Posts encontrados com a Tag: "ARARAQUARA"

LUÍS ANTÔNIO

DATA DA EXPEDIÇÃO: 17.11.2012
DESTINO: Estação Luís Antônio
LOCALIZAÇÃO: Município Luís Antônio – SP
COORDENADAS: 21°33’09″S 47°42’03″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1910
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, cercado e servindo à prefeitura municipal
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Claudinéia de Marchi, Dog e Junior

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estive em Luís Antônio (antiga Jataí) junto com minha família (Néia, Dog e Junior), sim, eles me acompanham com freqüencia, quando as expedições permitem. Hoje o prédio da antiga estação serve como garagem e uma espécie de depósito da prefeitura local, está murado e com portões altos e fechados. Tentamos entrar para documentar o prédio em detalhes, porém não foi possível. Ainda assim, andamos pelo local, observamos o que dava para ser observado, fotografamos, filmamos e aqui está: tudo compartilhado em detalhes. A pequenina cidade tinha aquele típico clima interiorano, com pessoas andando pela praça, senhores jogando baralho e um jogo de futebol acontecendo num campinho próximo. O calor era escaldante e o céu azul anil, o que deixou as imagens extremamente belas. A estação de Luís Antônio é uma construção típica da Cia. Mogiana, com seus belos frontões  imponentes (já sem os dísticos) e uma ampla cobertura de plataforma lateral. Seu nome (Luís Antônio) deriva-se do nome do antigo proprietário da Fazenda Jataí, que antes, também cedeu o seu nome à estação (Jataí). Por lá ninguém sabia muito mais a respeito dela, que foi desativada por volta de 1976, então de lá, seguimos para Santa Elisa, pouco à frente no sentido de São Simão…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER LUIS ANTONIO

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

COBIÇA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 19.05.2012
DESTINO: Estação Cobiça
LOCALIZAÇÃO: Município Altinópolis – SP
COORDENADAS: 20°59’08″S 47°14’53″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, apenas alguns trechos
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1927
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro São Paulo e Minas
STATUS DO PRÉDIO: Demolido, um rancho foi construído sobre a sua base
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Jeferson Tomaz Querino e Vinicius Costa

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Localizada entre as estações de Pio Alves e Antonio Justino, Cobiça nos deu trabalho para ser encontrada. Na primeira tentativa, a chuva intensa e o barro nos venceram facilmente, pois transitar por lá era muito difícil e a navegação impossível (talvez pelas ondas da enxurrada, até pudesse ser, rerere…). Brincadeiras à parte, voltemos a Cobiça, hoje por lá, existem alguns ranchinhos, e não deu para saber se a área foi alvo de posseiros, ou a ocupação é legal. Isso posto, o fato é que as casas estavam fechadas, nos impossibilitando de conseguir melhores imagens da velha estação, que já nem existe mais. No seu lugar, uma casinha simples foi erguida (provavelmente aproveitando a antiga plataforma), e é a sede de um dos ranchos. Em frente, uma capelinha em ruínas ainda dá o tom religioso ao local. Andamos por lá, vimos tudo, os restos da linha, ainda com trilhos aparentes, algumas placas denominando os ranchos, sempre com o tom ferroviário (vejam o mini-filme e as fotos abaixo) bastante presente. Era de manhãzinha e o frio era nosso companheiro por lá, o que ajudou bastante a compor o clima nostálgico e aventureiro. As exuberantes plantações de café nos arredores de Cobiça, são um capítulo à parte, lindas de morrer, pena não ter trazido algumas imagens delas para vocês. Eu e o meu sobrinho Jeferson fomos o trajeto todo na caçamba da “Pretona” curtindo o vento no rosto e as paisagens nos olhos, enquanto o “Benício” dirigia. Cobiça não existe mais enquanto estação ferroviária da antiga Estrada de Ferro São Paulo e Minas, mas pelo que vi, continuará ainda existindo por muito tempo, como refúgio de alguém, que valoriza a história ferroviária. Nem que seja apenas mantendo a plaquinha temática na entrada…

FOTOS DO LOCAL:


MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER COBIÇA

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
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MATO SECO

DATA DA EXPEDIÇÃO: 06.04.2012
DESTINO: Estação Mato Seco
LOCALIZAÇÃO: Município Mogi Guaçu – SP
COORDENADAS: 22°08’48.8″S 46°56’12.5″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em pleno uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1878
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, abandonada e fechada
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Vinicius Costa, José Antonio Thomaz e Raul Otuzi de Oliveira

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estivemos em Mato Seco vindos de Astrapéia, e naquele dia estas foram as estações mais distantes que visitamos. Partimos antes do sol nascer e já as 7 da manhã estávamos iniciando a nossa jornada pela região de Aguaí, a qual eu conheço bem, pois foi lá que vivi os meus melhores momentos ferroviários na infância. Mato Seco é hoje um prédio abandonado, está fechado e por lá há um bar bem em frente, aonde as pessoas se reúnem para bater papo e tomar cerveja. A vista a partir do bar é bem legal, com o prédio imponente da antiga estação da Mogiana ao fundo e mesmo no curto período de tempo em que ficamos ali, pudemos ver o tráfego de composições cargueiras passando pela estação. Mato Seco teve fluxo de passageiros até 1997, depois disso, logo foi fechada e está até hoje abandonada. Andamos por lá, conversamos com as pessoas do bar, que nos deram boas informações e até nos ofereceram uma “legítima telha francesa inteira” como souvenir do local, mas o difícil foi encontrar em meio a tantos cacos, uma realmente inteira. Mesmo sem encontrar o nosso presente, documentamos a estação, suas placas, portas, linhas, desvios, frontões, dísticos (ainda legíveis) e até mesmo os postes da antiga eletrificação, que “enfeiam” bastante o local. Como não poderia deixar de ser, sentamos no bar para contemplarmos Mato Seco da melhor maneira possível, tomando cervejas estupidamente geladas, afinal de contas, ninguém é de ferro né? Ainda mais sob aquele calor brutal, e de lá, seguimos para Miragaia…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

POSTER MATO SECO

ILUSTRAÇÃO DO LOCAL:
Tendo como base as imagens reais de cada local colhidas pelo Projeto Estações Brasileiras, eu desenvolvo uma ilustração que retrate emocionalmente o espírito de cada estação/parada, ou mesmo do seu entorno, no caso de já não existirem mais. A intenção é que sirva de estímulo para a interpretação crítica de cada um, seja de forma positiva, negativa, carregada de saudosismo, ou mesmo de forma contemplativa apenas. Espero que curtam.
MATO_SECO_01

POSTERS VINTAGE:
São ilustrações com base fotográfica, que faço sobre algumas estações que representaram algo para mim. Também tenho feito sob encomenda para pessoas que querem presentear alguém ou mesmo simplesmente tê-las para recordação de algum momento marcante, ou apenas como decoração. Todo o valor obtido com a venda destas telas, é revertido integralmente para custear novas expedições do Projeto. Nada é destinado a mim ou ao meu sustento, para isso: eu trabalho.
COLLECTION_12

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
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BRIARÉU

DATA DA EXPEDIÇÃO: 17.03.2013
DESTINO: Estação Briaréu
LOCALIZAÇÃO: Município Casa Branca – SP
COORDENADAS: 21°47’29.5″S 47°06’08.1″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1911
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, particular e servindo de moradia
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Jorge Luís Caleffi e Douglas Bulhões

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Briaréu foi a segunda estação que visitamos naquele dia, tínhamos encontrado o Douglas Bulhões, que foi um dos nossos guias locais por aquela região (riquíssima em velhas estações por sinal), e de lá seguimos nosso roteiro partindo de Casa Branca Nova, que é praticamente ao lado de Briaréu. Chegando lá, pudemos ver o quão belo é o prediozinho que ainda resiste no meio do canavial e do milharal que o cercam. Construído no típico padrão Mogiana, com tijolinhos a vista, como o armazém logo a frente e possui um acabamento da cobertura da plataforma em madeira, bem bonito por sinal. Seus dísticos não estão mais lá, nem as placas de sinalização e quilometragem, a caixa-d’água também não foi localizada e os moradores muito menos, e olha que tentamos contato de todas as maneiras possíveis, a fim de obtermos maiores detalhes sobre o lugar. Briaréu significa “composto vegetal parcialmente decomposto e inflamável”, e pelo jeito, aquela região era repleta disso, daí o nome da estação. O Douglas (exímio guia, que nos levou a lugares incríveis além Briaréu, inclusive nos trazendo de volta, sem “nenhum” problema) nos contou histórias sobre o local, e também compartilhou informações obtidas na época em que mantinha um grupo de estudos ferroviários locais, que nos foi de muita valia. Ainda em Briaréu, andamos por todo o local, vimos e documentamos tudo o que podíamos, buscamos o Jr. Alvarenga, o outro guia local, este uma espécie de Indiana Jones implacável, que apesar de ter trabalhado a noite toda, resistiu bravamente ao desafio de percorrer quase 10 estações num só dia com a gente. E assim seguimos para Papagaios, o que já é uma outra história…

COMPLEMENTO ADICIONADO EM 02.07.2013 – Gentilmente enviado por Douglas Bulhões
“Estas fotos de Briaréu foram tiradas no ano de 2004. São fotos simples e não muito grande, pois nesta época eu não tinha câmera digital, então foram tiradas de câmera com filme de revelação e depois foram digitalizadas, mas dá para vc ver como ela está. A Briaréu hj é uma casa de morada. Vale lembrar que estas fotos foram tiradas por mim (Douglas) e também por um amigo que gosta muito de estações chamado Humberto (Jr. Alvarenga)..”


FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER BRIARÉU

POSTERS VINTAGE:
São ilustrações com base fotográfica, que faço sobre algumas estações que representaram algo para mim. Também tenho feito sob encomenda para pessoas que querem presentear alguém ou mesmo simplesmente tê-las para recordação de algum momento marcante, ou apenas como decoração. Todo o valor obtido com a venda destas telas, é revertido integralmente para custear novas expedições do Projeto. Nada é destinado a mim ou ao meu sustento, para isso: eu trabalho.
COLLECTION_11

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

BROTAS NOVA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 24.04.2013
DESTINO: Estação Brotas Nova
LOCALIZAÇÃO: Município Brotas – SP
COORDENADAS: 22°17’16″S 48°06’42″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em pleno uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1929
CONSTRUÇÃO: Companhia Paulista de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, servindo com secretaria de obras da prefeitura
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Alexandre Zeri e Amarildo Lopez

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Chegamos à estação de Brotas vindos de Itirapina, e logo de cara, a rua de Paralelepídos que dá acesso a ela nos chamou bastante a atenção. Um clima nostálgico se fez presente por ali, acho que em boa parte por causa das construções antigas do prédio da estação e do grande armazém ao seu lado. Por lá, andamos, colhemos fotos e vídeos, conversamos com alguns trabalhadores do local que nos contaram suas lembranças, sempre com uma grande carga saudosista, típico de quem viveu o universo ferroviário a fundo. Por lá funciona hoje um departamento da prefeitura municipal, (o de infra-estrutura, se não me engano) suas oficinas e também a garagem. É um prédio bonito e o contraste do seu amarelo com o azul do céu, nos deu belas imagens daquele conjunto arquitetônico, que um dia foi de suma importância para a localidade, certamente hoje, não mais. Andei por lá, vi a plataforma em detalhes, as plaquetas de sinalização, a cabine de controle, mas não havia por lá as placas nem de quilometragem, nem de altitude. Fiquei sabendo que a estação esteve abandonada por vários anos e foi reformada pela prefeitura para abrigar seções do órgão. Esta é a terceira estação da cidade, tendo sido construída pela Companhia Paulista de Estradas de Ferro em 1929, juntamente com a mudança (retificação) do trecho que segue até Jaú. Trens de passageiros passaram por ali até 2001, e até hoje a linha é utilizada para o escoamento de cargas no sentido Santos, pela ALL e MRS. Foi bom ter conhecido aquele local, a energia emanada por lá é perceptível, enfim, por enquanto é isso.


PANORÂMICAS DA ESTAÇÃO:

Com o compromisso de oferecer o máximo de detalhes que puder colher cada local visitado, agora disponibilizo também imagens panorâmicas, para que tenham a sensação não só da estação, como também do seu entorno, espero que curtam.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER BROTAS

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

URUPÊS

DATA DA EXPEDIÇÃO: 22.12.2012
DESTINO: Estação Urupês
LOCALIZAÇÃO: Município Jardinópolis – SP
COORDENADAS: 20°95’49.42″S 47°84’51.16″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1921
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Demolido, nada restou da estação no local
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e José Antonio Thomaz

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Chegamos a Urupês vindos de Cresciúma pelo meio de infindáveis canaviais. Urupês já há muito não existe mais e no seu local hoje funciona uma espécie de depósito ou base de apoio para equipamentos agrícolas (possivelmente de alguma usina sucroalcooleira da região). O local fica num corte de terra, formando um grande barranco por onde imagino ter passado a linha do Ramal de Igarapava. Viemos acompanhando o trecho desde a estação de Cresciúma, até chegarmos ao local, por onde não pudemos passar devido a cerca de arame farpado, as concertinas nada amistosas e ao portão fechado. Em tese o ramal passava pelo grande vão de terra e nós, tivemos que passar pela estrada ao lado para conseguirmos as imagens e os vídeos que precisávamos. Urupês foi fechada em 1962 e o ramal em 1979, e por lá atualmente, só as britas pelo antigo leito férreo ainda fazem lembrar que por ali um dia já passou um trem. De lá seguimos para Guajuvira…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

SANTA ELISA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 17.11.2012
DESTINO: Estação Santa Elisa
LOCALIZAÇÃO: Município Luís Antônio – SP
COORDENADAS: 21°32’0.65″S 47°39’5.41″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1910
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Demolido, absolutamente nada restou
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Claudinéia de Marchi, Dog e Junior

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Em Santa Elisa não sobrou absolutamente nada da antiga estação. Apenas o leito da linha, que é hoje uma estrada de terra, corre por entre as fazendas e outras propriedades rurais de menor porte. Estive lá, encontrei o local exato em que a antiga estação um dia existiu, mas ele está hoje tomado pela plantação de eucaliptos de um lado e cana-de-açúcar do outro. Ainda que não no seu local exato, pois este, está há pouquíssimos metros mata adentro (uns 10 ou 20 metros talvez), consegui documentar todo o seu entorno, e estabelecer uma boa referência, que é uma única árvore grande entre os eucaliptos e a cana. Ela está bem ao lado de onde um dia existiu a estação Santa Elisa (ou Eliza, como queiram). Bem, por lá além da “macumba” no cruzamento da estradinha pouco à frente da estação, pouco se tem para falar, o mini-filme e as fotos completam este relato melhor do que estas palavras. De lá seguimos para a Prainha do Tamanduá, a fim de conhecermos este aprazível ponto turístico de São Simão, cidade vizinha…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER SANTA ELISA

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SÃO CARLOS

DATA DA EXPEDIÇÃO: 30.12.2011
DESTINO: Estação São Carlos
LOCALIZAÇÃO: Município São Carlos – SP
COORDENADAS: 22° 1’22.53″S 47°53’44.37″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em pleno uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1884
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro Rioclarense
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, serve como espaço cultural da cidade
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, José Antonio Thomaz e Raul Otuzi de Oliveira

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
São Carlos é ainda hoje uma bela e grande estação, de onde no passado partiam 2 ramais, sendo um para Água Vermelha e outro para Ribeirão Bonito, mas ali também existiam outros 2 ramais lenheiros menores, que atendiam às serrarias locais e como se não bastasse, no por lá também circulavam bondes urbanos. Devia ser bonito de ver toda aquela atividade ferroviária tão variada e num memso local, não é? Estivemos lá, vindos de Ibaté e pudemos colher material a vontade, visto que a estação é hoje um espaço cultural municipal amplo e de acesso livre. Vimos trens em movimento, vagões abandonados, a “gare” ainda imponente, o enorme e triste armazém em frente da estação, dísticos, guichês muito bem cuidados, relógio no pátio, placas de sinalização das salas, placa de quilometragem e altitude, cabine de controle de tráfego, enfim, tudo está lá, pronto para ser visto por quem quer que seja. É só ir, simples assim. São Carlos possui uma história ferroviária riquíssima, assim como Araraquara, tanto que as suas estações são bastante semelhantes, apesar de uma ser amarelada e outra rosada, mas sabemos que isso é só um pequeno detalhe. Pelo chão do pátio existiam poemas e textos de autores renomados e também de desconhecidos (vide fotos e mini-filme), nos trilhos dos desvios, composições abandonadas e o já tão conhecido mato alto, também marcavam presença por lá. Isso sem contar que por todo lado da estação, havia aquele clima nostálgico com tempero férreo, que fascina tanta gente até hoje, sejam novos ou velhos indistintamente. Falo isso, pois o pequeno “Romeo”, filho do meu sócio, com menos de 3 anos, já é fascinado por trens, sem sequer ter tido contato real com um, fico imaginando quando o “Romeozinho” passar por este momento, será certamente mágico e memorável.  É um pena que os trens de passageiros estejam cada vez mais raros, diminuindo muito a possibilidade de contato com as novas gerações. Mas, voltando a São Carlos, ainda consegui encontrar um rapaz que perambulava por lá com um cabo de vassoura  na mão, e o curioso é que enquanto caminhava, executava técnicas precisas de “Jo-Jutsu”, uma arte marcial baseada em combate e defesa com bastões (vide mini-filme). Seria ele um guardião do local? Tomara…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER SAO CARLOS

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SAMARITÁ

DATA DA EXPEDIÇÃO: 08.11.2012
DESTINO: Estação Samaritá
LOCALIZAÇÃO: Município São Vicente – SP
COORDENADAS: 23°59’23.90″S 46°28’38.75″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, apenas alguns trechos
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1930
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro Sorocabana
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, fechado e aparentemente servindo de moradia
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Claudinéia de Marchi

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Samaritá me despertou a atenção primeiro pela sonoridade do seu nome, depois por ser um enorme pátio de entroncamento, que ligava a linha que vinha de Juquiá a que seguia para Mairinque e que que gerava um trânsito intenso, tanto de cargas quanto de passageiros. O lugar é afastado de São Vicente, mas hoje, as distâncias já não são um grande problema, portanto, foi fácil chegar até ela. Andei por lá, vi o estado de abandono total em que tudo se encontra, localizei a estação, toda pintada de cores gritantes (me lembrou o Pelourinho) e, ao que parece, servindo de moradia, estando cercada apenas em um dos lados, o do fundo. Samaritá era uma vila distante e na década de 60, teria servido de depósito de lixo tóxico da Rhodia, aonde eram jogados toda sorte de resíduos químicos, inclusive o Pentaclorofenol ou Pó-da-China, que acabou por contaminar toda aquela região e muitos dos seus moradores, tanto que alguns andavam a pé somente sobre os trilhos, pois havia casos de contaminação por toda a região, e o único lugar minimamente seguro era o leito ferroviário, pois ali embaixo, certamente ninguém tinha enterrado detritos, lixo ou qualquer outra substância tóxica. Sabendo disso tudo, entende-se a carga negativa que sente-se no local. Muito disso provavelmente vem do ar de abandono, mas não só dele. Lá existem composições enferrujando por todo o pátio tomado pelo mato, algumas ainda na linha e outras fora. Os prédios relacionados ao universo férreo, estão em ruínas e por ali já não circulam trens há muito tempo. Subindo na passarela que existe ao lado da antiga estação e olhando para os lados, tem-se uma noção exata do que aquele lugar é hoje, e também pode-se imaginar o que ele foi um dia. Obviamente que tomando alguns cuidados, pois por ali, encontrei alguns rapazes, que não me pareciam dispostos a colaborar com o Projeto Estações Brasileiras não, mas segui em frente, afinal estava lá para aquilo e era o que seria feito naquele momento, com ou sem o “auxílio” deles. De lá, seguimos para Doutor Alarico, pouco à frente, no sentido São Vicente…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER SAMARITA

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

ENGENHEIRO ROSA MARTINS

DATA DA EXPEDIÇÃO: 19.06.2012
DESTINO: Estação Engenheiro Rosa Martins
LOCALIZAÇÃO: Município Araraquara – SP
COORDENADAS: 21°42’31.15″S 48°12’13.03″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1927
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro Araraquara
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, cercado e servindo de moradia
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Vinicius Costa e José Antonio Thomaz

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
A estação Engenheiro Rosa Martins está dentro de uma propriedade particular e tivemos que colher as imagens, apenas de onde conseguíamos vê-la e, claro, por trás do alto muro que a cerca. Está localizada num bairro chamado Recanto do Nobres, próximo da Chácara Flora de Araraquara, bem no caminho entre a cidade e o distrito de Bueno de Andrada. Encontrá-la foi difícil, pois não havia referência na internet acerca de sua localização, e como ela está atualmente fora do leito, a gente teve que garimpar maiores informações lá mesmo no local. Numa chácara logo a frente da estação, obtivemos a informação que precisávamos, então voltamos até o local e a encontramos por trás não só do fatídico muro, mas de altas árvores e arbustos também. Ela fazia parte do tronco da Cia. Paulista, mas hoje está há uns 150 metros do leito, e deve ter ficado fora, por causa de alguma retificação (eu acho). De longe, vimos a plataforma onde possivelmente o caseiro lavava o seu carro tranquilamente. Tentamos chamá-lo e pedir autorização para vermos tanto o prédio da estação, quanto os da vilinha ferroviária ao seu lado de perto, mas não fomos atendidos. Olhamos ao redor (pelo menos por onde deu) e nada de caixa-d’água, dísticos, trilhos ou qualquer sinal claro de atividade férrea. Sendo assim, documentamos o que foi possível e seguimos para Bueno de Andrada para comermos as suas fabulosas coxinhas e tomarmos uma bela cerveja geladíssima…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER ENGENHEIRO ROSA MARTINS

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.