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CASCATA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 15.12.2013
DESTINO: Estação Cascata
LOCALIZAÇÃO: Município Águas da Prata – SP
COORDENADAS: 21°51’33″S 46°40’39″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em pleno uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1886
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, mal conservado, abandonado e fechado
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Pedro Gandra de Carvalho, José Antonio Thomaz, Roberto Baptista Piteri, Luis Fernando Pecchiore Bastos, Humberto Alvarenga Junior e Douglas Bulhões

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Fui até a estação Cascata com vários amigos e também pesquisadores ferroviários especializados naquele trecho. Aproveito inclusive, para deixar aqui o agradecimento aos parceiros: Douglas Bulhões, Junior Alvarenga e Luis Fernando Pecchiore Bastos, pela companhia, pelo conhecimento compartilhado, pela disponibilidade, presteza e também pelo ideal, que os mantém até hoje na linha. Cascata está em pé, porém fechada e abandonada à sua própria sorte. Andamos por lá, vimos cada detalhe do prédio, e o quão triste é a constatação daquele descaso visto de perto e sem filtro algum. É um prédio grande, com a plataforma parcialmente sem cobertura, com as mãos-francesas já enferrujadas, portas e janelas em frangalhos, enfim, uma lástima. Por lá, ainda estão os dísticos, com uma tipografia marcante, no estilo Art Déco (imagino) ainda legíveis, a linha ativa, as placas de “Apite” e mais nada. Havia também um som de água caindo, que nos acompanhava o tempo todo, e imagino ser da Cascata que provavelmente batizou o local, bem defronte o prédio da estação, infelizmente não fui até lá para conferir. É uma vilinha que fica numa região lindíssima, e certamente poderia encontrar alguma função para aquele belo prédio ferroviário, que não apenas servir de sustentação para faixas promocionais e informativas (vide mini-filme). Exploramos, documentamos e partimos para Tajá, uma estação já demolida, no meio da montanha, em que não se chega de carro, apenas pelo leito da linha, passando pelo famoso “Pontilhão do Tajá”, o que já é uma outra história, rerere… Aguardem!

PANORÂMICAS DA ESTAÇÃO:
Com o compromisso de oferecer o máximo de detalhes que puder colher em cada local visitado, agora disponibilizo também imagens panorâmicas, para que tenham a sensação não só da estação, como também do seu entorno, espero que curtam.

CASCATA_PANORAMICA_01

Frontão de Cascata.

CASCATA_PANORAMICA_02

Plataforma em detalhe.

CASCATA_PANORAMICA_03

Estação Cascata.

FOTOS DO LOCAL:


MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER CASCATA

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

JOAQUIM EGÍDIO

DATA DA EXPEDIÇÃO: 04.03.14
DESTINO: Estação Joaquim Egídio
LOCALIZAÇÃO: Município Campinas – SP
COORDENADAS: 22°53’21″S 46°56’13″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1894
CONSTRUÇÃO: Ramal Férreo Campineiro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, totalmente reformada e servindo de sede da Guarda Municipal
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Claudinéia de Marchi, Carolina R. Tomaz e Jeferson Tomaz Querino

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estive na estação de Joaquim Egídio depois de ter ouvido muita gente falar a respeito da beleza do pequeno distrito da cidade de Campinas. Joaquim Egídio por volta de 1890, possuia grandes engenhos de cana e, que com o passar dos anos, foram cedendo vez às fazendas de café. Com isso, por volta de 1889 foi preciso construir um ramal férreo para facilitar o transporte da produção das fazendas e ligar a então vila até a Estação Ferroviária de Campinas. O então recém-criado Ramal Férreo Campineiro (RFC) tinha 33 Km de extensão e possuía no início apenas quatro locomotivas a vapor. A ferrovia seguia o curso do Ribeirão das Cabras principal afluente do rio Atibaia na região. Anos maios tarde, o ramal foi eletrificado e os bondes substituíram as Locomotivas a vapor até os anos 1960,levando moradores dos distritos de Sousas e Joaquim Egídio para o centro da cidade de Campinas. A antiga estação foi demolida nos anos 1980, e teve a sua reconstrução nos anos 2000, tendo o prédio atual, seguido em grande parte os padrões do prédio antigo (mas não ficou idêntico não). Andei pelas ruas multicoloridas, obeservei os detalhes de cada construção, vi a forte influência estética dos casarões típicos dos áureos anos do café, tudo isso ainda muito vivo naquele local. Na estação atual, funciona um centro de educação ambiental e a guarda municipal. Para quem gosta de um programa diferente e bem agradável, uma boa caminhada pelas ruas, e depois uma boa cerveja gelada nos simpáticos botecos da vilinha, é a dica ideal. Eu fiz e gostei, rerere…

PANORÂMICAS DA ESTAÇÃO:
Com o compromisso de oferecer o máximo de detalhes que puder colher em cada local visitado, agora disponibilizo também imagens panorâmicas, para que tenham a sensação não só da estação, como também do seu entorno, espero que curtam.

PANORAMICA_JOAQUIM_EGIDIO_01

Esquina multicolorida.

PANORAMICA_JOAQUIM_EGIDIO_02

Frontão do prédio reformado.

FOTOS DO LOCAL:


MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER JOAQUIM EGIDIO

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.