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CACIQUE

DATA DA EXPEDIÇÃO: 17.01.2012
DESTINO: Estação Cacique (Parada)
LOCALIZAÇÃO: Município Campos do Jordão – SP
COORDENADAS: 22°46’32″S 45°36’06″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim (em uso)
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1930
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro Campos do Jordão
STATUS DO PRÉDIO: Não há prédio, somente uma pequena plataforma quebrada (estribo)
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Claudinéia de Marchi

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
A Estação Cacique (Parada), já não é utilizada pelos trens turísticos da E.F.C.J. há muito tempo. Hoje é apenas um estribo de cimento e tijolos (quebrados), ao lado da placa que marca o local, como o ponto ferroviário culminante do Brasil. Já se chamou Alto do Lajeado e foi ponto final da linha de trens de subúrbio de campos do Jordão, pelos idos de 1950/60. Hoje, está às margens da estrada velha que liga Campos do Jordão à estação Eugênio Lefèvre em Santo Antônio do Pinhal, bem próximo mesmo da estrada, numa passagem de nível aonde se tem uma entrada de serviço do Hotel Toriba. Andamos por lá, vimos cada detalhe, passamos frio, documentamos tudo e seguimos para Gaviã0 Gonzaga, que certamente vale o clique!

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER CACIQUE

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

ITAOCA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 18.08.2012
DESTINO: Estação Itaoca
LOCALIZAÇÃO: Município Cajuru – SP
COORDENADAS: 21°19’03″S 47°17’44″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1912
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Demolido, absolutamente nada restou no local
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Miguel Iacovelo El Debs e Luiz André Barbosa de Melo

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estivemos na fazenda Santa Helena da Ytaoca, no município de Cajuru, aonde procuramos por todos os cantos o local exato e o que ainda pudesse existir da antiga estação da Cia. Mogiana, mas nada encontramos. O Ramal de Cajuru, era composto por oito estações, e Itaoca era a penúltima delas, apenas Cajuru vinha depois, finalizando o ramal. A estaçãozinha durou pouco mais de 45 anos e foi demolida por volta de 1957, segundo relatos. Entramos na fazenda, percorremos bons quilômetros por lá, conhecemos cachoeiras lindíssimas (vide fotos e mini-filme), morros e até a própria sede da fazenda, aonde pudemos conversar com o morador, que nos disse já ter ouvido falar a respeito desta estação, mas que há muito tempo nada mais restara dela. Fomos até o local exato da nossa referência e realmente, por lá existe apenas cana. Sendo assim, documentamos o local, o entorno, o antigo leito e seguimos viagem para Sampaio Moreira na fazenda Santa Cecília, logo a frente. Neste dia, fui acompanhado pelos amigos: Miguel Iacovelo El Debs e Luiz André Barbosa de Melo.

EU NA ESTAÇÃO:
Alguns momentos meus nos locais visitados.
EU ITAOCA

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

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A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER ITAOCA

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MOCOCA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 05.10.2012
DESTINO: Estação Mococa
LOCALIZAÇÃO: Município Mococa – SP
COORDENADAS: 21°28’22″S 46°59’24″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1890
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, cercado e servindo como setor da prefeitura
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Pedro Gandra de Carvalho

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
A estação de Mococa fazia parte do Ramal de Mococa, e foi desativada por volta de 1966. Embora o nome fosse “Ramal de Mococa” ela não era o ponto final da linha, pois além dali, ainda havia outra estação chamada Canoas (aonde também estivemos numa outra ocasião), esta sim era o final, situada bem na divida entre os estados de São Paulo e Minas Gerais, junto a um aprazível vilarejo com acesso somente por estradas de terra. A estação é hoje um departamento da prefeitura municipal (oficinas, garagens, depósitos…) e, não se pode dizer que está em boas condições, mas está “utilizável” (vide fotos e mini-filme). É um lugar de acesso controlado e para entrar lá, tivemos que colocar em prática nossas habilidades sociais. Tentei por vezes argumentar com o porteiro, que me deixava solenemente falando ao vento, acerca da importância do Projeto e o legado (palavra da moda) que ele deixaria, mas nada disso tocou o coração seco do obtuso ser, porém foi neste último momento que tudo mudou, a poucos metros atrás de mim,  estava o responsável por todo o local e me ouviu tentando explicar os porquês do Projeto e a necessidade da entrada para que fizéssemos fotos e vídeos, e então ele me chamou, e fez o convite: “Entre, vou te mostrar tudo por aqui!”. daí por diante, a coisa toda mudou, o obtuso de plantão se transformou na pessoa mais interessada do mundo pelo tema ferroviário… meu Deus, que engraçado. Enfim, conheci todo o complexo, vi os detalhes do prédio, os frontões já sem os dísticos, as lousas ainda estão lá, mas as placas de altitude e quilometragem não, sendo que de um lado, foi construído um “puxadinho” de cobertura metálica, para abrigar caminhões de lixo, e do outro, uma rampa de concreto para a troca de óleo dos veículos. Por lá não há mais trilhos, mas aquele prédio inconfundível jamais deixará o local ser dissociado do universo ferroviário. O homem que me autorizou a entrar (o qual acabei esquecendo o nome, infelizmente), ainda fez a enorme gentileza de ligar o seu computador e me mostrar fotos de época do local, e me contar um pouco do que sabia sobre a ferrovia que um dia passou por ali. Agradeço aos dois personagens que permearam este relato, ao obtuso porteiro e ao seu superior, um pela capacidade inequívoca de expôr com clareza a sua limitação e arrogância, e ao outro pela atitude ativa e nobre que teve, e que, mesmo sem precisar, entrou na conversa e salvou esta história, que poderia nunca ter existido. Obrigado!

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
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MORAES SALES

DATA DA EXPEDIÇÃO: 05.01.2013
DESTINO: Estação Moraes Sales
LOCALIZAÇÃO: Município Tapiratiba – SP
COORDENADAS: 21°25’03″S 46°45’23″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1903
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, fechado, cercado e servindo como depósito
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Pedro Gandra de Carvalho

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
A estação pode ser vista de longe, da pista que liga o distrito de Igaraí a Tapiratiba, está dentro de uma fazenda chamada São José, praticamente ao lado da pista do seu aeroporto particular. Para chegarmos até ela tivemos que pedir autorização, que nos foi prontamente concedida e pudemos documentar o velho prédio da Cia. Mogiana. Situada entre Júlio Tavares e Itaiquara, Moraes Sales serve como moradia, estava fechada e cercada por bambus ressecados. É um prédio de tijolos aparentes, com um telhado duas-águas, com plataforma, dístico legível, porém não pudemos verificar se ainda tinha lousa ou placa de quilometragem por lá, mas acredito que não. A caixa-d’água está pouco a frente, ainda lá, mas ao que parece, sem função. No fundo da estacão, existe um prédio grande, uma espécie de galpão antigo, que provavelmente era um depósito ou algo parecido. Andamos por lá, mas não encontramos ninguém naquele dia que nos desse maiores informações, então seguimos para Itaiquara, o que já é uma outra história…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
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POSTER MORAES SALES

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SANTA ESMÉRIA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 05.01.2013 e 04.07.2013
DESTINO: Estação Santa Esméria
LOCALIZAÇÃO: Município Muzambinho – MG
COORDENADAS: 21°18’43″S 46°35’57″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1913
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Demolido, nada restou no local
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Marcelo Freitas, Pedro Gandra de Carvalho, Alexandre Neves e Rodrigo Faustino

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Santa Esméria ficava entre as cidades de Muzambinho e Guaxupé, bem próxima a fronteira, mas ainda no território de Muzambinho. Estive lá por duas vezes, segui todas as pistas que pude conseguir, e uma divergência quanto ao seu local exato me perseguiu por alguns meses, até que eu pudesse voltar lá e realmente me certificar de que estava no local correto. Durante 6 meses de pesquisas, obtive materiais que apontavam um local a uns 500 metros (se muito) distante da sua real localização, morro acima, na direção de Guaxupé, praticamente na linha divisória entre os municípios. Mas esta informação não estava correta e, apenas conversando com moradores locais nas duas vezes em que fui até lá para poder descobrir isso. Era bastante improvável que a estação ficasse aonde estava inicialmente marcada no mapa (vide imagem abaixo), pois era morro acima, e num grau de elevação muito além dos padrões normais que uma ferrovia sem cremalheira suporta. Da primeira vez, encontramos um senhor que estava exatamente no local aonde deveria estar a estação, e ao ser questionado por mim, disse que ela tinha existido sim por ali, mas era mais para baixo, a uns 500 metros. Desconfiado de que ele não nos queria xeretando nada por lá, fui até o local apontado e nada encontrei. Naquele dia colhi material e junto com o meu amigo e parceiro de expedição Marcelo Freitas, e seguimos com a expedição. Meses depois, ainda com aquela situação em mente, voltei ao local, que é longe, mas foi necessário, e pude encontrar pistas mais consistentes acerca do velho prédio, hoje já realmente demolido. A dona de um haras que ocupa o local da antiga estação me deu toda a informação necessária e o melhor, nos acompanhou até alguns pontos-chave que esclareceram toda a situação. Nos contou e mostrou por onde passava o antigo leito, mostrou restos de uma antiga ponte de pedra por onde o trem passava, nos mostrou uma linda cachoeira dentro de sua propriedade, apontou o local exato da estação e nos disse que foi demolida há bastante tempo, sem precisar exatamente quanto. Era um prédio nos padrões da Cia. Mogiana, de tijolos aparentes, com plataforma pequena, um telhado duas-águas e uma casinha para o chefe da estação pouco a frente. Andamos por todo o lugar, e posso afirmar que atualmente por lá, nada mais restou. Talvez, algum resquício de tijolos e cimento mato adentro, mas tem que ser bem adentro, pois nós o adentramos pelos dois lados da estrada e nada encontramos. De lá, seguimos para Moçambo na primeira vez e Guaxupé na segunda…

DIVERGÊNCIA DE LOCALIZAÇÃO:
SANTA_ESMERIA_EARTH

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

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POSTER SANTA ESMERIA

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VILA MARGARIDA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 08.11.2012
DESTINO: Estação Vila Margarida (Parada)
LOCALIZAÇÃO: Município São Vicente – SP
COORDENADAS: 23°57’39″S 46°24’17″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, apenas em alguns trechos
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1960/70 (período provável)
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro Sorocabana
STATUS DO PRÉDIO: Demolido, apenas alguns restos de trilhos ainda resistem no local
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Claudinéia de Marchi

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
A parada Vila Margarida está exatamente aonde a linha que segue para Samaritá cruza com a Rodovia do Imigrantes em São Vicente. Estive no local e pude ver o quanto é precário (pelo menos em termos de limpeza) e imagino que tenha sido até mais anteriormente, pelos relatos que contam sobre as pedras, que eram atiradas pelos moradores nos trens de cargas e principalmente de passageiros, o que obviamente não demonstra que o lugar contava com um nível elevado de educação e infra-estrutura básica não é mesmo? Andei por lá, vi aonde a plataforma estava localizada, sim, era apenas uma plataforma de estrutura metálica coberta por telhas de amianto e um pequeno alambrado cercando a parte de trás. Em 1999 cessou por ali o transporte de passageiros e em 2008 o de cargas, sobrando apenas o que vimos, trilhos cobertos pelo mato e pelo asfalto, e muita sujeira. Um projeto de VLT (Veículo Leve sobre Trilhos), tramita ali na região com promessas e boatos, mas nada de concreto foi visto por mim  enquanto estive lá. Em resumo, é um lugar que ficou no passado ferroviário da região, estagnado, como tantos outros.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
POSTER VILA MARGARIDA

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MAKING OF – TAJÁ

ESTAÇÃO TAJÁ – RAMAL DE CALDAS
15/12/2013

Equipe:

Marcelo Tomaz
José Antonio Thomaz
Roberto Baptista Piteri
Pedro Gandra de Carvalho
Douglas Bulhões
Junior Alvarenga
Luis Fernando Pecchiore Bastos

RESFRIADO

DATA DA EXPEDIÇÃO: 28.04.2012
DESTINO: Estação Resfriado
LOCALIZAÇÃO: Município São Simão – SP
COORDENADAS: 21°25’15″S 47°34’46″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1893
CONSTRUÇÃO: Companhia Melhoramentos de São Simão
STATUS DO PRÉDIO: Demolido, nada restou no local
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Jeferson Tomaz Querino

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
A estação Resfriado foi construída pela Companhia Melhoramentos de São Simão por volta de 1893, e estava logo após a cidade, ao norte, bem próxima do distrito de Bento Quirino, no sentido de quem segue para Serra Azul. A antiga linha fazia uma volta ao redor do Morro do Cruzeiro e seguia para a Fazenda Santa Maria, Tamanduazinho e Serra Azul posteriormente. Hoje por lá, nada mais encontramos, a não ser “posseiros” bastante desconfiados e um tanto quanto arredios, o que nos obrigou a documentar o local de forma sucinta e objetiva, o que não foi um problema, visto que o local não oferece grandes predicados a ponto de nos prender por muito ali. Uma árvore marca o local da velha estação, andei por lá, olhei cada detalhe, mas sinceramente, não vi nenhum sinal de que ali tenha existido alguma construção, porém a cana está por todo lado e o chão já foi revirado inúmeras vezes, o que dificulta bastante a localização de qualquer resquício. Pela vista aérea do local, percebe-se um corte que assemelha-se ao antigo leito passando bem próximo dali, o que pode e provavelmente indica que o local era ali mesmo, porém sem maiores provas disso. Caso alguém possua dados relevantes e complementares, podem me enviar que posto como colaboração com os devidos créditos. O nome Resfriado nunca me saiu da cabeça, teria sido ele por conta do abastecimento das Maria-Fumaça com água? Enfim…

FOTOS DO LOCAL:


MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
POSTER RESFRIADO

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NHUMIRIM

DATA DA EXPEDIÇÃO: 07.09.2012
DESTINO: Estação Nhumirim
LOCALIZAÇÃO: Município Santa Rosa de Viterbo – SP
COORDENADAS: 21°31’28″S 47°22’08″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1910
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé e abandonada
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e José Antonio Thomaz

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estive em Nhumirim juntamente com o meu Tio Zé e vimos cada detalhe do prédio e do pequeno vilarejo. A estaçãozinha que durou pouco mais de cinquenta anos, e foi fechada no final de década de 1960, ainda está em pé, firme, forte e na luta, como muitos gostam de dizer. Não sei por quanto tempo mais ela aguentará esta batalha que trava pela sua existência, pois os sinais de desgaste são bastante claros na sua estrutura. O prédio está abandonado, com as portas abertas e tudo revirado no seu interior, a plataforma ainda mantém a cobertura de telhas de cerâmica, as lousas e o guichê de venda de bilhetes também estão lá, os dísticos ilegíveis, os frontões completam o cenário. Aonde era o pátio virou uma rua e uma praça, com uma mesa e bancos de concreto, aonde imagino, seja o ponto de encontro dos carteadores de plantão. Em frente tem um bar denominado: “Bar  Estação” (nome deveras sugestivo não é mesmo?), mas estava fechado, e infelizmente não pude experimentar a temperatura da cerveja servida ali, mas quem sabe, um dia volto lá? O meu amigo Miguel El Debs, me disse ter passado bons momentos naquele lugar (casa da avó se não me engano), o que foi devidamente lembrado por mim durante a visita. Enfim, Nhumirim está lá, ainda viva, ainda parte do extinto Ramal de Cajuru e ainda esperando uma função mais nobre do que a de somente existir. Me recuso a crer que não consigam uma função para aquele prédio histórico, belo e ainda com muito a oferecer. Pensem pessoal, e o principal… ajam.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

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POSTER NHUMIRIM

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MONGAGUÁ

DATA DA EXPEDIÇÃO: 12.02.2012
DESTINO: Estação Mongaguá
LOCALIZAÇÃO: Município Mongaguá – SP
COORDENADAS: 24°05’34″S 46°37’15″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, apenas em alguns trechos
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1913
CONSTRUÇÃO: São Paulo Southern Railway
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, servindo como bar e moradia
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Claudinéia de Marchi

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estivemos em Mongaguá e pudemos conferir o estado em que a velha estação da Southern São Paulo Railway se encontra. Tudo por lá está esquecido, abandonado, envelhecido, mofado e cheio de lodo. Localizada atrás de um grande supermercado, o pátio e o prédio estão no meio do trajeto de banhistas que vem da praia, e por lá atravessam diariamente. Pode-se dizer que eles (o pátio e a estação) atrapalham o fluxo urbano hoje em dia, o que é bastante engraçado, pois ao mesmo tempo, foram os grandes responsáveis pelo desenvolvimento todo ao seu redor. Seria a cobra picando a mão de quem a alimenta? Enfim, vamos seguir adiante. O lugar está ocupado por uma família residindo no prédio da estação e ao lado um bar funciona normalmente (provavelmente legalizado, pois não me pareceu nada clandestino não), a plataforma ainda em pé, já não dá sinais de que aguentará muito mais tempo naquele estado e o prédio está bastante degradado. Olhando pelo leito da linha no sentido de Peruíbe dá para ver a ponte de ferro a uns 200 metros, e por lá, não encontrei as lousas, nem as placas e muito menos os dísticos legíveis. É claramente um monumento ao pragmatismo e à ausência de memória pois, pelos relatos que li, passaram muitas histórias de vida e de progresso por aquele trecho. Quem sabe se um museu se instalasse ali… enfim.  Mas daí quem sustentaria o museu num país de valores tão… digamos, rasos, como o nosso não é mesmo?

FOTOS DO LOCAL:

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POSTER MONGAGUA

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