Posts encontrados na categoria: I

20/01/17

IBATÉ

IBATE

Estive em Ibaté em 2011, numa fase ainda bastante embrionária do Projeto e comigo foram o Tio Zé e o meu amigo Raul Otuzi. Por lá, vimos o abandono absoluto do prédio que, pelo que pude apurar, desde idos de 1985, 1986, já estava dessa maneira, sem função. Andamos por todo o local, vimos a plataforma, grande por sinal, com uma parte ainda coberta por uma estrutura metálica envelhecida e enferrujada, os dísticos ainda estão lá, porém pintados no mesmo tom amarelo-gema do prédio, pouco se destaca, passando quase despercebido por quem se propõe a ir lá visitá-la. Telhas quebradas, aquelas que geram um som característico ao pisar, davam o tom do descaso com o legado ferroviário ali naquele local… >>

22/11/16

ITAÚ DE MINAS

POSTER ITAU

Era um dia maravilhoso e passávamos por Itaú de Minas seguindo para Furnas, daí o mais natural foi realmente pararmos para conhecer aquela joia que é a velha estaçãozinha da Mogiana em terras mineiras. Tudo muito conservado (fora reformada recentemente), linha, vagões, plataforma, postes, placas, caixa-d’água, dísticos… Nossa, quanta memória preservada! Estavam comigo amigos queridos e exploramos cada detalhe que ela nos permitiu. Fotos, vídeos, conversa com moradores, o sol no rosto, enfim, tudo fluiu de maneira perfeita naquele dia e lugar. Itaú foi inagurada em 1921, batizou a cidade e também a indústria de cimento que se localizava ali ao lado da estação. Itaú foi de fato, ponta do ramal de Passos por anos… >>

23/10/15

IBITIUVA

IBITIUVA

Passamos por Ibitiuva vindos de Pitangueiras e seguindo para Viradouro. Era um dia bem agradável e o meu amigo Roberto Piteri me acompanhava nas expedições daquele dia. Andamos pelo local que faz parte do município de Pitangueiras, procuramos resquícios da antiga estação da Estrada de Ferro São Paulo-Goyaz de 1912, ou mesmo da versão mais atual dela, construída pela Companhia Paulista por volta de 1930 mas, por lá, apenas um amplo espaço vazio com algumas casas da vilinha ferroviária ainda resta. Ibitiuva me pareceu um lugarejo pacato, o dia de céu azul nos deu belas imagens e, por ali, ninguém sabia muito da história ferroviária local para nos contar não… >>

28/09/15

ITAIPU

ITAIPU

O Daniel Franc, o Luciano Rossi e o Amarildo Lopez me acompanharam nessa jornada, o que foi fundamental, pois para encontrarmos de fato, os restos da plataforma, foi necessário que podássemos um matagal que escondia as ruínas, só assim conseguimos documentá-la. A habilidade ímpar destes 3 com os facões era percebida a cada golpe, o que me fez prontamente pensar em nunca mais deixar de levá-los comigo para as minhas incursões mato adentro. O Luciano Rossi que é um “Mountain Biker” da região se dispôs a nos acompanhar e isso facilitou bastante a nossa expedição naquele dia. Andamos por lá, percebemos que sempre que o Ribeirão enche e transborda a linha fica praticamente submersa naquele trecho, pouco mas fica, deixando o local com um acesso bastante prejudicado. Por lá, apenas restos de uma plataforma pequena agoniza no meio do mato. Nada de recuos, nada de restos de desvios, nada de caixa-d’água, enfim, estão lá a plataforma e uma pontezinha metálica pequena, para escoamento de água para o riacho. Para quem nnao tinha nada, a pontezinha foi o que nos chamou a atenção, mas nada além disso. Sendo assim, chamei de volta os meus amigos “Mateiros” e seguimos para a estação Tatu… >>

20/09/15

ITAPETI

ITAPETI

Itapeti sempre foi objeto de desejo. Toda vez que passávamos pela SP-070 indo para o litoral norte de São Paulo, lá estava ela, ao lado, pouco acima do nível da rodovia, sempre despertando curiosidade e instigando o meu desejo exploratório. Certo dia, chegou o momento e fui lá. Itapeti está em pé apenas por obra do acaso (descaso?) e da boa qualidade da construção da época, salvo isso, nada mais há de se ver por lá. Um prédio pelo que percebi, que segue os padrões da Estrada de Ferro Central do Brasil para estações pequenas, sem armazéns, sem caixa d’água, sem telhado, enfim, sem futuro nenhum. Andei sozinho pelo local, entrei, saí, documentei-a da forma que pude… >>

07/01/15

ITATINGA PORTO

ITATINGA PORTO

Há muito, a Usina Hidrelétrica de Itatinga me desperta curiosidade e fascínio e, foi por isso que resolvi ir até lá para vê-la de perto. Apenas a título de curiosidade, o lugar une o universo ferroviário e o hidrelétrico, que era o tema original deste Projeto, que no seu início chamaria-se “Projeto Hidrelétricas Brasileiras”, mas no decorrer do período, tudo mudou, e cá estamos. O local está situado em Bertioga – SP, com o Rio Itapanhaú separando o acesso entre a Usina e a cidade, fazendo com que pouquíssimos possam acessá-la. A Usina fazia parte do município de Santos e teve o início da sua construção em 1906, com o seu término em 1910. Uma linha de bondes foi construída para levar funcionários e moradores do porto no Rio Itapanhaú até a usina, cerca de 7,5km à frente, dentro da mata e aos pés da Serra do Mar. Estive lá na margem do lado de Bertioga, no porto, porém não tive autorização para atravessar para o outro lado, pois me disseram que uma epidemia de Malária recente, fez com que o local fosse interditado para visitação… >>

20/08/14

ITAHUM

ITAHUM

Estive na estação Itahum juntamente com o meu sobrinho Jeferson e com o meu “primo” Gilton, vindos de Maracaju pelo Ramal de Ponta Porã. Itahum foi inaugurada em 1949 e hoje encontra-se tombada pelo patrimônio histórico municipal de Dourados – MS, e pelo que vimos, pouco se fez para mantê-la em um estado de conservação aceitável, na verdade, é bem provável que a colocação da placa de tombamento na entrada da estação tenha sido a única medida efetivamente tomada. Itahum já foi a ponta do Ramal de Ponta Porã, que vinha de Campo Grande, passando por Maracaju e seguindo até a fronteira com o Paraguai, tendo o seu ponto final em Ponta Porã. Por Itahum, passaram trens de passageiros até meados de 1996 e os cargueiros perduraram até 2002, mas agora, está tudo num abandono só. Andamos por todo o local, vimos o prédio ainda com dísticos legíveis… >>

24/02/14

ITIRAPINA NOVA

ITIRAPINA NOVA

A estação de Itirapina Nova é um imenso pátio semi-abandonado, que fica próximo ao cemitério e ao distrito industrial da cidade. E pensar que um dia, aquilo tudo foi uma pujante e pulsante estrutura ferroviária da nova linha-tronco da Companhia Paulista? Itirapina significa “Morro Pelado” em Tupi-Guarani, uma referência a um morro próximo ao município. Andamos pelo local, aonde trens desativados repousam (?), e aguardam apenas o seu desmanche, visto o estado de abandono que encontram-se. Por lá, tudo é triste e a sensação é a pior, de descaso e inutilidade… >>

10/01/14

ITAGUABA

ITAGUABA

Itaguaba está localizada entre as estações de São Sebastião do Paraíso (Mogiana) e a do Morro do Ferro, ambas também já visitadas por este Projeto. Para chegarmos até lá, passamos por inúmeras paisagens lindíssimas, típicas daquela região montanhosa e cafeeira do sul de Minas Gerais. Vínhamos do Morro do Ferro e quando localizamos Itaguaba e foi uma sensação bastante gratificante. Abandonada, ela encontra-se ao lado de algumas casas (chácaras, sítios?) e com uma placa novinha em folha de propriedade do DNIT fixada na parede. Por lá, vimos a caixa-d’água, a lousa pichada com a quilometragem original (alguém pichou, mas com uma função nobre/informativa/histórica), a plataforma ainda em pé… >>

27/12/13

ITAOCA

ITAOCA

Estivemos na fazenda Santa Helena da Ytaoca, no município de Cajuru, aonde procuramos por todos os cantos o local exato e o que ainda pudesse existir da antiga estação da Cia. Mogiana, mas nada encontramos. O Ramal de Cajuru, era composto por oito estações, e Itaoca era a penúltima delas, apenas Cajuru vinha depois, finalizando o ramal. A estaçãozinha durou pouco mais de 45 anos e foi demolida por volta de 1957… >>