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BOTUCATU

GALERIA
Nesta seção, passo a publicar contribuições enviadas pelas diversas pessoas que apreciam e apoiam o Projeto. São normalmente, imagens das suas vivências, e memórias de cada local por elas visitado. Assim, além de servirem como sugestão de roteiros para as próximas expedições, também são vistas e compartilhadas por quem por aqui passar.

ESTAÇÃO BOTUCATU / Botucatu – SP
Por Rogério Belmiro Tampellini

BABILÔNIA – TRILHA SONORA

TRILHAS & TRILHOS
A partir de agora, nesta nova seção, vou disponibilizar alguns mini-filmes selecionados e reeditados para a inclusão de trilhas sonoras ORIGINAIS, compostas especialmente para cada estação-tema.
Esta idéia é fruto de uma parceria entre o músico e arranjador AMARILDO LOPEZ  e o PROJETO ESTAÇÕES BRASILEIRAS, a fim de mostrar a realidade de cada local visitado, por um outro aspecto, o sonoro.
Fica desde já registrado o enorme agradecimento deste Projeto ao autor das trilhas, não só pelo belíssimo trabalho musical, como também pelo tempo de pesquisa e elaboração de cada trilha sonora aqui utilizada.

 

ESTAÇÃO BABILÔNIA / São Carlos – SP
Trilha sonora original: AMARILDO LOPEZ

CAMPO GRANDE – TRILHA SONORA

TRILHAS & TRILHOS
A partir de agora, nesta nova seção, vou disponibilizar alguns mini-filmes selecionados e reeditados para a inclusão de trilhas sonoras ORIGINAIS, compostas especialmente para cada estação-tema.
Esta idéia é fruto de uma parceria entre o músico e arranjador AMARILDO LOPEZ  e o PROJETO ESTAÇÕES BRASILEIRAS, a fim de mostrar a realidade de cada local visitado, por um outro aspecto, o sonoro.
Fica desde já registrado o enorme agradecimento deste Projeto ao autor das trilhas, não só pelo belíssimo trabalho musical, como também pelo tempo de pesquisa e elaboração de cada trilha sonora aqui utilizada.

 

ESTAÇÃO CAMPO GRANDE / Santo André – SP
Trilha sonora original: AMARILDO LOPEZ

CUBATÃO

DATA DA EXPEDIÇÃO: 09.11.2012
DESTINO: Estação Cubatão
LOCALIZAÇÃO: Município Cubatão – SP
COORDENADAS: 23°53’28″S 46°25’11″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em pleno uso para cargas
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1867
CONSTRUÇÃO: São Paulo Railway
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, serve como centro cultural municipal
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Claudinéia de Marchi

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Cubatão é atualmente um centro cultural denominado “Estação das Artes” e está localizada na estrada velha de Santos. Estive lá num dia chuvoso e ficou difícil explorar o lugar em detalhes, mas acredito que ainda assim, consegui bons registros. É um prédio de construção “moderna”, com duas plataformas grandes, sendo uma de cada lado da linha, unidas por uma antiga e bela passarela (estilo SPR) de ferro, já bem enferrujada e desgastada. É um local de grande movimento de carros e caminhões e quando estive lá, consegui acompanhar a passagem de um trem cargueiro que seguia no sentido Santos (vide mini-filme). Existem atrás da estação, algumas casas bem antigas e de construção extremamente rústica, que podem sim, ter sido da época da São Paulo Railway, mas nem isso pude comprovar. Ainda por lá, não pude constatar a existência dos dísticos, que imagino não existirem mais, nem as placas de quilometragem e de altitude, pois infelizmente não tive acesso ao interior da plataforma, sendo assim, colhi o máximo de imagens dos locais por onde andei e segui para Areais, no meio de um brejo lascado, como vocês poderão conferir no post de Areais, clicando aqui!

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER CUBATÃO

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

CAIXA-D’ÁGUA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 11.02.2012
DESTINO: Estação Caixa-D’água (Parada)
LOCALIZAÇÃO: Município Itariri – SP
COORDENADAS: 24°17’43″S 47°06’29″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, apenas alguns trechos
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1937
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro Sorocabana
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, é apenas um estribo com cobertura de telhas de amianto
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Claudinéia de Marchi

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
A estação (parada) Caixa D’Água foi construída pela Estrada de Ferro Sorocabana, no Ramal de Juquiá, e está localizada entre as estações Ana Dias e Raposo Tavares, todas elas no município de Itariri, próximo a Peruíbe, litoral sul de São Paulo. Foi erguida com a finalidade de ser o último ponto de abastecimento das locomotivas antes da subida da serra, daí a origem do seu nome. Estivemos lá, vimos com riqueza de detalhes quase todo o ramal, mas nesta parada especialmente, pudemos explorar com mais cuidado. Andamos, vimos a plataforma (um estribo com cobertura de ferro coberto por telhas), a marcação de quilometragem feita à mão por algum entusiasta ferroviário no banco de cimento, dava um ar de vida ao local. Ali, cercado por bananeiras, num clima úmido e quente, a sensação era de que estávamos naqueles filmes de guerra do vietnã, rerere… Caixa D’Água é um lugar bonito, tem uma estradinha de acesso que leva à rodovia principal que liga Peruíbe a Itariri (vide mapa abaixo), e que sai bem próximo de uma passagem de nível aonde ainda dá para se ver os trilhos do ramal. Por lá, documentamos a plataforma, a caixa d’água, o entorno e seguimos para Ana Dias, pouco à frente.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER CAIXA DAGUA

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
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RINCÃO

DATA DA EXPEDIÇÃO: 19.06.2012
DESTINO: Estação Rincão
LOCALIZAÇÃO: Município Rincão – SP
COORDENADAS: 21°35’23″S 48°4’6″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em pleno uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1892
CONSTRUÇÃO: Companhia Paulista de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, servindo como paço municipal
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Vinicius Costa e José Antonio Thomaz

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estivemos em Rincão vindos de Guatapará, e pudemos ver de perto como está a velha estação nos dias de hoje. Ela é hoje parte integrante da prefeitura municipal (sede provisória desde 2004, quando foi reformada), serve também como uma espécie de garagem, e pelo que fiquei sabendo, futuramente será destinada à cultura local. Atrás da estação, existe uma arquibancada de alvenaria, que somente depois, percebi tratar-se de um teatro de arena, e ainda mais adiante, uma praça (denominada Praça do Ferroviários), que presta justa homenagem aos que serviram à causa férrea, num passado já quase totalmente esquecido. O prédio possui uma bela e delicada fachada, ainda bem conservada com os escritos: “Comp. Paulista” abaixo da sua cobertura de vidro, que é sustentada por duas mãos-francesas bem bonitas. Andamos por lá, vimos os dísticos, o guichê de venda de bilhetes em madeira, os vidros ainda com as inscrições da Cia. Paulista, a “Gare” protegendo a plataforma do castigo dos raios do sol, a cabine de controle de tráfego, um pouco mais a frente. Para ser sincero, aquele lugar é um memorial ao universo ferroviário a céu aberto, forçadamente convertido aos fins da administração local. Sejam quais forem os motivos, justos ou não, acho que aquela cidade merece uma prefeitura melhor e mais adequada às necessidades dos seus cidadãos, num prédio construído para este fim, livrando assim a velha estação deste papel que não é e nunca foi o dela. Assim quem sabe, não ganhariam todos… a cidade, a população, os governantes, os servidores, mas também a história, a memória, a cultura… De lá, seguimos para Tapuia e seus carvoeiros, o que é uma outra história.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
RINCAO_POSTER_OFICIALnet

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

CASQUEIRO

DATA DA EXPEDIÇÃO: 09.11.2012
DESTINO: Estação Casqueiro
LOCALIZAÇÃO: Município Cubatão – SP
COORDENADAS: 23°55’25″S 46°24’24″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em pleno uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1896
CONSTRUÇÃO: São Paulo Railway
STATUS DO PRÉDIO: Demolido, hoje somente restou uma passarela no local
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Claudinéia de Marchi

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Casqueiro era uma antiga estação no município de Cubatão construída em 1896, ainda nos tempos da São Paulo Railway como um posto telegráfico. Depois de algum tempo (quase 100 anos para ser mais exato), foi inaugurada uma outra estação, esta, de trens metropolitanos, um pouco mais a frente e abaixo de uma grande passarela sobre a Rodovia Anchieta. A passarela (vide fotos e mini-filme) existe até hoje, a estação não mais, e muito menos o posto telegráfico. Andei por lá, subi na passarela, vi o local exato aonde um dia existiram a estação e a plataforma e só. Nada por lá desperta a atenção para o assunto ferroviário, nada mesmo. Naquele lugar, a pobreza abunda e como o tempo não estava ajudando, resolvi seguir para Cubatão, em busca de histórias mais felizes do que a de Casqueiro.

CURIOSIDADE SOBRE A LOCALIZAÇÃO:
CASQUEIRO EARTH

FOTOS DO LOCAL:


MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER CASQUEIRO

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MATO SECO

DATA DA EXPEDIÇÃO: 06.04.2012
DESTINO: Estação Mato Seco
LOCALIZAÇÃO: Município Mogi Guaçu – SP
COORDENADAS: 22°08’48.8″S 46°56’12.5″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em pleno uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1878
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, abandonada e fechada
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Vinicius Costa, José Antonio Thomaz e Raul Otuzi de Oliveira

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estivemos em Mato Seco vindos de Astrapéia, e naquele dia estas foram as estações mais distantes que visitamos. Partimos antes do sol nascer e já as 7 da manhã estávamos iniciando a nossa jornada pela região de Aguaí, a qual eu conheço bem, pois foi lá que vivi os meus melhores momentos ferroviários na infância. Mato Seco é hoje um prédio abandonado, está fechado e por lá há um bar bem em frente, aonde as pessoas se reúnem para bater papo e tomar cerveja. A vista a partir do bar é bem legal, com o prédio imponente da antiga estação da Mogiana ao fundo e mesmo no curto período de tempo em que ficamos ali, pudemos ver o tráfego de composições cargueiras passando pela estação. Mato Seco teve fluxo de passageiros até 1997, depois disso, logo foi fechada e está até hoje abandonada. Andamos por lá, conversamos com as pessoas do bar, que nos deram boas informações e até nos ofereceram uma “legítima telha francesa inteira” como souvenir do local, mas o difícil foi encontrar em meio a tantos cacos, uma realmente inteira. Mesmo sem encontrar o nosso presente, documentamos a estação, suas placas, portas, linhas, desvios, frontões, dísticos (ainda legíveis) e até mesmo os postes da antiga eletrificação, que “enfeiam” bastante o local. Como não poderia deixar de ser, sentamos no bar para contemplarmos Mato Seco da melhor maneira possível, tomando cervejas estupidamente geladas, afinal de contas, ninguém é de ferro né? Ainda mais sob aquele calor brutal, e de lá, seguimos para Miragaia…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

POSTER MATO SECO

ILUSTRAÇÃO DO LOCAL:
Tendo como base as imagens reais de cada local colhidas pelo Projeto Estações Brasileiras, eu desenvolvo uma ilustração que retrate emocionalmente o espírito de cada estação/parada, ou mesmo do seu entorno, no caso de já não existirem mais. A intenção é que sirva de estímulo para a interpretação crítica de cada um, seja de forma positiva, negativa, carregada de saudosismo, ou mesmo de forma contemplativa apenas. Espero que curtam.
MATO_SECO_01

POSTERS VINTAGE:
São ilustrações com base fotográfica, que faço sobre algumas estações que representaram algo para mim. Também tenho feito sob encomenda para pessoas que querem presentear alguém ou mesmo simplesmente tê-las para recordação de algum momento marcante, ou apenas como decoração. Todo o valor obtido com a venda destas telas, é revertido integralmente para custear novas expedições do Projeto. Nada é destinado a mim ou ao meu sustento, para isso: eu trabalho.
COLLECTION_12

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
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MONTALVERNE

DATA DA EXPEDIÇÃO: 04.07.2013
DESTINO: Estação Montalverne
LOCALIZAÇÃO: Município Muzambinho – MG
COORDENADAS: 21°20’10″S 46°29’55″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1916
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Demolido, restaram apenas algumas pedras no local
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Alexandre Neves, Rodrigo Faustino e Pedro Gandra de Carvalho

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Montalverne foi uma estacão daquelas difíceis de encontrar. Uma porque já não existe mais, e outra, porque ninguém sabia ao certo o local aonde ela teria existido. Ainda assim, mediante às informações que tínhamos, fomos atrás, e mais uma vez, a combinação: Google + Google Earth + Wikimapia + Site Estações Ferroviárias do Brasil + Pesquisa de campo no local + Perguntas e perguntas, nos fez bem sucedidos no nosso objetivo. Por lá, nada restou a não ser alguns amontoados de pedras, resquícios da demolição do prédio e plataforma realizada pela prefeitura, para evitar que indigentes tomassem posse dele. Na referência encontrada nas nossas pesquisas (Wikimapia), a localização indicada está a uns 300 ou 400 metros do local exato, apontado para nós por uma moradora que passava a pé pelo local. Vendo os escombros, o amplo recuo e a foto de um senhor apoiando os pés nos restos da estação (Site Estações Ferroviárias do Brasil), percebemos enfim se tratar do mesmo local e assim documentamos o que havia por lá. Chegar até ela foi uma experiência incrível, vários desencontros, alguns desmatamentos, muito barro e lindas paisagens (vide mini-filme), assim costumam ser as nossas expedições, exigentes, porém gratificantes. Montalverne foi aberta em 1916, dois anos depois da inauguração do Ramal de Tuiuti (Juréia), durante o período de 2 anos da sua construção, chamou-se Santa Anna, e o nome definitivo Montalverne veio em homenagem a um frei local, de ascendência italiana (imagino eu). Também era o nome de uma grande fazenda da região. Por lá, fora aquela moradora que andava a passos largos e nos deu esta valiosa informação acerca do local, nada nem ninguém mais apareceu. De lá, seguimos para a estação central de Muzambinho, aonde fomos abordados pela polícia militar local e tudo mais, mas esta já é uma outra história…

CURIOSIDADE SOBRE A LOCALIZAÇÃO:
MONTALVERNE_EARTH

PANORÂMICAS DA ESTAÇÃO:
Com o compromisso de oferecer o máximo de detalhes que puder colher cada local visitado, agora disponibilizo também imagens panorâmicas, para que tenham a sensação não só da estação, como também do seu entorno, espero que curtam.

Local correto da antiga estação.

Local correto da antiga estação.

PAN_05

Local aonde seria Montalverne (errado).

Local correto da antiga estação.

Local correto da antiga estação.

Ao centro teria sido Montalverne (local errado).

Ao centro teria sido Montalverne (local errado).

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER MONTALVERNE

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

MANDEMBO

DATA DA EXPEDIÇÃO: 19.06.2013
DESTINO: Estação Mandembo
LOCALIZAÇÃO: Município Bebedouro – SP
COORDENADAS: 20°50’01″S 48°29’59″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, apenas alguns trechos (sem uso)
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1912
CONSTRUÇÃO: Companhia Paulista de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, servindo como depósito agrícola de uma fazenda
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Roberto Baptista Piteri

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Mandembo é o nome de um córrego que passa pela região de Bebedouro e é bem próximo da estação, daí possivelmente a origem do seu nome. O prédio está localizado dentro de uma fazenda e o seu acesso é relativamente fácil. Andamos por lá e exploramos todo o local, inclusive a vilinha ferroviária que ainda resiste ao lado da estação, e o melhor, ela ainda mantém boa parte das suas características originais, imagino que até a pintura (amarela) seja ainda semelhante ao tom original. Mandembo é um depósito e por lá estoca-se produtos agrícolas, como defensivos e adubos. Nos frontões, os dísticos ainda ostentam “Mandembo” nos dois lados, ainda que obstruídos pelas árvores (vide fotos), na frente, um pequeno trecho de linha ainda serve como lembrança de que por lá, um dia, houve tráfego ferroviário, mas hoje não mais, pois os trilhos estão “ilhados” e ligam nada a lugar nenhum. Sua função talvez seja atingir em cheio os corações de quem os observa, pois não passam de restos esquartejados de um passado que não volta mais. Plataforma, mãos-francesas, telhado, caixa-d’água, trilhos, dormentes, vila, tudo lá, como num diorama… forte, colorido, vivo, porém ao mesmo tempo definhando. Estar lá foi vivenciar um turbilhão de sensações múltiplas, contraditórias, introspectivas e porque não… indescritíveis.

PANORÂMICAS DA ESTAÇÃO:
Com o compromisso de oferecer o máximo de detalhes que puder colher cada local visitado, agora disponibilizo também imagens panorâmicas, para que tenham a sensação não só da estação, como também do seu entorno, espero que curtam.
PANORAMICA_01

PANORAMICA_02

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER MANDEMBO

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.