03/10/12

AMÉRICO BRASILIENSE

AMÉRICO BRASILIENSE

Américo Brasiliense hoje, mais parece um prédio fantasma se visto pela linha. Se visto de fora, lembra um antigo armazém. Se visto pelos dois ângulos, como vimos, lembra o descaso com que tratamos o nosso passado e a nossa história. É isso. De lá seguimos para Tutóia… >>

03/10/12

CANCHIM

CANCHIM

Para encontrar a localização exata da antiga estação Canchim, tive que quebrar a cabeça um pouco mais do que de costume. E sinceramente, não sei até agora se consegui, mas enfim, vamos lá. Existem duas localizações distintas para a mesma estação, por isso tive que verificar “in loco” (nos dois locais) através de relatos de moradores, qual dos dois era de fato a localização correta de Canchim. As coordenadas marcadas tanto no mapa (Google Earth), quanto na ficha técnica, referem-se ao lugar que me pareceu mais provável, depois de muita exploração e conversa. Estive na primeira marcação, uns 3 quilômetros à frente (sentido de Água Vermelha), conversei com o morador do local aonde, em tese existiu a estação, e ele me garantiu que a estação Canchim, nunca foi lá… >>

02/10/12

CHIBARRO

CHIBARRO

Estivemos em Chibarro vindos das estações Ouro e Tamoio, onde pudemos colocar em prática o nosso método de localização mais constante, o da tentativa e erro, rerere. Chegando em Chibarro, pudemos perceber o estado crítico do local, o abandono, que é tão frequente, e já nem nos espanta mais. É um local calmo, sem moradores ocupando nem o prédio da estação, nem o de monitoramento, que fica um pouco à frente, o grande armazém na estrada de Chibarro (vide mini-filme), também não estava ocupado, enfim, no local éramos apenas nós naquele dia. Chibarro estava tomada pelo mato alto, os dísticos ainda estão lá, a plataforma também, mas nem sinal das lousas e placas de quilometragem e altitude. No dístico dava para ler ainda o nome “Fortaleza” bem apagado… >>

01/10/12

FRADINHOS

FRADINHOS

Estivemos em Fradinhos num dia quente e úmido, e entrar mato adentro num dia destes, sinceramente não foi muito agradável não. Depois de desbravarmos a Trilha das Águas (Chanflora) na região de Altinópolis/Serrana/Cajuru, a bordo do “Pretinho”, e atolarmos na areia, conseguimos encontrar o local da antiga estação Fradinhos, bem no meio de um horto, que para mim, mais parecia uma plantação de eucaliptos, mas, enfim. Atravessamos porteiras, pulamos cercas, desatolamos o carro (vide mini-filme), seguimos mato adentro sem facão, apenas com um canivete (sim, foi um erro, mas como iríamos saber?), e enfim, encontramos o local. Hoje nada mais existe por lá… >>

26/09/12

BIFURCAÇÃO

BIFURCAÇÃO

Estivemos em Bifurcação num dia de calor extremo, até aí, nada de anormal aqui na região de Ribeirão Preto. Era um dia lindo, com uma luz maravilhosa, o que facilitou muito a captação de belas imagens da velha estaçãozinha e sua redondeza. Bifurcação fica a poucos metros da rodovia que liga Cravinhos à Serrana, mas está num desnível, e quando a cana está alta, é impossível vê-la (já é bem difícil com ela baixa). É tão próxima da cidade e ao mesmo tempo tão distante do nosso tempo… >>

23/09/12

GATO PRETO

GATO PRETO

A antiga estação Gato Preto levava o nome do bairro homônimo situado na cidade de Cajamar, e foi construída para transportar a cal produzida ali, para a linha da São Paulo Railway em Perus, São Paulo. Depois de muita pesquisa em diversos sites, decidi ir até lá e ver de perto tudo o que tinha sobrado daquele projeto, que inicialmente tinha o intuito, ou melhor, pretexto de ligar Perus a Pirapora do Bom Jesus, para transportar romeiros, mas que jamais foi concluída, tendo assim, Gato Preto como seu ponto final e nunca Pirapora do Bom Jesus. Segui para lá juntamente com meu sócio Daniel Calil, andamos pelos arredores, aonde fomos bem recebidos pelos moradores locais e tivemos até o apoio de um deles como guia (vide a voz dele no mini-filme, descrevendo o local), o que facilitou muito a nossa expedição… >>

22/09/12

CAMPO GRANDE

CAMPO GRANDE

Estive sozinho em Campo Grande, quando seguia rumo à Paranapiacaba, até então um sonho de consumo. Conhecer a antiga vila operária inglesa situada ali no alto da Serra do Mar, era uma grande vontade, e Campo Grande fez parte dessa jornada. Estacionei a “Pretona” ao lado da P.N. (passagem de nível) da estrada de terra que liga Campo Grande à Paranapiacaba e fui explorar o local. Logo de cara, uma placa não muito amistosa visava desestimular os curiosos a andar pelas redondezas (vide mini-filme), comigo não deu muito certo, afinal tinha viajado mais de 500 quilômetros para estar ali e poder ver de perto o estado daquele lugar… >>

22/09/12

ÁGUA VERMELHA

ÁGUA VERMELHA

Estivemos em Água Vermelha vindos de Santa Eudóxia, que por mais estranho que possa parecer era a estação terminal do ramal de… Água Vermelha. A velha estação já não existe mais, tendo hoje em seu lugar, apenas um pasto… >>

20/09/12

AGENTE HELY

AGENTE HELY

Agente Hely é uma parada simples, feita de ferro, aonde existe uma placa com o seu nome, coberta por telhas de amianto e que serve aos usuários dos trens suburbanos da E.F.C.J. Fica a uns 50 metros de uma P.N… >>

20/09/12

ALFREDO ELLIS

ALFREDO ELLIS

Estive em Alfredo Ellis juntamente com o meu sobrinho Jeferson e o meu amigo e Sensei de Aikido, Breno de Oliveira. Naquele dia, percorremos o ramal de Água Vermelha por inteiro, partindo de Santa Eudóxia e chegando até São Carlos. Hoje, Alfredo Ellis encontra-se abandonada e em ruínas… >>