18/09/12

ORINDIÚVA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 06.04.2012
DESTINO: Estação Orindiúva
LOCALIZAÇÃO: Município Casa Branca – SP
COORDENADAS:  21°57’57.16″S 47° 1’23.80″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim (em uso)
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1899
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em ruínas, mas ainda em pé
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, José Antonio Thomaz, Raul Otuzi de Oliveira e Vinicius Costa

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Orindiúva era uma das estações que mais me marcaram na infância, pois logo após estava Aguaí, destino mensal, meu e do meu saudoso avô Pedro. Entre Orindiúva e Aguaí, existiu uma outra estação chamada Engenheiro Mendes, mas no período em que nós viajávamos, ela já não existia mais, por isso Orindiúva ficou marcada mais fortemente na minha memória. Hoje está completamente abandonada, com o telhado caindo, sem assoalho e com o mato tomando conta de tudo. A linha ainda está ativa e ao redor da estação, apenas uma chácara e mais nada. Caixa-d’água, lousas e dísticos ainda resistem, mas por quanto tempo? Andamos bastante pelos arredores, inclusive mato adentro, mas nada de relevante foi encontrado, também não conseguimos contato com nenhum morador local. Lá fizemos fotos, filmes, passamos bastante calor e seguimos viagem para Miragaia.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

ILUSTRAÇÃO DO LOCAL:
Tendo como base as imagens reais de cada local colhidas pelo Projeto Estações Brasileiras, eu desenvolvo uma ilustração que retrate emocionalmente o espírito de cada estação/parada, ou mesmo do seu entorno, no caso de já não existirem mais. A intenção é que sirva de estímulo para a interpretação crítica de cada um, seja de forma positiva, negativa, carregada de saudosismo, ou mesmo de forma contemplativa apenas. Espero que curtam.

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

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16Comentários

  1. 24/09/12 às 14:11
    Caetano Stival:

    Comento sobre estaçoes ferroviarias Brasileiras: que mais me impressionou foi Jussara uma estação Paulista da estrada de ferro Mogiana, nos anos 30.Escondida no meio do serrado sisinha ,entre São Joaquim da Barra e Orlandia, onde passei minha infancia tão distante . Saudade das Marias da época soltando faiscas e fumaça por todos os lados
    Todas as tardesn ao escurecer iíamos esperar o trem lotado de passageiros , que chegava sempre no horario das 6 hors da tarde.para passar o tempo

  2. 24/09/12 às 16:49
    ADAILTON MARIANO ZANELLA:

    tENHO UMA FOTO DE MEU AVÔ FUNCIONARIO DA CIA MOGIANA E MAIS DOIS COLEGAS DE TRABALHO DA DÉCADA DE 40 VESTIDOS A CARATER (UNIFORME DE TRABALHO) NA ESTAÇÃO DE MATO SECO PRIMEIRA ESTAÇÃO DEPOIS DE AGUAI EM DIREÇÃO A MOGI GUAÇU

  3. 17/08/13 às 3:04
    marcos antonio silva.:

    ano da construção 1899 tanto tempo se passou e nada foi feito para se recuperar está estação.como eu vi numa reportagem alguns mese atrás se gasta tanto para ré construi um mercado municipal em porto alegre que pegou fogo pela 3 vez. e os dois governo estadual e federal vão reconstrui novamente porque alega que é patrimonio historico da humanidade é está estação ao longo destá reportagem são o que nada para eles como de costumé um pais sem memória e um pais sem cultura para aqueles que deram seu amor por essas ferrovias que levou sonho e progresso a tanto lugare de nossas região desté estado sem memória.abs marcelo.

  4. 22/08/14 às 11:42
    Natan Gabriel:

    Fala Marcelo, beleza? cara tenho a triste e lamentável notícia de que esta estaçao foi demolida na semana passada, fiquei sabendo através de maquinistas da FCA que foi a própria ferrovia que a derrubou. perdemos mais uma estaçao em nosso município e mais uma grande quantidade de história. abç

  5. 21/11/14 às 20:42
    Luiz Henrique:

    Em 30 de dezembro 1959 era mais ou menos 3 horas da tarde o chefe era um ´primo meu, Deolindo, eu com meus 9 anos desembarquei nesta estação, vindo eu e minha familia de Altinópolis, era linda a estação e o trenzinho andava bem de vagar nas serra, dava para pular do trem e andar atraz dele, a bitola era menos de 1 mt. Muita saudades.

  6. 04/12/15 às 0:28
    Caetano Stival:

    Saudade é pouco para quem ja tem 90 anos de idade. Nascí no final dos anos 1920 em Jussara, hoje, São Joaquim da bar nos anos 30, morei perto da estação Jussara, localizada sosinha, no meio do serrado. Éra uma festa ir na estação esperar o trem de passageiros que passava as 6 horas,da tarde vido de Orlandia e descia para São Joaquim. Como criança que era. gostava de viajar em pé no ultimo vagão para ver as maquinas da rodovia anhanguera que estava em andamento, passando na fazenda pontal,onde estudava.

  7. 31/12/15 às 18:35
    Caetano stival:

    Saudade sem fim, da velha Maria fumaça, da Mogiana, quando passava na antiga estação Jussara e descia para, hoje São Joaquim da barra , minha terra natal. Eu tinha meus 10 anos, hoje tenho 90. “Saudade doce lembrança. Dos bons tempos que passou Deixando em nos a esperança. de voltar. mas não voltou.”

  8. 11/05/16 às 12:38
    Caetano Stival:

    Faz muito tempo, mas eu ainda me lembro/ todos anos no mês de novembro/durante a época do milho verde que ia até no final de desembro/ o trem passava no meio de nossa lavoura de milho, tão lento que dava tempo mesmo em movimento, sem parar, roubar milho verde para pamonhas, quebrando as espigas e jogando-as no vagão. Não ficava uma espiga de milho numa faixa de20 metros de ambos os lados da ferrovia. Isto nos ultimos anos da década de 1920.

  9. 25/06/16 às 16:10
    Caetano Stival:

    Saudade sem fronteiras, da estação da alta araraquarense de Engenheiro Balduino entre Monte Aprazível e Tanabi, construída nos anos 40 e abandonada nos anos 70, onde o café era embarcado para Santos com destino ao exterior . Hoje só resta a saudade daquelas sacarias de café, com a bandeira colorida do Brasil.

  10. 25/06/16 às 16:14
    Caetano Stival:

    Saudade sem fronteiras, da estação da alta araraquarense de Engenheiro Balduino entre Monte Aprazível e Tanabi, construída nos anos 40 e abandonada nos anos 70, onde o café era embarcado para Santos com destino ao exterior . Hoje só resta a saudade daquelas sacarias de café, com a bandeira colorida do Brasil. Hoje so resta e canaviais.

  11. 25/06/16 às 16:29
    Caetano Stival:

    Saudade sem fronteiras da estação da alta araraquaerense de Engenheiro Malduino, entre Monte Aprazível e Tanabi, Construida nos anos 40 e abandonada nos anos 70 onde o café era embarcado para santos com destino ao exterior. Hoje só resta a saudade das sacarias de café com a Bandeira colorida do Brasil

  12. 15/07/16 às 18:39
    Caetano Stival:

    Saudade sem limite da placa de ferro com as inscrições” PARE,OLHE e ESCUTE” com Multa de 10 mil reis, na estação de Mirassol, desativada há 5 anos

  13. 22/07/16 às 17:26
    Ciro Stival ( apelido):

    Saudade imensa, Até parece que estou ouvindo o trem de cargas descendo de Jussara para São Joaquim apitando sem parar. Piiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii.iiiiiiiii pipi pi.
    Crianças que éramos, colocávamos duas agulhas de alfaiates cruzadas nos trilhos, o trem passava em cima e fazia uma tesourinha. Saudade é nostalgia das boas coisas perdidas/ que passou por nossa vida / e demos pouca valia;

  14. 18/10/16 às 13:31
    Caetano Stival:

    Relembrar é tornar a viver,” Quem não se lembra de alguem a quem amou/ Com toda sinceridade,/ não gostava/, se enganou . ” Lembro-me com nostalgia, da velha estação firroviária de Gonzaga de Campos situada entre São José o Rio Preto em Mirassol, desativada na década de 1950. Eu morava perto de Gonzaga de Campos.

  15. 24/06/17 às 14:49
    caetano Stival:

    Tem horas que eu paro na vida, para pensar e relembrar nos meus 4 aninhos de vida que tinha no final da década de 1920. , cansado, de trabalhar, dia , noites , 92 anos sem ter um minuto de ferias ,meu coração Graças aos Céus. por esta graça alcançada, medito sobre as estações ferroviárias que conheci e que hoje não existem mais. Lastimo profundamente que isto aconteça. sem deixar sinais do inicio da colonização do nosso Brasil. para os jovens.

  16. 24/06/17 às 14:51
    Caetano Stival:

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