Posts encontrados com a Tag: "ARARAQUARA"

SAMPAIO MOREIRA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 18.08.2012
DESTINO: Estação Sampaio Moreira
LOCALIZAÇÃO: Município Cajuru – SP
COORDENADAS: 21°21’16″S 47°16’19″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1912
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, cercado, bem conservado, porém vazio
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Miguel El Debs e Luiz André Barbosa de Melo

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estive em Sampaio Moreira acompanhado por dois amigos, o Miguel e o Luiz André, num dia lindo de inverno e o que vi naquele lugar me encheu os olhos. A estação construída em 1912 pela Companhia Mogiana no Ramal de Cajuru, servia para escoamento de produtos da região, em especial o café e era a penúltima no sentido final, o de Cajuru. Localizada dentro da Fazenda Santa Cecília, está em pé, mantendo sua arquitetura original e relativamente bem cuidada, apesar de não haver um uso específico para o prédio. Plataformas, dísticos, frontões, assoalhos, guichês, lousas e algumas construções ao fundo, compõem o cenário ferroviário do local. Da caixa-d’água, apenas a base está lá e os trilhos já se foram também. Ali, o trecho foi desativado em 1966 e de lá para cá, a sorte da estação, foi estar numa propriedade onde visivelmente se dá valor ao passado. Andei pelo lugar, vi uma espécie de museu composto por ruínas de usina, terreiros, a própria estação, enfim, tudo conservado e exposto a quem ali conseguir chegar. Muito embora haja uma cerca e um portão enorme, entrei sem problemas e pude conhecer toda aquela riqueza histórica de perto. Me encantou a igrejinha cuja estrada longa e reta acaba bem na sua frente, com postes de luz e uma linda árvore que aparentemente foi atingida por um raio a sua margem. No momento em que lá estive, jamais imaginaria que um dia voltaria para falar sobre o tema ferroviário, mas isso aconteceu. Depois de uns 3 anos, fui convidado para palestrar num evento em homenagem aos 100 anos do Ramal de Cajuru, e como já havia estado em todas as estações do ramal, pude falar com propriedade de cada uma delas, seu passado e o seu presente, visto que algumas, certamente não possuirão um futuro. Ainda sobre Sampaio Moreira, descobri mais adiante, ser de propriedade do pai de uma maiga, o que me deixou ainda mais satisfeito. Enfim, de lá, segui para Corredeira, o que já é uma outra história…

FOTOS DO LOCAL:

 

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
SAMPAIO_MOREIRA_POSTER_OFICIALnet

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

VISCONDE DO RIO CLARO NOVA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 24.04.2013
DESTINO: Estação Visconde do Rio Claro Nova
LOCALIZAÇÃO: Município Itirapina – SP
COORDENADAS: 22°9’4″S 47°47’46″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em pleno uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1916
CONSTRUÇÃO: Companhia Paulista de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, porém abandonada e em ruínas
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Alexandre Zeri e Amarildo Lopez

O FILME:
“Aguardem!”

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estive em Visconde do Rio Claro Nova, vindo de São Carlos e apesar de nunca ter passado por aquele trecho, sempre ouvia amigos moradores daquela região contarem sobre uma estaçãozinha simpática e abandonada as margens da Rodovia Washington Luís e, a curiosidade tornou-se um poderoso combustível para essa visita. Chegamos cedo, exploramos o lugar, o dia estava lindo e isso ajudou na coleta de generosas imagens. A estação foi construída em 1916 para substituir e suceder a versão antiga, que estava (ou ainda está) localizada do outro lado da rodovia, de onde partia o Ramal de Analândia. O prédio está abandonado, seus dísticos ainda estão lá bem visíveis, há também uma caixa-d’água, plataforma já sem cobertura e as placas de concreto com os nomes da estação também se mantém por lá no meio do mato alto. Andamos, entramos, vimos tudo depredado, vandalizado, porém resistindo a tudo isso, como que se pedisse por uma nova chance para voltar a servir a um propósito. Visconde do Rio Claro Nova deixou de funcionar antes de 1977 e hoje é apenas um prédiozinho simpático quando visto de longe, da rodovia e de maneira bem superficial. Quando nos colocamos a observá-lo de perto, a coisa toda muda bastante de figura. Sobre o seu nome, vejam um trecho da Wikipédia: “José Estanislau de Oliveira, primeiro barão de Araraquara e visconde de Rio Claro, (São Paulo, 5 de março de 1803 – Rio Claro, 4 de setembro de 1884) foi um fazendeiro e militar brasileiro, cafeicultor da região de Piracicaba, além de ter participado como coronel na Guerra do Paraguai. Foi um dos fundadores da Estrada de Ferro Rio Claro–São Carlos do Pinhal.” Enfim, ter estado ali foi uma experiência muito valiosa e nos deu motivação para continuarmos nesse caminho triste e revoltante de resgate e desgaste, mas fazemos isso por convicção e senso de valor. De lá, fomos em busca da Visconde do Rio Claro Velha, o que já é uma ooooutra história…

PANORÂMICAS DA ESTAÇÃO:
Com o compromisso de oferecer o máximo de detalhes que puder colher cada local visitado, agora disponibilizo também imagens panorâmicas, para que tenham a sensação não só da estação, como também do seu entorno, espero que curtam.
PANORAMICA_01

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
VISC_RIO_CLARO_NOVA_POSTER_OFICIALnet

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GUARÁ NOVA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 31.05.2014
DESTINO: Estação Guará Nova
LOCALIZAÇÃO: Município Guará – SP
COORDENADAS:  20°26’34.98″S  47°50’13.90″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em pleno uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1983
CONSTRUÇÃO: Ferrovia Paulista S.A.
STATUS DO PRÉDIO: Demolido, apenas restos da plataforma ainda estão no local
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Rodrigo Flores

O FILME:
“Aguardem!”

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estive em Guará Nova acompanhado pelo também pesquisador ferroviário Rodrigo Flores, uma pessoa verdadeiramente interessada no universo ferroviário, porém de características particulares, que requerem muita paciência dos que estão à sua volta. Mas como o intuito do Projeto é fazer amizades e conhecer pessoas das mais diversas personalidades, convidei-o para me acompanhar não só nessa, mas em outras tantas expedições pela nossa região, onde vivemos grandes momentos. Guará Nova, está localizada às margens da Rodovia Anhanguera, no sentido de São Paulo atrás de um posto onde se vê uma enorme árvore na frente (Figueira?). Lá localizamos o ponto exato da plataforma aonde existiu o prédio da estação, que foi construído por volta de 1986 segundo pesquisas que fiz no site: www.estacoesferroviarias.com.br. Ali ainda existem as placas com os nomes da estação, já bastante enferrujadas por sinal e quase sem leitura, também vimos fundações que deveriam ser do prédio, e um grande recuo certamente utilizado pelos desvios, quando existiram, claro. Apesar de não haver nenhum prédio ali atualmente, imagino que o seu projeto deva ter sido semelhante aos demais construídos na época pela Fepasa, a maioria deles, sem alma e extremamente pragmáticos, com telhas de amianto e tijolos à vista, sem grandes acabamentos e nenhum adorno. Explorar o local foi interessante, havia trem estacionado, dia ensolarado e bastante motivação da nossa parte, o que garantiu boa aventura. Infelizmente Guará Nova é apenas uma lembrança para nós, pois nem mesmo para o maquinista da composição ela faz ou fez alguma diferença. Daquela expedição, aprendi que devemos ir até o fim nas nossas buscas, pois se estivéssemos desistido logo ao entrarmos no pátio repleto de mato, não teríamos encontrado o seu local exato e também percebi que nem sempre as pessoas são o que aparentam. Mas é a vida!

PANORÂMICAS DA ESTAÇÃO:
Com o compromisso de oferecer o máximo de detalhes que puder colher cada local visitado, agora disponibilizo também imagens panorâmicas, para que tenham a sensação não só da estação, como também do seu entorno, espero que curtam.
PANORAMICA_GUARA_NOVA_01

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER GUARA NOVA

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
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IBATÉ

DATA DA EXPEDIÇÃO: 30.12.2011
DESTINO: Estação Ibaté
LOCALIZAÇÃO: Município Ibaté – SP
COORDENADAS:  21°56’48.08″S  48° 0’1.85″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em pleno uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1885
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro Rioclarense
STATUS DO PRÉDIO: Em ruínas, com o teto desabado, completamente abandonado e sem função
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Raul Otuzi de Oliveira e José Antonio Thomaz

O FILME:
“Aguardem!”

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estive em Ibaté em 2011, numa fase ainda bastante embrionária do Projeto e comigo foram o Tio Zé e o meu amigo Raul Otuzi. Por lá, vimos o abandono absoluto do prédio que, pelo que pude apurar, desde idos de 1985, 1986, já estava dessa maneira, sem função. Andamos por todo o local, vimos a plataforma, grande por sinal, com uma parte ainda coberta por uma estrutura metálica envelhecida e enferrujada, os dísticos ainda estão lá, porém pintados no mesmo tom amarelo-gema do prédio, pouco se destaca, passando quase despercebido por quem se propõe a ir lá visitá-la. Telhas quebradas, aquelas que geram um som característico ao pisar, davam o tom do descaso com o legado ferroviário ali naquele local. Ibaté é um prédio vandalizado, numa linha ativa e de tráfego frequente, mas que é simplesmente ignorada diariamente pelos trens de hoje. Para um local que um dia chamou-se: Visconde do Pinhal, seu presente é dolorido e seu futuro, incerto. Dali, seguimos para Chibarro, o que já é uma outra história…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
IBATE_POSTER_OFICIALnet

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BUTIÁ

DATA DA EXPEDIÇÃO: 20.10.2012
DESTINO: Estação Butiá
LOCALIZAÇÃO: Município Descalvado – SP
COORDENADAS: 21°51’11″S 47°34’22″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1920
CONSTRUÇÃO: Companhia Paulista de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Demolido, apenas restos da plataforma ainda resistem no local
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Vinicius Costa

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estive no acanhado vilarejo de Butiá junto com o meu amigo, também designer e parceiro esporádico de expedições Vinicius Costa. Bem, para se chegar a Butiá, andamos um bom trecho em estrada de terra, pois o acesso para a vilinha só se dá por ela, mas, apesar disso, não tivemos grandes problemas não (além do calor infernal, é claro). Ao chegarmos em Butiá, nos deparamos logo com a pequena Igreja Santa Terezinha (cercada e fechada), que chama bastante a atenção, pelo seu estado de conservação, muito bom por sinal, mas também pelo fato da diminuta vila não oferecer grandes atrativos turísticos, apesar de um pesque-pague famoso por lá, que acabamos por não conhecer, pois o tempo estava curto naquele dia. Andamos, vimos um bar que estava fechado (Bar da Nita), exploramos um pouco as ruas do lugar, não tivemos como passar incólumes pela grande caixa-d’água em fibra de vidro azul, que mais parecia uma piscina, suspensa na frente da igrejinha, até que percebemos num amplo recuo logo a frente os restos da antiga estação ferroviária de Butiá. Sim, restos mesmo, e apenas da plataforma com as aberturas de ar do porão ainda lá, tudo debaixo de uma árvore bem num entroncamento de vias na entrada do vilarejo. A estação com data de construção de 1920 foi destaivada por volta de 1986 e, a partir disso, só o abandono, o esquecimento e, por fim a demolição se fizeram presentes. O nome dessa estação da Cia. Paulista é derivado de uma fruta (um coquinho amarelo) que dá em palmeiras que levam este nome, o que no universo ferroviário é uma constante pelo que tenho observado nestas minhas andanças. Ou são nomes de engenheiros e funcionários das próprias companhias, ou nomes dos proprietários das terras aonde as estações se encontram, ou nomes de árvores, ou algum termo indígena, e não costuma fugir muito disso não. Em Butiá, ficamos com o que restou da plataforma, com nosso sentimento de missão cumprida por tê-la encontrado em seu local exato e então seguimos em frente no sentido de Porto Ferreira.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER BUTIA

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

EFSPM – POSTERS 01 E 02

EFSPM  –  POSTERS TEMÁTICOS E COLECIONÁVEIS.

A partir da idéia do pesquisador ferroviário RODRIGO FLORES, especialista na história da ferrovia Simonense EFSPM (Estrada de Ferro São Paulo e Minas), está sendo desenvolvida uma coleção com 22 posters em homenagem à cada uma das estações que compunham esta lendária companhia ferroviária. Este é o primeiro projeto em parceria que realizo e espero que renda bons frutos através da geração de novos conteúdos e fomento de discussões acerca do cenário férreo da região aonde a EFSPM atuava. Mais do que uma ação específica, este é o primeiro passo em direção a um trabalho coletivo de reunião, organização e difusão da história ferroviária entre os interessados e também para o público de forma geral.

O valor da venda de cada poster, financiará a produção da edição seguinte, e assim seguiremos, de forma contínua até conseguirmos viabilizar a confecção da coleção toda, com os seus 22 números.
Para a aquisição, os interessados deverão entrar em contato com o próprio RODRIGO FLORES, através destes contatos:

www.facebook.com/rodrigoflores78
rodrigo_78@terra.com.br

Abaixo a primeira e segunda edições:

01 – BENTO QUIRINO
Formato: A3 (29,7 x 42cm)
Papel: Couché 230g (podendo variar de acordo com a disponibilidade)
Impressão: Digital

02 – SÃO SEBASTIÃO DO PARAÍSO
Formato: A3 (29,7 x 42cm)
Papel: Couché 230g (podendo variar de acordo com a disponibilidade)
Impressão: Digital

EFSPM_POSTER_S_SEB_PARAISO_PEB POSTERS_TEMPLATE_02_PEB

EFSPM_POSTER_S_SEB_PARAISO_PEB1 EFSPM_POSTER_BENTO_QUIRINO_PEB

POSTERS_APLICS_PEB

 

 

ESTRADA DE FERRO SÃO PAULO E MINAS

EFSPM  –  POSTERS TEMÁTICOS E COLECIONÁVEIS.

A partir da idéia do pesquisador ferroviário RODRIGO FLORES, especialista na história da ferrovia Simonense EFSPM (Estrada de Ferro São Paulo e Minas), está sendo desenvolvida uma coleção com 22 posters em homenagem à cada uma das estações que compunham esta lendária companhia ferroviária. Este é o primeiro projeto em parceria que realizo e espero que renda bons frutos através da geração de novos conteúdos e fomento de discussões acerca do cenário férreo da região aonde a EFSPM atuava. Mais do que uma ação específica, este é o primeiro passo em direção a um trabalho coletivo de reunião, organização e difusão da história ferroviária entre os interessados e também para o público de forma geral.

O valor da venda de cada poster, financiará a produção da edição seguinte, e assim seguiremos, de forma contínua até conseguirmos viabilizar a confecção da coleção toda, com os seus 22 números.
Para a aquisição, os interessados deverão entrar em contato com o próprio RODRIGO FLORES, através destes contatos:

www.facebook.com/rodrigoflores78
rodrigo_78@terra.com.br

Abaixo a primeira edição:

01 – BENTO QUIRINO
Formato: A3 (29,7 x 42cm)
Papel: Couché 230g (podendo variar de acordo com a disponibilidade)
Impressão: Digital

ALFA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 05.01.2013
DESTINO: Estação Alfa (Guaxupé)
LOCALIZAÇÃO: Município Guaxupé – MG
COORDENADAS: 21°17’49″S 46°42’51″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: Entre 1904 e 1930 (período estimado)
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, servindo como moradia particular
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Marcelo Freitas

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Alfa era uma estaçãozinha acanhada, que estava situada a poucos metros da estação Guaxupé, talvez um quilômetro, ou pouco mais a frente, no sentido de Júlio Tavares, e era utilizada para manobras. Hoje no local por onde o leito ferroviário passava, existe uma avenida, mas o prediozinho continua lá. O dístico estava quase que totalmente apagado, mas com uma dose de boa vontade, ainda era possível ler a palavra “Alfa” grafada ali. Andei pelo local, vi a estaçãozinha por todos os seus lados, ela estava cercada e fechada, servia como residência, mas aparentemente não havia ninguém lá naquele momento. Nada de lousas, placas ou plataforma, somente o prédio de tijolos aparentes com uma cerquinha branca, ocupavam o local. A construção, bem simples e diminuta, lembra uma “casinha de bonecas”, e está relativamente bem conservada. De lá, seguimos para Guaxupé…

FOTOS DO LOCAL:


MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER ALFA

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MONTE CRISTO

DATA DA EXPEDIÇÃO: 04.07.2013
DESTINO: Estação Monte Cristo
LOCALIZAÇÃO: Município Monte Belo – MG
COORDENADAS: 21°21’18″S 46°24’01″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1914
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, cercado, servindo como residência e depósito
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Alexandre Neves, Pedro Gandra de Carvalho e Rodrigo Faustino

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estivemos em Monte Cristo vindos de Monte Belo, enquanto explorávamos o Ramal de Juréia. A estação estava fechada, servindo de moradia de um lado e aparentemente de depósito do outro. Por lá, vimos muitos sacos espalhados pelo chão, que acredito eu, continham materiais para a reforma que estava em curso naquele momento. O local está cercado e fechado por uma porteira. Depois de muito esforço, conseguimos entrar e fomos autorizados a conhecer a estação. A plataforma coberta, ainda se encontra em bom estado, as  lousas de avisos também ainda resistem, os dísticos nos frontões, os recuos por onde passava o leito da linha, enfim, é um lugar que foi minimamente preservado. Não soube o motivo da reforma, nem o grau dela, e nem o quanto desfiguraria o local, mas não me pareceu que iriam mudá-la estruturalmente, e torci para que não mudassem mesmo. A estação foi desativada pelos idos de 1966 juntamente com o restante do ramal. Ela estava dentro dos limites da Fazenda Monte Cristo, hoje não sei ao certo se ainda está, mas bem próximo da sua entrada, há uma sinalização num pneu de trator (vide fotos) indicando a entrada da fazenda. Logo após a estação, no sentido de Monte Belo, há uma curva bem acentuada do antigo leito, que passa por uma mina d’água, aonde infelizmente não conseguimos chegar, e que diziam ter servido para o abastecimento das antigas locomotivas à vapor e também para os passageiros e trabalhadores da região. De lá, seguimos para Palméia, um lugar também bastante agradável…

PANORÂMICAS DA ESTAÇÃO:
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PANORAMICA_MONTE_CRISTO_01

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

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POSTER MONTE CRISTO

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LORETO

DATA DA EXPEDIÇÃO: 30.03.2013
DESTINO: Estação Loreto
LOCALIZAÇÃO: Município Araras – SP
COORDENADAS: 22°20’45″S 47°20’37″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1899
CONSTRUÇÃO: Companhia Paulista de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Demolido, nada restou no local a não ser o leito da linha sem trilhos
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Fabiano Pessôa e Priscila Savoia

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Encontrar o local exato em que Loreto existiu foi uma tarefa bastante difícil. As referências existentes, além de poucas, não eram tão precisas e a própria região também está bastante modificada, o que ajudou a complicar ainda mais a nossa missão. Mas ainda assim, fomos até lá e conseguimos chegar até o ponto aonde as marcações apontavam. A estação ao que me consta, foi demolida na década de 1980 e os trilhos, retirados em 1997. Ali também localizava-se um horto da Companhia Paulista, servido pela estação. Normalmente as Companhias Ferroviárias da época mantinham vários hortos para a produção e utilização de lenhas para dormentes e combustível de locomotivas a vapor. Andamos por todo o local, que fica atrás de uma Companhia de fertilizantes, fomos até a ponte férrea, sobre um rio que passa a uns 300 metros do local da estação, no sentido de Araras, atravessamos a ponte, procuramos por indícios mais consistentes, mas nada encontramos. Os recortes do leito, as pedras, e o próprio caminhos dos trilhos em si estão ainda bem marcados naquela região, e graças a isso, pudemos ter acesso ao local. De Loreto, nada restou. Mas ter estado lá, foi uma boa experiência.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
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POSTER LORETO

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