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VARGEM GRANDE

DATA DA EXPEDIÇÃO: 15.12.2013
DESTINO: Estação Vargem Grande
LOCALIZAÇÃO: Município Vargem Grande do Sul – SP
COORDENADAS: 21°49’48″S 46°53’50″W
TRILHOS NO LOCAL: Não, nada restou
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1909
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, quase em ruínas, abandonado e fechado (foi demolido alguns dias após nossa visita)
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Pedro Gandra de Carvalho, José Antonio Thomaz e Roberto Baptista Piteri

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Terra natal do meu saudoso pai Luiz Carlos Tomaz, a quem devo todo o reconhecimento pela forma incrível que me criou. Vargem Grande do Sul sempre foi uma cidade que me intrigou, afinal de contas, era um lugar cuja a estação ficava fora da linha-tronco da antiga Mogiana e Fepasa na minha infância, pois quando seguíamos viagem para Aguaí (terra natal da minha mãe), nós nunca passávamos por Vargem Grande (terra do meu pai), e isso sempre me soou um pouco injusto. Afinal, por que passávamos em uma, e não na outra? Décadas depois, vim a descobrir que Vargem Grande estava situada num pequeno ramal homônimo, e que tinha na cidade o seu ponto final, e por isso, lá existia um fluxo muito menor de trens. O ramal foi desativado em 1961 e de lá para cá, o abandono foi o que restou. Utilizada como agência rodoferroviária pela própria Companhia Mogiana, também serviu de armazém e de oficina por anos, até que em 2014, mais precisamente no mês de fevereiro, foi completamente demolida. Eu tive a sorte de ter estado lá alguns meses antes disso, e ter podido documentá-la ainda com “vida”, extremamente debilitada, mas ainda em pé. Ainda assim, pouco se via de encanto por lá, o dístico ainda legível (com muito esforço) apenas de um lado, um arremedo de plataforma na parte interna, que estava fechada, algumas portas e janelas, todas quebradas, enfim, uma tristeza só. Ali era o local onde o meu pai brincava em parte da sua infância, e ter estado ali, me trouxe uma enxurrada de sentimentos e lembranças dele. Como eu nasci em 1975, nunca tive o privilégio de ver a estação funcionando, mas pelo menos, pude salvar um pouquinho dela para quem um dia se interessar. Adeus velha estação.

PANORÂMICAS DA ESTAÇÃO:
Com o compromisso de oferecer o máximo de detalhes que puder colher em cada local visitado, agora disponibilizo também imagens panorâmicas, para que tenham a sensação não só da estação, como também do seu entorno, espero que curtam.

PANORAMICA_VARGEM_GRANDE_01

A estação era assim, foi demolida em fevereiro de 2014.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER VARGEM GRANDE DO SUL

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

VALINHOS NOVA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 13.02.2012
DESTINO: Estação Valinhos Nova
LOCALIZAÇÃO: Município Valinhos – SP
COORDENADAS: 22° 58’08″S 46°59’35″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em pleno uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1872
CONSTRUÇÃO: Companhia Paulista de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, fechado, aparentemente servindo como museu
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Claudinéia de Marchi

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estive na estação Valinhos Nova vindo de Vinhedo, foi uma passagem rápida, porém suficiente para documentar o atual estado da antiga estação da Companhia Paulista de Estradas de Ferro. Bem ao lado de uma grande indústria centenária (Unilever), a estação ainda mantém boa parte das suas principais características, tendo grande destaque a entrada principal e a “gare”, com uma grande cobertura metálica, ainda bastante imponente. Hoje ali, funciona um museu municipal, que estava fechado na ocasião da visita. Por lá, havia ainda a placa de quilometragem e altitude, a plataforma, a linha, desvio, algumas sinalizações e  uma passagem subterrânea ligando os dois lados da plataforma mas estava trancada e não pude vê-la por dentro. Andei por todo lado, chegando até o prédio da antiga estação, que está pouco à frente deste, mas dela falarei em breve, e tive a sorte de ver uma composição de locomotivas da MRS seguindo sentido Jundiaí enquanto estive documentando o lugar. Por lá, como em tantas outras, havia bastante sujeira, um certo ar de descuido, e aquele clima de tristeza. Pessoas perambulam o tempo todo pelo local, o que dá um pouco de vida, mas isso passa longe do ideal para um lugar com tamanha carga histórica. Como não poderia faltar, a ferrugem dava um toque final ao local. De lá, segui em frente no sentido de Campinas…

FOTOS DO LOCAL:


MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
VALINHOS_NOVA_POSTER_OFICIALnet

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CARLOS GOMES NOVA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 03.03.2014
DESTINO: Estação Carlos Gomes Nova
LOCALIZAÇÃO: Município Campinas – SP
COORDENADAS: 22°45’04″S 47°00’00″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em pleno uso turístico
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1929
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, muito bem conservado e servindo como estação turística e oficina da ABPF
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Jeferson Tomaz Querino, Claudinéia de Marchi e Carolina Rodrigues Tomaz

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
A estação Carlos Gomes Nova fica entre Anhumas e Jaguaríuna e, como as outras duas, um dos lugares mais incríveis que já encontrei nestas minhas idas e vindas pelo universo ferroviário brasileiro. Hoje, uma estação turística, também funciona como oficina de manutenção e restauração de trens antigos. Estivemos lá num dia calmo, fora de temporada e durante a semana, o que nos facilitou demais a vida, Tivemos tempo e liberdade para visitá-la e explorá-la com calma, curiosidade e muita parcimônia. Andamos pelo local, conhecemos o prédio do final da década de 1920, extremamente bem conservado (vide galeria de fotos e mini-filme), vimos cada uma das locomotivas à vapor e a diesel, a plataforma, os dísticos, a sinalização, guichês de vendas de bilhetes, sino, placas, “meu Deus”, estava tudo lá, parecia um sonho. O trabalho realizado pela ABPF (Associação Brasileira de Preservação Ferroviária) naquele trecho é notável, pena não ter encontrado naquele dia algum responsável, para poder agradecer em nome dos muitos admiradores do tema férreo. Pude contar com o Jeferson, o meu sobrinho e parceiro de captação naquele dia, o que facilitou o processo de coleta de imagens. É o típico lugar que deve ser visitado e “vivido” pelo máximo de pessoas possível, pois tem muito a contar. Para quem quer proporcionar um contato verdadeiro, e próximo com o tema ferroviário, não deve perder a oportunidade de visitar este local, ou melhor, este trecho mágico, entre Jaguariúna e Anhumas em Campinas. De lá, seguimos para Pedreira…

PANORÂMICAS DA ESTAÇÃO:
Com o compromisso de oferecer o máximo de detalhes que puder colher em cada local visitado, agora disponibilizo também imagens panorâmicas, para que tenham a sensação não só da estação, como também do seu entorno, espero que curtam.
CARLOS_GOMES_NOVA_PANORAMICA_01

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER CARLOS GOMES NOVA

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BAUXITA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 15.12.2013
DESTINO: Estação Bauxita
LOCALIZAÇÃO: Município Poços de Caldas – MG
COORDENADAS: 21°49’18″S 46°38’1″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1943
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, servindo como base da concessionária
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Pedro Gandra de Carvalho, José Antonio Thomaz, Roberto Baptista Piteri, Luis Fernando Pecchiore Bastos, Humberto Alvarenga Junior e Douglas Bulhões

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Bauxita é um lugar impressionante, e ter estado lá, me trará boas recordações até os meus últimos dias. A brisa fria batendo no rosto, a composição, os vagões-gôndola cheios e estacionados, as locomotivas velhas e surradas porém ativas, a estação fechada mas ainda com vida e utilidade, os amigos por perto, tudo conspirava para que aquele dia fosse incrível. E foi. Andamos por lá, vimos tudo, a estação pintada nas cores da concessionária, os dísticos em branco, a plataforma, as lousas, as mãos-francesas suportando a cobertura, o enorme pátio e seus desvios, a vila ferroviária atrás do prédio da estação, enfim, por lá o clima férreo imperava, ufa, que delícia! Neste dia nos acompanharam grandes e inesquecíveis amigos que pesquisam o tema e cuidam de manter viva a memória daquele trecho: o Douglas Bulhões, o Junior Alvarenga (Indiana) e o Luis Fernando Pecchiore Bastos, este último, um expert no Ramal de Caldas, e que praticamente foi o nosso guia local, visto que o nosso guia oficial, o Bulhões, costuma por vezes se equivocar, rerere… Os outros dois, também adeptos do assunto e aventureiros de mão cheia, inclusive pelos idos de 2005, cruzaram o trecho em um trolley artesanal, a fim de localizar uma outra estação próxima, o que é uma outra história e será contada aqui futuramente. Bauxita foi construída pela Companhia Mogiana nos idos de 1943, a fim de escoar a produção de minério de alumínio (Bauxita) fortemente presente naquela região. O Ramal também tinha a tarefa de trazer e levar mercadorias de São João da Boa Vista a Poços de Caldas e vice-versa. As composições de passageiros, mesmo as turísticas, apesar da beleza do trecho, reconhecidamente um dos mais lindos do Brasil, não tiveram bons fluxos, e sempre, ou quase sempre foram deficitários, o que decretou o seu fim, por volta de 1976. A linha, que começa em Aguaí e segue atualmente até Bauxita (na verdade um pouco a frente, segue até um desvio próximo à fábrica), é uma linha velha e frágil, daí o motivo de se terem composições pequenas e velhas. O local me lembrou muito, aqueles filmes que mostram o norte dos Estados Unidos e o Canadá, com muitos pinheiros, eucaliptos, e um clima frio típico. Bauxita ainda está ativa, embora descaracterizada e escondida. Ir até lá é obrigatório para quem gosta do tema ferroviário. Eu fui… e voltarei certamente.

PANORÂMICAS DA ESTAÇÃO:
Com o compromisso de oferecer o máximo de detalhes que puder colher em cada local visitado, agora disponibilizo também imagens panorâmicas, para que tenham a sensação não só da estação, como também do seu entorno, espero que curtam.
PANORAMICA_BAUXITA

FOTOS DO LOCAL:


MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER BAUXITA

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.