Posts encontrados com a Tag: ""

ARANTES

DATA DA EXPEDIÇÃO: 25.08.2012
DESTINO: Estação Arantes
LOCALIZAÇÃO: Município Cravinhos – SP
COORDENADAS: 21°14’41.13″S 47°42’50.08″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1910
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Demolido
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Claudinéia de Marchi

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Encontrar a estação Arantes era um desejo antigo. Por estar tão perto de casa, por ter uma história tão discreta, por ter feito parte de um pedaço tão rico da história cafeeira da região, enfim, motivos é que não faltaram para que eu fosse atrás dela. Neste dia, eu e a Néia, minha mulher, passeávamos sem destino, pelas trilhas dos arredores de Ribeirão Preto, como fazemos normalmente nos finais de semana e então, pensei: Por que não tentarmos localizar a estaçãozinha “Do Arantes” (é assim que a tratam nos arredores). Então lá fomos nós… Depois de algumas tentativas e erros, entrar e sair de fazendas e plantações, encontramos um senhor que nos deu algumas informações (preciosas por sinal), e que nos levaram até o local exato aonde, um dia existiu a estação. “Lá, você só vai encontrar a figueira e um amontoado de entulhos, pois a casinha da estação, foi derrubada já faz tempo” – disse o senhor, o qual infelizmente não me recordo o nome. Dito e feito. Apenas a base de concreto e alguns tijolos ainda resistem por lá, demarcando exatamente o local. Fora isso, nada mais remonta a existência do ponto final do sub-ramal de Jandaia. Arantes ficava no quilômetro 15,5 e o seu nome era uma referência ao proprietário das terras aonde ela estava localizada, o Sr. Manuel Arantes Nogueira. O ramal de Cravinhos e o sub-ramal de Jandaia foram desativados em 1956 e a última foto da estação ainda em pé (pelo menos que eu tenha visto) data do ano de Jan/2000. Tanto o ramal de Cravinhos quanto o sub-ramal de Jandaia operavam com bitolinha de 60cm, e sua principal função era o escoamento do café produzido nas fazendas da região de Cravinhos e Ribeirão Preto. Foi bem legal ter podido ver com os meus próprios olhos um pouco mais da riquíssima história ferroviária regional, do jeito que mais gosto… “in loco”.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER ARANTES

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

PONTA PORÃ

DATA DA EXPEDIÇÃO: 21.04.2015
DESTINO: Estação Ponta Porã
LOCALIZAÇÃO: Município Ponta Porã – MS
COORDENADAS: 22°31’25.17″S 55°44’0.66″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, apenas alguns trechos abandonados
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1953
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro Noroeste do Brasil
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, servindo como secretaria de esportes e cultura da cidade
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Já tinha estado na cidade de Ponta Porã (Ponta bonita em Guarani) por algumas vezes, porém, sem jamais ter ido até a estação ponta de linha (final do ramal homônimo), para conhecê-la de perto. Ok, imagino estar perdoado, visto que o Projeto Estações Brasileiras ainda não existia naquela época. Sempre que ia para “aqueles lados” o que mais me fascinava eram as compras generosas nas lojas da metade Paraguaia da cidade, chamada de Pedro Juan Caballero, um nome bastante sonoro e imponente, por sinal. Desta vez, foi diferente, fui para lá e me propus a ir até a velha estação, que possui um prédio grande, ainda com a “gare” já descoberta na sua maior parte, e um pátio amplo e generoso. A caixa-d’água, a plataforma, a placa em concreto (totem?) logo na entrada, com o símbolo da  RFFSA, ainda estavam por lá, e faziam questão de mostrar que ali um dia houve um cenário ferroviário ativo e pulsante. O ramal levou cerca de nove anos para ser concluído e o terminal da cidade em si nunca teve uma alta demanda de passageiros pelo que pude ler, tendo sido fechado ao público em 1996. Atualmente o pátio está parcialmente invadido por um grupo de “Sem-Terras” e a concessionária do trecho (ALL) segundo consta, tenta uma reitegração de posse. Andei pelo local, que está cercado, pelo menos na sua parte operacional, que serve como secretaria da prefeitura local, e pude ver o quão subutilizado está o prédio, amplo, pois é a união da estação e do armazém de mercadorias numa só construção. A boa, porém ainda não consumada notícia, é de que o ramal será reativado na sua totalidade até o final de 2015, e voltará a ligar Campo Grande a Ponta Porã, visando escoamento de cargas, especialmente de soja, conforme a notícia abaixo, publicada no site Dourados Agora em 09/09/2014:

“Ferrovia que liga Campo Grande a Ponta Porã será reativada”
As mudanças no perfil econômico de Mato Grosso do Sul sofreram grandes mudanças na última década, exigindo investimentos em logística e transporte. Desativado há mais de dez anos, o ramal ferroviário que liga Campo Grande a Ponta Porã deve retomar as atividades até o fim de 2015. A informação foi repassada pelo deputado estadual Laerte Tetila (PT) durante a sessão ordinária desta terça-feira (9/9). “O Ministério dos Transportes nos comunicou que até dezembro do próximo ano esse ramal estará recuperado. Por muitos anos ele permaneceu desativado pelo fato de não haver carga suficiente. Diante da inovação tecnológica acelerada, a realidade do Estado mudou, permitindo assim a viabilidade econômica do ramal ferroviário”, afirmou Tetila. O parlamentar citou o crescimento e desenvolvimento das cidades abrangidas pelo ramal. “Maracaju se destaca pela integração lavoura e pecuária. A produção de Sidrolândia também se sobressai por conta da instalação de 24 assentamentos. O distrito de Itahum e o Assentamento Itamarati, em Dourados, possuem visibilidade pela alta produção de soja e hortifruti.

Agora, só resta à população local, torcer para que, novamente o trem, que sempre significou avanço e progresso, volte para trazê-los novamente para a região. Eu torço!

PANORÂMICAS DA ESTAÇÃO:
Com o compromisso de oferecer o máximo de detalhes que puder colher em cada local visitado, agora disponibilizo também imagens panorâmicas, para que tenham a sensação não só da estação, como também do seu entorno, espero que curtam.

PANORAMICA_PONTA_PORA03

Entrada da estação.

PANORAMICA_PONTA_PORA02

Detalhes da cobertura da gare.

PANORAMICA_PONTA_PORA01

Servindo como garagem.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER PONTA PORA

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

CAPÃO DA CRUZ

DATA DA EXPEDIÇÃO: 17.11.2012
DESTINO: Estação Capão da Cruz
LOCALIZAÇÃO: Município Luís Antônio – SP
COORDENADAS: 21°27’51.88″S 47°52’14.13″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1911
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Demolido
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Claudinéia de Marchi, Dog e Junior.

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Num desses finais de semana sem nada para fazer, resolvi pegar a minha família e ir até a estação Capão da Cruz. Não muito distante de Ribeirão Preto, o local está na cidade vizinha de Luís Antônio, e o motivo para uma pequena viagem, fora do lugar comum, já se fez presente e justificou toda a “quizumba” de se levar dois Schnauzers a tiracolo pelo meio dos canaviais ensolarados. Saímos em busca de uma estação que sabíamos já não mais existir, porém ainda tínhamos um fio de esperança de podermos encontrar resquícios de sua construção, ou quem sabe, até algum antigo morador do local, para nos “nutrir” de histórias, mas tudo em vão. Por lá, pelo caminho, algumas casas abandonadas, um lindo lago e mais nada. Cana e mais cana ilhavam o local da velha estação da Mogiana do restante do mundo. Chegando, nada foi encontrado, a não ser algumas pedras, que não posso afirmar com certeza terem pertencido a construção original do prédio ferroviário. A estação seguia o padrão arquitetônico da Companhia Mogiana e se assemelhava muito as demais do Ramal de Jataí (especialmente a de Silveira do Val), a qual pertencia. Foi desativada em 1957 e desde então, pouco se falou ou sabe-se dela. Eu fui até lá e vi o imenso “nada” existente no local. Frustração? Não, de forma alguma… vivência!

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER CAPAO DA CRUZ

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.