Posts encontrados com a Tag: "ARARAQUARA"

LORETO

DATA DA EXPEDIÇÃO: 30.03.2013
DESTINO: Estação Loreto
LOCALIZAÇÃO: Município Araras – SP
COORDENADAS: 22°20’45″S 47°20’37″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1899
CONSTRUÇÃO: Companhia Paulista de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Demolido, nada restou no local a não ser o leito da linha sem trilhos
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Fabiano Pessôa e Priscila Savoia

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Encontrar o local exato em que Loreto existiu foi uma tarefa bastante difícil. As referências existentes, além de poucas, não eram tão precisas e a própria região também está bastante modificada, o que ajudou a complicar ainda mais a nossa missão. Mas ainda assim, fomos até lá e conseguimos chegar até o ponto aonde as marcações apontavam. A estação ao que me consta, foi demolida na década de 1980 e os trilhos, retirados em 1997. Ali também localizava-se um horto da Companhia Paulista, servido pela estação. Normalmente as Companhias Ferroviárias da época mantinham vários hortos para a produção e utilização de lenhas para dormentes e combustível de locomotivas a vapor. Andamos por todo o local, que fica atrás de uma Companhia de fertilizantes, fomos até a ponte férrea, sobre um rio que passa a uns 300 metros do local da estação, no sentido de Araras, atravessamos a ponte, procuramos por indícios mais consistentes, mas nada encontramos. Os recortes do leito, as pedras, e o próprio caminhos dos trilhos em si estão ainda bem marcados naquela região, e graças a isso, pudemos ter acesso ao local. De Loreto, nada restou. Mas ter estado lá, foi uma boa experiência.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER LORETO

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

ITIRAPINA NOVA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 24.04.2013
DESTINO: Estação Itirapina Nova
LOCALIZAÇÃO: Município Itirapina – SP
COORDENADAS: 22°15’17″S 47°49’00″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em pleno uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1916
CONSTRUÇÃO: Companhia Paulista de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, fechado, cercado e abandonado
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Alexandre Zeri e Amarildo Lopez

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
A estação de Itirapina Nova é um imenso pátio semi-abandonado, que fica próximo ao cemitério e ao distrito industrial da cidade. E pensar que um dia, aquilo tudo foi uma pujante e pulsante estrutura ferroviária da nova linha-tronco da Companhia Paulista?  Itirapina significa “Morro Pelado” em Tupi-Guarani, uma referência a um morro próximo ao município. Andamos pelo local, aonde trens desativados repousam (?), e aguardam apenas o seu desmanche, visto o estado de abandono que encontram-se. Por lá, tudo é triste e a sensação é a pior, de descaso e inutilidade. Como a linha ainda está ativa para cargas, havia uma composição parada por lá, provavelmente aguardando algum cruzamento, o que dificultou um pouco o nosso acesso ao prédio. Pulamos alguns engates até que chegamos a ela, o que infelizmente só fez aumentar o sentimento de angústia que já imaginávamos que iríamos sentir. Tudo lá está abandonado, cacos de telhas espalhados pelo chão, apenas os esqueletos da estrutura de cobertura da plataforma ainda resistem, em ambos os lados das plataformas (há duas por lá), o nome “Ityrapina” na frente do hall de entrada da estação, ainda legível e com certo charme, vai levando a missão de identificar aquele lugar para os menos atentos. A caixa-d’água ainda está lá, mas não consegui saber se ainda funciona, a cabine de controle também, porém nitidamente em ruínas, completam o cenário. O mal cheiro era um capítulo à parte. É uma tristeza encontrar aquele complexo naquele estado, mas o que eu, um simples e mero mortal posso fazer, além do que já faço, que é alertá-los acerca destes desperdícios, desmandos, desacertos… ou seriam apenas os sinais do progresso frio e pragmático? De lá, paramos num simpático botequinho no centro, para uma cerveja extremamente gelada a fim de aplacar o calor escaldante e assim, seguirmos para localizar a estação Estrela, o que fica para uma próxima.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

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ITAOCA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 18.08.2012
DESTINO: Estação Itaoca
LOCALIZAÇÃO: Município Cajuru – SP
COORDENADAS: 21°19’03″S 47°17’44″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1912
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Demolido, absolutamente nada restou no local
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Miguel Iacovelo El Debs e Luiz André Barbosa de Melo

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estivemos na fazenda Santa Helena da Ytaoca, no município de Cajuru, aonde procuramos por todos os cantos o local exato e o que ainda pudesse existir da antiga estação da Cia. Mogiana, mas nada encontramos. O Ramal de Cajuru, era composto por oito estações, e Itaoca era a penúltima delas, apenas Cajuru vinha depois, finalizando o ramal. A estaçãozinha durou pouco mais de 45 anos e foi demolida por volta de 1957, segundo relatos. Entramos na fazenda, percorremos bons quilômetros por lá, conhecemos cachoeiras lindíssimas (vide fotos e mini-filme), morros e até a própria sede da fazenda, aonde pudemos conversar com o morador, que nos disse já ter ouvido falar a respeito desta estação, mas que há muito tempo nada mais restara dela. Fomos até o local exato da nossa referência e realmente, por lá existe apenas cana. Sendo assim, documentamos o local, o entorno, o antigo leito e seguimos viagem para Sampaio Moreira na fazenda Santa Cecília, logo a frente. Neste dia, fui acompanhado pelos amigos: Miguel Iacovelo El Debs e Luiz André Barbosa de Melo.

EU NA ESTAÇÃO:
Alguns momentos meus nos locais visitados.
EU ITAOCA

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

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A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
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MORAES SALES

DATA DA EXPEDIÇÃO: 05.01.2013
DESTINO: Estação Moraes Sales
LOCALIZAÇÃO: Município Tapiratiba – SP
COORDENADAS: 21°25’03″S 46°45’23″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1903
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, fechado, cercado e servindo como depósito
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Pedro Gandra de Carvalho

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
A estação pode ser vista de longe, da pista que liga o distrito de Igaraí a Tapiratiba, está dentro de uma fazenda chamada São José, praticamente ao lado da pista do seu aeroporto particular. Para chegarmos até ela tivemos que pedir autorização, que nos foi prontamente concedida e pudemos documentar o velho prédio da Cia. Mogiana. Situada entre Júlio Tavares e Itaiquara, Moraes Sales serve como moradia, estava fechada e cercada por bambus ressecados. É um prédio de tijolos aparentes, com um telhado duas-águas, com plataforma, dístico legível, porém não pudemos verificar se ainda tinha lousa ou placa de quilometragem por lá, mas acredito que não. A caixa-d’água está pouco a frente, ainda lá, mas ao que parece, sem função. No fundo da estacão, existe um prédio grande, uma espécie de galpão antigo, que provavelmente era um depósito ou algo parecido. Andamos por lá, mas não encontramos ninguém naquele dia que nos desse maiores informações, então seguimos para Itaiquara, o que já é uma outra história…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

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NHUMIRIM

DATA DA EXPEDIÇÃO: 07.09.2012
DESTINO: Estação Nhumirim
LOCALIZAÇÃO: Município Santa Rosa de Viterbo – SP
COORDENADAS: 21°31’28″S 47°22’08″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1910
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé e abandonada
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e José Antonio Thomaz

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estive em Nhumirim juntamente com o meu Tio Zé e vimos cada detalhe do prédio e do pequeno vilarejo. A estaçãozinha que durou pouco mais de cinquenta anos, e foi fechada no final de década de 1960, ainda está em pé, firme, forte e na luta, como muitos gostam de dizer. Não sei por quanto tempo mais ela aguentará esta batalha que trava pela sua existência, pois os sinais de desgaste são bastante claros na sua estrutura. O prédio está abandonado, com as portas abertas e tudo revirado no seu interior, a plataforma ainda mantém a cobertura de telhas de cerâmica, as lousas e o guichê de venda de bilhetes também estão lá, os dísticos ilegíveis, os frontões completam o cenário. Aonde era o pátio virou uma rua e uma praça, com uma mesa e bancos de concreto, aonde imagino, seja o ponto de encontro dos carteadores de plantão. Em frente tem um bar denominado: “Bar  Estação” (nome deveras sugestivo não é mesmo?), mas estava fechado, e infelizmente não pude experimentar a temperatura da cerveja servida ali, mas quem sabe, um dia volto lá? O meu amigo Miguel El Debs, me disse ter passado bons momentos naquele lugar (casa da avó se não me engano), o que foi devidamente lembrado por mim durante a visita. Enfim, Nhumirim está lá, ainda viva, ainda parte do extinto Ramal de Cajuru e ainda esperando uma função mais nobre do que a de somente existir. Me recuso a crer que não consigam uma função para aquele prédio histórico, belo e ainda com muito a oferecer. Pensem pessoal, e o principal… ajam.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

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BETA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 14.04.2012
DESTINO: Estação Beta
LOCALIZAÇÃO: Município São Simão – SP
COORDENADAS: 21°23’25″S 47°40’10″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1913
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Demolido, nada restou no local
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Jeferson Tomaz Querino

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Beta é uma estação pouco conhecida, pelo menos, o material de pesquisa disponível sobre ela é bem escasso. Andando pela região, consegui colher alguns relatos num evento ferroviário da extinta E.F.S.P.M. (Estrada de Ferro São Paulo e Minas) na antiga estação em Bento Quirino, aonde dois ex-maquinistas, se referiam-se a ela como “Bêta”, mas disseram nada ter sobrado dela, e nesse ponto estavam corretíssimos, mas ainda assim, fui até o local para garantir né? Chegando lá, não encontrei nada a não ser o possível local da sua localização, é uma área descampada e dá para perceber claramente por onde o antigo leito do troco original da Cia. Mogiana passava. Hoje apenas algumas árvores marcam o local. Aparentemente as informações batem, e ali tem toda a cara de ter sido realmente o lugar aonde a velha estaçãozinha viveu por mais de 50 anos. Um detalhe importante é que o lugar está no município de São Simão, próximo a antiga estação Tibiriçá (também desativada), e não em Cravinhos, como tenho encontrado relatado em pesquisas. Tudo hoje está no meio da cana… Mas ao escrever esta frase penso: Tudo o quê? Por lá não há nada….

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

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TAPUIA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 19.06.2012
DESTINO: Estação Tapuia
LOCALIZAÇÃO: Município Rincão – SP
COORDENADAS: 21°37’53″S 48°04’26″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em pleno uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1910
CONSTRUÇÃO: Companhia Paulista de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Demolido, apenas restos da plataforma ainda resistem por lá
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Vinicius Costa e José Antonio Thomaz

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
A palavra Tapuia durante séculos serviu para designar os índios que não falavam a língua Tupi, e também emprestou o seu nome à esta estação da Cia.Paulista, localizada próxima da divisa dos municípios de Santa Lúcia e Rincão. Estive lá com o meu Tio Zé e com o Vinicius, atrás do que restou do velho prédio ferroviário. E não foi muito, para não dizer, quase nada. Por lá, apenas restos da plataforma cobertos pelo mato alto ainda resistem e nada mais. Andamos, cortamos o mato, subimos barrancos e entramos em alguns pontos para ver se encontrávamos algo mais do que apenas tijolos pelo chão, mas não, nada além disso foi encontrado. Um fato curioso foi que, ao chegarmos próximos do local, um homem nos abordou do nada, questionando a respeito da nossa presença por lá, no início de forma meio hostil (imagino que pelo fato dele ser um carvoeiro e temer que fôssemos denunciá-lo ou coisa parecida), mas depois acabou nos mostrando todo o lugar sem maiores problemas. Por lá, apenas a placa de ferro mostrando a quilometragem (281) e uma torre de ferro ainda insistem em marcar presença, visto que até a gente foi embora logo dali. De lá, seguimos para Santa Lúcia, o que já é uma outra e boa história, aguardem!

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

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A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
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VISCONDE DE PARNAÍBA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 12.02.2013
DESTINO: Estação Visconde de Parnaíba
LOCALIZAÇÃO: Município Jardinópolis – SP
COORDENADAS: 21°01’45″S 47°42’27″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1886
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, cercado, fechado e aparentemente servindo de depósito
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Claudinéia de Marchi e Lara Caroline de Marchi de Castro Moreira

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Visconde de Parnaíba é uma estação da antiga Linha do Rio Grande localizada no município de Jardinópolis. Era a segunda no sentido de Minas Gerais e ficava logo após as de Entroncamento (tronco original) e de Jurucê, quando a linha ainda existia e era ativa. Estivemos lá e vimos de perto cada detalhe do prédio, que ainda conta com dístico legível, lousas, plataforma coberta, caixa-d’água e o recuo do leito ainda bem delineado à frente do prédio. As placas de quilometragem e de altitude não estão mais por ali e o galpão está sendo utilizado com depósito e está fechado. É uma construção típica da Cia.Mogiana, sendo um prédio de tijolos aparentes e, diferentemente de outros tantos da região, ele possui um segundo pavimento, o que lhe dá maior imponência e até, certo requinte. Andamos, fotografamos, filmamos, perguntamos, porém pouco se sabe a respeito dela por ali. Sabe-se que chamava-se Rio Pardo, que foi construída por um engenheiro polonês chamado Brodowski (Sim, provavelmente o mesmo que batizou a estação seguinte da mesma linha), que a linha foi extinta por volta de 1988 e desde então a velha estação está abandonada no meio do mato. Ao que me pareceu ela ainda deve estar envolvida em algum imbróglio judicial, pois apesar de estar junto da sede e de uma pequena colônia, os moradores não a tratam como propriedade. É um lugar bonito, no meio de vários canaviais, que preserva aquele ar de passado e que está cada vez mais raro. Para os interessados, Visconde de Parnaíba é uma boa pedida de roteiro ferroviário, pois seu acesso não é difícil, e depois de visitá-la neste clima quente típico da região de Ribeirão Preto, uma cerveja gelada e um filé no arado, do “Bar da Tigrinha” no distrito de Jurucê é uma ótima pedida. Permitam-se!

FOTOS DO LOCAL:

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POSTER VISCONDE DE PARNAIBA

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HIPÓDROMO

DATA DA EXPEDIÇÃO: 24.04.2013
DESTINO: Estação Hipódromo
LOCALIZAÇÃO: Município São Carlos – SP
COORDENADAS: 22°2’4″S 47°53’23″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em pleno uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1916
CONSTRUÇÃO: Companhia Paulista de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, servindo de moradia
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Alexandre Zeri e Amarildo Lopez

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Hipódromo é um ex-posto telegráfico e uma pequenina construção próxima à estação principal de São Carlos e que fica entre ela e Conde do Pinhal, ainda dentro dos limites urbanos da cidade. Está na Vila Prado, local aonde antigamente havia um clube social e um Hipódromo e que há muito foram demolidos, não tendo restado absolutamente nada deles no local e nem nos arredores. Andamos por lá, vimos as casas da antiga Vila Ferroviária, o leito da linha atual em pleno uso, tendo sido através dele que tivemos acesso visual à estaçãozinha de Hipódromo. É um prédio diminuto, acanhado, por vezes parecendo até uma casinha de bonecas, está cercado e servindo como moradia para alguma família. Quando estávamos lá, fomos abordados por uma senhora que nos perguntou se estávamos ali para tirá-los de lá, o que me mostrou que de fato, aquele pessoal encontra-se ali de forma irregular, bem como tantos outros que conhecemos nessas incontáveis jornadas pelas estações brasileiras. Obviamente não estávamos lá para isso e pude tranquilizá-la, tendo ela saído com um ar bem mais aliviado depois da nossa conversa. Bem, por lá vimos e documentamos a estação e seguimos para Conde do Pinhal.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

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GUAIUVIRA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 22.12.2012
DESTINO: Estação Guaiuvira
LOCALIZAÇÃO: Município Sales Oliveira – SP
COORDENADAS: 20°50’11″S 47°52’40″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1900
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, cercado e fechado
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e José Antonio Thomaz

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Chegamos à Guaiuvira vindos de Cresciúma e a caminho de Sales Oliveira e lá, encontramos uma das mais belas jóias do passado ferroviário da região. Com um prédio ainda imponente, típico padrão arquitetônico da Cia. Mogiana, Guaiuvira foi uma estação do Ramal de Igarapava, e nela existiram vários tipos de comércio em atividade entre sua abertura no ano de 1900 e seu fechamento em 1979. Eram hospedaria, selaria, bar, restaurante, farmácia, enfim, a estação, como tantas outras, era um ponto de conveniência para os que viajavam pelo ramal e claro, também para os moradores locais. Guaiuvira é o nome de uma árvore ornamental típica da região sudeste do Brasil e o fato de ter emprestado o seu nome à estação, sugere que no local devia existir tal árvore, ou mesmo várias delas. Andamos por lá, vimos em detalhes a plataforma, os dísticos, o antigo leito da linha, as lousas, as casas ao lado da estação, que eram provavelmente do chefe da própria e talvez do pessoal da “conserva” local, enfim. Por lá hoje existe uma espécie de vila de sítios ou fazendas, que não sei definir ao certo, mas há vida ao redor de Guaiuvira, sem dúvida. O que me disseram no local, é que o prédio encontra-se ainda sob a jurisdição do DNIT e que por isso nada podem fazer com ele, daí me veio a dúvida sobre quem o teria pintado e também quem o estaria usando como depósito? Bem, independente disso, ele está lá, relativamente conservado e melhor do que muitos outros que vimos por este mundão afora. De lá, seguimos para Sales Oliveira, o que já é uma outra história que contarei, aguardem!

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER GUAIUVIRA

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
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