Posts encontrados com a Tag: "ALTINÓPOLIS"

COBIÇA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 19.05.2012
DESTINO: Estação Cobiça
LOCALIZAÇÃO: Município Altinópolis – SP
COORDENADAS: 20°59’08″S 47°14’53″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, apenas alguns trechos
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1927
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro São Paulo e Minas
STATUS DO PRÉDIO: Demolido, um rancho foi construído sobre a sua base
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Jeferson Tomaz Querino e Vinicius Costa

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Localizada entre as estações de Pio Alves e Antonio Justino, Cobiça nos deu trabalho para ser encontrada. Na primeira tentativa, a chuva intensa e o barro nos venceram facilmente, pois transitar por lá era muito difícil e a navegação impossível (talvez pelas ondas da enxurrada, até pudesse ser, rerere…). Brincadeiras à parte, voltemos a Cobiça, hoje por lá, existem alguns ranchinhos, e não deu para saber se a área foi alvo de posseiros, ou a ocupação é legal. Isso posto, o fato é que as casas estavam fechadas, nos impossibilitando de conseguir melhores imagens da velha estação, que já nem existe mais. No seu lugar, uma casinha simples foi erguida (provavelmente aproveitando a antiga plataforma), e é a sede de um dos ranchos. Em frente, uma capelinha em ruínas ainda dá o tom religioso ao local. Andamos por lá, vimos tudo, os restos da linha, ainda com trilhos aparentes, algumas placas denominando os ranchos, sempre com o tom ferroviário (vejam o mini-filme e as fotos abaixo) bastante presente. Era de manhãzinha e o frio era nosso companheiro por lá, o que ajudou bastante a compor o clima nostálgico e aventureiro. As exuberantes plantações de café nos arredores de Cobiça, são um capítulo à parte, lindas de morrer, pena não ter trazido algumas imagens delas para vocês. Eu e o meu sobrinho Jeferson fomos o trajeto todo na caçamba da “Pretona” curtindo o vento no rosto e as paisagens nos olhos, enquanto o “Benício” dirigia. Cobiça não existe mais enquanto estação ferroviária da antiga Estrada de Ferro São Paulo e Minas, mas pelo que vi, continuará ainda existindo por muito tempo, como refúgio de alguém, que valoriza a história ferroviária. Nem que seja apenas mantendo a plaquinha temática na entrada…

FOTOS DO LOCAL:


MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER COBIÇA

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

RINCÃO

DATA DA EXPEDIÇÃO: 19.06.2012
DESTINO: Estação Rincão
LOCALIZAÇÃO: Município Rincão – SP
COORDENADAS: 21°35’23″S 48°4’6″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em pleno uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1892
CONSTRUÇÃO: Companhia Paulista de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, servindo como paço municipal
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Vinicius Costa e José Antonio Thomaz

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estivemos em Rincão vindos de Guatapará, e pudemos ver de perto como está a velha estação nos dias de hoje. Ela é hoje parte integrante da prefeitura municipal (sede provisória desde 2004, quando foi reformada), serve também como uma espécie de garagem, e pelo que fiquei sabendo, futuramente será destinada à cultura local. Atrás da estação, existe uma arquibancada de alvenaria, que somente depois, percebi tratar-se de um teatro de arena, e ainda mais adiante, uma praça (denominada Praça do Ferroviários), que presta justa homenagem aos que serviram à causa férrea, num passado já quase totalmente esquecido. O prédio possui uma bela e delicada fachada, ainda bem conservada com os escritos: “Comp. Paulista” abaixo da sua cobertura de vidro, que é sustentada por duas mãos-francesas bem bonitas. Andamos por lá, vimos os dísticos, o guichê de venda de bilhetes em madeira, os vidros ainda com as inscrições da Cia. Paulista, a “Gare” protegendo a plataforma do castigo dos raios do sol, a cabine de controle de tráfego, um pouco mais a frente. Para ser sincero, aquele lugar é um memorial ao universo ferroviário a céu aberto, forçadamente convertido aos fins da administração local. Sejam quais forem os motivos, justos ou não, acho que aquela cidade merece uma prefeitura melhor e mais adequada às necessidades dos seus cidadãos, num prédio construído para este fim, livrando assim a velha estação deste papel que não é e nunca foi o dela. Assim quem sabe, não ganhariam todos… a cidade, a população, os governantes, os servidores, mas também a história, a memória, a cultura… De lá, seguimos para Tapuia e seus carvoeiros, o que é uma outra história.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
RINCAO_POSTER_OFICIALnet

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

MATO SECO

DATA DA EXPEDIÇÃO: 06.04.2012
DESTINO: Estação Mato Seco
LOCALIZAÇÃO: Município Mogi Guaçu – SP
COORDENADAS: 22°08’48.8″S 46°56’12.5″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em pleno uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1878
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, abandonada e fechada
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Vinicius Costa, José Antonio Thomaz e Raul Otuzi de Oliveira

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estivemos em Mato Seco vindos de Astrapéia, e naquele dia estas foram as estações mais distantes que visitamos. Partimos antes do sol nascer e já as 7 da manhã estávamos iniciando a nossa jornada pela região de Aguaí, a qual eu conheço bem, pois foi lá que vivi os meus melhores momentos ferroviários na infância. Mato Seco é hoje um prédio abandonado, está fechado e por lá há um bar bem em frente, aonde as pessoas se reúnem para bater papo e tomar cerveja. A vista a partir do bar é bem legal, com o prédio imponente da antiga estação da Mogiana ao fundo e mesmo no curto período de tempo em que ficamos ali, pudemos ver o tráfego de composições cargueiras passando pela estação. Mato Seco teve fluxo de passageiros até 1997, depois disso, logo foi fechada e está até hoje abandonada. Andamos por lá, conversamos com as pessoas do bar, que nos deram boas informações e até nos ofereceram uma “legítima telha francesa inteira” como souvenir do local, mas o difícil foi encontrar em meio a tantos cacos, uma realmente inteira. Mesmo sem encontrar o nosso presente, documentamos a estação, suas placas, portas, linhas, desvios, frontões, dísticos (ainda legíveis) e até mesmo os postes da antiga eletrificação, que “enfeiam” bastante o local. Como não poderia deixar de ser, sentamos no bar para contemplarmos Mato Seco da melhor maneira possível, tomando cervejas estupidamente geladas, afinal de contas, ninguém é de ferro né? Ainda mais sob aquele calor brutal, e de lá, seguimos para Miragaia…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

POSTER MATO SECO

ILUSTRAÇÃO DO LOCAL:
Tendo como base as imagens reais de cada local colhidas pelo Projeto Estações Brasileiras, eu desenvolvo uma ilustração que retrate emocionalmente o espírito de cada estação/parada, ou mesmo do seu entorno, no caso de já não existirem mais. A intenção é que sirva de estímulo para a interpretação crítica de cada um, seja de forma positiva, negativa, carregada de saudosismo, ou mesmo de forma contemplativa apenas. Espero que curtam.
MATO_SECO_01

POSTERS VINTAGE:
São ilustrações com base fotográfica, que faço sobre algumas estações que representaram algo para mim. Também tenho feito sob encomenda para pessoas que querem presentear alguém ou mesmo simplesmente tê-las para recordação de algum momento marcante, ou apenas como decoração. Todo o valor obtido com a venda destas telas, é revertido integralmente para custear novas expedições do Projeto. Nada é destinado a mim ou ao meu sustento, para isso: eu trabalho.
COLLECTION_12

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

SÃO SEBASTIÃO DO PARAÍSO (E.F.S.P.M.)

DATA DA EXPEDIÇÃO: 29.09.2011
DESTINO: Estação São Sebastião do Paraíso (E.F.S.P.M.)
LOCALIZAÇÃO: Município São Sebastião do Paraíso – MG
COORDENADAS: 20°54’36.52″S 46°59’46.21″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1911
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro São Paulo e Minas
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, servindo ao Corpo de Bombeiros local
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Vinicius Costa, José Antonio Thomaz, Pedro Gandra de Carvalho, Giuliano Martins Thomaz, Rodrigo Faustino e Alexandre Neves

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Seguíamos para um rancho na região de Furnas naquele dia, o que serviu perfeitamente de motivo para que eu organizasse mais um roteiro do Projeto, passando por quase todo o nosso caminho. Por ali existiam o Ramal de Passos da Cia. Mogiana e a linha-tronco da E.F.S.P.M. e tentei documentar o máximo de estações das duas companhias, a fim de otimizar os custos da viagem. São Sebastião do Paraíso a cidade propriamente dita, possuia duas estações, sendo uma da Mogiana e outra da São Paulo-Minas, e é desta última que vamos tratar agora. Construída em 1911, ela chegou antes na cidade, e ocupava lugar de destaque por lá. Estava e está até hoje situada na mesma avenida (ex-leito ferroviário) da outra estação (Mogiana), ficando distante cerca de uns 600 metros uma da outra. Hoje a estação serve de sede ao Corpo de Bombeiros Local, está bem cuidada e ainda mantém parte das suas características originais, por lá ainda vemos os dísticos (embora apagados), a antiga caixa-d’água, a plataforma, as placas de altitude e quilometragem (refeitas, mas lá), enfim, é um local de memória, e o melhor, continua útil. Logo que a estação da Mogiana foi construída, três anos depois, as linhas das duas companhias se fundiram. Os trens de passageiros foram abolidos por volta de 1976, seus trilhos retirados por volta de 1980, e o fluxo de ferroviário saiu da cidade pouco antes de 1990, fruto de um desvio que ligava a linha diretamente a Itaú. Conversamos com os policiais, ouvimos histórias, obtivemos indicações de outras estações na região e seguimos em frente.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER SAO SEBASTIAO DO PARAISO EFSPM

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

BROTAS NOVA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 24.04.2013
DESTINO: Estação Brotas Nova
LOCALIZAÇÃO: Município Brotas – SP
COORDENADAS: 22°17’16″S 48°06’42″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em pleno uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1929
CONSTRUÇÃO: Companhia Paulista de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, servindo com secretaria de obras da prefeitura
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Alexandre Zeri e Amarildo Lopez

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Chegamos à estação de Brotas vindos de Itirapina, e logo de cara, a rua de Paralelepídos que dá acesso a ela nos chamou bastante a atenção. Um clima nostálgico se fez presente por ali, acho que em boa parte por causa das construções antigas do prédio da estação e do grande armazém ao seu lado. Por lá, andamos, colhemos fotos e vídeos, conversamos com alguns trabalhadores do local que nos contaram suas lembranças, sempre com uma grande carga saudosista, típico de quem viveu o universo ferroviário a fundo. Por lá funciona hoje um departamento da prefeitura municipal, (o de infra-estrutura, se não me engano) suas oficinas e também a garagem. É um prédio bonito e o contraste do seu amarelo com o azul do céu, nos deu belas imagens daquele conjunto arquitetônico, que um dia foi de suma importância para a localidade, certamente hoje, não mais. Andei por lá, vi a plataforma em detalhes, as plaquetas de sinalização, a cabine de controle, mas não havia por lá as placas nem de quilometragem, nem de altitude. Fiquei sabendo que a estação esteve abandonada por vários anos e foi reformada pela prefeitura para abrigar seções do órgão. Esta é a terceira estação da cidade, tendo sido construída pela Companhia Paulista de Estradas de Ferro em 1929, juntamente com a mudança (retificação) do trecho que segue até Jaú. Trens de passageiros passaram por ali até 2001, e até hoje a linha é utilizada para o escoamento de cargas no sentido Santos, pela ALL e MRS. Foi bom ter conhecido aquele local, a energia emanada por lá é perceptível, enfim, por enquanto é isso.


PANORÂMICAS DA ESTAÇÃO:

Com o compromisso de oferecer o máximo de detalhes que puder colher cada local visitado, agora disponibilizo também imagens panorâmicas, para que tenham a sensação não só da estação, como também do seu entorno, espero que curtam.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER BROTAS

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

PIO ALVES

DATA DA EXPEDIÇÃO: 07.01.2012
DESTINO: Estação Pio Alves
LOCALIZAÇÃO: Município Altinópolis – SP
COORDENADAS: 21°02’37.39″S 47°29’28.38″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, apenas alguns trechos
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1909
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro São Paulo e Minas
STATUS DO PRÉDIO: Demolido
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Vinicius Costa, Pedro Gandra de Carvalho e José Antonio Thomaz

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Fomos até Pio Alves num dia de sol forte, que se tornou chuva forte e logo em seguida, sol forte de novo, enfim, outra aventura pelas estradas e trilhas da linda região de Altinópolis. Para chegar a Pio Alves, atravessamos rios, pontes submersas, grutas, passamos por represas, matas de eucalipto, trilhas e atoleiros, mas o importante é que chegamos até ela. Pio Alves é hoje somente a casa da escola que existia ao lado da estação, mesmo assim, abandonada e bem danificada. No local exato da estação não existe nada, nem sinal de resquícios do prédio ou plataforma, andando por lá, nem mesmo restos de uma possível caixa-d’água a gente viu, realmente não sobrou nada. Construída pela Estrada de Ferro São Paulo e Minas, Pio Alves era chamada anteriormente de Congonhal, nome que as pessoas dali ainda se recordam, pois se não me engano, é o nome de uma fazenda próxima. Andamos bastante pelas redondezas e colhemos boas imagens para vocês, espero que gostem. Foi uma bela aventura (vide mini-filme), que nos propiciou momentos memoráveis, como conhecer a gruta e a represa do Feitosa, localizadas no meio de uma enorme mata de eucaliptos, atravessar um rio por uma ponte submersa, sem saber sequer se ela estava realmente lá, ver fazenda ser oferecida como negócio de oportunidade ao meu Tio Zé (pessoa de fortuna), ter uma gruta batizada com o seu nome, cair dentro d’água numa gruta cheia de abelhas, que acabaram por perseguir o Vinicius… enfim, coisas da vida né? Assim é o Projeto Estações Brasileiras…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER PIO ALVES

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

FRANCA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 04.02.2012
DESTINO: Estação Franca
LOCALIZAÇÃO: Município Franca – SP
COORDENADAS: 20°31’58.89″S 47°24’46.21″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1887
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, servindo à prefeitura e também de terminal rodoviário
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Vinicius Costa, Pedro Gandra de Carvalho, Fábio F. Rivaben e Fernando F. Rivaben

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Chegamos em Franca ouvindo uma “pregação” ao vivo numa rádio local, que de tão fervorosa, e espalhafatosa, beirava um número circense (beirava…) e depois de alguns minutos ouvindo aquela gritaria invocando divindades, finalmente chegamos na estação de Franca e pudemos ver de perto a situação atual daquele trecho da Linha do Rio Grande. É um prédio comprido, bonito, com um estilo diferenciado (Art Nouveau?), com dísticos legíveis, compostos por uma família tipográfica bastante moderna para a época, tem uma plataforma enorme, coberta por telhas metálicas e suportada por inúmeras mãos francesas pintadas de vermelho vivo, destacando-se no meio daquele lugar acinzentado e semi-abandonado. Mas tem um arremedo de caixa-d’água de um lado do prédio, que hoje é usado por uma companhia rodoviária como terminal. Trilhos, há muito já não existem. Hoje o entorno da estação é um local movimentado, pois uma grande avenida ocupa o local do antigo pátio de manobras, está repleto de bancos e empresas diversas, enfim, completamente urbanizado. Andamos por lá, vimos promessas de inclusão digital por meio de uma placa do governo (vide mini-filme e fotos), embora achássemos que aquele local é quem devesse ser incluído novamente na vida das pessoas, servindo a algo maior, mais importante e mais nobre do que apenas um “abrigo de mendigos” ou grande provedor “wi-fi”. Enfim, de lá, seguimos para Restinga… >>

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER FRANCA

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

JOSÉ HONÓRIO

DATA DA EXPEDIÇÃO: 19.05.2012
DESTINO: Estação José Honório
LOCALIZAÇÃO: Município São Sebastião do Paraíso – MG
COORDENADAS: 20°54’53.24″S 47°04’10.24″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, apenas alguns trechos
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1911
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro São Paulo e Minas
STATUS DO PRÉDIO: Demolido, nada restou no local
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Jeferson Tomaz Querino e Vinicius Costa

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estivemos na região de São Sebastião do Paraíso em busca da estação José Honório, mesmo sabendo de antemão que ela havia sido demolida há anos, ainda assim, acreditávamos que poderíamos encontrar algo, nem que fossem apenas resquícios da sua plataforma, mas não, nem isso conseguimos. Chegamos ao local exato em que, segundo nossas pesquisas teria existido o antigo prédio, o local está dentro de uma fazenda por onde o antigo leito da Estrada de Ferro São Paulo e Minas passava (e ainda passa, apesar de desativado), pudemos chegar ao local e, hoje por lá, há apenas mato e uma cerca velha (vide fotos abaixo). Depois de algum tempo, fomos abordados por um casal (provavelmente donos do local, uma fazenda linda, diga-se de passagem), a quem perguntamos sobre a existência da estação, mas nada sabiam, a não ser “de ouvirem falar” que há muito, sim, houve uma estação por ali. Andamos, tentamos encontrar mais depoimentos, mas nada conseguimos, então de lá voltamos para Guardinha, onde conhecemos um Cristo e uma igreja que ficam no alto do Morro da Mesa, de onde se tem uma vista magnífica (vide fotos abaixo), desfrutamos de um simpático riachinho e seguimos nosso caminho.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER JOSÉ HONÓRIO

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

JÚLIO TAVARES

DATA DA EXPEDIÇÃO: 05.01.2013
DESTINO: Estação Júlio Tavares
LOCALIZAÇÃO: Município Tapiratiba – SP
COORDENADAS: 21°23’0.71″S 46°45’18.77″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1904
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, cercado e bem conservado
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Marcelo Freitas

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Saímos em busca de Júlio Tavares, vindos de Guaxupé, sob um calor escaldante, por entre morros, matos e estradas de terra até finalmente a encontrarmos. Ela fica bem próxima da divisa estadual entre Minas e São paulo, tanto que algumas das fotos que verão abaixo são de um antigo aqüeduto perto da estação, ele porém, fica em Minas (Guaxupé), enquanto ela, fica em São Paulo (Tapiratiba). O aqüeduto deu um belo complemento à expedição naquele trecho, pois é uma construção belíssima. Andar por lá e poder ver “in loco” a verdadeira situação do prédio, do seu entorno e de todos os detalhes que o envolvem é um privilégio que nunca deixarei de valorizar e reconhecer, afinal são poucos os que podem se submeter a isso. E eu tenho podido… Os trens de passageiros há mais de 30 anos não passam por lá, a linha já foi retirada também há tempos e o que restou por lá foi basicamente o prédio, a plataforma, suas lousas, dísticos, a base da caixa-d’água e uma casa de turma logo à frente. O prédio está aparentemente bem conservado, tinham acabado de pintá-lo quando estivemos lá (tinha até lata de tinta vazia jogada pela plataforma), e ao que parece, serve de depósito. Está fechado e não encontramos ninguém lá para nos dizer mais detalhes sobre ele. De lá, seguimos para Moraes Salles, naquele mesmo calor…

FOTOS DO LOCAL:


MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER JULIO TAVARES

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

ESTAÇÃO 28

DATA DA EXPEDIÇÃO: 29.09.2012
DESTINO: Estação 28
LOCALIZAÇÃO: Município Ribeirão Preto – SP
COORDENADAS: 21°10’33.65″S 47°41’52.24″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim (ainda em uso)
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1963
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro São Paulo e Minas
STATUS DO PRÉDIO: Demolido, apenas a plataforma ainda existe
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Claudinéia de Marchi

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estação 28, mas pode me chamar de Quilômetro 3… Foi bem isso que percebi quando cheguei ao local da antiga estação da E.F.S.P.M. em Ribeirão Preto. Hoje, encontra-se localizada atrás de vários condomínios na zona leste da cidade, está dentro de uma fazenda e acessá-la não foi, digamos, confortável. Eu e a Néia estávamos indo ao Shopping quando decidi alongar um pouco o caminho e passar pelas redondezas da Estação 28, e a partir daí, a mudança de destino foi automática. Depois de alguns caminhos frustrados, conseguimos chegar até ela por um trajeto bem mais longo, mas que deu certo e resolveu a questão. A Estação 28, com o fechamento do trecho entre Bento Quirino e Ipaúna (Serrinha), passou a se chamar Quilômetro 3, pois a contagem passou a ser realizada a partir de Evangelina, daí a razão do conflito de nomes. Hoje o local está há poucos metros da linha tronco que segue rumo a Cravinhos, num trecho onde só circulam trens vindos de Biagípolis, carregados de açúcar e álcool. Estação 28 é apenas uma plataforma (até que grande), no meio do mato, sem paredes, sem armazém, sem caixa-d’água, sem desvios, enfim, sem nada. Uma cerca de arame farpado percorre toda a lateral da linha naquele local, e para entrar lá, a Néia teve que esticar o arame e eu tive que passar pelo vão… Programão para quem ia pro Shopping nénão? Brincadeiras a parte, foi mais uma estação catalogada que valeu muito a pena, e de lá enfim, fomos para o Shopping…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER ESTAÇÃO 28

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.