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ITAHUM

DATA DA EXPEDIÇÃO: 20.04.2014
DESTINO: Estação Itahum
LOCALIZAÇÃO: Município Dourados – MS
COORDENADAS: 22°05’10.4″S 55°21’15.8″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, apenas alguns trechos
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1949
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro Noroeste do Brasil
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, mal conservado e servindo parcialmente como moradia
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Jeferson Tomaz Querino e Gilton Marques

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estive na estação Itahum juntamente com o meu sobrinho Jeferson e com o meu “primo” Gilton, vindos de Maracaju pelo Ramal de Ponta Porã. Itahum foi inaugurada em 1949 e hoje encontra-se tombada pelo patrimônio histórico municipal de Dourados – MS, e pelo que vimos, pouco se fez para mantê-la em um estado de conservação aceitável, na verdade, é bem provável que a colocação da placa de tombamento na entrada da estação tenha sido a única medida efetivamente tomada. Itahum já foi a ponta do Ramal de Ponta Porã, que vinha de Campo Grande, passando por Maracaju e seguindo até a fronteira com o Paraguai, tendo o seu ponto final em Ponta Porã. Por Itahum, passaram trens de passageiros até meados de 1996 e os cargueiros perduraram até 2002, mas agora, está tudo num abandono só. Andamos por todo o local, vimos o prédio ainda com dísticos legíveis, sua plataforma, a caixa-d’água pouco a frente, o pátio, o guichê de venda de bilhetes, mas nem sinal das lousas e das placas de quilometragem e altitude. O telhado do prédio está desabando, e ao que parece, o fato dele estar ainda lá, é mera questão de tempo. No anexo da estação, mora uma família que nada sabia a respeito do local, a não ser a obviedade de que trata-se de uma antiga estação de trem. Pouco à frente existem algumas casas, que provavelmente eram relacionadas a ferrovia e 1 ou 2 vagões abandonados, tomados pelo mato. Itahum (ou Itaú) significa Pedra Preta em Tupi-Guarani. De lá, seguimos viagem rumo a Ponta Porã…

PANORÂMICAS DA ESTAÇÃO:
Com o compromisso de oferecer o máximo de detalhes que puder colher em cada local visitado, agora disponibilizo também imagens panorâmicas, para que tenham a sensação não só da estação, como também do seu entorno, espero que curtam.

PANORAMICA_ITAHUM02

Plataforma de Itahum.

PANORAMICA_ITAHUM01

Entrada de Itahum.

FOTOS DO LOCAL:


MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER ITAHUM

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

SANTA OLÍVIA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 02.11.2012
DESTINO: Estação Santa Olívia
LOCALIZAÇÃO: Município Santa Rita do Passa Quatro – SP
COORDENADAS: 21°42’19″S 47°31’52″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1913
CONSTRUÇÃO: Companhia Paulista de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Demolido, porém não pudemos entrar na propriedade para conferir
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Claudinéia de Marchi, Roseléia Pereira e Thiago Samarino Lages

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Frustrante. Essa é uma das palavras que definem a nossa busca pelos resquícios da antiga estação Santa Olívia, no Ramal de Santa Rita. Santa Olívia foi a primeira estação do prolongamento do ramal em direção à Vassununga, construído pela Companhia Paulista de Estradas de Ferro, no ano de 1913. Andamos por toda a redondeza em busca de restos das fundações, plataforma, ou algo que pudesse comprovar que aqueles locais realmente foram ocupados pela estação e seu pátio, porém nada encontramos. O local marcado como tendo sido o ponto da estação, está dentro da Fazenda São José, a qual não fomos autorizados a entrar, sendo assim, tivemos que registrar apenas a entrada do local, pois foi o mais próximo que chegamos da “provável” localização do prédio. Ali, há uma construção pelo que pudemos comprovar através do Google Earth, mas somente indo até ela, é que conseguiríamos ver se tratava-se mesmo da estaçãozinha. Tudo indica que não era ali o local, pois um funcionário antigo da fazenda, nos indicou um ponto há uns 700 ou 800 metros, aonde existe uma árvore, que este sim, seria o local exato de Santa Olívia. Mas como saber? Registramos o que pudemos, a entrada antiga da fazenda, que fica exatamente em frente ao local indicado como tendo sido o da velha estação, alguns ângulos da própria fazenda e os seus arredores. Por lá não existe nada do leito ferroviário, nem trilhos, nem nada. O nome da estação tem a sua origem no nome da antiga dona das terras aonde ela estava instalada, Olívia Guedes Penteado, e o ramal permaneceu ativo até idos de 1959, graças ao cultivo da cana-de-açúcar e a produção leiteira da região, mas depois disso, perdeu a viabilidade econômica. Nossa busca por resquícios foi grande e… frustrante. De lá, seguimos para Santa Rita do Passa Quatro…

CURIOSIDADE SOBRE A LOCALIZAÇÃO:
SANTA_OLIVIA_EARTH

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER SANTA OLIVIA

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ALFA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 05.01.2013
DESTINO: Estação Alfa (Guaxupé)
LOCALIZAÇÃO: Município Guaxupé – MG
COORDENADAS: 21°17’49″S 46°42’51″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: Entre 1904 e 1930 (período estimado)
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, servindo como moradia particular
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Marcelo Freitas

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Alfa era uma estaçãozinha acanhada, que estava situada a poucos metros da estação Guaxupé, talvez um quilômetro, ou pouco mais a frente, no sentido de Júlio Tavares, e era utilizada para manobras. Hoje no local por onde o leito ferroviário passava, existe uma avenida, mas o prediozinho continua lá. O dístico estava quase que totalmente apagado, mas com uma dose de boa vontade, ainda era possível ler a palavra “Alfa” grafada ali. Andei pelo local, vi a estaçãozinha por todos os seus lados, ela estava cercada e fechada, servia como residência, mas aparentemente não havia ninguém lá naquele momento. Nada de lousas, placas ou plataforma, somente o prédio de tijolos aparentes com uma cerquinha branca, ocupavam o local. A construção, bem simples e diminuta, lembra uma “casinha de bonecas”, e está relativamente bem conservada. De lá, seguimos para Guaxupé…

FOTOS DO LOCAL:


MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER ALFA

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