a P.N. (passagem de nível) ali ao lado, vimos a placa de cruzamento de via férrea, tentamos ainda encontrar mais algum indício, mas realmente por lá nada restou. Para que tenham idéia, quando eu era criança e ia até Aguaí de trem com o meu saudoso avô Pedro (isso em idos de 1985), ele sempre falava de Mato Seco, Orissanga, Mogi-Guaçu, localizadas mais a frente, mas nunca de Astrapéia, então acho que desde esta época ela já deveria ter sido demolida. Enfim, espero que curtam o que pudemos trazer de lá. Por enquanto é isso, mas se alguém tiver mais materiais de lá para contribuir, basta me enviar que publico, ok?

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER ASTRAPEIA

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

AGUAÍ

DATA DA EXPEDIÇÃO: 06.04.2012
DESTINO: Estação Aguaí
LOCALIZAÇÃO: Município Aguaí – SP
COORDENADAS: 22°3’18.67″S 46°58’40.54″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em pleno uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1887
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, bem conservado, é um posto operacional da FCA
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Vinicius Costa, Raul Otuzi e José Antonio Thomaz

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Esta estação foi a responsável direta pelo meu interesse acerca do tema ferroviário, sendo assim, certamente contribuiu de forma decisiva para o nascimento deste Projeto. Isto posto, voltemos à Aguaí, que me ofereceu uma infância sensacional, rica de histórias, vivências, e sensações incríveis. Correr pelo pátio repleto de composições, entrar e sair das locomotivas, subir e descer dos vagões, conversar com antigos funcionários da antiga Fepasa, enfim, era isso o que eu fazia junto com o meu primo Ricardo, quando eu ia à Aguaí acompanhar o meu saudoso avô Pedro. Ele ia receber sua aposentadoria e me levava junto, passávamos por todas as estações do trecho entre Ribeirão e Aguaí e ele pacientemente ia me dizendo o nome de todas elas: “Ribeirão, Evangelina, Cravinhos, Canaã, São Simão, Santos Dumont, Tambaú, Coronel Corrêa, Casa Branca, Lagoa Branca, Orindiúva e por fim, Aguaí”… Algumas estações do trecho, já estavam desativadas e até demolidas, por isso ele não as citava, mas me mostrava os resquícios delas quando passávamos pelos seus locais. Era curioso como o fato de sempre “apiarmos” em Aguaí, e o trem seguir adiante, me deixava fantasiando como seriam as próximas estações, como Astrapéia, Mato Seco, Orissanga… Para mim, a nossa viagem nunca terminava ali, pois eu sempre a continuava na minha cabeça, imaginando cada estação seguinte a partir dos seus nomes estranhos, e isso para uma criança de 8 ou nove anos era digamos, me-mo-rá-vel. Em tempos de estações mortas e iPads em profusão, eu optei por ir até cada uma elas, e expô-las através deles. Quem sabe eu consiga subverter a ordem das coisas, e através da modernidade, eu resgate a antiguidade… nem que for apenas para poucos interessados no tema. Bem, voltemos então, Aguaí está ativa, serve de base operacional da FCA, que é a concessionária do trecho e está bem cuidada. É uma estação de entroncamento, de onde ainda partem trens para o Ramal de Caldas que, se já não chega até Poços (razão do nome), vai até Bauxita, uma estação anterior. As imagens e o mini-filme neste caso, mostram com detalhes o que talvez eu não tenha conseguido transmitir neste texto. Aguaí foi boa para mim, e de lá segui para Astrapéia, uma daquelas de nome estranho…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER AGUAÍ

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

BOA VISTA VELHA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 10.02.2012
DESTINO: Estação Boa Vista Velha
LOCALIZAÇÃO: Município Campinas – SP
COORDENADAS: 22°53’11.49″S 47° 8’33.51″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1875
CONSTRUÇÃO: Companhia Paulista de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, porém abandonado e depredado
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estive sozinho em Boa Vista Velha quando vinha de Cordeirópolis e seguia para Paranapiacaba. Passar por lá, foi uma experiência interessante, o local é um antigo entroncamento da Companhia Paulista e por lá, vê-se muito da situação atual das ferrovias no país, que é uma mistura de abandono e utilização extrema. Abandono de tudo que não serve mais, como material rodante e o antigo prédio, e o uso extremo das vias ainda ativas até o seu limite, explorando tudo o que pode ser explorado de forma fria e pragmática. Boa Vista Velha está exposta, seu prédio está num estado sofrível, todo pichado, quebrado, com o teto caindo em algumas partes, seu assoalho já não existe mais a tempos, deixando o pavimento inferior (porão?) à vista, enfim, é triste de se ver. Atrás do prédio construiram uma estação de rádio-base (antena de operadora de telefonia celular), e também tem uma fábrica de concreto, fora isso, é mato, sujeira e mais mato. Alguns vagões abandonados completam o cenário. Os dísticos ainda estão lá, legíveis, por incrível que possa parecer, agora as lousas e placas de quilometragem e altitude, nem sinal. Para chegar até ela, tive que deixar a “Pretona” num pontilhão um pouco à frente, no sentido de Hortolândia, e seguir a pé, o que se revelou uma experiência introspectiva muito boa, num alvorecer bonito, de um dia que prometia muito. De lá, segui para Boa Vista Nova, um pouco à frente, seguindo a variante através de algumas favelas.

FOTOS DO LOCAL:


MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

VIRACOPOS

DATA DA EXPEDIÇÃO: 10.02.2012
DESTINO: Estação Viracopos
LOCALIZAÇÃO: Município Campinas – SP
COORDENADAS:  23° 1’26.50″S 47° 9’21.25″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim (em uso)
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1978
CONSTRUÇÃO: Ferrovia Paulista S.A.
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, porém completamente depredado
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Ir sozinho até a estação Viracopos, foi digamos, uma experiência diferente. O acesso é bem difícil, feito por uma estrada de terra bastante acidentada (possivelmente obra das enchurradas), onde tive que deixar a “Pretona” (minha pick-up) pelo caminho e seguir a pé até o local. Viracopos não oferece nada de encantador, é um prédio sem graça, já dos tempos da FEPASA, que em nada despertaria o meu interesse, se não fosse o meu compromisso com o projeto. A jornada foi boa, me fez refletir sobre muitas coisas e o fato que estar o tempo todo sozinho também ajudou a colocar as idéias no lugar. No local, encontrei abandono como já era de se esperar, um prédio semi-destruído, pichado e todo quebrado, com cacos de telha por todo lado e muito mato cobrindo o seu acesso. Lá havia um trem parado, que saiu assim que cheguei, e não havia mais nenhum sinal de vida. Estranho se imaginarmos que eu estava há poucos quilômetros de um grande aeroporto internacional né? Mas era isso mesmo, nenhuma alma viva vagava por lá, só a minha. Viracopos é uma depressão só, a não ser que tenham uma missão como a minha, não vale a pena ir lá não. Melhor usarem o tempo para observarem os aviões chegando e partindo na cabeceira da pista, isso sim é legal.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.