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CORONEL MANOEL JOAQUIM

DATA DA EXPEDIÇÃO: 05.01.2013
DESTINO: Estação Coronel Manoel Joaquim
LOCALIZAÇÃO: Município Guaxupé – MG
COORDENADAS: 21°18’35″S 46°39’48″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1913
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, cercado, particular e aparentemente servindo de depósito
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Marcelo Freitas

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estive em Coronel Manoel Joaquim em Guaxupé, em dupla com o meu amigo e xará Marcelo Freitas e de antemão já adianto, não foi nada fácil chegar até ela. Desde informações desencontradas, passando por porteiras fechadas, cercas de arame farpado por todo lado, imensidões de pés de café morro acima e abaixo dificultando a nossa navegação, até desembocarmos num lamaçal horrível (pois havia chovido torrencialmente do dia anterior por aquela região), tudo parecia jogar contra a localização da velha estação naquele dia. Mas nada disso nos deteve. Ziguezagueando no entremeio do cafezal de uma fazenda (de nome Nova Floresta se não me engano), encontramos resquícios do antigo leito, uma ponte pequena, aonde a linha passava por baixo, e que ainda guardava parte importante da sua essência, como o gradil e uma espécie de corrimão. Tudo obviamente muito desgastado pela ação do tempo, mas que, ao olharem pelas fotos e mini-filme, verão o quão charmosa é a estrutura, e de lá, conseguimos sair bem em frente ao prédio, porém ao chegarmos mais perto, percebemos que ele estava cercado e fechado. Buzinamos, batemos palmas, gritamos, os cães latiram muito, tentamos como foi possível chamar algum morador e pedir para que nos deixassem fotografar e filmar o local, mas infelizmente não tinha ninguém por lá. Como não é nosso hábito invadir propriedade de ninguém, documentamos o pouco que pudemos ver e seguimos adiante na nossa jornada. Por lá, vimos a estação ainda com o dístico, porém apagado, uma casinha menor pouco à frente, e a antiga caixa-d’água (Ransomes & Rapier, claro), mas tenho a impressão de que vimos mais a parte dos fundos do prédio do que a frente, e sendo assim, não pudemos saber como está a plataforma, ou as lousas, placas de quilometragem e altitude, enfim, quase nada de detalhes. No passado o local foi cenário de batalha da revolução de 1932, e seu nome se deve a um dos homens que ajudaram a financiar a expansão da Cia. Mogiana por aquelas terras. É um lugar belíssimo e aproveito para pedir que, se alguém possuir material da estação e quiser enviar para complementarmos este post, será muito bem vindo. Obrigado!

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER CORONEL MANOEL JOAQUIM

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

JAPI

DATA DA EXPEDIÇÃO: 05.01.2013
DESTINO: Estação Japi
LOCALIZAÇÃO: Município Guaxupé – MG
COORDENADAS: 21°16’56.90″S 46°41’24.18″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1916
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, cercado e servindo de moradia
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Marcelo Freitas

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Japi fica bem próxima de Guaxupé, na estrada que vem de Biguatinga, atualmente asfaltada. Está cercada, mas é perfeitamente visível das margens da estrada, de onde conseguimos todas as imagens. É um prédio nos padrões da antiga Mogiana, com um armazém amarelo de um lado, uma casa de turma do outro e uma palmeira na frente. O dístico de um dos lados ainda está legível (Japy). Não tive acesso ao interior do prédio, nem a plataforma, portanto não pude ver se as lousas ou placas de quilometragem ainda resistiam por lá, também não vi caixa-d’água por perto. Japi não possui mais trilhos há anos e hoje serve de depósito, com uma família morando na casa de turma logo à frente. O tal depósito amarelo está abandonado, mas é ainda uma construção vistosa. De lá, voltamos para Guaxupé…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER JAPI

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.