13/11/14

200 ESTAÇÕES POSTADAS

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Olá pessoal, tudo bem? Hoje o projeto completa 200 estações postadas e, apesar de já ter visitado mais de 420, o ritmo das expedições e postagens tem diminuído, pois as distâncias tem ficado maiores, o tempo mais escasso, o trabalho mais duro enfim, nada inesperado, porém de certa forma, é um pouco doloroso imaginar que com […]

07/11/14

GUARANTÃ

GUARANTA

Guarantã em Tupi significa “madeira dura” e é também o nome desta estação da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil (NOB), que não só batizou a pequena cidade, como também a fez nascer. Na estação, encontrei pessoas morando na parte de trás da plataforma, na face voltada para a rua, enquanto um escritório da concessionária do trecho ocupava a parte da plataforma. Andei por lá, vi tudo com cuidado, seus frontões, dísticos legíveis, a plataforma, as linhas, uma casa que provavelmente era do chefe da estação, com uma “garagem” ao lado, aonde estava estacionada uma máquina de manutenção férrea, que não sei para qual finalidade específica ela serve, a caixa-d’água, o amplo recuo de calçamento basáltico… >>

04/10/14

CASCATA

CASCATA

Fui até a estação Cascata com vários amigos e também pesquisadores ferroviários especializados naquele trecho. Aproveito inclusive, para deixar aqui o agradecimento aos parceiros: Douglas Bulhões, Junior Alvarenga e Luis Fernando Pecchiore Bastos, pela companhia, pelo conhecimento compartilhado, pela disponibilidade, presteza e também pelo ideal, que os mantém até hoje na linha. Cascata está em pé, porém fechada e abandonada à sua própria sorte. Andamos por lá, vimos cada detalhe do prédio, e o quão triste é a constatação daquele descaso visto de perto e sem filtro algum. É um prédio grande, com a plataforma parcialmente sem cobertura, com as mãos-francesas já enferrujadas, portas e janelas em frangalhos, enfim, uma lástima. Por lá, ainda estão os dísticos, com uma tipografia marcante, no estilo Art Déco… >>

01/10/14

JOAQUIM EGÍDIO

JOAQUIM EGIDIO

Estive na estação de Joaquim Egídio depois de ter ouvido muita gente falar a respeito da beleza do pequeno distrito da cidade de Campinas. Joaquim Egídio por volta de 1890, possuia grandes engenhos de cana e, que com o passar dos anos, foram cedendo vez às fazendas de café. Com isso, por volta de 1889 foi preciso construir um ramal férreo para facilitar o transporte da produção das fazendas e ligar a então vila até a Estação Ferroviária de Campinas. O então recém-criado Ramal Férreo Campineiro (RFC) tinha 33 Km de extensão… >>

25/09/14

VARGEM GRANDE

Arame protetor?

Terra natal do meu saudoso pai Luiz Carlos Tomaz, a quem devo todo o reconhecimento pela forma incrível que me criou. Vargem Grande do Sul sempre foi uma cidade que me intrigou, afinal de contas, era um lugar cuja a estação ficava fora da linha-tronco da antiga Mogiana e Fepasa na minha infância, pois quando seguíamos viagem para Aguaí (terra natal da minha mãe), nós nunca passávamos por Vargem Grande (terra do meu pai), e isso sempre me soou um pouco injusto. Afinal, por que passávamos em uma, e não na outra? Décadas depois, vim a descobrir que Vargem Grande estava situada num pequeno ramal homônimo, e que tinha na cidade o seu ponto final, e por isso, lá existia um fluxo muito menor de trens. O ramal foi desativado em 1961 e de lá para cá, o abandono foi o que restou… >>

17/09/14

VALINHOS NOVA

VALINHOS NOVA

Estive na estação Valinhos Nova vindo de Vinhedo, foi uma passagem rápida, porém suficiente para documentar o atual estado da antiga estação da Companhia Paulista de Estradas de Ferro. Bem ao lado de uma grande indústria centenária (Unilever), a estação ainda mantém boa parte das suas principais características, tendo grande destaque a entrada principal e a “gare”, com uma grande cobertura metálica, ainda bastante imponente. Hoje ali, funciona um museu municipal, que estava fechado na ocasião da visita. Por lá, havia ainda a placa de quilometragem e altitude… >>

14/09/14

CARLOS GOMES NOVA

CARLOS GOMES NOVA

Hoje, uma estação turística, também funciona como oficina de manutenção e restauração de trens antigos. Estivemos lá num dia calmo, fora de temporada e durante a semana, o que nos facilitou demais a vida, Tivemos tempo e liberdade para visitá-la e explorá-la com calma, curiosidade e muita parcimônia. Andamos pelo local, conhecemos o prédio do final da década de 1920, extremamente bem conservado (vide galeria de fotos e mini-filme), vimos cada uma das locomotivas à vapor e a diesel, a plataforma, os dísticos, a sinalização, guichês de vendas de bilhetes, sino, placas, “meu Deus”, estava tudo lá, parecia um sonho. O trabalho realizado pela ABPF (Associação Brasileira de Preservação Ferroviária) naquele trecho é notável… >>

02/09/14

BAUXITA

BAUXITA

Bauxita é um lugar impressionante, e ter estado lá, me trará boas recordações até os meus últimos dias. A brisa fria batendo no rosto, a composição, os vagões-gôndola cheios e estacionados, as locomotivas velhas e surradas porém ativas, a estação fechada mas ainda com vida e utilidade, os amigos por perto, tudo conspirava para que aquele dia fosse incrível. E foi. Andamos por lá, vimos tudo, a estação pintada nas cores da concessionária, os dísticos em branco, a plataforma, as lousas, as mãos-francesas suportando a cobertura, o enorme pátio e seus desvios, a vila ferroviária atrás do prédio da estação, enfim, por lá o clima férreo imperava, ufa, que delícia! Neste dia nos acompanharam grandes e inesquecíveis amigos que pesquisam o tema e cuidam de manter viva a memória daquele trecho: o Douglas Bulhões, o Junior Alvarenga (Indiana) e o Luis Fernando Pecchiore Bastos, este último, um expert no Ramal de Caldas…>>

20/08/14

ITAHUM

ITAHUM

Estive na estação Itahum juntamente com o meu sobrinho Jeferson e com o meu “primo” Gilton, vindos de Maracaju pelo Ramal de Ponta Porã. Itahum foi inaugurada em 1949 e hoje encontra-se tombada pelo patrimônio histórico municipal de Dourados – MS, e pelo que vimos, pouco se fez para mantê-la em um estado de conservação aceitável, na verdade, é bem provável que a colocação da placa de tombamento na entrada da estação tenha sido a única medida efetivamente tomada. Itahum já foi a ponta do Ramal de Ponta Porã, que vinha de Campo Grande, passando por Maracaju e seguindo até a fronteira com o Paraguai, tendo o seu ponto final em Ponta Porã. Por Itahum, passaram trens de passageiros até meados de 1996 e os cargueiros perduraram até 2002, mas agora, está tudo num abandono só. Andamos por todo o local, vimos o prédio ainda com dísticos legíveis… >>

19/08/14

SANTA OLÍVIA

SANTA_OLIVIA

Frustrante. Essa é uma das palavras que definem a nossa busca pelos resquícios da antiga estação Santa Olívia, no Ramal de Santa Rita. Santa Olívia foi a primeira estação do prolongamento do ramal em direção à Vassununga, construído pela Companhia Paulista de Estradas de Ferro, no ano de 1913. Andamos por toda a redondeza em busca de restos das fundações, plataforma, ou algo que pudesse comprovar que aqueles locais realmente foram ocupados pela estação e seu pátio, porém nada encontramos. O local marcado como tendo sido o ponto da estação, está dentro da Fazenda São José, a qual não fomos autorizados a entrar, sendo assim, tivemos que registrar apenas a entrada do local, pois foi o mais próximo que chegamos da “provável” localização do prédio… >>